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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Quem vai pagar a conta?

Honduras: agora ações contra o Brasil
Após a saída de Zelaya da Embaixada brasileira em Honduras, as barreiras usadas pelos militares para impedir o acesso aos quarteirões próximos à embaixada foram retiradas e os holofotes utilizados pelas forças hondurenhas para jogar luz sobre o prédio foram desinstalados.


Jarbas / a charge


Com o acesso às ruas liberado, os vizinhos começam agora a contabilizar os prejuízos causados pelos quatro meses de cerco, e alguns, inclusive, esperam ganhar algum tipo de indenização por parte do Brasil ou do governo hondurenho.

Muitos dos pontos comerciais, escritórios e consultórios médicos nas imediações viram seu movimento cair de maneira drástica depois que Zelaya se abrigou no prédio da representação diplomática, e alguns tiveram que fechar suas portas.

Grande parte dos clientes se afastou devido à exigência de autorização para entrar na área isolada. Agora os prejudicados se preparam para acionar o governo do Lula pedindo indenização por perdas e danos e lucros cessantes.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Frase do dia.

Honduras precisa aprender a respeitar a democracia”.


Raúl Castro, nomeado ditador caçula de Cuba pelo irmão Fidel, que revogou há mais de 50 anos o feio hábito capitalista de promover eleições regularmente, reforçando a suspeita de que, na próxima quermesse bolivariana, vai cantar o Hino à Liberdade que compôs em parceria com o companheiro Hugo Chávez

sanatório geral

sábado, 24 de outubro de 2009

Artigo de Antonio Ribeiro: Tempos das ...

Por Antonio Ribeiro

Tempos das cavernas
A pré-história corresponde ao período que antecede a invenção da escrita. A grosso modo, foi por volta de 4.000 anos antes de Cristo. Alguns historiadores sustentam que o termo pré-história é incorreto. Segundo eles, seria mais preciso referir-se àqueles tempos como anteriores à chegada de documentos escritos. História sempre houve, embora nem sempre escrita.


No Brasil, a “pré-escrita” acabou tarde. Foi em 1500, quando Cabral aportou na Bahia. Na Nova Guiné, o marco aconteceu na virada do século passado, em 1900. Onde hoje é Honduras, viveram os Maias, civilização que, de acordo com os livros - e também na nova bossa, o Google - sabia escrever.


Ao observar certas imagens tomadas esta semana em Tegucigalpa - a que ilustra este post é uma delas - percebe-se o esforço para reproduzir, não os desenhos das grotas jurassídicas, mas as caricaturas com as quais o contemporâneo bem humorado retrata os primórdios, antes mesmo dos pré-colombianos. É favor não confundir com bolivarianos. A situação se presta a confusão. Nova Giné tampouco é Guiné-Bissau.

Há quem diga com bastante propriedade que blogues são uma questão de atitude. Nos tempos dos bytes, subscrevemos sem ressalvas.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Frase do dia.

"Lula, Lula, llevate esa mula"
ou
"Lula, Lula, leva daqui essa mula".
[ 20 mil pessoas,
que participaram da marcha pela paz e democracia,
em Honduras]

el-heraldo

Artigo de Míriam Leitão

charge de Sponholz


Por Miriam Leitão

Honduras baixa seu AI-5 e situação do Brasil se agrava
O governo de Honduras baixou na noite de domingo um AI-5. O decreto que eles baixaram a gente conhece bem: suspensão dos direitos individuais, dos direitos de reunião e censura à imprensa. Os três juntos são o AI-5, que agravou a ditadura no Brasil.
O governo golpista de Honduras está enlouquecido. Não reconhece organismos internacionais e nem leis mínimas da democracia. O grupo da OEA que desembarcou para intermediar uma solução foi embarcado de volta do aeroporto.
Agora, ameaçam tirar o direito do Brasil de ter uma embaixada no país. O Brasil está em uma situação complicada e ambígua. Tem um hóspede que não é um asilado político e que não respeita as leis que instituem asilo político.
O Brasil não reconhece o governo de Honduras e afirma que não aceita ultimato de golpistas. Então a Embaixada do Brasil é uma representação junto a quem? O governo de Honduras ameaça agora retirar a imunidade da embaixada brasileira. As pessoas que trabalham na embaixada estão em risco.
O presidente deposto Manuel Zelaya é um Cavalo de Tróia na embaixada, colocado por Hugo Chávez. O Brasil deveria pedir ajuda internacional para tirá-lo de lá, fechar a embaixada e ir embora do país.
É um erro desde o começo. O caminho seria uma eleição livre para que o próximo governo resolva problemas constitucionais e institucionais de Honduras. Mas o Brasil acabou entrando em uma briga de rua.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Augusto Nunes > A política ...



A política externa da canalhice
Em janeiro de 2003, o Brasil liderava a América do Sul sem bravatas nem requebros exibicionistas. No poder desde 1998, Hugo Chávez não ousara provocar nenhum vizinho.
O acordo de fronteiras entre o Equador e o Peru, consumado com a mediação pessoal do presidente Fernando Henrique Cardoso, removera do mapa do subcontinente a última zona conflagrada.
O Paraguai respeitava o acordo de Itaipu, a Bolívia entendia que o preço do gás levava em conta o gasoduto bilionário construído pelo parceiro. Ninguém se atrevia a desafiar o Brasil.
O governo Lula precisou de seis anos e meio para exterminar a herança bendita. Acanalhado pela soma do deslumbramento de um presidente ignorante também em geopolítica com o servilismo do chanceler Celso Amorim, o Itamaraty cedeu ao Paraguai e ao Equador, recuou diante da Argentina e da Bolívia, rendeu-se à Venezuela e acaba de ajoelhar-se diante de Hugo Chávez.
Ao instalar na embaixada em Tegucigalpa o golpista Manuel Zelaya, deposto da presidência por tentativa de estupro contra a Constituição, o país colocou Honduras a um passo da guerra civil.
Tomara que Barack Obama acorde a tempo de descobrir que uma pequena república que luta para livrar-se da quadrilha bolivariana foi simbolicamente (por enquanto) invadida pelo Brasil.
Tomara que entenda que um presidente que age como comparsa da ditadura cubana não pode meter as patas em outros países em nome da democracia que não respeita. O que houve não foi um lance no xadrez da política internacional. Foi coisa de gângster.

Zé e sua laia estão a perigo...

saqueadora com a camisa do Brasil em ação
imagem o mascate




O site migalhas acaba de ouvir na rádio de Honduras opiniões de advogados dizendo que a Embaixada do Brasil no país não tem mais status de território brasileiro, já que as relações diplomáticas teriam sido rompidas após o golpe de 28 de junho.
Com efeito, o Itamarati não autorizou a volta do embaixador brasileiro que estava de férias em solo pátrio. Sendo assim, para os causídicos ouvidos pela emissora local, as autoridades hondurenhas poderiam invadir o local, para buscar Zelaya, e com isso não estariam ofendendo o Direito Internacional.

Zé Laia e a arrogância bolivariana!

" Zé Laia na embaixaria brasileira em Honduras....


...Alô, presiMente Lulla!!!
O pau ta comendo?
Tô nem aí.
Aproveita e manda uns Whiskies 12 anos
e comida pro pessoal!!!




Ops, a bandeira não era para ser a do Brasil?
afinal a embaixada ...