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terça-feira, 26 de maio de 2015

A imbecilidade do politicamente correto

Por Guilherme Fiúza, em seu blog

Na indústria da bondade não tem crise
O relatório do FMI confirmou as projeções do mercado, prevendo que em 2015 o Brasil vai andar na contramão do mundo. Média geral de crescimento em torno de 3%, média de crescimento dos emergentes em torno de 4%, e o Brasil dando marcha a ré – PIB negativo de 1,5. Todos os setores da economia nacional já estão sentindo esse tranco, menos a indústria da bondade. Para ter uma ideia, ela acaba de faturar R$ 150 mil do deputado Jair Bolsonaro, condenado por homofobia. Este país pode cair no abismo, que os coitados estarão sempre no céu.

Arte de NEWTON SILVA


Bolsonaro foi condenado por danos morais, pela Justiça do Rio de Janeiro, por suas declarações ao programa CQC, da TV Bandeirantes, sobre homossexualismo. Perguntado sobre o que faria se tivesse um filho gay, o deputado militar disse que isso não aconteceria, porque seus filhos “tiveram boa educação”. Trata-se, evidentemente, de um preconceituoso. Bolsonaro acha que homossexualismo é falta de educação. A pergunta é: por que ele não pode manifestar sua opinião?

Militantes de esquerda cansam de declarar que militares são retrógrados, entre outros juízos “progressistas” igualmente preconceituosos. Por que não são processados? Porque na bíblia maniqueís­ta da indústria da bondade militares são do mal e gays são do bem.

Arte de KACIO


A deputada e ex-ministra dos Direitos Humanos Maria do Rosário pediu a cassação do mandato de Jair Bolsonaro porque ele afirmou que só não a estupraria porque ela “não merecia”. O bizarro Bolsonaro faz a festa dos bonzinhos profissionais. Mas surge outra dúvida. Antes de soltar seu disparate, o deputado foi chamado pela ex-ministra, em público, de “estuprador”. Por que ninguém pediu a cassação do mandato de Maria do Rosário? Por que seu insulto não foi tipificado como lesivo à honra ou à moral e nem sequer ganhou repercussão?

Porque Maria do Rosário é acionista da indústria da bondade, vive disso. Ela defende que centenas de jovens da periferia invadam um shopping, como direito de ir e vir. É uma estupradora do bom-senso. Um shopping ocupado por uma multidão em bando (mais ou menos agressiva) deixa de servir ao público comum. Muda de finalidade. Torna-se um território ocupado. Mas é claro que as lentes da hipocrisia embaçam essa realidade – até porque realidade não é o forte dessa turma. O negócio deles é discurso. E a única aplicação imune a riscos hoje no Brasil é investir na retórica coitada. Basicamente, é o que segura o governo em pé.

Arte de ???


Sabendo bem disso, Dilma Rousseff deu uma resposta sui generis aos protestos de 12 de abril: atacou a redução da maioridade penal. Foi sua primeira declaração pública após as novas manifestações contra seu governo em todo o país. Em geral ela fala de reforma política, a aspirina do governo popular. Mas dessa vez, com dois terços da população defendendo seu impeachment, ela precisava de um remédio mais forte – e abriu o dicionário de primeiros socorros progressistas. Não tem erro. Pode ser maioridade penal, orgulho gay, proselitismo feminista ou ditadura militar, tanto faz. No Brasil, um governo desastroso é capaz de se safar com uma leve maquiagem humanista.

Arte de ELVIS


Se você foi desempregado pela crise, ou se simplesmente está com preguiça de trabalhar, funde uma ONG de direitos humanos e ataque Jair Bolsonaro. Não tem emprego melhor. Você vai conseguir publicidade, simpatia, quem sabe até um convênio com o governo popular. E invista pesado na demagogia gay. As ONGs do Rio de Janeiro que processaram o deputado de direita por homofobia vivem seu momento de glória, com a incrível sentença obrigando o réu a desembolsar R$ 150 mil. Como é doce a vida dos gigolôs da bondade.

Bolsonaro disse que seus filhos não seriam gays porque foram bem educados. E levou chumbo da Justiça por isso. Parece que estamos entrando nos anos de chumbo vermelho, ou cor-de-rosa. Cuidado com o que você fala. Mas se você quiser fundar um partido progressista, chegar ao poder e roubar seu país discursando pelos direitos humanos, aí tudo bem.

Arte de GENILDO


O militante revoltado de Marcelo Adnet denunciou a “dona Rede Globo” por escolher Lucélia Santos, uma atriz branca, para viver a escrava Isaura. Está próximo o dia em que isso não será mais uma piada no Brasil. A piada será o próprio Brasil. 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Neutralidade de gênero

Por Helio Schwartsman.
Publicado na FOLHA SP em 29MAR2015

Neutralidade de gênero
"Uma língua é um dialeto com exército e marinha." O chiste do autor iídiche Max Weinreich escancara as relações entre idioma e poder. Elas são inegáveis, mas qual a sua extensão? É possível para um grupo poderoso impor distinções linguísticas que não estejam antes na cabeça das pessoas? O que vem antes, o conceito ou a palavra?




Depois de mais de uma década de árdua batalha linguística, que opôs feministas e a turma do LGBT aos puristas do idioma, a próxima edição do dicionário da Academia Sueca, a ser publicada no dia 15, vai trazer, além dos  pronomes pessoais "han" (ele) e "hon" (ela), a forma neutra "hen". A ideia é utilizá-la quando o sexo da pessoa é desconhecido, quando o indivíduo ao qual se refere é transgênero ou quando o falante considera que não é o caso de especificar.

O pronome "hen" fora proposto nos anos 60, mas foi só a partir de 2000 que a ideia caiu nas graças de ativistas e se tornou uma causa. A Academia Sueca não tinha alternativa que não registrar a forma, já ela vinha sendo utilizada de modo crescente em meios de comunicação, documentos e até sentenças judiciais.


Arte de DALCIO



Vejo o pronome com simpatia. Ele permite uma cortesia pública para com um grupo marginalizado e dá mais liberdade a autores na hora de falar ou escrever, mas sou cético em relação ao efeito que a novidade possa ter na redução da discriminação.

Embora especificidades da língua possam exercer um efeito limitado e modesto em nossas atitudes, é praticamente impossível fazer com que as pessoas deem peso a ideias que já não estejam antes em suas mentes. Sempre que se tenta esterilizar o idioma com a adoção de um eufemismo –"alcoólatra" no lugar de "bêbado", por exemplo–, é questão de tempo até que ele seja contaminado pelas mesmas conotações negativas e precise ser substituído –"etilista", "dependente". Infelizmente, policiar a língua não basta para resolver injustiças ou quebrar preconceitos.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Mais uma de Jânio Quadros

ESTORINHAS POLÍTICAS



Historinha selecionada pelo jornalista e escritor Nelson Valente: o prefeito Jânio Quadros, em 1987, dava entrevistas para os jornalistas sobre a sua administração (na época, havia uma polêmica a respeito dos homossexuais no Teatro Municipal), quando uma jovem jornalista o interrompeu para perguntar :

- Você é contra os homossexuais ? Você vai exonerá-los ?

O ex-presidente não gostou de ser tratado de "você" e deu o troco :

- Intimidade gera aborrecimentos e filhos. Com a senhora não quero ter aborrecimentos e, muito menos, filhos. Portanto, exijo que a senhora me respeite.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Um encontro fictício com Jean Wyllys

Por Lorenzo Dumas.
Publicado no blog Diário da Corte em 19NOV2014

Sugestão de texto de Sebastião Cunha

Crônica de um encontro fictício com Jean Wyllys
Ornado por um terno preto de corte justo, com os cabelos desgrenhados tombados em um rosto seduzido pelo desleixo de uma barba por fazer, Jean Wyllys surge à distância e se põe a caminho do Congresso Nacional sob o rangido dos seus sapatos de couro custeados pelo dinheiro público. Os olhos fatigados de quem luta contra si mais do que contra os outros se perdem no horizonte solitário que o tempo pincelou de cinza. A gravata rosa, enroscada em seu pescoço como uma naja indiana, verte a exuberância simbólica de sua cor camisa abaixo, enquanto o resplendor de um arco íris em miniatura pendura-se como distintivo na altura do coração. 



À medida que progride, a passada leve desenha o seu caminhar ágil, fazendo os cabelos hollywoodianos recém alisados sacudirem cinematograficamente. Ao que parece, nem a moda cubana, nem a norte-coreana são agraciadas a ponto de compor o vestuário do deputado socialista, que elege, sensatamente, as tendências americanas como o molde de sua aparência. Mas sensatez em um cínico não passa de hipocrisia. Jean Wyllys, que hoje se parece mais com o personagem Jon Snow do seriado ”imperialista” Game of Thrones, já foi visto travestido de Che Guevara em determinada ocasião, com direito a boina com broche de arco íris, no entanto, presumo que tal acontecimento tenha se dado mais por fetiche de quem ele considera um macho alfa de coturno do que por apego propriamente dito às novidades da indústria fashion cubana. 



Os socialistas amam a tal ponto a América que querem fazer do capitalismo um clube, cujas benesses somente eles podem usufruir às custas dos outros. A isso denomina-se comunismo. O socialismo ”progressista” do vencedor do Big Brother Brasil 5, expressão máxima da cultura de massa e do capitalismo, assim como o socialismo ”revolucionário” de Che Guevara, que ao ser capturado na selva ostentava um Rolex de ouro em seu punho esquerdo, é como o canto sedutor das sereias gregas que atraíam os marinheiros para a sua própria morte. Na lenda, Odisseu amarra o seu corpo no mastro da embarcação para não se deixar seduzir pelo canto. Hoje, devemos nos amarrar no mastro incólume da história, norteados pelos ventos da razão, para concluirmos que todo socialista é, no mínimo, um mal informado. Os devaneios me assaltam e as palavras, essas que me acodem contra o punhal dos progressistas revolucionários, me escapam. 

Mas eu paro, respiro e reparo que a leveza de cada passo de Wyllys não impede que a erudição dos seus óculos Ray-Ban, de armação fina, estremeça. O eixo das lentes enviesa, mas é logo corrigido pelo gesto intelectual onde a ponta de um dos dedos vem de encontro ao centro dos óculos. A performance termina com as mãos acariciando a gravata, para que alinhada fique esta faminta serpente rosa, estreita e longa, que rasteja de um lado para o outro na iminência do bote peçonhento que homofobiza até mesmo Clodovil Hernandes, em meio ao elegante, embora demasiadamente curto, peitoral do ex-BBB. 



Jean Wyllys é conduzido pelo vento seco da cidade inventada por Juscelino Kubitscheck e à sua frente, ao invés da majestade de um tapete vermelho, estende-se uma interminável lista de contradições infames por onde o decoro do parlamentar chafurda. Como um defensor dos direitos humanos pode ser devoto de Che Guevara e da Revolução Cubana que perseguiu, prendeu e executou milhares de homens, mulheres, crianças e homossexuais? 

Como um indivíduo que bebe Coca-Cola, participa do Big Brother Brasil, fatura R$1.000.000,00 e não doa um centavo sequer, pode ter o desvario ideológico de se auto-intitular socialista-progressista? Como é possível conceder apoio à Luciana Genro, esta que sobe em palanques venezuelanos para lamber as botas de Fidel Castro e Hugo Chávez, sem ser cúmplice do mal que acomete a vida dos nossos vizinhos sul-americanos? Como um bastião da tolerância, um baluarte indelével da igualdade como Jean Wyllys pode chamar de ”negro gordo e burro’‘ um semelhante, somente por este ter discordado de uma de suas considerações?



E a Igreja Católica que possibilitou o primeiro emprego de Wyllys como menor aprendiz na Caixa-Econômica, seria esta então uma fábrica de estelionatários e predadores sexuais como declarou o deputado? A exceção vale como regra quando és tu o inquisidor, eminente senhor? E quando és tu o oprimido, não te sentes mal por ser diminuído pela ignorância implacável? Perdes tanto tempo escondendo as suas limitações por trás de um diploma de mestrado, se definindo como um intelectual progressista, quando bastaria um pouco de honra e sabedoria de vida para não lançar no próximo a mesma pedra que não desejas receber em seu telhado.

Jean caminha e dos seus bolsos escapole uma infinidade de recibos ressarcidos pelo dinheiro público que parece não satisfazer as suas necessidades pouco franciscanas. Que tipo de obscenidade intelectual leva um homem público que recebe R$26.723,13 a reclamar do seu salário como fez em entrevista recente a Marcelo Tas? Além do salário, há a verba indenizatória que somada ao auxílio moradia e ao ressarcimento ilimitado de despesas médicas, faz com que o custo anual médio de um deputado seja de R$140.629,09. Confesso que Wyllys é, neste aspecto, um deputado acima da média: neste ano já gastou R$183.000,00 da verba indenizatória em aluguel de automóveis, gasolina aditivada, viagens de avião para terceiros, marketing pessoal, aluguel de máquina de café expresso (os socialistas não bebem o café coado oferecido pela Câmara) e refeições em restaurantes de luxo. R$ 43.000,00 a mais do que a média dos deputados. E para não negar ao parlamentar a mesma tolerância que ele finge pregar, se R$150,00 na churrascaria Cruzeiro do Sul e R$202,62 em um restaurante à beira-mar em Niterói não se caracterizem como despesas de luxo, então peço que as desconsidere, mas não sem lembrar que milhares de famílias brasileiras sobrevivem com muito menos do que a quantia gasta pelo parlamentar em uma reles refeição; não sem lembrar que são essas famílias, assim como todas as outras deste país, que custeiam os caprichos desses verdugos medíocres da ética. 


Enquanto me perco novamente em devaneios, Jean passa por mim e adentra o Congresso Nacional com a despretensão de quem desfila; com a serpente rosa que desliza no peito e a todos intimida; com a empáfia disfarçada de quem tudo finge saber; de quem cobiça somente o poder. E os recibos da impostura, assim como as demais falcatruas, deixam uma senda de descaso para o brasileiro ver. Em verdade, Jean Wyllys não caminha: submerge. Submerge em um oceano de incoerências em busca da superfície, sem se dar conta de que o ar puro está na direção contrária.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Casamento gay 70 anos depois

Thomas Geyer / ZUMAPRESS
Em 06SET2014,  a Reverendo Linda Hunsaker preside o casamento de Vivian Boyack (esquerda) e Alice Dubes (centro), em Davenport, Iowa. Mais de sete décadas após o início do seu relacionamento, Boyack, 91, e Dubes, 90, finalmente se casaram.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Fumar é coisa de gay?

Nova campanha antitabagismo nos EUA
procura atingir adolescentes com uma mensagem simples:
"se você fuma você é gay!"

em inglês

O politicamente correto foi deixado de lado


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Isso é pergunta que se faça?

Da Gazeta online

A candidata à Presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, ao visitar o CEIR (Centro Estadual Integrado de Reabilitação), em Teresina, assumiu dois compromissos. Um de assumir um projeto em prol da inclusão social, educação e reabilitação de deficientes.

Outro de não encaminhar ao Congresso Nacional nenhum projeto que envolva religião ou casamento entre homossexuais. Durante o comentário, um repórter perguntou se a candidata era homossexual,



"Meu querido, eu não vou responder a isso. Não vou responder. Tenho uma filha e sou avó, pelo amor de Deus. Não vou discutir nesse nível. Me desculpa, mas esse tipo de discussão, eu não vou ter aqui", respondeu a candidata, indignada.


Pessoal da imprensa, fiquem calmos que o presiMente Lulla não deverá tomar nenhuma providência contra voces afinal ele não lê jornais, não é isso? Dá azia!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Palavras da Salvação

Quinho


O bom da aprovação do casamento gay na Argentina
 é que dessa união não nascerão mais argentinos.



Enviado por Armando Lessa

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Pastores gays processam autores de "Adão e Ivo"

O pastor Marcos Gladstone, da Igreja Cristã Contemporânea, entrou com representação no Ministério Público Estadual e na Ordem dos Advogados do Brasil contra o cantor Emanuel de Albertin e o compositor Toinho de Aripibu, acusando-os de preconceito, discriminação e homofobia religiosa.

Albertin canta Adão e Ivo, de Aripibu, que, segundo Gladstone, "incita claramente o preconceito e a homofobia".



A canção ficou conhecida no início do mês, durante showmício do pré-candidato ao governo do Rio Anthony Garotinho (PR). Na ocasião, Garotinho se posicionou contra a união homoafetiva.

Depois, chamou Albertin, que cantou o forró Adão e Ivo. Uma versão foi postada no YouTube, com fotos do casamento dos pastores Gladstone e Fábio Inácio.






O clipe tem inscrições contra a Lei da Homofobia e críticas à cena "desprezível, horrível e abominável", referindo-se à foto de um beijo dos pastores. O vídeo tem o telefone para contratação de Albertin.

Fonte Iablog com Estadão

sexta-feira, 23 de abril de 2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

A máquina para detectar homosexuais!

No Canadá, nos anos 1950/1960, em plena vigência da Guerra Fria, o governo canadense acreditava que a possível existência de funcionários gays no serviço público poderia ser um risco 'a segurança nacional porque se a sua  homosexualidade fosse descoberta pelo inimigo poderiam ser vítimas de chantagens e extorsões para a obtenção de informações secretas e confidenciais.




Em consequência, o governo encarregou Real Polícia Montada Canadense para identificar e demitir todos os funcionários identificados como gays, do serviço público.

Para esse fim, pesquisadores canadenses desenvolveram uma máquina que denominaram “fruit machine” ou "máquina da fruta". Lembrando que o termo "fruta" em Inglês é também um termo pejorativo utilizado para gays.



imagem meramente ilustrativa

O dispositivo se assemelhava a uma cadeira de dentista, com vários sensores, uma câmera e uma tela para mostrar imagens. Dizia-se aos suspeitos que a máquina seria para medir estresse, mas ...


Uma série de imagens apareceriam no monitor, algumas sexualmente explícitas com homens e mulheres.

O suor e palpitações do coração percebidos antes de cada uma das imagens eram monitorados pela máquina e, acima de tudo, a dilatação da pupila.



 O ridículo é que essas "conclusões" muitas vezes eram baseadas em pesquisas desprovidas de qualquer rigor cierntífico, como a da dilatação da pupila que era baseada num estudo de pesquisadores americanos quanto 'a reação visual aos produtos colocados em gôndolas de supermercado.
Se esta máquina detectou uma resposta "erótico" de certas imagens, assumia-se que o suspeito era gay.


A máquina saiu de operação no final dos anos 1960, quando o governo canadense cancelou os fundos para o projeto.




Hoje o assunto é tabu no Canadá ja que maioria dos investigados, cerca de 9.000, pela Polícia Montada  não fala publicamente sobre o impacto desta "prova" em suas vidas. E ninguém, pelo que se sabe, foi compensado pela perda de seus empregos ou pela  angústia mental sofrida.

Fontes  la aldea / Blog da mary