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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Você pagaria US$ 18,000.00 numa garrafa de vinho?

Uma garrafa de vinho considerada uma entre as mais raras do mundo foi leiloada no início desse mes por US$ 18.000,00 em uma casa de leilão em Londres. 




Preços exorbitantes em bebidas não são comuns aliado ao fato que, possivelmente, o vinho dessa garrafa deva estar intragável devido à oxidação.

Mas o que fez esse Chateau Mouton Rothschild 1945 ser arrematado por um colecionador privado europeu por um valor tão expressivo? Simples, seu valor histórico.

O V desenhado no rótulo do Chateau Mouton Rothschild 1945 foi ilustrado pelo francês Philippe Jullian para celebrar a vitória dos aliados sobre a Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial e também representa o triunfo sobre as condições climáticas difíceis para os vinhedos de Bordeaux na época, incluídas uma dura geada e uma onda de calor que provocou uma seca fora do comum.



Mas como sabem que o vinho não estava bom se não foi aberto?

O ullage, jargão do setor que se refere ao espaço entre o vinho e o fundo da rolha, estava abaixo do gargalo, “o que denota uma chance maior de o vinho estar oxidado e, portanto, de não poder ser tomado”, disse Richard Harvey, diretor global de vinhos da Casa de Leilão.

O mesmo ainda alegou que se não fosse esse “pequeno probleminha” a garrafa valeria o dobro.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Uma estorinha sobre vinhos

Por Luiz Fernando Veríssimo.
Transcrito do Blog do Noblat

Crônicas


Vinho
Os consumidores de vinho se dividem em dois tipos. Os que sabem o que estão bebendo e os que não sabem, mas gostam assim mesmo. Estes também se dividem em dois tipos, os que gostam sinceramente, embora não o aproveitem tão completamente quanto os entendidos, e os que se obrigam a gostar por ostentação. Desses se diz que não bebem o vinho, bebem o rótulo. Eu pertenço à divisão 1 da categoria B, a dos que apreciam sem entender.

Invejo quem fala com autoridade dos taninos e do retrogosto de um vinho, mas confesso que jamais identifiquei os sabores sutis — “notas” de frutas vermelhas, de tabaco e disto e daquilo — de que falam os de paladar apurado, para nos humilhar. Mas quase tanto quanto bebê-lo, gosto de ler histórias sobre o vinho e seus adeptos, genuínos ou fingidos.

Um “New York Times” recente trazia o necrológio de um comerciante e autor de livros sobre vinhos chamado William Sokolin. Numa noite de abril de 1989, Sokolin levou uma garrafa de um vinho raríssimo a um jantar com outros comerciantes e enófilos no restaurante Four Seasons, em Nova York. O vinho era um Château Margaux 1787, encontrado numa cave parisiense, e que teria pertencido a Thomas Jefferson, um dos fundadores da República americana e um conhecido amante das amenidades da vida, como boa comida, boa bebida e a companhia de escravas na sua cama senhorial. O rótulo do vinho tinha inscrito “Th.J”. Sokolin, que o comprara por 212 mil dólares, pretendia vendê-lo por mais de 500 mil.

Quando ia exibi-la, bateu com a garrafa num quina de mesa, furando-a. O vinho jorrou pelo buraco como sangue de uma carótida. “Cometi um assassinato”, diria Sokolin, depois. Ele ainda tentou vender a garrafa furada num leilão, propondo um lance inicial de 30 mil dólares, que ninguém fez. Lances de dez mil e de cinco mil também foram pedidos e não feitos. Finalmente alguém ergueu a mão e ofereceu: “100 dolares!”. Sokolin preferiu doar a garrafa a uma instituição de caridade.



O que ele só ficou sabendo mais tarde, e diz tudo o que se precisa saber sobre verdadeiros amantes de vinho, é que, depois da sua saída do Four Seasons, desolado com o desastre ocorrido, muitos dos presentes atiraram-se ao chão para provar o líquido derramado do tapete. O veredito foi de que o vinho do Thomas Jefferson tinha se deteriorado.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Bebendo à luz da lua



Bebendo à luz da lua
(Do poeta Li Po, viveu de 701 a 762)

Um jarro de vinho entre as flores,
bebo sozinho - nenhum amigo me acompanha.
Alço minha taça, convido a lua
e minha sombra - agora somos três.
A lua não bebe
e minha sombra apenas imita meus gestos.

Mesmo assim, são elas as minhas companhias.
É primavera, tempo de festa -
canto, a lua escuta e cintila;
danço, minha sombra se agita, animada.
Enquanto estou sóbrio, juntos estamos os três;
quando me embriago, cada um segue seu rumo.

Selamos uma amizade que nenhum mortal conhece.
E juramos nos encontrar no mundo além das nuvens.

Fonte - Blogstraquis

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Taças de vinho para sua ceia

 Para que na ceia de Natal não derramem vinho em sua mesa, a San Francisco Design moldou essas taças revolucionárias. Criação do vidreiro Christopher Yamane e do designer Matthew Johnson


Os copos de vinho Saturno não tem uma haste e base tradicional, mas em vez disso são recuadas em torno do fundo da taça.



As taças descansam na posição vertical sobre uma superfície plana e ficam empilhados uma dentro da outra num armazenamento compacto.




Fonte Dezeen

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Abrindo uma garrafa de vinho sem sacarrolha.

Especial Vendo e aprendendo

Você está em casa e inesperadamente recebe uma visita agradável. Sente um clima interessante no ar e decide abrir uma garrafa de vinho e aí percebe que está sem um sacarrolha em casa - o que fazer?

Vai deixar a gata ir embora assim, sem mais nem menos?

Pois bem, veja a dica que o Pilórdia lhe traz.


sábado, 29 de maio de 2010

Bandeja para Vinhos

E aí, hoje é sábado e pretende receber amigos em casa? Mas está com medo de carregar uma bandeja cheia de taças? Então que tal essa bandeja da Generate Design  que te poupa da tensão ao prender as taças pela haste e o vinho em uma cavidade especial?.

Dica da bebericando

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O vinho frances estaria indo para o vinagre?

desenho de paixão




O Greenpeace divulgou um relatório que aponta para o fim da produção de vinhos de qualidade na França até o final do século, caso o aquecimento da Terra continue no ritmo atual.


O estudo revela que algumas espécies de uva, como a pinot noir, podem estar no limite da adaptabilidade e que, com isso, a melhor área de produção de uvas vinícolas deverá migrar para mais de mil quilômetros ao norte da França.
O aquecimento trará problemas sérios para regiões que já estão produzindo os vinhos de melhor qualidade, como a Borgonha", afirma o relatório.
O aumento da temperatura na região da Borgonha já resultou, por exemplo, na perda de elementos específicos da qualidade da uva. Elas passaram a ter mais álcool e mais açúcar. Em 2003, quando o aumento da temperatura no verão foi maior do que o normal, a queda na produção de vinho foi de 30% em relação ao ano anterior. A indústria vinícola francesa movimenta € 9 bilhões anualmente.


sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O vinho que salva vidas






BBCBrasil





Um médico e vinicultor australiano diz ter criado o vinho mais saudável do mundo.

Nos últimos três anos, Philip Norrie, médico especialista nas propriedades terapêuticas do vinho, observou vários pacientes que morreram de doenças que, segundo ele, poderiam ser prevenidas. Depois disso, estudou e patenteou um tipo de vinho medicinal.
A fórmula consiste em adicionar doses extras de um polifenol antioxidante conhecido como resveratrol, extraído da casca da uva.
Norris adiciona, a cada litro de vinho, até 100 vezes mais resveratrol do que o normal. Segundo ele, com essa dose adicional, a ingestão do vinho "limpa" as artérias sangüineas, além de ajudar a prevenir ataques cardíacos, derrames e diabetes em 50%.
A concentração do antioxidante é colocada dentro da garrafa de vinho antes do lacre”, explicou ele à BBC Brasil. O resveratrol já é conhecido por combater problemas cardíacos, como limpar depósitos de gordura nas artérias, mas geralmente é encontrado em apenas pequenas quantidades no vinho - de três a seis miligramas por litro nos vinhos tintos e apenas um miligrama nos brancos.
Segundo o médico, aqueles que gostam de um bom vinho não conseguem perceber a diferença no gosto nem no aroma da bebida. “Os consumidores têm apenas que continuar a sua rotina, bebendo geralmente de duas taças, para mulheres, e de três ou quatro, para os homens”.
* Suco de uva não seria mais saudável?

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Uma piscina de vinho frances

Um spa do Japão resolveu fazer uma parceria com o Beaujolais Nouveau e criou uma piscina de vinho francês. A atração do Hakone Yunessun, nos arredores de Tóquio, tem feito grande sucesso.
Acredita-se que o vinho funcione como um hidratante para a pele e que melhore a circulação sanguínea.O Beaujolais Nouveau é fabricado no Leste da França a partir das uvas Gamay.
A cada ano, o vinho é posto à venda na terceira terça-feira de novembro, provocando uma correria às lojas.
O spa também oferece piscinas e banheiras de cerveja japonesa, champanhe (foto abaixo) e até saquê. O estabelecimento diz que as bebidas rejuvenescem a pele. Para quem não bebe álcool, há outras opções: café e chá.
Fonte: FernandoMoreira

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Conheça um bom vinho pelo tato.

Belo post do Cybervida
"Bacana o vinho Lazarus, ele foi desenvolvido por um enólogo cego, apoiado por uma equipe de profissionais, e para ser completamente temático usa uma embalagem completamente escrita em braile.


sexta-feira, 24 de outubro de 2008

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Na Itália, o vinho sai nas torneiras







Direto do PageNotFound

Arte: Samantha Andaku





Na cidade italiana de Marino ocorreu um milagre provocado por intervenção humana. As torneiras da cidade começaram a liberar vinho branco por um erro de uma empresa responsável por um festival na localidade.
Todo ano, a pequena cidade montanhosa, conhecida pelo bom vinho que produz, realiza um festival que já dura 400 anos e que faz vinho jorrar de uma fonte no centro da cidade. Marino comemora a vitória em batalha contra os turcos.
Só que desta vez, os dutos das vinícolas locais foram conectados à rede de água da cidade, em vez de ligados à tradicional fonte da comemoração. Logo, para surpresa geral, as cozinhas das residências na cidadezinha já estavam com abundantes doses de vinho para servir.

domingo, 16 de março de 2008

Vinho sem álcool?


Casa de la Vega, uma vinícola de Múrcia, na Espanha, criou um vinho de baixo (aliás baixíssimo) teor alcoólico especialmente voltado para os motoristas. São apenas 6,5% de teor.

Pelas leis espanholas, esta bebida sequer pode ser classificada como vinho, pois não possui o percentual variando de 9% a 15%. De acordo com nota divulgada pela empresa, o projeto custou 2,5 milhões de euros e consumiu três anos de pesquisa, com apoio de técnicos da Universidade de Múrcia e da Politécnica de Cartagena.

O processo de elaboração deste vinho (ou seria um suquinho de uva?) começa limitando-se ao máximo a irrigação das cepas, o que faz com que o processo de maturação seja retardado. Quanto menor é a maturação, menor é a concentração de açúcar e, conseqüentemente, do álcool.

Apesar dos valorosos esforços, a Dirección General de Tráfico, o Conatran espanhol, recomenda que continua sendo melhor não beber nada antes de dirigir...