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quarta-feira, 9 de maio de 2012

A Igreja e as Garras de Satanás!

Voce sabia que...

Baú do Pilórdia - postado em 06/09/2009


... a Igreja Católica já proibiu o cidadão de usar determinado tipo de sapato?


Sapatos com uma ponta muito longa (poulain) eram muito populares durante os séculos XIV e XV, mas a igreja considerava-os indecentes e os proibiu.

Antes da proibição, o seu comprimento era estritamente regulamentado: dois pés (um pé equivale a cerca de 30,48 cm) para os príncipes e nobres, um pé para os ricos de menor grau, e apenas metade de um pé para o povo comum.

A verdade é que eles deveriam ser extremamente desconfortáveis pois para completar a extremidade longa tiveram que cercar os dedos do pé com musgo seco (veja ilustração mais acima) e segundo Isaac Asimov em "O Livro dos acontecimentos" (cap.73, n º 6 ) na Batalha de Nicópolis (1396), os cruzados franceses foram forçados a cortar as pontas de seus "Poulain", a fim de escapar aos soldados otomanos.



Mas eles também eram um sinal e um "instrumento de flerte" (imagine, leitor: durante a noite, abaixo da mesa e com ela sentada no lado oposto ...).

A Igreja via estes sapatos como uma ameaça para a decência, além de ser muito desconfortável para rezar de joelhos.

A Igreja rotulou-a como "as garras de Satanás", e usando sua influência garantiu que os governos europeus emitissem sua proibição acrescido de multa que em alguns casos era de 30 xelins para os sapatos de domingo e 20 shillings no resto da semana.
Fonte Aldeia Irredutível (* deve ser a de Asterix)

* Certas coisas nunca mudam - para a Igreja, a decência sempre teve um preço.
* sr. Papa: a lista é longa - sapatos, pensamentos, células-tronco...

terça-feira, 6 de abril de 2010

As eleições vêm aí ...

Do baú do pernambucano Sertão do Fiofó


"Em Parnamirim/RN, na última campanha a dePUTAdo Federal uma candidata surpreendeu o povão com um "santinho" prá lá de qualquer arriação.
Era ela, de carne, osso e priquito: Lurdi Jipão!

domingo, 27 de setembro de 2009

Ecos do Passado!

Propaganda da Gilette

web & e-mails


Fico me perguntando, se fosse hoje, o CONAR aprovaria?

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Voce sabia que o Brasil chegou pertinho da lua?

E quem diz é o Behind Brands

Faz 40 anos que o homem pisou na Lua. E uma marca muito conhecida dos brasileiros teve o privilégio de estar na bagagem de Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins na missão da Apollo 11 em 1969.
Trata-se da Águas de Lindoya, marca de água mineral que nasceu na cidade de Águas de Lindóia, interior de São Paulo.
A fama de que as águas da cidade paulista tinham propriedades terapêuticas correu o mundo depois da visita de Madame Curie, física polonesa ganhadora do Prêmio Nobel de Química em 1935 e estudiosa dos fenômenos radioativos. A sua visita ao Brasil, no fim dos anos 20, comprovou os efeitos benéficos da água por conta da qualidade radioativa das fontes.
O balneário de Águas de Lindóia ainda guarda a nota fiscal 20.218 de 1969. O documento registra a compra de cem dúzias de garrafas de meio litro da Águas de Lindoya em nome da NASA. A agência espacial americana teria optado pela marca por conta de sua baixa acidez, rápido grau de absorção pelo organismo e elevado poder diurético.

sábado, 11 de julho de 2009

Tempo bom... não volta mais ...

Direto do túnel do tempo do Behins Brands
Quem não bateu uma bolinha com um tênis Kichute nos anos 70 e 80? Criado pela Alpargatas em 1970, o calçado foi lançado para aproveitar a paixão futebolística que assolava o Brasil por conta do Bicampeonato Mundial de 1962.
Em 15 de junho de 1970, durante a Copa do Mundo do México, o Kichute chegou às lojas e não poderia ter sido em melhor hora. A seleção brasileira de futebol jogava por música e o calçado vendia como água.
Pois bem, a marca Kichute agora vai virar filme.
O filme “Meninos de Kichute”, do diretor Luca Amberg e inspirado no livro homônimo de Márcio Américo, chegará aos cinemas brasileiros em novembro. O longa-metragem conta a história do jovem Beto, um menino de doze anos que mora com seus pais e três irmãos em uma cidade do interior e sonha em ser jogador de futebol.
Na trama, Amberg mostra a vontade de jogar futebol, as partidas do time de Beto contra o bairro vizinho e a relação dele com o pai autoritário e religioso.
O tênis Kichute foi sucesso entre os meninos por mais de 20 anos e chegou a vender em 1978 quase 98 milhões de pares, o que dá a impressionante marca de 10% da população do Brasil na época. Os tênis esportivos mais modernos surgiram nos anos 80 e começaram a escrever o epitáfio do Kichute.
Hoje, o Kichute não vende 200 mil pares por ano e a Alpargatas embora tenha planos de relançar a marca, ainda não o fez.
* tempo bom (tum tum tum) não volta maaaaiiis (tum tum tum)

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Uma missa para o torturador.

Por Lúcia Rodrigues e Tatiana Merlino
para a revista caros amigos
Uma missa para o torturador

Uma coroa de flores com o formato e as cores da bandeira nacional enfeita o altar da igreja Nossa Senhora de Fátima, no bairro do Sumaré, capital paulista. Penduradas nela, pequenas faixas com os dizeres, "ordem e progresso" e "herói nacional". Ao centro, a foto do delegado Sérgio Paranhos Fleury, um dos maiores torturadores da ditadura civil-militar (1964-1985), morto há 30 anos.
Cerca de 70 pessoas, entre parentes, amigos, delegados aposentados e representantes da TFP (Tradição, Família e Propriedade) celebraram na última quarta feira, o aniversário de três décadas de falecimento de Fleury. Entre eles, estava o delegado aposentado Carlos Alberto Augusto, conhecido como Carlinhos Metralha.
Augusto, torturador temido nos porões do regime, integrou a equipe de Fleury e convocou a missa pela internet: "familiares, amigos, ex-policiais do DOPS e informantes contam com sua presença à missa". Ciro Moura, ex-candidato a prefeito, nas últimas eleições, pelo PTC (Partido Trabalhista Cristão), que herdou o número da legenda de Collor, foi o único político a comparecer à cerimônia.
A missa foi celebrada por Frei Yves Terral, que, durante a homília, afirmou que "Fleury teve, há 30 anos, uma feliz ressurreição" e que "estamos reunidos hoje para lembrar sua memória, e não deixar a história morrer".
Durante a cerimônia, que teve início às 19 horas e durou 28 minutos e 45 segundos, o religioso disse frases como: "nós amamos Fleury", "Deus ama Fleury" e "Estamos reunidos para lembrar o ideal do jovem Fleury, lembrar que ele tinha um ideal". Na hora do Pai Nosso, Frei Yves pediu aos presentes que orassem "em nome de Jesus e Fleury".
Devido 'a extensão original da matéria ser longa sou obrigado a postar apenas alguns trechos. Abaixo parte da entrevista das jornalistas acima com o frei Yves Terral.

Tatiana Merlino - O senhor conheceu o delegado Fleury?
Frei Ives Terral
- Não, não. Eu estava na faixa de fronteira. Não conheci nem pelos jornais. Os jornais nem chegavam lá. Quando chegavam, era com atraso e era sinal de que não tinha notícia importante no Brasil. Porque quando tinha notícia importante não sobrava para nós. Agora eu acho bonito que celebrem a memória. Herói é uma palavra carregada de poder.

Lúcia Rodrigues - O senhor acha que ele é uma figura polêmica?
Frei Yves - Está na história. Está na história. Só que é uma história que não é contada, por enquanto. O outro lado foi muito bem contado. Porque estão no poder. São sempre os vencedores que contam a história.

LR - Quem são os vencedores?
Frei Yves - Os vencedores que estão no governo atualmente. No PT. Essa história daquele lado está sendo contada. O outro não está e Deus queira que não seja contada tão cedo.

TM - Deus queira que não seja contada, por quê?
Frei Yves - Porque não está na hora de recomeçar o que foi feito, me parece. Porque estamos numa democracia. Que tem que ser corrigida. Vocês da imprensa sabem muito bem. Vocês embaralham até o Lula.

TM - O senhor sabia que o delegado Fleury era um torturador?
Frei Yves - Eu sabia que era um homem político, que contestava. Que teve uma história não apenas de um simples delegado, mas de uma dimensão política mais forte.

TM - Que era um torturador?
Frei Yves - Sei lá se era torturador.
LR - O senhor não sabia que ele era um torturador?
Frei Yves - Escuta aqui. No Araguaia, por exemplo. O soldado que foi mandado para lá, para restabelecer a ordem. Se matou alguém, ele era um torturador?
LR - O delegado Fleury é um torturador. Existem pessoas que foram torturadas por ele e outras que viram companheiros sendo assassinados no pau-de-arara, inclusive.
Frei Yves - Então precisa de mais reza ainda. Precisa mais de reza do que outros.
LR- Mas o senhor sabia que ele era um torturador?
Frei Yves - Eu sabia o que todo mundo sabe. Agora se vocês falam que ele era um torturador... Eu não sei. Eu não lembro, eu estava no Mato Grosso.
LR - A morte dele saiu na TV.
Frei Yves - Mas você pensa que em Mato Grosso tinha TV?
* para ler a matéria e a entrevista completa, clique aqui

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Ecos do Passado

Fotografia de Raymond Frajmund
Foto publicada no jornal O Estado de S.Paulo em 8 de junho 1960
Titulo:
Casacas no cerrado.
Embaixadores no cerrado tentando achar o caminho da primeira embaixada a inaugurar sua sede em Brasília. Embaixada da Pérsia. A foto faz parte do acervo do Itamaraty.

* esta fui buscar no PicturaPixel


quarta-feira, 16 de julho de 2008

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Reflexão do Dia.

Em tempos politicamente despudorados é sempre bom lembrar das palavras do sempre íntegro, e saudoso, senador Aloysio de Carvalho Filho.


"Democracia não se faz por palavras, mas por ação. Se as palavras não se resolvem em ação, em ação de vigilância pela rigorosa probidade da administração, da austeridade no emprego dos dinheiros públicos, de convocação dos mais capazes para as funções de governo, de estrita subordinação dos critérios políticos 'as normas da moral comum, que os códigos e as leis consubstanciam, pouco importa a ênfase dos conceitos e das promessas, porque de democracia não se trata".

sábado, 7 de junho de 2008

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Ecos do Passado.

Mad Magazine/Revista Mad


Mad é uma tradicional revista de humor note-americana criada por Harvey Kurtzman em 1952 e publicada pela E.C.Comics, a lendária editora de William Gainesque fazia sucesso com revistas de terror como Tales From the Crypt que mais tarde foram proibidas.


Mad, entretanto, tornou-se um sucesso, mesmo após a saída de Kurtzman da revista (ele foi substituído por Al Feldstein). Seu time de colaboradoes era formado, entre outros, por Don Martin, Sergio Aragonés, Mort Drucker e o genial Al JAaffee, criador da famosa Dobradinha Mad.



Alfred E. Neuman, o menino desdentado que aparece em todas as capas, é o símbolo da revista.


Nos EUA, a revista já se aproxima do número 500. No Brasil, Mad foi publicada por três editoras: Vecchi (1974-83), Record (1084-2000> e Mythos (2000-2006). Todas as séries foram editadas por Ota, que esteve ligado à revista desde a primeiríssima edição e se tornou também uma das principais atrações da revista com seu Relatório Ota. Ota editou mais de 300 números da versão brasileira.

Conheçam o Sáite do Ota
cliquem aqui

domingo, 13 de abril de 2008

Ecos do Passado.



George B Shaw // Winston Churchill
(caricaturas de magixi)


Em certa ocasião,

George Bernard Shaw enviou a Winston Churchill
dois ingressos para a estréia
de uma de suas peças com a seguinte mensagem:
"Traga um amigo se voce tiver um".
Churchil respondeu com uma nota dizendo
que não poderia comparecer naquela noite.
"Mas"
ele acrescentou,
"ficarei honrado de comparecer
a uma segunda apresentação,
se houver uma".




Extraído do livro Phrase Book Quatro,
de Roberto Duailibi - pela Editora Mandarim

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Ecos do Passado

"Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava.
Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:
- Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.”

(Clarice Lispector)

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Ecos do Passado


O Monza Clodovil não foi um modelo de série e, sim, lançada uma versão limitada e exclusivamente pela Concessionária Itororó. Era encontrado nas cores ouro, marrom café, azul noturno, vermelho sangue, azul esverdeado e branco perolizado.
Clique aqui e veja mais. Dica do blog Peixe-Palhaço