Mostrando postagens com marcador F1. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador F1. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Salto mortal sobre um carro de Fórmula

Fonte  Voando baixo


Dublê dá salto mortal sobre carro da F-E
É necessário ter muita coragem para pular sobre um carro de Fórmula E (categoria elétrica) em movimento. Ainda mais coragem se o pulo em questão for um mortal reverso. E pior: sem conseguir ver o carro se aproximando. Mas foi exatamente isso que o ginasta e dublê britânico Damien Walters fez, momentos antes do ePrix do México, em março.




De costas para o carro pilotado pelo dublê Alistair Whitton, que avança a cerca de 100km/h, Walters precisa ficar de olho em um cronômetro para saber o momento certo de pular. E você, teria essa coragem toda?



legendado

E a organização da F-E ainda disponibilizou uma versão da manobra em 360º. Confira!

terça-feira, 26 de abril de 2016

Uber na F1

Fonte Blog de Flavio Gomes

Uber
Alliot, Johansson e Arnoux chamaram
 o carro particular com motorista.

 Veio Piquet.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

De um carro da F1 para o ônibus

Do UOL.esporte


Da F1 para o transporte coletivo
Das bancadas de estudos da Fórmula 1 para o transporte coletivo. Assim foi o caminho de um sistema que aproveita a energia gerada nas frenagens de um veículo, economizando combustível, e que está presente já em 500 ônibus na Inglaterra, inclusive nos modelos tradicionais de dois andares.

Uma tecnologia que foi desenvolvida para a Fórmula 1, mas nunca esteve presente em nenhum GP da categoria, está mudando o transporte público na Inglaterra: utilizando o projeto de recuperação de energia da Williams para a temporada de 2009, os ônibus do país têm economizado até 30% de combustível.



A história começou em 2008, quando a F-1 começou a estudar formas de usar energias híbridas em seus motores, com a intenção de se atualizar em relação às tendências da indústria automobilística. Foi então que surgiram os primeiros KERS, sistemas de recuperação da energia cinética gerada pelos freios para impulsionar o carro.

Dois tipos de projetos vieram à tona naquela época: o aproveitamento desta energia por meio de sua transformação em energia elétrica, sistema adotado pela grande maioria das equipes e que acabou sendo o precursor do chamado ERS-K utilizado atualmente, e o uso da energia mecânica, por meio de uma turbina, desenhado exclusivamente pela Williams.

Os engenheiros da equipe britânica, contudo, não conseguiram produzir um sistema leve o bastante para ser usado no carro de Fórmula 1 de modo a ser compensado pela potência extra, e o KERS mecânico acabou sendo abandonado para o uso na categoria.

Sete anos depois, o mesmo sistema já é utilizado em mais de 500 ônibus em circulação na Inglaterra. A experiência começou em 2012, depois que a Williams conseguiu reduzir o peso do sistema para 50kg. "O produto já seria atrativo mesmo se a economia de combustível ficasse entre 10 e 15%", afirmou o diretor de engenharia da empresa Go-Ahead, a maior do setor na Inglaterra, Phil Margrave. "Houve muitas experiências neste sentido no passado, mas os produtos eram muito barulhentos e preocupavam os passageiros."

Além de silencioso e mais leve que os rivais, o sistema desenvolvido pela Williams tem outra qualidade: pode ser instalado em ônibus antigos, enquanto os demais tinham de vir de fábrica.

O sistema utiliza a energia da frenagem para alimentar a turbina, que gira em até 40rpm, impulsionando o motor. "As forças exercidas por um ônibus de 15 toneladas constantemente parando para pegar passageiros são, na verdade, bem similares às de um carro de F-1", explicou Ian Foley, diretor administrativo da Williams Hybrid Power. "Desde o início, identificamos o mercado de ônibus como o ideal para nossa tecnologia, pois ela não faz sentido para carros de rua normais."

Em 2014, a Williams Hybrid Power foi vendida para a GKN Land Systems, especializada em energias renováveis, que tem recebido grande incentivo governamental para aplicar tecnologias desenvolvidas para a Fórmula 1 no transporte público no Reino Unido. O projeto injetou quase 90 milhões de reais nos últimos anos em empresas que estudam a geração de energia híbrida, especialmente para serem usadas em ônibus, com a intenção de economizar pelo menos 25% em combustível em toda a frota que faz o serviço dentro das cidades.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

F1 - Louis Hamilton vira lutador de telecatch, no México

Lewis Hamilton anda curtindo a vida adoidado. Agora tricampeão da F1, o piloto que faz as vezes de artista participou de um evento às vésperas do GP do México: uma luta de WWE, o pro-wrestling, ou o popular telecatch - a luta que mistura artes cênicas. 

O britânico subiu ao ringue e ‘enfrentou’ um dos lutadores mais populares do país, o gladiador Místico, com a multidão bradando o nome do piloto.


E olha que o inglês não se saiu mal, não...
VEJAM O VÍDEO ABAIXO


Além de ter participado da brincadeira na Arena México, Lewis também bateu bola com o astro do futebol local, Oribe Peralta.

Neste fim de semana, Hamilton pode alcançar outra marca incrível em sua carreira. Caso conquiste a pole-position no Autódromo Hermanos Rodríguez, Hamilton chegará ao icônico número de 50 vezes largando da posição de honra na F1, ficando só atrás de Michael Schumacher, com 68, e Ayrton Senna, com 65.


domingo, 24 de maio de 2015

1º Vencedor do GP de Mônaco, um herói da resistência

Curiosidades em Guerra


XIX - 1º Vencedor do GP de Mônaco
     Um herói da resistência


O primeiro vencedor do GP de Mônaco foi morto pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

William Charles Frederick Grover, conhecido como William Grover-Williams nasceu em Montrouge, na França. filho de pai inglês e mãe francesa.  Depois do término da Primeira Guerra Mundial,  a família mudou-se para Mônaco, local em que desenvolveu sua paixão por automóveis. Aos 15 anos obteve licença para dirigir e comprou uma motocicleta Indian, com a qual passou a disputar corridas locais, sem, contudo, revelar tal fato a seus pais. Adotou o pseudônimo W Williams para continuar a correr de forma anônima. 

Williams Grover-Williams no Bugatti #12 em Mônaco, 1929
 (Foto: Goodwood)


Ainda com o pseudônimo W Williams, disputou o Grand Prix de Provence e o Rali de Monte Carlo. Em 1928, obteve sua primeira vitória importante, no Grande Prêmio da França. O ano seguinte veria um sucesso ainda maior, ao volante de uma Bugatti, Grover-Williams repetiu a vitória no Grande Prêmio da França e venceu a primeira edição do Grande Prêmio de Mônaco, batendo a favorita equipe da Mercedes-Benz do campeão alemão, Rudolf Caracciola. 

Venceu, ainda, o Grande Prêmio da Bélgica  de 1931, e o Grand Prix de la Baule - onde os carros atolavam na areia - por três vezes seguidas, em 1931, 1932 e 1933. Obteve, ainda, o sexto lugar no Grande Prêmio da França de 1932.


1º GP de Mônaco, em 1929



Ele foi o único piloto de nacionalidade inglesa a entrar no primeiro GP de Mônaco, em 14 de abril de 1929. Completou as 100 voltas do antigo traçado, que seguiria sendo usado até 1972, em 3h56min. E pronto. A corrida mais lendária da F1 tinha sido criada, e o rapaz que corria com nome cheio de truques para enganar a mãe era o primeiro vencedor.

Em 1933, Williams concluiu que sua carreira de piloto havia chegado ao final. E assim fez, partindo no auge para uma vida mais pacata ao lado da esposa. Os dois foram figuras constantes nas colunas sociais da época durante a carreira do piloto, mas queriam uma vida mais calma.

Grover-Williams em Nürburgring, 1931

A vida pacata de Williams durou alguns anos e foi pouco interrompida no período. Já rico, aumentava a renda ao ensinar donos de Bugatti como manusear suas máquinas.

Mas veio um elemento impossível de ser contabilizado: a guerra. E Williams assumiu um papel longe de convencional. De piloto reconhecido para líder de resistência condecorado.  

Willy, como era chamado pelos amigos, se alistou nas Forças Armadas Britânicas. Seu francês fluente o fez um alvo fácil para fazer parte da resistência francesa. Por quase dois anos, Williams foi treinado pelo SOE (Executiva de Operações Oficiais). Ao fim de maio de 1942, foi enfim mandado para Paris, talvez o lugar mais perigoso para um combatente aliado naquele ponto da guerra. A nova rede de resistência, a Chestnut Network, deveria substituir a antiga, destroçada pela Gestapo.

O monumento em homenagem ao primeiro vencedor 
do GP local em Mônaco (Foto: Reprodução)


Sob os codinomes de 'Vladimir' e depois 'Sébastien', Williams começou a recrutar pessoas para a resistência parisiense. Juntamente com os franceses Robert Benoist e Jean-Pierre Wimille, também pilotos de automobilismo antes da guerra e integrantes das networks da SOE, passaram a trabalhar na elaboração de células de sabotagem e no desenvolvimento de operações de paraquedistas voltadas aos preparativos do Dia D.

A nova rede de resistência deveria ter recebido agentes britânicos logo, o que não aconteceu. E começaram a recrutar, treinar e armar um exército de resistência formado por locais.

Esses membros da Resistência cometeram diversos atos de sabotagem, incluindo vários na fábrica da Citroën. Mas uma traição acabou levando a Gestapo à casa de Benoist, onde os líderes do grupo acabaram capturados em agosto de 1943. Enquanto Benoist conseguiu escapar e voltar para casa, Williams não teve a mesma sorte. Ele foi torturado em interrogatório e mandado para o campo de concentração de Sachsenhausen. Lá ele ficou por quase dois anos, até ser assassinado em 23 de fevereiro de 1945, poucos meses antes do fim da guerra. 

"Monaco 1929"


Na últimas décadas surgiram versões que tentam levar a crer que que ele sobreviveu à guerra mas nenhuma, até então, foi comprovada. 



O jornalista Joe Saward que cobre a F1 lançou há alguns anos o livro  The Grand Prix Saboteurs, que conta a história dos tres pilotos.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

F1: depois do cigarro, a intenção é banir as bebidas

Direto do Grande Prêmio

Álcool e direção? Não!
Anos após a publicidade de cigarro ser banida do esporte a motor, a F1 agora sofre com a pressão para se livrar dos anúncios da indústria de bebidas alcoólicas. A alegação é de que esse tipo de propaganda é uma quebra do código de conduta europeu.

Nesta sexta-feira (22), a Aliança Europeia da Política de Álcool (Eurocare, na sigla em inglês), que reúne 57 órgãos de saúde pública de 25 países europeus, divulgou um relatório avaliando que a exposição dos fãs às marcas de bebidas alcoólicas durante os fins de semana de corrida é excessiva.



De acordo com o relatório, as práticas de publicidade na F1 vão contra a Diretiva de Serviços de Mídia Audiovisual da União Europeia e um código de conduta acordado voluntariamente com a indústria do álcool.

A Eurocare pediu que a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) elimine a publicidade de bebidas alcoólicas da F1. Presidente da entidade, Jean Todt, aliás, está bastante envolvido em campanhas de segurança viária.


“A quantidade de exposição ao álcool relacionada à F1 é extrema pelo padrão de qualquer um”, avaliou Mariann Skar, secretária-geral da Eurocare. 

“A relação entre esporte a motor e dirigir alcoolizado está agora além de qualquer dúvida. Parece haver uma fala de reconhecimento por parte da comunidade da F1 de sua responsabilidade quando mostra anúncios de bebidas alcoólicas a cada cinco segundos para uma audiência de 500 milhões de espectadores”, continuou.



“
Nós urgimos que os órgãos envolvidos na F1 se afastem do patrocínio de álcool”, insistiu.

A Eurocare afirma que entrou em contato com a FIA para debater o assunto, mas não viu nenhuma vontade da entidade em agir. Atualmente, a McLaren conta com patrocínio da Johnnie Walker, a Williams tem apoio da Martini e a Force India em Smirnoff e Kingfisher entre seus anunciantes.



O relatório da Eurocare, batizado de ‘Propaganda e Patrocínio de Álcool na F1: Um Coquetel Perigoso’, analisou as imagens do GP de Mônaco do ano passado e apontou 11 referências a marcas da indústria de bebidas alcoólicas por minuto.

De acordo com o relatório, foram identificadas 1.352 referências ao álcool: 74 antes da corrida, 1.177 durante a corrida e 77 após a prova. As marcas apareceram em sua maioria em painéis ao redor da pista (1.072), nas pontes que cruzam a pista (54) e nos carros (48).

domingo, 28 de setembro de 2014

Cigarros na F1: o início de tudo

Postado originalmente em 25SET2008

No início da temporada européia de 1968, a Lotus surpreende a todos ao romper com as estritas regras de pintura dos carros de acordo com o país dos pilotos ou fabricantes, para estampar a marca de cigarros Gold Leaf.
Foi a primeira vez, na Fórmula 1 que firmou-se um acordo publicitário com uma empresa fora do ramo automobilístico. Contando-se a história desta forma, Colin Chapman parece ter sido um visionário, um homem à frente de seu tempo e talvez até seja.
Sem dúvida, ele demonstrou ser um ótimo empresário ao ser o primeiro a desbravar esta fonte de receita – que se alastrou no automobilismo como fogo. Aí entra-se na parte interdita da história. Quando se imagina que o automobilismo encerra-se em si mesmo, fica difícil perceber, por exemplo, o quanto Chapman foi menos criador e mais um grande observador de seu tempo.
Além disso, tudo leva a crer que a Fórmula 1 descobriu a publicidade muito tardiamente. Ao mesmo tempo em que crescia a publicidade, as propagandas de cigarros começavam a sofrer, tímidas, as suas primeiras restrições.
No automobilismo, elas encontraram o nicho perfeito para estamparem suas marcas, pois era uma maneira de fugir destas. Afinal, se uma revista estampar a foto de uma Lotus com o logotipo da Gold Leaf ou da John Player Special, isto não vai ser considerado publicidade, certo? Certo.
Entretanto, hoje em dia, as revistas francesas são obrigadas a apagar digitalmente todas as referências ao tabaco das fotos que publica, mesmo as antigas. A Fórmula 1 fechou seu ciclo do cigarro, e, ao que parece, saiu dele incólume.
Direto do Cadernos do Automobilismo

domingo, 3 de agosto de 2014

O ronco da Ferrari através dos anos

A Ferrari utilizou vários de seus carros (a evolução da Fórmula 1) de corrida originais, ao redor do mundo, e filmou-os correndo pelas ruas de Roma, Rio de Janeiro, Nova York, Hong Kong, Honolulu e Mônaco.


Amplie a tela, aumente o som e sinta o ronco do motor.

domingo, 25 de maio de 2014

F1 - Polêmica entre Niki Lauda e a Red Bull

Li no blog de Flavio Gomes

 Mês que vem, no dia 22, bem no meio da Copa, tem GP na Áustria. A volta do país ao calendário é muito bem-vinda. Mas já está “gerando polêmica”, como se diz.

Mas a polêmica, como eu dizia, envolve Niki Lauda, que está doido com a Red Bull. É que a empresa de energéticos, como se sabe, comprou e reformou o A1 Ring, o velho circuito de Zeltweg.
 
 E aproveitou para renomear umas curvas mediante bom pagamento. Uma delas se chamava Niki Lauda Kurve. Virou Pirelli. A Gerhard Berger Kurve foi “vendida” para a Würth, empresa alemã que fabrica tudo. A Jochen Rindt Kurve sobreviveu, mas se alguém pingar uns caraminguás, leva o nome.

Lauda ficou pistola da vida e disse que a Red Bull só limou sua curva do circuito porque a Mercedes está enrabando o time das latinhas.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

segunda-feira, 23 de julho de 2012

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A Fórmula 1 e o populismo

Por Rafael Lopes, em seu Voando Baixo

As ruas de Caracas foram palco de um espetáculo não tão agradável na última sexta-feira. O venezuelano Pastor Maldonado, novo piloto da Williams para a temporada 2011, realizou uma exibição com o carro da equipe inglesa do ano passado no Paseo de los Próceres, um dos principais pontos turísticos da capital da Venezuela.



Só que Hugo Chávez, presidente do país, roubou a cena com mais um de seus discursos tradicionalmente populistas. Conhecido pela fama de falar muito – e demais – e pelo cerceamento à liberdade de imprensa: o político proibiu que meios de comunicação que fizessem oposição a seu governo pudessem cobrir o evento.

Ou seja: como já era esperado, o apoio para Pastor Maldonado chegar à Fórmula 1 é apenas mais uma ferramenta para que Chávez faça propaganda de seu regime quase ditatorial.


O presidente venezuelano está desembolsando nada menos que US$ 43 milhões para colocar seu piloto na equipe inglesa. Como a Williams está precisando de dinheiro, foi um apoio muito bem-vindo. Só que vejo com muito receio o uso político do esporte, ainda mais por um regime tão polêmico quanto o venezuelano. É a F-1 a serviço do populismo.

O carro da Williams em 2011 terá as marcas do “Governo da Venezuela” (com direito à bandeira estilizada no macacão de Maldonado) e da PDVSA, a petrolífera estatal do país.

Os paddocks da Fórmula 1 deverão ter a presença de Hugo Chávez em mais corridas – espero que sem aquele agasalho com as cores do país. Enquanto isso, a população venezuelana sofre com os efeitos das enchentes ocorridas em dezembro, além do cerceamento à liberdade de expressão e a falta de segurança.


No meio disso tudo está Pastor Maldonado, piloto que teve apoio governamental desde o início de sua carreira na Europa. Entretanto, seus resultados sempre foram discretos. Ele conquistou a Fórmula Renault Italiana em 2004, seu único título internacional até 2010. No ano passado, ele foi campeão da GP2 em sua quarta temporada na categoria.

Ele se aproveitou da maior experiência com o carro para superar novatos promissores. Entretanto, o venezuelano é conhecido por seu ímpeto exagerado e pelo excesso de acidentes. Antes do “intere$$e” da Williams, ele nunca chegou a ser cotado para fazer o salto para a Fórmula 1.

Capacetes novos na Ferrari

A Schuberth, fornecedora oficial de capacetes da Ferrari, divulgou na quinta-feira - 20.01 -  em seu site as imagens dos novos capacetes da equipe italiana para a temporada 2011 da Fórmula 1.

A grande mudança foi o modelo do casco, que passará a ser o novo SF1, mais seguro e ainda mais resistente a impactos. Na pintura, as peças de Felipe Massa (acima) e Fernando Alonso (abaixo) sofreram poucas alterações:


além do novo logo do time, a faixa branca da Marlboro, colocada na parte superior, foi suprimida. No caso do espanhol, as cartas continuam presentes na parte traseira e as setas prateadas, sua marca registrada, ficaram maiores no topo.

Mas não foram apenas os titulares que ganharam as novidades. Giancarlo Fisichella, Jules Bianchi e Marc Gené também receberam a novidade. Entretanto, por causa da restrição aos testes imposta pelo regulamento da Fórmula 1, os reservas usarão pouco estas peças ao longo da temporada 2011.


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Bebum é bebum em qualquer lugar do mundo

Ex-piloto de rallycross, John Button, pai de Jenson Button, campeão mundial da Fórmula 1 em 2009, foi à polícia da cidade italiana de Alassio reclamar do roubo de sua Ferrari 550 Maranello.



No entanto, as investigações dos policiais acharam o famoso carro esportivo, sem nenhum sinal de arrombamento, na cidade litorânea de Laigueglia, a menos de cinco minutos do local. A confusão ocorreu porque John, de 65 anos, esqueceu aonde parou o carro (!!!!!!).




John Button passava o fim de semana no litoral italiano e sentiu falta de seu carro quando chegou ao luxuoso Grand Hotel Mediteranée, em Alassio. Após reclamar com a polícia, o “caso” foi resolvido em 24 horas e virou história em vários jornais italianos, inclusive na agência de notícias oficial Ansa.

Vale lembrar que o pai de Jenson é conhecido por ser uma das pessoas mais alegres do paddock e também por exagerar um pouco no consumo de bebidas alcoolicas.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

F1 com pára-brisa

De acordo com a revista italiana "Autosprint", a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) estaria estudando implementar pára-brisas nos cockpits dos carros de F-1 para aumentar a segurança dos pilotos.
A questão ganhou destaque em 2009, quando Felipe Massa sofreu lesões na cabeça após ser atingido pela mola do carro de Rubens Barrichello no treino classificatório do GP da Hungria.

Pouco menos de uma semana antes, o inglês Henry Surtees havia falecido numa corrida de F-2 após uma roda ter lhe acertado a cabeça.

No último GP de Abu Dhabi, o assunto voltou à tona após o acidente entre Vitantonio Liuzzi e Michael Schumacher, quando a Force India do piloto italiano quase atingiu o heptacampeão da Mercedes na cabeça.

A ideia é que o pára-brisa possa ser resistente e permitindo, ao mesmo tempo, a boa visibilidade por parte do piloto, sem atrapalhar o fluxo de ar que vai até a cobertura do motor e a asa traseira.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Papai Noel na F1

Da autoracing

A Red Bull venceu a batalha do cartão de natal mais engraçado da Formula 1 em 2010. O cartão da equipe dos energéticos mostra Sebastian Vettel em seu Red Bull Renault disputando corrida com o Papai Noel no seu trenó puxado por renas.



A mensagem de rádio da equipe para Vettel diz:

"Papai Noel é mais rápido do que você, por favor, confirme que você entendeu esta mensagem", em uma clara citação às tão criticadas ordens de equipe que a Ferrari deu para Felipe Massa, durante o Grande Prêmio da Alemanha de 2010.

O que mostra que Felipe Massa entrou em definitivo
para o folclore caricato da F1

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Celular ao volante... de um F1

No DVD da temporada 2010 da Fórmula 1 traz momentos inéditos de corridas e treinos, como este, de Robert Kubica. O polonês achou um celular dentro do cockpit durante uma das sessões livres e travou um engraçado diálogo com seu engenheiro. Leia abaixo e assista!




Robert Kubica: Tenho um telefone celular em meu cockpit. Alguém deixou um telefone em meu cockpit. O que eu devo fazer? Jogar fora ou entrar nos boxes?

Engenheiro: OK, Robert, venha para os boxes agora.

Robert Kubica: Só vou parar do lado de fora da garagem, entregar o telefone e continuar, ok?

Engenheiro: OK, Robert, entendido.

voando baixo

Será que não disseram a ele que falar ao celular dirigindo é proibido?



sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Papai Noel em Maranello

Os pilotos oficiais da Ferrari em 2010 (Fernando Alonso, Felipe Massa, Luca Badoer, Giancarlo Fisichella, Marc Gené e Jules Bianchi) vestiram vermelho nesta semana. E não era o macacão.




Na tradicional festa de natal beneficente realizada em Maranello, os seis pilotos se vestiram de Papai Noel, para o deleite das crianças, filhos dos funcionários da marca, que lotaram o Centro de Desenvolvimento de Produtos, local do evento.



Os "Pilotos Noéis" chegaram ao palco em um trenó puxado por duas renas, distribuíram presentes e tiraram fotos com todas as crianças.
 
 

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

TV, esportistas, telespectadores - quem comanda?

Por Fábio Kadow, em seu Jogo de Negócios

Bomboa pode. Red Bull não. Vai entender…
No último dia 16, logo após o GP que definiu o título de Vettel na F1, escrevi um post sobre a possível mudança de política de Globo nas coberturas de eventos esportivos, já que a mesma, como sabemos, é pautada também por acordos comerciais. Por este motivo, até então, só existia a equipe RBR, porém no fim da temporada a emissora “soltou” o nome da equipe Red Bull nas transmissões, para espanto geral.




E neste último final de semana dois fatos instigantes me chamaram a atenção. O primeiro foi quando uma equipe da tradicional disputa das 500 milhas de kart (na Granja Vianna)  apareceu com o nome e patrocínio do Bomboa 222, um conhecido prostíbulo de luxo de São Paulo.


A história do acordo é muito curiosa e foi contada pela própria Globo.com sem omitir o nome do patrocinador, e o mesmo ocorreu durante toda a cobertura, classificação, etc. Nada de BT, dá-lhe Bomboa Team!

Deixo claro que não estou fazendo julgamento sobre as atividades de cada empresa, negócios, se é politicamente correto, etc.. apenas tento entender qual o critério.

No domingo o Paulista de Jundiai sagrou-se campeão da Copa Paulista, torneio que reúne equipes do interior de São Paulo que não estão disputando nenhuma divisão do Campeonato Brasileiro e dá vaga para a Copa do Brasil.


E a final foi contra o time de futebol da Red Bull , com sede em Jarinu, que já está na Segunda Divisão do Campeonato Paulista e logo deve chegar a elite, criando um suspense de como será o nome adotado pela emissora. Um bom sinal pode estar neste texto sobre a decisão em que a Globo.com adotou o RB, seguindo a política já usada na F1.



Por envolver dois times da região, a notícia tinha mais importância para a TV Tem, afiliada da Rede Globo para a região de Jundiai e Sorocaba, e lá o Red Bull virou RBB, adotando o “B”, de Brasil, na sigla que mais lembra aquele grupo de música adolescente. Lembrando que a TV Tem é de J.Hawilla, dono da Traffic e que também tem seu time, o Desportivo Brasil.

Jornalismo? Entretenimento? Merchandising? Qual a real informação? E como ficam os telespectadores? Quais os critérios deste jogo? Vai entender...