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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Leilão de obras de arte, US$ 500 milhões estimados

Por Fernando Rodrigues.

Nova York tem leilão de US$ 500 milhões em obras de arte 
A renomada casa de leilões Sotheby’s começou a vender nesta 4ª feira (4.nov.2015), em Nova York, um lote de obras de arte estimado em US$ 500 milhões. São trabalhos de Picasso, Willem de Kooning, Modigliani, Frank Stella, Henri Matisse, Wassily Kandinsky, Georges Braque, Egon Schiele e outros.

Picasso e Modigliani


Os pregões serão realizados ao longo dos próximos meses, até 2016. Em 27 de janeiro do ano que vem, por exemplo, será leiloado o quadro “Retrato de Valerio Belli”, pintado pelo renascentista Rafael.

Nesta semana, no dia 4.nov.2015, um dos quadros com valor estimado mais elevado é “Mulher sentada numa cadeira”, de 1938, de Pablo Picasso. A obra retrata Dora Maar, amante e musa do mestre espanhol. 

O lote completo contém cerca de 500 peças. Todas pertenciam ao bilionário Adolph Alfred Taubman. Ele morreu em 17 de abril de 2015, aos 91 anos. Era o proprietário da Sotheby’s desde 1983 e deixou muitas dívidas fiscais.

Egon Schiele: “Girl with black stockings''. 
Preço: de US$ 1,2 milhão a 1,8 milhão


Sempre citado no noticiário como “A. Alfred Taubman”, o ex-dono da Sotheby’s fez fortuna com shopping centers em Detroit, no Estado de Michigan, nos EUA. Taubman teve problemas com a Justiça em 2001, quando foi condenado pelo crime de ter manipulado preços em leilões. Passou 9 meses na cadeia.

Willem De Kooning: “UNTITLED XXI''. 
Preço: de US$ 25 milhões a US$ 35 milhões


O dinheiro do leilão da Sotheby’s com o acervo de Taubman, segundo a empresa, será usado para pagar dívidas deixadas pelo ex-dono da empresa e também para criar uma fundação.

O site da Sotheby's mostra exemplos das peças que serão leiloadas.

A seguir, reprodução de algumas outras peças à venda:

Balthus: “Adolescente aus cheveux roux''. 
Preço: de US$ 3 milhões a US$ 4 milhões

Edgar Degas: “Danseuses en blanc''. 
Preço: de US$ 18 milhões a US$ 25 milhões

Degas: “Femme nue, de dos, se coiffant''.
 Preço: de US$ 15 milhões a US$ 20 milhões

Egon Schiele: “Zwei Freundinnen'' (“Two friends'').
 Preço: de US$ 300 mil a 500 mil


Egon Schiele: “Girl with black stockings''. 
Preço: de US$ 1,2 milhão a 1,8 milhão

Frank Stella: “Delaware crossing''. 
Preço: de US$ 8 milhões a US$ 12 milhões

Pablo Picasso: “Femme à la guitare dans un fauteuil''. 
Preço: de US$ 500 mil a US$ 700 mil

Pablo Picasso: “Nu couché''. 
Preço: de US$ 150 mil a US$ 250 mil

Salvador Dalí: “Gradiva. 
Preço: US$ 500 mil a US$ 700 mil

Toulouse-Lautrec: “La Clownesse Cha-U-Kao''. 
Preço: de US$ 12 milhões a US$ 18 milhões


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Um diamante de US$ 50 milhões

A Sotheby's anunciou nesta quinta-feira o leilão do "Blue Moon Diamond", uma gema de 12,03 quilates que está entre os maiores diamantes azuis do mundo, cujo valor estimado está entre US$ 35 milhões e US$ 55 milhões, indicou a casa de leilões.



A pedra preciosa, a maior que já foi a leilão, será o centro da venda que Sotheby's realizará em novembro em Genebra.

Este diamante foi catalogado pelo Instituto Americano de Gemologia como "Fancy Vivei Blue", a joia com a maior gradação de cor possível nos diamantes azuis.

"Enquanto um diamante com coloração azul é uma rara descoberta, alguns são tão excepcionais que aparecem só uma vez na vida. 'Blue Moon Diamond' é uma dessas singulares aparições", explicou o responsável da divisão interna de joalheria da Sotheby's, David Bennett.

A pedra possui ainda clareza excepcional e foi declarada "Internally Flawless" (Internamente Impecável).

O diamante provém de um diamante azul bruto de 29,62 quilates descoberto ano passado em uma mina da África do Sul.

Fonte G1

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Porsche de Janis Joplin vai a leilão

Porsche de Janis Joplin vai a leilão

Foto: RM Sothebys/Darin/Reuters

Um Porsche 365C 1600, de 1965, que já pertenceu à cantora Janis Joplin, será leiloado em dezembro próximo, em Nova York. A casa de leilões RM Sotheby's diz que o lance mínimo é US$ 400 mil.



O carro está sendo vendido pela família de Joplin. Nas fotos de arquivo, ele aparece do lado de fora do Rock and Roll Hall of Fame, em Cleveland, Ohio. A Sotheby's disse que Janis comprou o Porsche em 1968, mas achou um tédio sua cor branca e pediu a um amigo que o pintasse como um mural caleidoscópico. Ele acabou coberto de borboletas, águas-vivas e um retrato de Janis e sua banda, a Big Brother and the Holding Company.



"Janis dirigia o carro por toda parte, por toda San Francisco e na direção de Los Angeles quando estava gravando lá", disse sua irmã e biógrafa, Laura Joplin. "Onde quer que Janis fosse no carro, seus fãs a reconheciam. Quando estacionava, na volta havia sempre pelo menos um bilhete sob os limpadores de parabrisa."

Janis Joplin morreu de overdose de heroína aos 27 anos, em 4 de outubro de 1970, três dias depois de gravar a canção "Mercedes Benz", em que cantava: 

"Oh senhor não vai me comprar um Mercedes Benz? 
Meus amigos todos dirigem Porsches, eu preciso compensar."


Após sua morte, o carro foi usado pelo empresário de Janis. Foi restaurado no início de 1990 e tem ficado em exposição no Hall of Fame no Museu do Rock and Roll, em Cleveland, desde 1995.


A família de Janis agora decidiu leiloar o veículo, informou a RM Sotheby’s nesta terça-feira.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Você pagaria US$ 18,000.00 numa garrafa de vinho?

Uma garrafa de vinho considerada uma entre as mais raras do mundo foi leiloada no início desse mes por US$ 18.000,00 em uma casa de leilão em Londres. 




Preços exorbitantes em bebidas não são comuns aliado ao fato que, possivelmente, o vinho dessa garrafa deva estar intragável devido à oxidação.

Mas o que fez esse Chateau Mouton Rothschild 1945 ser arrematado por um colecionador privado europeu por um valor tão expressivo? Simples, seu valor histórico.

O V desenhado no rótulo do Chateau Mouton Rothschild 1945 foi ilustrado pelo francês Philippe Jullian para celebrar a vitória dos aliados sobre a Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial e também representa o triunfo sobre as condições climáticas difíceis para os vinhedos de Bordeaux na época, incluídas uma dura geada e uma onda de calor que provocou uma seca fora do comum.



Mas como sabem que o vinho não estava bom se não foi aberto?

O ullage, jargão do setor que se refere ao espaço entre o vinho e o fundo da rolha, estava abaixo do gargalo, “o que denota uma chance maior de o vinho estar oxidado e, portanto, de não poder ser tomado”, disse Richard Harvey, diretor global de vinhos da Casa de Leilão.

O mesmo ainda alegou que se não fosse esse “pequeno probleminha” a garrafa valeria o dobro.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Você pagaria R$ 6 milhões de reais por um chapéu?

Direto De Paris


Pois foi o que fez o presidente do grupo de produção alimentar sul coreano Harim, Karim Hong Kuk. Ele pagou 1,9 milhão de euros por um chapéu de Napoleão Bonaparte!




Aconteceu em Fontainebleau, subúrbio de elevado preço do metro quadrado à 55 quilômetros sudeste de Paris num leilão organizado pela Maison Osenat, e trata-se de um chapéu bicórnio (duas pontas) e é um dos 19 exemplares identificados e autenticados que pertenceram ao imperador francês nascido na Córsega. Estima-se que durante os 15 anos em que governou a França, Bonaparte tenha usado cerca de 120 chapéus. Metade deles foram encomendados a chapelaria parisiense Poupard et Delaunay que fabricava um para o imperador afrontar cada estação do ano.


O desenho do bicórnio de Napoleão tem quase tanta fama quanto a forma elegante da Torre Eiffel. Na verdade, os contornos do chapéu são mais conhecidos na cultura popular do que os traços físicos do imperador que deixou a França com menor área desde que colocou a coroa na própria cachola. Porém, mais gloriosa. Isso tanto pelas batalhas vitoriosas e sobremaneira no campo penal, devido a introdução do código napoleônio, referência maior pelos seus derivados no universo jurídico.



De fato, o hábito não faz o monge. No mais das vezes, ocorre o contrário. Um duque inglês esqueceu de abotoar a parte inferior do seu paletó e pronto, virou moda. Napoleão conferiu fama ao chapéu de dois bicos, uma variação do tricórnio usado no período colonial americano, colocando as extremidades não em paralelo ao nariz e a nuca (“en colonne”), mas com a linha que vai de um ombro a outro (“en bataille”).

Conta a lenda que a escolha teve caráter estratégico. Dito de outro modo: para dar melhor visibilidade e identificar o imperador na confusão dos campos de batalha e entre as plumagens dos seus generais. Em ocasiões engaladas, os carabinieri, policiais italianos, ainda usam o bicorne assim, a maneira de Bonaparte. Desta vez, por exibicionismo ou por alguma outra razão não declarada.



O chapéu lendário pertencia a coleção da Casa Grimaldi, os soberanos de Mônaco. O príncipe Albert II justificou a venda de parte da herança do bisavô Louis II para pagar reformas do palácio — lembra mais uma fortaleza no topo de um rochedo à beira do Mar Mediterrâneo, em Monte Carlo. O bicórnio de Bonaparte teria sido recuperado originalmente em junho de 1800, durante a famosa Batalha de Marengo contra a monaquia austríaca dos Habsburgos, no Piemonte, noroeste da Itália. Joseph Giraud, veterinário nas cavalariças do imperador, recolheu o chapéu e o levou para casa como troféu de guerra.

O colecionador Karim, admirador de Bonaparte desde a adolescência nos bancos do colégio, achou o preço pago pelo chapéu insignificante. De fato, mais dificil foi usá-lo de tal forma que hoje, o adorno pode se exibir em uma redoma de vidro na Ásia, continente em que o imperador francês, um tenente desconhecido até dominar a Europa com pouco mais de trinta anos de idade, nunca colocou as botas. Conquistou, no máximo, admiração sem preço. Embora o Lula tenha declarado certa altura, como os que afirmavam altivos que a Terra era plana: “Quando Napoleão esteve na China…”

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

1º Leilão de Arte em Prol dos Animais Necessitados‏


Atenção Cidadãos de Salvador:

No próximo dia 12 de setembro
 - na sexta feira - 
a partir das 19:00

Arte de Jeannette


1º Leilão de Arte em Prol 
dos Animais Necessitados.
Local: Museu Eugênio Teixeira leal
 (Memorial Banco Econômico)
Rua do Açouguinho, 01 – Pelourinho.
Entrada gratuita
Projeto: Patrícia Rosa e Vera Almeida

Arte de Ziunar Souza


Contato: Tel.: : 71 87002014

No total são 83 artistas nacionais e internacionais
 que fizeram doações de obras de arte para apoio aos animais necessitados. 

Arte de Tereza Mazzoli



 Izabel Cristina Delmondes   Eduardo Cesana   Almandrade   Graça Ramos   Fátima Soar   Washington Santana   Dina Garcia   Lia Magalhães   Antônio Carlos Rebouças   David Glat   Márcia Estela   Denise Moura Colaferro   Luiz Lopes   Elizabeth Lopes    Johansen - Noruega   Sérgio Rabinovitz   Luiz José Pimenta   Tereza Vianna - SP   Lorena Tarable - Argentina   Waldo Robatto   Cristina Muiños   Gilberto Fernandes Dias Filho   Guilherme Gentil   Theonillo Amorim   Isolda Meira   Dejanira de Azevedo Souza  

Arte de Vansantus



Theo Amaral - MG   Tereza Souza   Gerson Lima   Daniela Steele   Lúcia Cavalcanti   Ed Ribeiro   Lina Miotta   Karina Monteiro    Arte Dose Dupla – SP   Érika Lorena Sacramento   Moisés Miranda   André Dragão Nunes   Manolo Mateus   Inês Vitória   João Augusto Bomfim   Ruy Garcêz   Vera Almeida   Patrícia Rosa   Evaldo Oliveira  Áurea Ferreira   Denise Pitágoras   Olga Medeiros   Anna Georgina   Neiva Rodrigues   Marcos Buarque   Samantha Colavito   Maria Nazaré Santos   Lilian Morais   Dario Silva - RJ   

Arte de Evaldo Melo


 Áurea Ferreira   Denise Pitágoras   Olga Medeiros   Anna Georgina   Neiva Rodrigues   Marcos Buarque   Samantha Colavito   Maria Nazaré Santos   Lilian Morais   Dario Silva - RJ   Diego J Cardoso   Adilson Brito   Vera Haute   Magda Rossi   Teca Habbehusen   Adelmo Santos   Inda Brandão   Lia Robatto   Valéria Simões   Dione Rabelo - PB   Eneida dos Reis - ES   Lêda Margarida   Guache Marques   Celso Cunha   Uiler Costa   Vanessa Ferreira   Alice Romero   Iza Guimarães   Neuza Pinheiro   Rita Bittencourt – RJ   Edy Ragami.   José Medrado - Cidade Luz   Telma Weber Garcia - USA   Jacira Santos.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

O Brasil, nessa última semana de novembro

Por Francisco Petros e José Marcio Mendonça
Nessa última semana de novembro
Nesta última semana de novembro, reuniram-se mais alguns fatos e atos que demonstram que o Brasil persiste a arranhar as melhores expectativas que dele podem se formar. Do ponto de vista econômico teremos a reunião do COPOM do BC que deve aumentar o custo do dinheiro e retornar à marcante taxa de juros básica de dois dígitos. Deste fato extrai-se a constatação do fracasso em relação à política monetária como instrumento efetivo a conter a inflação.


 O Governo persiste na estratégia de informar o público de que a meta em relação à variação dos preços está sendo cumprida, mas o que de fato se faz é abandonar o centro da meta de inflação e operar na "periferia do alvo" o que mexe não somente com as expectativas de curto prazo, mas, sobretudo com as de médio prazo. Esquecem os planejadores de Brasília que este discurso e estratégia acabam por elevar a resistência do tal do mercado em reduzir as taxas de juros. Tão simples de entender e o governo não entende.

Do lado dos juros ativos dos bancos, o custo de empréstimos e financiamentos, o fracasso do governo é ainda mais retumbante. Nada conseguiu em relação à redução do spread bancário (lembram-se ?) e sequer foi capaz de chegar a um diagnóstico sobre o assunto. Esqueceu-se o assunto, assim como foi esquecido o PIB de 4,5% neste ano. Seria piada se não fosse interesse de nosso país. Mas, a Presidente da República e ministra da Fazenda Dilma Rousseff tem a sorte de fazer com que a letargia nacional não se torne motivo de maior desemprego.
Somado a este fato as políticas ditas "sociais", bem como o alargamento da base de apoio dos políticos por meio de práticas (tristemente) históricas, a enganação nacional persiste. Afinal, quem se importa - no sentido de agir politicamente - com o maior déficit de conta corrente da história, o processo estrutural de desindustrialização, o atraso cambial, a compressão das tarifas públicas, etc. ? A sociedade brasileira aceita a "cristalização" de uma situação que joga o país no atraso, mas é bom que se saiba que há custos. Estes virão.

Privatização dos aeroportos
Faltaram os fogos de artifício para o governo completar a sua alegria em relação ao resultado do leilão que privatizou a concessão dos aeroportos de Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Foi um sucesso mesmo, temos de concordar com a Presidente da República. Não é apenas uma questão de ágio. É uma questão de acreditarmos que o cidadão vai ter algo melhor quando embarcar e desembarcar nestes aeroportos.
De resto, teremos de verificar que o acordar do governo é tardio. Sequer a Copa do Mundo e as Olimpíadas serão atendidas com certa dignidade. O governo está descobrindo a roda. Que bom. Mais um pouco quem sabe consegue colocar um trem a vapor entre o Rio e São Paulo.

Olimpíadas e Copa do Mundo
Já se sabe que os nossos representantes não são afeitos a uma tarefa republicana mais nobre : a de fiscalizar. Fosse diferente os cidadãos (aqueles que votam) já teriam mais informações sobre a Petrobras, a CEF, o BB e o BNDES (este um cliente de carteirinha da Fazenda e que gosta de investir no setor de carnes e nas ações de Eike Batista). Cabe perguntar uma coisa a mais : há alguma atividade fiscalizadora no Congresso Nacional em relação aos gastos com o convescote futebolístico do ano que vem e das olimpíadas em 2016 ? Será que confiamos plenamente na capacidade divina do deputado comunista Aldo Rebelo ? Ou na sinceridade de propósito e nas informações do jovial presidente da CBF José Maria Marin e em seu colega do COB Carlos Arthur Nuzman ? Bem, temos a comissão do Ronaldo, não é mesmo ? Quantos votos ele recebeu nas últimas eleições ?

Ainda sobre Genoíno e Dirceu
Sérgio Buarque de Holanda, no seu Raízes do Brasil, dizia que a democracia no Brasil é um lamentável mal entendido. Vejamos se a cena não é a completa representação do que é o Brasil democrático.




Cena 1 : Os principais presos pelos escândalos do mensalão entram na cadeia fazendo discursos patrióticos e levantando as mãos com os punhos fechados como se estivéssemos a caminho da revolução liderados, surpresa!, pelos criminosos que assaltaram os dinheiros públicos.

Cena 2 : De outro lado, muitos políticos, ao invés de fazerem juras ao povo que os elegeram, fazem caravanas para se solidarizarem com os presidiários. Ao chegarem à Penitenciária com o sugestivo nome de "Papuda", encontram as famílias dos outros presidiários acampadas à espera da oportunidade de vê-los. A fila de visitas dos criminosos políticos anda rápida. A dos outros começa na madrugada. A Papuda virou centro de interesse político do Planalto Central.

Sabe-se que José Genoíno está doente. Triste sina. Todavia, seu tratamento é VIP : advogado caro à disposição, hospital imediatamente provido e, de lá, prisão domiciliar. Difícil crer que a vida do presidiário, digamos, "comum", seja tão abonada. Há mais : o líder petista deve arrancar uma bela aposentadoria de R$ 26 mil/mês do Legislativo. (A coluna lembra ao deputado que ele não pode cumular este salário vitalício com o auxílio-reclusão. A lei não permite).
José Dirceu tem pendores para ser executivo, comanda a cela e, segundo os jornais, mandou Delúbio Soares lavar a cela. A coisa parece séria. Tudo parece caminhar bem, não fosse o prejuízo deixado lá fora para os cofres públicos. Recomenda-se que José Dirceu tenha uma secretária para receber os seus colegas políticos. Dali poderá ligar para o Planalto, quem sabe ?! Pode ajudar muito na solução dos problemas carcerários do Brasil.

domingo, 28 de julho de 2013

National Geographic leiloa suas fotos

Sobre o leilão

Desde 1888, a revista National Geographic traz até nós pessoas e lugares do nosso imenso planeta muitas vezes estimulando nossa imaginação a viajar.


A revista impressa em 37 línguas é reverenciada mundialmente por sua imagem, mostrando os talentos de seus intrépidos fotógrafos. 

A casa de leilões Christie e a revista National Geographic definiram que seriam aceitos apenas lances online durante o período de 19 a 29 de julho e para isso selecionaram 125 fotos icônicas em comemoração ao 125 º aniversário da National Geographic. 

A renda obtida coma a venda das fotos serão dedicadas a preservar e divulgar os arquivos National Geographic, bem como fomentar fotógrafos emergentes e artistas. 

Querendo participar, acesse o  site, escolha sua foto e dê seu lance.
Abaixo algumas delas:



Grande Muralha da China, Juyongguan,
 perto de Pequim, 1998
Michael S. Yamashita 

Uma série monumental de paredes - erguidas ao longo dos séculos para impedir invasores - ao longo da história chinesa. Hoje, a nação recebe os visitantes (e suas carteiras). 


Estrada através das montanhas Zagros, 
no Irã, 1969
Bruce Dale
 

Corcovado, Rio de Janeiro, 2009
Mike Theiss


Surfistas na praia de Waikiki, Honolulu, 1937
Richard Hewitt Stewart


 Azul Bundi, Rajasthan, Índia, 2012
Alex Treadway

Medina, Arábia Saudita, 1996
Thomas J. Abercrombie 

 Calcutá, Índia, 2010
Randy Olson 

Cadillac Ranch, Amarillo, Texas, 2004
Tino Soriano 

 Parque Nacional de Yellowstone, Wyoming, 1950
Andrew H. Brown 

Expedição liderada por Edmund Hillary,
 montanhas do Himalaia, Nepal, 1962
John Harrison 

Pinguins de mergulho, na Antártica, 2011
David Doubilet 


Jou Jou e Dra. Jane Goodall, Zoo Brazzaville,
 República do Congo, 1990
Michael Nichols 


O toque - um momento excelente para Jane Goodall - veio quando um chimpanzé que ela nunca tinha visto antes estendeu a mão para ela. Ele tinha sido enjaulado sozinho durante anos em um zoológico Africano. "Ele está desesperado para o contato com outros seres vivos", Goodall diz [...] Baseando-se em sua compreensão de chimpanzés na natureza, confortou e acalmou o animal enfurecido. - National Geographic, 1992 

 Vaqueiros, Pantanal, Brasil, 2005
Joel Sartore 

Nebulosa Helix, 2003
NASA 

Nebulosa de Orion, 2005
NASA 

 Luta entre garanhões, Dakota do Sul, 2007
 Melissa Farlow


 Saltos de bungee jamping, Half Dome,
 Yosemite National Park, Califórnia, 2010
Mikey Schaefer

Ilhas Auckland, Nova Zelândia, 2007
Brian J. Skerry