Mostrando postagens com marcador Camuflagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Camuflagem. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de março de 2015

O Batalhão Fantasma

Curiosidades em Guerra


VII - O Batalhão Fantasma
- A Arte da Camuflagem - 
Parte III

Camuflagem: 1. Arte de dissimular material de guerra ou tropas de observação inimiga. 2. Disfarce. 3. Dissimulação; fingimento.


Narração de um ex-combatente: 
"Dois franceses de bicicleta aproximaram-se do perímetro", disse o veterano. "Não olharam para mim, olharam por cima do meu ombro. E qual é o pensamento que tiveram ao verem quatro soldados americanos levantando um tanque Sherman estimado em  40 toneladas de peso ?




Ele me olhou e voltou a olhar para a situação em busca de respostas ... E finalmente eu disse: "Os americanos são muito fortes. "

Em 1944, na 2ª guerra mundial foi criada uma  unidade militar de dissimulação tática, composta de 1.100 homens chamada de O Batalhão Fantasma.

Não eram soldados comuns treinados nas artes bélicas, eram principalmente alunos das academias de arte, agências de publicidade e outras pessoas criativas. Eles usaram seu talento para fins táticos.




Sua principal missão  era enganar os alemães depois do desembarque na Normandia com tanques falsos do exército, aviões, quartéis, jipes e canhões infláveis também falsos, emitir sinais de rádio e simular através de alto-falantes de grande porte ruídos produzidos como se uma grande divisão de infantaria estivesse se movimentando.

Estes soldados foram lançados de pára-quedas próximos à linha de frente onde inflavam seus conjuntos e quando o reconhecimento aéreo alemão sobrevoava o local da camuflagem viam uma imagem impressionante. Centenas de tanques, canhões e peças de artilharia dispostos na direção das fortificações alemãs. O objetivo era enganar, iludir,  confundir e incutir o terror entre o inimigo.





Sobre essa unidade veja mais abaixo, um documentário em vídeo (em ingles) de 7:56 min intitulado O Espírito do Exército.




A missão do Batalhão Fantasma ficou em segredo até 1996 e muitos detalhes continuam ocultos.


Fontes dirty.ru / fogonazos

Postado originalmente em 14NOV2010 (14)

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Arte da Camuflagem - parte II

Curiosidades em Guerra

VI - Os Falsificadores
 - A Arte da Camuflagem -  
Parte II

O grupo de operações especiais foi baseado no uso de agentes secretos ou espiões. Uma de suas atividades principais era organizar a resistência nos países ocupados pela Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. 

Muitas vezes fez-se uso da competência de falsificadores que eram libertados da prisão. Depois da guerra, vários destes documentos foram preservados para ilustrar o seu trabalho e mostrar exemplos de falsificações perfeitas que eram capazes de fazer.

E para auxiliá-los em suas missões realizavam a falsificação de documentos, tais como passaportes, licenças de armas de fogo, autorizações de viagens e passagens de trabalho que permitiam circular livremente dentro do país ocupado.


Este passaporte falso de Adolf Hitler foi feito pelo serviço secreto britânico "Special Operations Executive"(SOE). Como o humor britânico é um tanto quanto peculiar, não sabe-se qual foi sua real intenção - se como um exercício prático, ou como uma piada - mas é certo que foi confeccionado em 1941.
E com os seguintes detalhes: definida a ocupação de Hitler como "pintor", e em suas características físicas (sexo, cor dos olhos, etc) apresenta o bigode como "pouco".




Eles também colocaram no passaporte de Hitler, um "J" em vermelho que era reservado para os judeus nos passaportes autênticos alemães. 


Fontes consultadas la aldea / wiki

domingo, 1 de fevereiro de 2015

A Arte da Camuflagem: Parte I

Curiosidades em Guerra

V - Camuflagem Dazzle
 - A Arte da Camuflagem -  
Parte I


Camuflagem: 1. Arte de dissimular material de guerra ou tropas de observação inimiga. 2. Disfarce. 3. Dissimulação; fingimento.

Em uma guerra, a função da camuflagem é muito simples: esconder os soldados e seus equipamentos do alcance dos inimigos. A camuflagem pode ser usada para enganar o observador, atrapalhando quanto ao tamanho, tipo e movimento do alvo para evitar a identificação e acompanhamento mesmo se já detectado.
Na camuflagem naval também são utilizadas pinturas de ondas de proa para dar impressão falsa de velocidade ou tamanho. A camuflagem visual já foi usada em navios na épocas romanas e gregas. O cinza escuro passou a ser usado a partir de 1900 para operar a noite e melhorar a camuflagem. O alto comando costumava dar preferência para cores bonitas para favorecer os cerimoniais.
Na Primeira Guerra Mundial, apareceram os padrões de camuflagem “ad-hoc” com o HMS Indomitable em 1914 com cinza claro e branco. No meio da guerra, navios grandes como o HMS Indefatigable e Queem Mary receberam painéis fixos na lateral para criar ilusão de ter outro navio do lado.
Ambos foram perdidos na batalha da Jutlândia, que segundo os historiadores, trata-se da mais importante batalha naval da I Guerra Mundial, que se deu em 31 de Maio de 1916.


HMS Argus em 1918

A camuflagem Dazzle lembra uma pintura cubista com muitas formas geométricas coloridas agrupadas. Como uma mancha em uma roupa camuflada, esse design dificulta a visualização das bordas do navio e a distinção entre bombordo e estibordo. Se a tripulação de um submarino ou navio não sabe para que direção o alvo está indo, é muito mais difícil atingi-lo com um torpedo.

O primeiro navio com camuflagem Dazzle, inventada pelo artista Normam Wilkinson, apareceu em 1917. Eram técnicas de despistamentos com inclinações de cores escuras. O HMS Alsation foi pintado em agosto de 1917.

A Marinha Real Inglesa repintou 400 navios ou mais com este padrão. Depois apareceram outras técnicas como cinzas, brancos e azuis, pretos e amarelos. O objetivo era fundir com o fundo e atrapalhar o observador, principalmente de submarino.


USS California


USS Charles S. Sperry (DD-697) , June 1944


Torpedeira americana da classe Eco
com camuflagem especial Zebra.

Esta camuflagem acima foi testada no Pacífico e mediterrâneo e atrapalhava o cálculo da distância, velocidade e direção da embarcação. Não foi usada por ser difícil de aplicar e manter.

Para proteger os navios de guerra, os estrategistas experimentaram entre 1942 e 1944, diferentes tipos de camuflagem, como mostra a fotografia deste barco da marinha real inglesa.



A pintura do barco tinha a cor semelhante a de terra e os guarda-chuvas dificultariam a identificação pelos aviões e submarinos alemães qual tipo de barco era.




O desenho acima mostra o número de guarda-chuvas que seriam necessários para camuflar um navio, e seu posicionamento correto.



Fontes consultadas sistemadearmas / bbolinks / hardmob / ciencia.uol / grandes guerras

Postado originalmente em 04OUT2009 (24)

domingo, 4 de janeiro de 2015

Aviões cor-de-rosa, na 2ª guerra mundial

Coleção Curiosidades em Guerra


I - Aviões cor-de-rosa

O Supermarine Spitfire foi o avião de caça britânico mais famoso da 2ª guerra mundial e o único caça aliado que operou durante todo o conflito.


O avião parou os alemães na Batalha da Grã-Bretanha, é o ícone da luta britânico contra os nazistas. Após a Batalha da Grã-Bretanha o Spitfire - o cuspidor de fogo -  também lutou no Norte de África, atacando as forças de Rommel após a batalha de El Alamein.



Mais tarde, eles participaram da campanha da Normandia, superando a Luftwaffe em 1944 e 1945. O Spitfire serviu até na Rússia e, eventualmente, também participou da guerra no Pacífico. 

O Spitfire foi "vestido" com diferentes padrões e cores de camuflagem: as curvas verdes em ocre terroso (excelente para imitar o avião no solo verde da Inglaterra), verde musgo, cinzento, oceano, cores de areia para o deserto, e até mesmo alguns foram pintados de preto para uso nas patrulhas noturnas.


Mas de todos eles, a cor mais incomum que foram camuflados do Spitfire foi o rosa claro , um rosa desbotado, também chamado de Rosa Mountbatten e deve seu nome a Lord Mountbatten, o almirante da Armada Real.

Em 1940, enquanto escoltava um comboio de navios Mountbatten parecia notar que um dos navios do grupo desapareceu de vista muito antes do resto. O barco foi pintado com uma mistura de cinza e lavanda.

ver também

Mountbatten estava convencido da eficácia de rosa para camuflar seus navios durante o nascer e o pôr do sol e, no início de 1941 vários barcos começaram a usar a mesma camuflagem, embora ao final do mesmo ano a Royal Navy começasse a ignorar o "Mountbatten-de-rosa", uma vez que foi constatado que o tradicional "navio cinza de guerra" no final camuflava melhor os barcos.

No entanto, a camuflagem "Rosa Mountbatten" e também uma variante chamada "rosa Camoutint" , foram utilizadas com sucesso em alguns Spitfire pois ficavam muito menos visíveis ao voar através de nuvens ao amanhecer e ao pôr do sol, horários em que as nuvens adquiriam tonalidade rosa.

Fonte la aldea

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Parecem teias, mas são rendas!




Rede e renda são resultados altamente qualificados da natureza e do homem. E, no entanto esses dois itens imediatamente vêm à mente quando se familiariza com o trabalho de  Shane Waltener - um artista londrino.  Ele tece e coloca-os em casa ou ao ar livre, como uma teia de aranha.



Sua área de interesses é extremamente diversificada: tecelagem e escultura, artesanato, cestas feitas de açúcar e horticultura.

Mas os projetos relacionados à confecção de malhas, é  especial, afinal não é todo dia que você encontra um homem que saiba tricotar.

Mas Shane Waltener , embora  tenha estudado costura e processos têxteis, em Bruxelas no La Cambre Institute, raramente cria suas instalações sozinho: muitas vezes, ele pede a ajuda de mestres reconhecidos na posse de uma técnica de confecção de malhas.




Esse post foi publicado originalmente em 23.05.2010 (12)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

LI - A Arte de Rob Mulholand

Esculturarte

LI - Escultura em Acrílico e Espelhos




Sucesso de público e crítica, a instalação Vestige, idealizada pelo escultor escocês Rob Mulholland mostra uma série de seis esculturas espelhadas com silhuetas humanas que se camuflam no parque florestal Queen Elizabeth, na Escócia.
Criada para ser provisória, as figuras masculinas e femininas, tres de cada e em tamanho real ganharam tanta popularidade que se tornaram uma instalação permanente.


As esculturas foram feitas de perspex, uma espécie de acrílico, e, em seguida, revestidas com um material espelhado. A proposta de Mulholland é fazer as pessoas refletirem a respeito do impacto do homem sobre o ambiente.



Segundo Mulholland, esta região florestal foi plantada pelo governo escocês após a Primeira Guerra Mundial, devido a enorme escassez de madeira, desapropriando pequenas comunidades agrícolas. O artista conta que sua intenção foi criar um vestígio das pessoas que ocuparam e viveram neste espaço.

Rob Mulholland

Neste mes, julho, as imagens estarão na 8ª Godington House Sculpture, em Londres.


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Camuflagem urbana

A camuflagem urbana é a ideia de Yvonne Bayer e Keric Sabina , estudantes da Hochschule für Gestaltung Karlsruhe (Universidade de Arte, Artesanato e Design), na Suécia.



Elas admitem sua intenção quando declaram numa entrevista a revista alemã Spreeblick , 

"Em uma área pública pode-se fazer coisas experimentais, intencionais e não intencionais , enquanto que os espaços comerciais são estéreis e continuam a ser um mundo só deles ".




Seus projetos foram realizados sem a permissão das lojas de supermercados, por isso , não surpreende que sempre que descobríam elas eram encaminhados, de imediato, à saída. 



Embora isso possa ter sido o esperado, eles eram surpreendidos com as reações dos clientes. Alguns eram curiosos , outros confusos ou assustados, enquantos outros nem percebiam o que acontecia 'a sua volta.



Supermercados , os templos modernos de consumo, são espaços onde as pessoas não esperam a ser confrontados com surpresas. Então, quando você está próximo a um estado letárgico induzido pelo mundo da publicidade para sentir-se bem, arrodeados de produtos coloridos e ouvndor música de elevador. 





Vejam abaixo úm dos vídeos gravados sobre a ação.




Fontes fadeddesign / .kulturologia

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

PinturArte: VI - Emma Hack

Especial PinturArte
VI - Emma Hack


A australiana Emma Hack intitula-se uma artista corporal, designação esta que se aplica bastante bem na atividade que desenvolve: pintar corpos humanos.




Não apenas meras tatuagens mas visões de ilusão, criatividade, beleza e humor.



Atualmente, a artista é mundialmente famosa e os seus trabalhos são requisitados por várias empresas multinacionais para as suas campanhas publicitárias.



Entre os seus trabalhos contam-se calendários, desfiles de moda, anúncios e publicidade editorial ou espectáculos teatrais, com destaque para a caracterização dos artistas do famoso Cirque du Soleil, e muitas das pinturas que faz destinam-se também a trabalhos fotográficos.






A mais recente criação de Emma Hack chama-se Oriental Delights e consiste numa combinação de corpos nus pintados sobre fundos de papel de parede com diversos motivos e animais à mistura. Surpreendente.









Fontes consultadas obvious / emma hack

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Casa Camuflada. Mas parece uma estufa ...



Coleção Casas Singulares

O arquiteto japonês, Hiroshi Iguchi projetou esta casa de vidro e batizou-a de 'Camouflage House' ou Casa Camuflada.

Concebida como uma estufa, esta estrutura semi-transparente, apresenta um telhado inclinado grande feito de vidro. Através de grandes aberturas, este projeto original permite que algumas árvores do jardim ao cresçam em direção ao céu.



O espaço destinado  'a moradia está localizado no primeiro andar da casa, enquanto que o segundo andar, oferece tanto espaço de depósito quanto e ao mesmo tempo expõe uma vista deslumbrante sobre a paisagem ao redor.