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domingo, 1 de maio de 2016

Pratique o bem!




Quando um pássaro está vivo, ele come as formigas, mas quando o pássaro morre, são as formigas que o comem. Tempo e circunstâncias podem mudar a qualquer minuto. Por isso, não desvalorize nada em sua volta. Você pode ter poder hoje, mas, lembre-se: O tempo é muito mais poderoso que qualquer um de nós! Saiba que uma árvore faz um milhão de fósforos, mas basta um fósforo para queimar milhões de árvores. Portanto, seja bom! Faça o bem!


{Martin Luther King}

domingo, 13 de março de 2016

Porta Aberta ao Juízo - LXVI

Escultura de John Lopez, em sucata;
Para ver mais, clique aqui



Sou independente. Não digo, não escrevo, rebelde ou temerosamente. Meus desígnios, meus anseios, andam livres, correm soltos, indiferentes.

[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Porta Aberta ao Juízo - LXV




Muitas coisas esquentam o coração da gente... 
As que esfriam são terríveis!


[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Porta Aberta ao Juízo - LXIV

Foto de Angela Buron


Quem mais certo que os loucos, 
indiferentes aos abismos desse mundo inconsequente,
 louco!

[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

domingo, 10 de janeiro de 2016

Reflexões de Carlos Brickman

Por Carlos Brickman.

  • Ex-presidente do PSDB é condenado pelo Mensalão mineiro, outro ex-presidente do PSDB, já falecido, é citado por propina em delações premiadas. No Brasil, pelo jeito, não há situação e oposição: há titulares e reservas.

  • Delações premiadas mostram que será difícil escolher candidato à sucessão de Dilma. Tiririca, veja só, era um otimista!
Arte de DÁLCIO

  • Dilma diz que é absurdo que alguém se aposente com 55 anos. Mas, estando ela com 68, não seria uma boa ideia?

  • O líder petista Sibá Machado, aquele que acusa o juiz Moro de querer destruir o país, é a prova de que, ao menos na cabeça, tem gente capaz de estocar vento.

  • É mentira dizer que Nelson Barbosa só sabe dizer “sim, senhora”. Também diz “a senhora tem razão” e “a senhora manda”.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Porta Aberta ao Juízo - LXIII



Este mundo não vale uma pena de pavão.
Quando se pensa estar com tudo, vem o não.

[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

domingo, 20 de dezembro de 2015

domingo, 13 de dezembro de 2015

Porta Aberta ao Juízo - LXII



Cruel degredo é a sepultura: 
nem sol, nem lua, nem estrelas... 
só a eternidade sobre o morto.

[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

domingo, 29 de novembro de 2015

Porta Aberta ao Juízo - LXI





Se me fossem dados poderes sobrenaturais, 
ao invés de curar leprosos, 
eliminaria a lepra.

[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

domingo, 15 de novembro de 2015

Porta Aberta ao Juízo - LX



Sou ateu porque não creio no homem.


[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

domingo, 1 de novembro de 2015

Porta Aberta ao Juízo - LVIX



Bendigo o que faz o bem, substituindo o mal.
Esse é o meu santo, o meu encanto, o meu aval.

[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

domingo, 18 de outubro de 2015

Porta Aberta ao Juízo - LXXVIII



Como afugentar o sofrimento tão arduamente insistente?  
Seguir o estoicismo de Sêneca, seria o suficiente?
 Ou não seguir nada, 
sem ligar para nada, 
cinicamente?


[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Afinal, o que é inteligência?

Para reflexão
Por Isaac Asimov 
Crônica
Afinal, o que é inteligência? 

Quando eu estava no exército, fiz um teste de aptidão, solicitado a todos os soldados, e consegui 160 pontos. A média era 100. Ninguém na base tinha visto uma nota dessas e durante duas horas eu fui o assunto principal. (Não significou nada – no dia seguinte eu ainda era um soldado raso da KP – Kitchen Police).

Durante toda minha vida consegui notas como essa, o que sempre me deu uma ideia de que eu era realmente muito inteligente. E eu imaginava que as outras pessoas também achavam isso.



Porém, na verdade, será que essas notas não significam apenas que eu sou muito bom para responder um tipo específico de perguntas acadêmicas, consideradas pertinentes pelas pessoas que formularam esses testes de inteligência, e que provavelmente têm uma habilidade intelectual parecida com a minha?

Por exemplo, eu conhecia um mecânico que jamais conseguiria passar em um teste desses, acho que não chegaria a fazer 80 pontos. Portanto, sempre me considerei muito mais inteligente que ele.

Mas, quando acontecia alguma coisa com o meu carro e eu precisava de alguém para dar um jeito rápido, era ele que eu procurava. Observava como ele investigava a situação enquanto fazia seus pronunciamentos sábios e profundos, como se fossem oráculos divinos. No fim, ele sempre consertava meu carro.

Então imagine se esses testes de inteligência fossem preparados pelo meu mecânico. Ou por um carpinteiro, ou um fazendeiro, ou qualquer outro que não fosse um acadêmico.
Em qualquer desses testes eu comprovaria minha total ignorância e estupidez. Na verdade, seria mesmo considerado um ignorante, um estúpido.

Em um mundo onde eu não pudesse me valer do meu treinamento acadêmico ou do meu talento com as palavras e tivesse que fazer algum trabalho com as minhas mãos ou desembaraçar alguma coisa complicada eu me daria muito mal. A minha inteligência, portanto, não é algo absoluto mas sim algo imposto como tal, por uma pequena parcela da sociedade em que vivo.

Vamos considerar o meu mecânico, mais uma vez. Ele adorava contar piadas. Certa vez ele levantou sua cabeça por cima do capô do meu carro e me perguntou:

- Doutor, um surdo-mudo entrou numa loja de construção para comprar uns pregos. Ele colocou dois dedos no balcão como se estivesse segurando um prego invisível e com a outra mão, imitou umas marteladas. O balconista trouxe então um martelo. Ele balançou a cabeça de um lado para o outro negativamente e apontou para os dedos no balcão. Dessa vez o balconista trouxe vários pregos, ele escolheu o tamanho que queria e foi embora. O cliente seguinte era um cego. Ele queria comprar uma tesoura. Como o senhor acha que ele fez?

- Eu levantei minha mão e “cortei o ar” com dois dedos, como uma tesoura.
- Mas você é muito burro mesmo! Ele simplesmente abriu a boca e usou a voz para pedir

Enquanto meu mecânico gargalhava, ele ainda falou: 

- Tô fazendo essa pegadinha com todos os clientes hoje.
- E muitos caíram? perguntei esperançoso.
- Alguns. Mas com você eu tinha certeza absoluta que ia funcionar.
- Ah é? Por quê?
- Porque você tem muito estudo doutor, sabia que não seria muito esperto

E algo dentro de mim dizia que ele tinha alguma razão nisso tudo.


(tradução livre do original “What is inteligence, anyway?”)