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quinta-feira, 18 de junho de 2015

O grupo em prol do indivíduo

Texto recebido via whatsApp

Desconheço a autoria

"Neymar saiu do Brasil como a estrela maior do nosso futebol. Aqui todos jogavam pra ele, era reverenciado e titular absoluto. Ao chegar no Barcelona, percebeu que a grande estrela era Messi. Na Espanha, o time não jogaria pra ele. Passou a elogiar Messi e deixar claro que estava em Barcelona para ajudar e fortalecer o reinado de Messi. No princípio da temporada, ficou vários jogos no banco de reservas e foi substituído muitas vezes.

Arte de Bruno Hamizagic


Neymar era apenas uma peça de luxo num tabuleiro de xadrez onde só havia lugar para um rei. Revelou humildade e passou a jogar como coadjuvante num time de estrelas. Soarez seguiu o exemplo de Neymar, tanto um como o outro ganharam o respeito e a amizade de Messi e de todo o time. Os dois entenderam que ajudar Messi a continuar rei, estavam fortalecendo o time, acabando com vaidades perniciosas. Foram campeões de tudo que disputaram, se tornaram o trio de atacantes com maior número de gols na história (do Barcelona).

Essas atitudes deixam exemplos úteis. Não há nenhum problema em reconhecer que há alguém com um talento igual ou maior que o nosso. Ao trabalharmos juntos somos vencedores de qualquer forma. Quem quer ser grande deve aprender a ser pequeno, servir, e respeitar a grandeza dos outros. Para ser campeão, é preciso abandonar o orgulho, vaidades, cultivar amizades, respeito, e visar o bem de todos. Não importa quem está crescendo! O crescimento do colega acaba sendo o crescimento de todos. É preciso festejar e alegrar-se com a vitória dos outros. Ninguém joga sozinho! Num mundo em que muita gente quer ser rei, sempre haverá divisão, mágoa e derrota."

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Neymar, máquina de patrocínios

Direto do Radar 

Neymar acaba de fechar mais um contrato publicitário e com isso alcança a marca de dez patrocinadores. 



O craque do Barcelona será garoto-propaganda do enxaguante bucal Listerine pelos próximos dois anos.

As empresas que vinculam seu nome a Neymar atualmente são: Nike, Panasonic, Claro, Tenys-pé, Lupo, Guaraná Antarctica, Volks, Heliar e Rexona.

sábado, 8 de novembro de 2014

Bruna ou Soraya? Escolha...

Bruna Marquezine
Bruna, na VIP de novembro

Enquanto a ex, Bruna Marquezine, está na capa da brasileira VIP, a modelo Soraja Vucelic, atual affair do jogador Neymar, é figurinha fácil nas capas do seu país, a Sérvia.


Soraja Vucelic, também chamada de Sara, 
na CKM sérvia.

Fonte  Panis Cum Ovum

quinta-feira, 17 de abril de 2014

A cueca de Neymar



Por Juca Kfoury. Publicado na Folha de SP em 17ABR2014
Transcrito do Blog do Paulinho

A cueca de Neymar
“Cadê os limites? Cada vez mais o dinheirismo invade áreas antes consideradas sagradas”

Era só o que faltava. No mundo dos popstars em que se transformaram os jogadores de futebol, uma das estrelas exagera e mostra por cinco vezes a marca de sua cueca. Inútil tentar dizer que não foi de propósito porque se o marketing não conhece limites a burrice humana tem os seus.



Ninguém com dois neurônios acredita que tenha sido obra do acaso.

Pense em Tostão mostrando sua roupa de baixo. Não, não vá tão longe. Pense em Lionel Messi.
 
Neymar tem garantidas não só a riqueza dos que o geraram como dos que já gerou e vier a gerar. Mesmo assim, topou confundir alhos com bugalhos, esquecido de que, no gramado, seu ofício deveria ser só seu ofício, o de jogar futebol.

Mas, não. Deixemos para trás as polêmicas antigas sobre as placas de propaganda nos estádios ou, mais modernamente, mas nem tanto, a dos patrocínios nas camisas, práticas que escandalizaram tanta gente boa, embora impostas pelas necessidades do grande negócio do esporte na indústria do entretenimento.

Não se trata de diabolizar o ex-santista, já suficientemente envolvido numa transação nebulosa com o Barcelona, o clube que o contratou antes de tê-lo como adversário numa decisão de título mundial.

Trata-se apenas de discutir limites, de coibir exageros, como os que descredibilizam a atividade jornalística, infestada por garotos-propaganda. Ainda se fosse para garantir o prato de comida de todos os dias ou o leite das crianças, vá lá. A ninguém seria dado o direito de palpitar na vida dos outros, porque cada um sabe onde o calo aperta.

Precisar Neymar certamente não precisa. Do mesmo modo em que os veículos de imprensa têm seus espaços apropriados para mensagens comerciais, sem os quais não sobrevivem, o craque já se ocupa o bastante com as campanhas publicitárias que protagoniza.

Talvez ele não saiba, mas em 1982, a maravilhosa seleção brasileira derrotada na Copa da Espanha viveu a estranheza de ver o ponta-esquerda Éder ser acusado de ganhar para correr em direção a uma determinada placa de propaganda quando comemorasse seus gols, o que o teria levado a não passar bolas para companheiros mais bem colocados, na ganância mais dos dólares que pelos gols.

Não, Neymar não fez isso nem passou perto, em gestos até naturais. No entanto, parece óbvio que entrou em campo preocupado com algo mais que jogar, por si só um pecado. Ainda venial, com o risco de passar a ser mortal se levado adiante. Ainda mais na Copa do Mundo.