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domingo, 24 de abril de 2016

A força de uma imagem

A foto mostra um grupo de pessoas caminhando para alcançar um objetivo, viver na Europa. Embora esta foto tenha percorrido o mundo, apenas 1% dos que viram perceberam a realidade da cena.



Na foto há sete homens e uma mulher caminhando no frio – nada anormal – mas, observando com mais atenção, você pode perceber que a mulher está de pés descalços, acompanhada de três crianças, duas no colo e uma na mão.

Este é o problema: nenhum dos homens a está ajudando, porque na cultura deles a mulher nada representa. Ela só serve para ser a escrava dos homens.

Você realmente acredita que estes indivíduos podem se integrar em nos países ocidentais  e respeitar nossos costumes e tradições??

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

TCU tenta mudar Lei Rouanet

Editorial da FOLHA SP


Cultura do patrocínio
Em seu formato atual, a Lei Rouanet tem-se mostrado instrumento perfeito para empresas que querem patrocinar a atividade cultural sem gastar muito com isso. Na outra ponta, produtores e artistas bem-sucedidos na captação de recursos nem precisam se preocupar com as receitas da bilheteria.

Até seria possível discutir vantagens e desvantagens do modelo se o dinheiro saísse de carteiras privadas. No ano passado, porém, do total (R$ 1,18 bilhão) angariado por meio da lei, 96% (R$ 1,13 bilhão) foram bancados pelos contribuintes. Ou seja, a empresa pega uma cota de R$ 100 de patrocínio, mas desembolsa apenas R$ 4,4.

Arte de AMARILDO


O mecanismo é conhecido. Quem direcionar verbas a projetos aprovados com base em critérios técnicos pode descontar de 30% a 100% desse valor do Imposto de Renda devido.

O fato de o governo abrir mão dessas cifras sempre suscitou questionamentos. O montante deveria ser destinado a iniciativas que sobreviveriam sem auxílio oficial? Não seria melhor direcionar os recursos para outros fins?

Arte de DUKE


Ao analisar o "Rock in Rio", o TCU chegou a uma resposta. "Não consigo vislumbrar interesse público a justificar a renúncia de R$ 2 milhões de receita do Imposto de Renda em benefício da realização de um projeto com altíssimo potencial lucrativo", disse o relator do caso, ministro Augusto Sherman.

Tem toda razão. Como esta Folha há muito defende, o estímulo estatal na área da cultura deve voltar-se às frentes de formação (bibliotecas, cursos, salas), à preservação do patrimônio histórico e a setores que que não encontrem sustentação no mercado.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Voce conhece o Ritual do Cuspe?

Você aprendeu que cuspir nas pessoas é uma tremenda falta de respeito, mas sabia que  na África, de uma ponta a outra do continente negro,  não é assim?


Exemplo: Entre o povo Masai,  uma forma de saudação é cuspir uns aos outros, além de que, quando uma criança nasce, a forma de "batismo" adotada pela tribo é o bebê ser cuspido, pelos homens da tribo.

Estão achando estranho? 
Então leiam abaixo:

A saliva e o poder do cuspe

A saliva é um dos mais versáteis, importantes e complexos fluídos do corpo humano e animal. Ela supre um largo espectro das necessidades fisiológicas e defensivas do organismo. Suas propriedades são essenciais para a lubrificação das cavidades buco-faringo-laringológicas (mastigação, deglutição, beijo, sexo, fala e começo da digestão).

Além de umedecer todos os tecidos moles e duros da cavidade bucal, a saliva tem funções de destaque no controle das quantidades de água no organismo. Quando a boca fica seca, há manifestação de sede - é o corpo necessitando de água.

Em condições normais o organismo humano produz de 1 a 2 litros de saliva por dia. A saliva reduz a acidez bucal , previne das cáries e de outras lesões e enfermidades bucais.

Muitos grupos sociais primitivos e indígenas, por não terem hábitos perniciosos como o consumo excessivo de açúcar, de álcool , de fumo e de medicamentos, têm uma saliva de melhor qualidade e menor acidez e conseqüentemente menos cáries, menos problemas periodontais e menos problemas gastrointestinais e disfuncionais da deglutição e digestão.



A saliva contém uma enzima chamada lisozima (a mesma encontrada nas lágrimas), dotada de poder bactericida e cicatrizante. Os animais quando feridos, lambem suas feridas e, graças a esta lisozima, o processo de cicatrização é acelerado.

O cuspe é símbolo de criatividade e também de destruição.  A saliva é considerada uma secreção com poderes mágicos ou sobrenaturais que cura ou corrompe, que une ou dissolve, que adula ou insulta (Cf. Dictionnaire des symboles, de Jean Chevalier e Alain Gheerbrant, Paris: Robert Laffont / Jupiter, 1982, s.v.).

Na década de 40 andou pelo agreste e zona da mata de Pernambuco um cidadão que se dizia médico e que aplicava injeções de saliva para curar determinadas doenças. A saliva tinha que ser de uma criança.

Entre os Bakitaras (tribo africana), os pais de gêmeos ficam afastados (sem relações sexuais) por dois anos, este período de drenagem, tornam-o possuidores de uma benção particular, às pessoas próximas, eles cospem na mão e esfregam as testas destas pessoas com esta saliva para proporcionar felicidades.





Os Lulua abençoam os recém-nascidos cuspindo saliva na cabeça dele, e entre eles é bem difundido o ritual de cuspir saliva no chão em ordem a abençoar uma sobrinha para prosperar ou recuperar uma doença séria, cospem-se também nas pernas das crianças para ajuda-la a andar (Hermann Hochegger – A importância ritual do pai – Cap I)




Entre os Benga, formulam o rito “Tuwaka” = Cuspir, palavra que também significa abençoarpara pronunciar esta benção expulsa violentamente a respiração à mão ou à cabeça da pessoa a ser santificada de uma maneira tão próxima que a saliva tem que espirrar sobre os mesmos;



Parentes ao se ausentarem por algum tempo em uma cerimônia elaborada, para se despedir, cospem-se nas faces e cabeças um ao outro e também apanham lâminas de grama, cospem nelas e os aderem sobre a cabeça da pessoa amada.

No Gabão para se implorar sobre uma deficiência cospe-se na pessoa depois de ter mastigado os talos de mokosa (planta local), para abençoar uma noiva - os que assistem cospem o suco da mokosa em sua cabeça, para abençoar as suas crianças - a pessoa cospe na cabeça ou na palma das duas mãos destes enquanto dizem “paz e boa saúde ”.





Entre os Lubas de Zaire (atual Congo) juram juridicamente pelo cuspe. O gesto para cuspir acompanha o juramento com a verdade, a sinceridade e a pureza daquele que o diz ou da pessoa que o faz. O gesto para cuspir é então um símbolo da verdade, a franqueza e a sinceridade / pureza.

Este gesto ritual de cuspir se agrega aos camdomblés, quando borrifamos bebidas em algumas ocasiões e em especial quando mascamos a noz divina e levamos sobre as cabeças num gesto tão divinal que nos faz rever dos conceitos que não devemos cuspir pro alto nem ao menos no prato que comemos.

Existem muitos outros costumes entre os povos africanos que suprimí deste post para que este não se alongasse além da conta.

Lembro ainda que aqui em Salvador quando criança, ao desafiarmos alguém para uma briga cuspíamos no chão e com o pé fazíamos uma linha divisória ou risco ao mesmo tempo que lançávamos o desafio para o outro - "Pise aqui se fôr homem" , se o outro pisasse a briga acontecia.

São apenas costumes. 
'As vezes estranhos é verdade,
 mas apenas costumes.





Fontes consultadas JoeySujo EstudosBanto / ImagensGoogle / wikipedia


Postado originalmente em 08AGO2010 (1.144)

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Ariano Suassuna - In Memorian

BRUM


FRANK

SON SALVADOR


WALDEZ


CASSO

PAIXÃO




CLAYTON


EDCARLOS


EMMANOEL


FAUSTO


JARBAS


MIGUEL


SID

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O que é ser piriguete?

Por Xico Sá, em sua página na Folha.uol

A piriguete como questão de classe
O Bananão, como dizia o saudoso confrade Ivan Lessa, sempre bota na conta do populacho o que considera, digamos assim, de “mau gosto”.




É uma leitura sacana, mas está valendo. Repare, colega, no caso do periguetismo. Até gente esclarecida, como o craque Alexandre Herchcovitch, resvala nesse preconceito. Este cronista, macho-jurubeba nada fashion, idem. Erramos, como diz aquela seção onde fiz morada, por muitos anos, na versão impressa desta Folha.

Como se o periguetismo tivesse nascido com a dita nova Classe C, este fetiche econômico, com os devidos méritos, do lulismo.

“Avenida Brasil”, a novela da Globo, óbvio, arredondou, nas saliências de Suellen, o conceito.  



E chega de sociologia de boteco.

Aspas, ordeno, com os meus dedinhos ainda melados de escargot, para o grande modista Herchcovitch:

Olhai as periguetes.
O Brasil tem expertise de fazer roupa popular, de “periguete”. A gente também tem que olhar para isso. Pensei no banho hoje e queria falar: o que vendo mais e menos? Não vendo tanto vestido de R$ 10 mil. O que vendo muito são meus produtos de licenciamento, edredons de R$ 250, sapatos de R$ 129.

Não vou deixar de fazer vestidos caros porque tenho clientes que os querem. Hoje, quem quiser sobreviver no Brasil e competir vai ter de fazer produtos para as classes C e D”.

Assim falou Herchcovitch em excelente matéria de Vivian Whiteman e Pedro Diniz para o caderno “Ilustrada”.



Vamos cair na real. A periguete, termo que rolava no Nordeste havia pelo menos 15 anos, não é uma questão de classe ou posse. É quase de alma. Conheci gente da Casa Grande nordestina ou quatrocentonas de SP com um periguetismo de incendiar a bacurinha.

No “Modos de homem & modas de mulher”(editora Record), Gilberto Freyre, o gênio de Santo Antônio de Apipucos, já costura para fora sobre este tema.

Só pra gente iniciar aqui um debate. Creio que interessante. Sempre lembrando que gosto se discute. E que mau gosto não existe.

Aquela história: quando eu penso em sacanagem, chamo de erotismo; quando o outro faz a mesma coisa eu rotulo de pornográfico.


O que é ser periguete?

sexta-feira, 9 de março de 2012

A chuva.

Baú do Pilórdia - Postado em 14/07/2009

ATENÇÃO:
Antes de assistir este vídeo leia as recomendações abaixo:
1. Feche os olhos
2. Aumente o som
3. Resista 'a tentação de abrir os olhos
4. Ao terminar,
assista novamente de olhos abertos
e veja como foi feito.

Colaboração de Otoniel Neto.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Carnaval do baiano doido...

... mas quem paga a conta é você!


O Ministério da Cultura autorizou uma produtora do Rio de Janeiro a captar, via Lei Rouanet, 1,4 milhões de reais para bancar um trio elétrico com repertório pop-rock no carnaval de Salvador.



Uma banda formada por integrantes do Barão Vermelho e do Kid Abelha vai tocar durante três dias com convidados como Carlinhos Brown, Evandro Mesquita e Pitty.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Andaimes de bambu, na China e na Índia

O bambu na China é um material único e versátil há mais de 5000 anos e ainda hoje tem muitos usos. O bambu pode ser transformado em papel, pode servir como alimento ou pode ser utilizado na construção civil.




A maioria dos demais países do mundo utilizem andaimes de aço ou alumínio. Além de ser econômico e ecologicamente correto, tem a questão das superstições na qual alguns acreditam que o bambu traga boa sorte, confiança e energia.



O bambu é um material resistente, leve e portátil. Na construção, os bambus amarrados formam o andaime, para desmanchar, basta passar o estilete. Quando a obra finaliza, os bambus são reutilizados para a próxima, duram entre 2 a 3 anos.



Atualmente, opções híbridas de andaimes estão sendo utilizadas, inicia-se a base com andaimes de metal e os superiores com andaimes de bambu, já que são mais leves e econômicos.



Mesclar o uso do metal com o bambu nos dias de hoje tem a segurança como o propósito maior. 




quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O significado da palavra "Anfitrião"

Pilordianos, recebi um e-mail interessante que traz a explicação para a origem do significado da palavra Anfitrião. Foi-me enviado pelo bom amigo Altino Teixeira.



Na mitologia grega, Anfitrião era marido de Alcmena, a mãe de Hércules. Enquanto Anfitrião estava na guerra de Tebas, Zeus tomou a sua forma para deitar-se com Alcmena, e Hermes tomou a forma de seu escravo, Sósia, para montar guarda no portão.

Com a gravidez de Alcmena, uma grande confusão foi criada, pois evidentemente, Anfitrião duvidou da fidelidade da esposa.

No fim, tudo foi esclarecido por Zeus e Anfitrião ficou contente por ser marido de uma mulher escolhida do deus.

Daquela noite de amor nasceu o semideus Hércules. A partir daí, o termo anfitrião passou a ter o sentido de "aquele que recebe em casa".


Portanto, no frigir dos ovos, ANFITRIÃO é sinônimo de CORNO MANSO e FELIZ!

Resumindo:


Quando disserem que você é um bom anfitrião,
 fique ligado!


PS - de contrapeso, ganharam a origem do nome SÓSIA.

domingo, 27 de setembro de 2009

Cidade do Espírito

O Buddha Park, também conhecido como Xieng Khuan ou Cidade do Espírito é um parque de esculturas localizado no Laos, 25 km a sudeste da capital Vientiane.



Boca do Inferno
edificação que abriga a Terra e o Céu.

O parque, construído em 1958, abriga 200 estátuas representativas de elementos da cultura hindu e da cultura budista.



O projeto foi uma idéia do venerável, sacerdote e shamam Luang Pu Bunleua Suliat, que buscou a integração religiosa entre o hinduísmo e o budismo. Porém, terminou sendo obrigado a fugir para a Tailândia depois da revolução de 1975. (que ingratos, né não?)


No Buddha Park, as estátuas são feitas de cimento, ornamentadas de acordo com os extravagantes caracteres das personagens que representam e tratadas de modo que parecem ter séculos de idade.

São deuses, homens, heróis, animais e demônios. Uma das esculturas, conhecida como "abóbora gigante" é uma edificação de vários níveis que reproduzem o Inferno, a Terra e Céu.



sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Monarquia na África - Parte VI

Oba Joseph Adekola Ogunoye
Olowo of Owo - Nigeria


Aliyu Mustapha
Lamido of Adamawa - Nigeria

Bouba Abdoulaye
Sultan of Rey-Bouba - Cameroun


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Fonte Yeeta/DanielLaine

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Monarquia na África - Parte V

Salomon Igbinoghodua
Oba Erediauwa of Bénin - Nigeria


El Hadji Mamadou Kabir Usman
Emir of Katsina - Nigeria

Goodwill Zwelethini

King of Zulu - South Africa

Mais detalhes, clique aqui

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Monarquia na África - Parte IV

Agboli-Agbo Dedjlani
King of Abomey - Benin



El Hadj Seidou Njimoluh Njoya
Sultan of Fumban and Mfon of the Bamun - Cameroun

Isienwenro James Iyoha Inneh

Ekegbian of Bénin - Nigeria

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Fonte yeeta / DanielLaine