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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Salto mortal sobre um carro de Fórmula

Fonte  Voando baixo


Dublê dá salto mortal sobre carro da F-E
É necessário ter muita coragem para pular sobre um carro de Fórmula E (categoria elétrica) em movimento. Ainda mais coragem se o pulo em questão for um mortal reverso. E pior: sem conseguir ver o carro se aproximando. Mas foi exatamente isso que o ginasta e dublê britânico Damien Walters fez, momentos antes do ePrix do México, em março.




De costas para o carro pilotado pelo dublê Alistair Whitton, que avança a cerca de 100km/h, Walters precisa ficar de olho em um cronômetro para saber o momento certo de pular. E você, teria essa coragem toda?



legendado

E a organização da F-E ainda disponibilizou uma versão da manobra em 360º. Confira!

terça-feira, 26 de abril de 2016

Uber na F1

Fonte Blog de Flavio Gomes

Uber
Alliot, Johansson e Arnoux chamaram
 o carro particular com motorista.

 Veio Piquet.

domingo, 15 de novembro de 2015

Corrida maluca, mas só para corajosos

Competição de Figure 8 é um emocionante 
convite ao desastre...

No trânsito, o cruzamento de carros é uma das coisas mais chatas possíveis. Então imagine colocar um cruzamento bem no meio de uma corrida. "Que saco", você deve estar pensando. Sugiro que você assista ao vídeo abaixo para mudar de ideia. As imagens foram gravadas durante uma prova de Figure 8, que nada mais é do que uma corrida onde a pista tem forma de "8" e os competidores são obrigados a cruzar os caminhos uns dos outros a cada volta. Se a coisa já não parece maluca o bastante, a prova teve duração de três horas. Três horas!

A corrida (ou roleta russa) foi realizada em Indianapolis, nos EUA, de 10 a 12 de setembro e marcou a 39ª edição do Campeonato Mundial de Figure 8. Ou seja, esta competição acontece há pelo menos 38 anos. Este tipo de corrida começou nos anos 40, mas naquela época as pessoas não eram loucas e o cruzamento entre os carros era evitado por um pequeno viaduto. A Indianapolis Speedrome, que aparece no vídeo, foi a primeira pista a ser modificada para ficar mais emocionante e é a mais antiga em atividade no mundo.

Assista abaixo o vídeo de quase quatro minutos com o início da prova e tente não segurar a respiração.


quem será que venceu a corrida?

Link

domingo, 24 de maio de 2015

1º Vencedor do GP de Mônaco, um herói da resistência

Curiosidades em Guerra


XIX - 1º Vencedor do GP de Mônaco
     Um herói da resistência


O primeiro vencedor do GP de Mônaco foi morto pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

William Charles Frederick Grover, conhecido como William Grover-Williams nasceu em Montrouge, na França. filho de pai inglês e mãe francesa.  Depois do término da Primeira Guerra Mundial,  a família mudou-se para Mônaco, local em que desenvolveu sua paixão por automóveis. Aos 15 anos obteve licença para dirigir e comprou uma motocicleta Indian, com a qual passou a disputar corridas locais, sem, contudo, revelar tal fato a seus pais. Adotou o pseudônimo W Williams para continuar a correr de forma anônima. 

Williams Grover-Williams no Bugatti #12 em Mônaco, 1929
 (Foto: Goodwood)


Ainda com o pseudônimo W Williams, disputou o Grand Prix de Provence e o Rali de Monte Carlo. Em 1928, obteve sua primeira vitória importante, no Grande Prêmio da França. O ano seguinte veria um sucesso ainda maior, ao volante de uma Bugatti, Grover-Williams repetiu a vitória no Grande Prêmio da França e venceu a primeira edição do Grande Prêmio de Mônaco, batendo a favorita equipe da Mercedes-Benz do campeão alemão, Rudolf Caracciola. 

Venceu, ainda, o Grande Prêmio da Bélgica  de 1931, e o Grand Prix de la Baule - onde os carros atolavam na areia - por três vezes seguidas, em 1931, 1932 e 1933. Obteve, ainda, o sexto lugar no Grande Prêmio da França de 1932.


1º GP de Mônaco, em 1929



Ele foi o único piloto de nacionalidade inglesa a entrar no primeiro GP de Mônaco, em 14 de abril de 1929. Completou as 100 voltas do antigo traçado, que seguiria sendo usado até 1972, em 3h56min. E pronto. A corrida mais lendária da F1 tinha sido criada, e o rapaz que corria com nome cheio de truques para enganar a mãe era o primeiro vencedor.

Em 1933, Williams concluiu que sua carreira de piloto havia chegado ao final. E assim fez, partindo no auge para uma vida mais pacata ao lado da esposa. Os dois foram figuras constantes nas colunas sociais da época durante a carreira do piloto, mas queriam uma vida mais calma.

Grover-Williams em Nürburgring, 1931

A vida pacata de Williams durou alguns anos e foi pouco interrompida no período. Já rico, aumentava a renda ao ensinar donos de Bugatti como manusear suas máquinas.

Mas veio um elemento impossível de ser contabilizado: a guerra. E Williams assumiu um papel longe de convencional. De piloto reconhecido para líder de resistência condecorado.  

Willy, como era chamado pelos amigos, se alistou nas Forças Armadas Britânicas. Seu francês fluente o fez um alvo fácil para fazer parte da resistência francesa. Por quase dois anos, Williams foi treinado pelo SOE (Executiva de Operações Oficiais). Ao fim de maio de 1942, foi enfim mandado para Paris, talvez o lugar mais perigoso para um combatente aliado naquele ponto da guerra. A nova rede de resistência, a Chestnut Network, deveria substituir a antiga, destroçada pela Gestapo.

O monumento em homenagem ao primeiro vencedor 
do GP local em Mônaco (Foto: Reprodução)


Sob os codinomes de 'Vladimir' e depois 'Sébastien', Williams começou a recrutar pessoas para a resistência parisiense. Juntamente com os franceses Robert Benoist e Jean-Pierre Wimille, também pilotos de automobilismo antes da guerra e integrantes das networks da SOE, passaram a trabalhar na elaboração de células de sabotagem e no desenvolvimento de operações de paraquedistas voltadas aos preparativos do Dia D.

A nova rede de resistência deveria ter recebido agentes britânicos logo, o que não aconteceu. E começaram a recrutar, treinar e armar um exército de resistência formado por locais.

Esses membros da Resistência cometeram diversos atos de sabotagem, incluindo vários na fábrica da Citroën. Mas uma traição acabou levando a Gestapo à casa de Benoist, onde os líderes do grupo acabaram capturados em agosto de 1943. Enquanto Benoist conseguiu escapar e voltar para casa, Williams não teve a mesma sorte. Ele foi torturado em interrogatório e mandado para o campo de concentração de Sachsenhausen. Lá ele ficou por quase dois anos, até ser assassinado em 23 de fevereiro de 1945, poucos meses antes do fim da guerra. 

"Monaco 1929"


Na últimas décadas surgiram versões que tentam levar a crer que que ele sobreviveu à guerra mas nenhuma, até então, foi comprovada. 



O jornalista Joe Saward que cobre a F1 lançou há alguns anos o livro  The Grand Prix Saboteursque conta a história dos tres pilotos.

domingo, 10 de maio de 2015

Nelson Piquet mantém o espírito vencedor

Por Jason Vogel.

Garimpado por André Carvalho

Nelson Piquet vence corrida de calhambeques
Para muitos colecionadores, carro antigo é um bibelô de garagem, a ser mantido sobre cavaletes. Mas há quem não seja adepto da filosofia do "auto-imóvel". No último fim de semana (2 e 3/05) , 45 clássicos disputaram a quinta edição da Corrida de Calhambeques Pé na Tábua, em Franca, a 400 km da capital paulista.




A prova é aberta a carros fabricados antes de 1936 e a motocicletas pré-1950. Houve inscrições de São Paulo, Rio, Minas Gerais e Brasília. O destaque, novamente, foi o competidor Nelson Piquet, um entusiasta da prova.

Desta vez, o tricampeão da Fórmula-1 conquistou o primeiro lugar em duas categorias: Miscelânea, com o Rolls-Royce Phantom I de 1926, e Speed, com seu Lincoln 1927 com carroceria especial para corridas.




Na primeira premiação, Piquet dedicou seu troféu a Darcy Gabarra, piloto de 92 anos, que também correu na Miscelânea.

A família Gabarra é participante ativa do PNT desde a primeira edição. Neste ano, eles competiram com três carros, subindo ao pódio para receber troféus de segundo, terceiro e quarto colocados.




Há carros antigos que não andam, 
não saem na chuva... 
Aqui, conseguimos reunir competição,
 cultura e alegria 

— diz o organizador Tiago Songa.


O recorde da pista ficou, pela segunda vez consecutiva, com o piloto mais jovem da competição, Pedro Piquet, filho caçula de Nelson. Aos 16 anos, ele fez a volta mais rápida (36,04 segundos no circuito de 1.400m) e ainda garatiu o bicampeonato na categoriaTransplantados, para hot rods (carros antigos com mecânica moderna).

Já na categoria Motos, Rodrigo Aragão, do Rio, conquistou o bicampeonato com sua AJS 500, de 1947.

domingo, 28 de setembro de 2014

Cigarros na F1: o início de tudo

Postado originalmente em 25SET2008

No início da temporada européia de 1968, a Lotus surpreende a todos ao romper com as estritas regras de pintura dos carros de acordo com o país dos pilotos ou fabricantes, para estampar a marca de cigarros Gold Leaf.
Foi a primeira vez, na Fórmula 1 que firmou-se um acordo publicitário com uma empresa fora do ramo automobilístico. Contando-se a história desta forma, Colin Chapman parece ter sido um visionário, um homem à frente de seu tempo e talvez até seja.
Sem dúvida, ele demonstrou ser um ótimo empresário ao ser o primeiro a desbravar esta fonte de receita – que se alastrou no automobilismo como fogo. Aí entra-se na parte interdita da história. Quando se imagina que o automobilismo encerra-se em si mesmo, fica difícil perceber, por exemplo, o quanto Chapman foi menos criador e mais um grande observador de seu tempo.
Além disso, tudo leva a crer que a Fórmula 1 descobriu a publicidade muito tardiamente. Ao mesmo tempo em que crescia a publicidade, as propagandas de cigarros começavam a sofrer, tímidas, as suas primeiras restrições.
No automobilismo, elas encontraram o nicho perfeito para estamparem suas marcas, pois era uma maneira de fugir destas. Afinal, se uma revista estampar a foto de uma Lotus com o logotipo da Gold Leaf ou da John Player Special, isto não vai ser considerado publicidade, certo? Certo.
Entretanto, hoje em dia, as revistas francesas são obrigadas a apagar digitalmente todas as referências ao tabaco das fotos que publica, mesmo as antigas. A Fórmula 1 fechou seu ciclo do cigarro, e, ao que parece, saiu dele incólume.
Direto do Cadernos do Automobilismo

domingo, 10 de agosto de 2014

A sinfonia dos motores

Para um apaixonado por carros, certamente não há música melhor que o som de um poderoso motor. E se um já é demais, imagine 33? Esse foi o número de clássicos e supermáquinas que os entusiastas da Nitto Tire, empresa de pneus norte-americana, reuniu em um vídeo que faz uma verdadeira sinfonia com o ronco dessas máquinas.


Batizado de Getting Started, o vídeo reúne desde de máquinas lendárias como um Ford Mustang de 1965 até superesportivos moderníssimos como o McLaren P1 e seu invocado V8, que junto ao propulsor elétrico, faz com que a o carro despeje nada menos que 915 cv de potência. As icônicas escuderias italianas Ferrari e Lamborghini participam em peso, com carros como a F40 e o Aventador.


O trabalho foi feito pela produtora McCoy Film Production. Os caras conseguiram os carros diretamente com colecionadores e filmaram tudo nos Estados Unidos. Em algumas gravações, como a do McLaren P1, feita na Califórnia, o set de filmagem virou praticamente um encontro automotivo, reunindo uma multidão para apreciar o rugido dos esportivos. O vídeo já tem pouco mais de 1,9 milhão de visualizações. Assista:


domingo, 25 de maio de 2014

F1 - Polêmica entre Niki Lauda e a Red Bull

Li no blog de Flavio Gomes

 Mês que vem, no dia 22, bem no meio da Copa, tem GP na Áustria. A volta do país ao calendário é muito bem-vinda. Mas já está “gerando polêmica”, como se diz.

Mas a polêmica, como eu dizia, envolve Niki Lauda, que está doido com a Red Bull. É que a empresa de energéticos, como se sabe, comprou e reformou o A1 Ring, o velho circuito de Zeltweg.
 
 E aproveitou para renomear umas curvas mediante bom pagamento. Uma delas se chamava Niki Lauda Kurve. Virou Pirelli. A Gerhard Berger Kurve foi “vendida” para a Würth, empresa alemã que fabrica tudo. A Jochen Rindt Kurve sobreviveu, mas se alguém pingar uns caraminguás, leva o nome.

Lauda ficou pistola da vida e disse que a Red Bull só limou sua curva do circuito porque a Mercedes está enrabando o time das latinhas.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Olha a cuuurva!

Câmera flagra engavetamento de carros de corrida na Inglaterra, em campeonato na cidade de Ipswich.
 
 

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O relógio da Mercedes-Benz


Em colaboração com a Fórmula-1  e a Mercedes-Benz, a marca HEUR é um relógio novo. 

Os lados do logotipo da Mercedes são dois botões de controle.


 

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Acidente nas 500 milhas de Indianapolis!

Na volta final.

Impressionante, o acidente de Comway no finalzinho da prova. Ele rampou no carro do Hunter-Reay e decolou. O resultado: uma fratura no pé. Não corre no Texas. Ficou barato.

Palavras de Fabio Seixas


terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Será a hora da primeira mulher na F1?


via inblogs

Estrela da F-Indy é cogitada por possível diretor como piloto potencial para a equipe USF1, se sair do papel. A norte-americana Danica Patrick, uma das estrelas da Fórmula Indy, pode chegar à Fórmula 1 em 2010.
A porta de entrada seria a USF1, equipe com base nos Estados Unidos que planeja estrear na categoria máxima do automobilismo mundial. A possibilidade de contar com Danica foi levantada pelo provável diretor-técnico da USF1, Ken Anderson.
"Ela é ótima, e ainda chama a atenção da mídia", afirmou Anderson.