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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

De um carro da F1 para o ônibus

Do UOL.esporte


Da F1 para o transporte coletivo
Das bancadas de estudos da Fórmula 1 para o transporte coletivo. Assim foi o caminho de um sistema que aproveita a energia gerada nas frenagens de um veículo, economizando combustível, e que está presente já em 500 ônibus na Inglaterra, inclusive nos modelos tradicionais de dois andares.

Uma tecnologia que foi desenvolvida para a Fórmula 1, mas nunca esteve presente em nenhum GP da categoria, está mudando o transporte público na Inglaterra: utilizando o projeto de recuperação de energia da Williams para a temporada de 2009, os ônibus do país têm economizado até 30% de combustível.



A história começou em 2008, quando a F-1 começou a estudar formas de usar energias híbridas em seus motores, com a intenção de se atualizar em relação às tendências da indústria automobilística. Foi então que surgiram os primeiros KERS, sistemas de recuperação da energia cinética gerada pelos freios para impulsionar o carro.

Dois tipos de projetos vieram à tona naquela época: o aproveitamento desta energia por meio de sua transformação em energia elétrica, sistema adotado pela grande maioria das equipes e que acabou sendo o precursor do chamado ERS-K utilizado atualmente, e o uso da energia mecânica, por meio de uma turbina, desenhado exclusivamente pela Williams.

Os engenheiros da equipe britânica, contudo, não conseguiram produzir um sistema leve o bastante para ser usado no carro de Fórmula 1 de modo a ser compensado pela potência extra, e o KERS mecânico acabou sendo abandonado para o uso na categoria.

Sete anos depois, o mesmo sistema já é utilizado em mais de 500 ônibus em circulação na Inglaterra. A experiência começou em 2012, depois que a Williams conseguiu reduzir o peso do sistema para 50kg. "O produto já seria atrativo mesmo se a economia de combustível ficasse entre 10 e 15%", afirmou o diretor de engenharia da empresa Go-Ahead, a maior do setor na Inglaterra, Phil Margrave. "Houve muitas experiências neste sentido no passado, mas os produtos eram muito barulhentos e preocupavam os passageiros."

Além de silencioso e mais leve que os rivais, o sistema desenvolvido pela Williams tem outra qualidade: pode ser instalado em ônibus antigos, enquanto os demais tinham de vir de fábrica.

O sistema utiliza a energia da frenagem para alimentar a turbina, que gira em até 40rpm, impulsionando o motor. "As forças exercidas por um ônibus de 15 toneladas constantemente parando para pegar passageiros são, na verdade, bem similares às de um carro de F-1", explicou Ian Foley, diretor administrativo da Williams Hybrid Power. "Desde o início, identificamos o mercado de ônibus como o ideal para nossa tecnologia, pois ela não faz sentido para carros de rua normais."

Em 2014, a Williams Hybrid Power foi vendida para a GKN Land Systems, especializada em energias renováveis, que tem recebido grande incentivo governamental para aplicar tecnologias desenvolvidas para a Fórmula 1 no transporte público no Reino Unido. O projeto injetou quase 90 milhões de reais nos últimos anos em empresas que estudam a geração de energia híbrida, especialmente para serem usadas em ônibus, com a intenção de economizar pelo menos 25% em combustível em toda a frota que faz o serviço dentro das cidades.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Um monociclo dobrável

Empresa chinesa cria monociclo dobrável



Pensar em alternativas de transporte para o futuro é um dos principais exercícios da indústria ultimamente. Os chineses da Ninebot, uma empresa especializada em veículos inteligentes, apresentaram um projeto um tanto quanto exótico. Trata-se do One e+, um monociclo elétrico, dobrável e portátil. 

O modelo é uma das atrações da Expo Milan, feira de design que acontece este mês em Milão, na Itália, e, apesar do jeito de “engenhoca maluca'', já está à venda do site da empresa por U$ 950, o equivalente a cerca de R$ 3.000 na cotação atual.




A ideia tem uma pegada totalmente urbana. Graças a uma estrutura modular, o piloto pode montar e desmontar o veículo durante as viagens. O monociclo é alimentado por uma bateria ultra fina. O tempo para uma carga completa depende do tipo de carregador, podendo variar entre 30 e 120 minutos. Pesando apenas 14,2 kg, o veículo é feito para rodar em qualquer tipo de terreno, segundo a fabricante. A velocidade máxima é de 22 km/h, tornando o modelo ideal para locomoção em pequenas distâncias.

Fonte  Búfalos

domingo, 20 de setembro de 2015

As vantagens do transporte público sobre o individual


Que as cidades estão entupidas de carros todos sabemos, mas você consegue imaginar como seria o mesmo espaço ocupado apenas com as pessoas que lá transitam sem os automóveis?

Foi o que fez os que participam da iniciativa internacional Soluções Sustentáveis  fotografando o espaço onde viajam 200 pessoas em carros, posteriormente fotografando em separado as mesmas 200 pessoas em um ônibus, num metrô de superfície, em bicicletas e a pé.




Na primeira imagem vemos 200 pessoas em 177 carros em uma rua de Seatle, EUA. E na segunda, as mesmas pessoas sentadas na rua nos dá uma ideia da quantidade de espaço que o tráfego diário de carros ocupa em relação aos poucos usuários. 

Mas o golpe final vem quando vemos essas mesmas pessoas ocupando três ônibus, em bicicletas ou num metrô de superfície.



É definitivamente uma boa maneira de aumentar nossa consciência da utilidade do transporte público.

Temos apenas que melhorá-lo.

Fonte Fogonazos

domingo, 26 de julho de 2015

É em SP mas podia ser aqui, ou ...

Por Luiz Francisco Carvalho Filho, na FOLHA

Grafites de Pedro Sangeon, nas ruas de Brasília

Ladrões de calçada
Juridicamente, o título é impróprio. Ladrão é designação de quem se apropria, com ou sem violência ou ameaça, de coisa móvel e alheia. Calçadas são imóveis, não podem ser objeto dos crimes de roubo e furto. Como também chamamos de ladrão quem desonra bons costumes políticos e administrativos, a imprecisão é tolerável.

A prefeitura surrupia pedaços de calçada para ampliar faixa de asfalto e garantir mais conforto para automóveis, ônibus e, agora, bicicletas. Caiu o muro do cemitério da Consolação em dezembro? Paciência, ergue-se um tapume e a calçada desaparece.

A cidade está repleta de empreendimentos imobiliários que não reservam espaço para o passeio público.

para ver outros grafites sobre GURULINO,
  clique aqui

Empresas concessionárias ou contratadas pela prefeitura deixam buracos e desníveis, serviço porco, além da desconcertante corrupção estética (na avenida São Luís, por exemplo) dos mapas estilizados de São Paulo que enfeitariam o calçamento de pedras portuguesas.

Prefeitos gostam da cidade feia. Não exigem enterramento de fios. Estimulam a multiplicação de postes.

Caminhar é um rali de dificuldades. O pedestre tem de se desvencilhar de valas e degraus, material derrapante, cocô de cachorro, mau cheiro, vendedores ambulantes, gente acampada, mesas e garçons de bares e restaurantes e dos próprios transeuntes que se acotovelam para a travessia de semáforos. De noite, é atingido por holofotes de alerta porque caminhar é muito suspeito.



Quem tem dificuldade física se arrisca pelas ruas e ciclovias: nas calçadas, cadeiras de roda e equipamentos de transporte de deficientes não rodam.

O desleixo oficial conspira contra a lógica urbana, a economia e a saúde pública. Caminhar faz bem. Calçadas amplas, generosas, despoluídas e seguras estimulariam as pessoas a caminhadas diárias e, certamente, reduziriam o tráfego de automóveis nos bairros.

A responsabilidade pela manutenção das calçadas é dos proprietários dos imóveis, mas os prefeitos não fazem a sua parte (alguém já ouviu falar em obra na cidade de São Paulo para a ampliação de calçadas?) e não exercem o poder de fiscalização. Em matéria de calçada, lei é para inglês ver.



As estatísticas assombram: 19,4% dos mortos em acidente no Brasil são pedestres. Levantamento do Hospital das Clínicas indicava, em 2005, o atendimento de 300 vítimas mensais de quedas nas calçadas, que geram despesas com resgate, tratamento médico e indenizações pagas pela prefeitura omissa.

Haddad aponta para a direção correta quando sacrifica o trânsito de automóveis, mas seu programa de ciclovias, que alegra fornecedores de tinta, é feito nas coxas e introduz mais situações de risco para os pedestres paulistanos, sobretudo idosos.

Dinheiro público serve para financiar propaganda política disfarçada, não para campanhas educativas. Em Brasília, pelo menos no Plano Piloto, pedestres têm, sim, preferência. Por que não em São Paulo?



Poderíamos falar mais de governantes que se fantasiam de ciclistas para "humanizar" suas imagens, mas que nunca serão vistos caminhando, ou de urbanistas de meia tigela, que cultuam a mobilidade e deixam a questão das calçadas para depois, mas o espaço da coluna acabou. Danem-se os pedestres.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Metrôs em Xangai, Rio de Janeiro e Salvador

Em 1993 o metrô de Xangai, 2ª maior cidade da China, simplesmente não existia. Hoje tem 439 km e, em 2012, transportou 6,7 milhões de passageiros por dia. Com a construção iniciada em 1993, o metrô de Xangai já tem 15 linhas e mais 3 planejadas até 2020.



O metrô do Rio de Janeiro, que começou a ser construído em 1970 e a ser operado em 1979, passados 35 anos, tem 40.9 Km de extensão, transporta 640 mil passageiros por dia (2011) e tem, no momento, uma estação em construção e outra planejada. Desde 1993 foram inauguradas 12 estações.

Post acima do vespeiro.com

Agora imaginem o metrô de minha sofrida Salvador?

14 anos após o início das obras, a primeira etapa da Linha 1 do metrô de Salvador foi inaugurada oficialmente na manhã de 11JUN2014. A viagem oficial do veículo foi marcada pela presença da presidente Dilma Rousseff, que percorreu 5,6 km no trajeto que envolve as estações do Acesso Norte até o Campo da Pólvora mas se ela pensa que inaugurou...

Não sabe de nada, Inocente!


Há 6 anos atrás, o metrô baiano já havia "inaugurado" com honras...

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Metrô - um pequeno comparativo

Em 1993 o metrô de Xangai, 2ª maior cidade da China, simplesmente não existia. Hoje tem 439 km e, em 2012, transportou 6,7 milhões de passageiros por dia. Com a construção iniciada em 1993, o metrô de Xangai já tem 15 linhas e mais 3 planejadas até 2020.



O metrô do Rio de Janeiro, que começou a ser construído em 1970 e a ser operado em 1979, passados 35 anos, tem 40.9 Km de extensão, transporta 640 mil passageiros por dia (2011) e tem, no momento, uma estação em construção e outra planejada. Desde 1993 foram inauguradas 12 estações.

Post acima do vespeiro.com

Agora imaginem o metrô de minha sofrida Salvador?

14 anos após o início das obras, a primeira etapa da Linha 1 do metrô de Salvador foi inaugurada oficialmente na manhã de 11JUN2014. A viagem oficial do veículo foi marcada pela presença da presidente Dilma Rousseff, que percorreu 5,6 km no trajeto que envolve as estações do Acesso Norte até o Campo da Pólvora.

Não sabe de nada, Inocente!


Há 6 anos atrás, o metrô baiano já havia sido "inaugurado" com honras...

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Ah, esses preços que teimam em decolar...

Por Maria Ines Dolci, em seu  Defesa do Consumidor

Ah, esses preços que teimam em decolar...
Com todo o respeito e sem implicância nenhuma, não vejo claramente o que o comitê interministerial de preços anunciado pelo governo federal poderá fazer para coibir abusos em tarifas aéreas, diárias de hotéis e outros serviços durante a Copa do Mundo de 2014. Afinal, não há como tabelar o que as empresas cobram, admitiu o próprio ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. E os preços já estão acima de qualquer padrão de mercado.

Cardozo falou em acionar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em prol dos direitos dos consumidores. Novamente, não sei por que este órgão faria isso, agora ou nos próximos meses, se deu sinal verde para que a Gol comprasse a Webjet em 2011. E se não reagiu em defesa dos passageiros, um ano depois, quando a Gol anunciou o fim da Webjet, acabando com ex-concorrente que vendia bilhetes aéreos mais baratos.
 
arte de Marco Aurelio


O que motivou a criação do comitê foi a divulgação feita pela Folha de que os bilhetes aéreos no percurso São Paulo – Rio, para o dia 12 de junho de 2014, portanto em plena Copa do Mundo, já custavam, oito meses antes, mais de R$ 2,3 mil. Ora, enquanto houver duopólio neste segmento vital para a economia e o turismo, TAM e Gol continuarão dando as cartas.

Elas são protegidas pela reserva de mercado aéreo (empresas estrangeiras não podem ter mais do que 20% das companhias que atuam nesse segmento no Brasil). Uma medida arcaica, cujo custo é bancado pelos consumidores. A carga tributária que encarece o querosene da aviação, principal insumo da área, também é uma situação que poderia ser enfrentada pelo governo.
Arte de Newton Silva

A Embratur, por outro lado, deveria estar de olho nos hotéis há muito mais tempo. Por que não abrir já uma demanda contra os aumentos desenfreados nas diárias? Falta o que, se já subiram até 500%?

Sinto muito, mas parece mais uma tentativa de dizer, okay, estamos fazendo algo.

A propósito, em qualquer manual básico de economia está escrito que concentração de mercado somada a aumentos de demanda infla os preços. Mas o governo elegeu grupos econômicos para ser ‘campeões’, com injeção de dinheiro público e outros benefícios.

O consumidor não tem nada a ganhar com essa filosofia. Pelo contrário, organizações econômicas hegemônicas decidem preços sem medo de perder mercado, especialmente quando não têm concorrência de grupos internacionais.
 
Arte de Duke

Além disso, soubemos, com anos de antecedência, que sediaríamos a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Por que quase nada foi feito, além de despejar bilhões de reais em estádios? Onde estão as obras de mobilidade? Por que estamos correndo, na última hora, para privatizar a gestão dos aeroportos, se eles já são precários também há vários anos?

Medidas emergenciais são, como diz o nome, para combater crises, emergências. O que é previsível deveria ser enfrentado com planejamento, investimento e ação. Agora, pé no acelerador para tentar minimizar os problemas, quando seria perfeitamente possível fazer as coisas com mais tempo.

O processo de modernização dos aeroportos poderia ter começado em 2005, 2006 ou 2007, quando o cenário mundial era outro, com mais otimismo, crescimento econômico e capital para investimento em infraestrutura. Em 2010, a imagem do Brasil era a de um país que decolava economicamente.
 


Hoje, está difícil até conceder uma rodovia para a iniciativa privada, não somente pela crise que ainda atormenta vastas regiões do mundo, mas também pelo temor da excessiva burocracia e intervencionismo governamental por aqui.

Em resumo, precisamos atacar os gargalos estruturais do Brasil por meio de um processo menos circunstancial e com resultados mais duradouros. De afogadilho, as soluções são menos efetivas, e os custos sociais, financeiros e políticos, sempre maiores. Tenho fé de que um dia aprendamos essa obviedade.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Rotatória para pedestres

Eliminando semáforos



 Imagens do fotógrafo Viktor Lakics

Por e-mail, de Gilvan Q.

Quando muitas vias convergem para – ou partem de – um único ponto da cidade, o trânsito costuma ficar caótico. E a melhor solução que a engenharia apresentou para o problema até hoje foi a rotatória, um recurso que permite os cruzamentos, mas não elimina a bagunça. Pior, dificulta a vida do pedestre, o último a ser notado por motoristas mais preocupados em sair ilesos da roleta.



Mas não no bairro de Pudong, em Xangai, na China. Ali, os pedestres ganharam uma rotatória só para eles: a passarela circular Lujiazui, construída do lado leste do rio Huangpu, na zona econômica e financeira da cidade, cercada por arranha-céus onde não havia nada além de terra há 15 anos.



Suspensa quase 20 metros acima da rua, a ponte permite que os pedestres passem de um lado a outro da rotatória em segurança, desde que estejam dispostos a percorrer o mesmo trajeto circular dos automóveis. De brinde, eles ainda têm a chance de assistir de camarote às confusões em que os motoristas se metem logo abaixo.



A passarela dá acesso ao edifício Oriental Pearl Tower, conectando os prédios de escritórios do centro financeiro das redondezas a áreas de lazer e compras, como shoppings e cafés.



Com 5,5 metros de largura, a ponte permite que 15 pessoas caminhem lado a lado, facilita o acesso aos transportes públicos e ainda é toda iluminada à noite, o que dá um bonito efeito à região. 




Além disso, vãos longos entre colunas também proporcionam agradáveis experiências em relação ao nível da rua, de onde se pode ver a cidade um pouco mais do alto, tornando a rotatória ideal também para passeios turísticos. Estilo Xangai.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Metrô de Estocolmo, Suécia.


O sistema de metrô da cidade de Estocolmo é conhecido como a "mais longa exposição de arte do mundo".



 
 

São cerca de 110 quilometros de túneis com 100 estações das quais 53 se encontram à superfície e 47 debaixo da terra e dentre elas, 90 possuem obras de arte em suas paredes.

 
 
 
 
 
 
 


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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

sábado, 4 de setembro de 2010

A evolução do transporte urbano

Em 1920, era assim...

Drops - Na Índia, há alguns anos...

Na ex-União Soviética chegou a ser assim...




No Egito 'as vezes é assim...

Humortalha - Hoje, numa megalópole! Sampa?

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Inovação em trem-bala chines?

Gilvan Quadros mandou-me um e-mail interessante:
Uma inovação do trem chinês: embarcar e desembarcar do trem bala sem parar.
Não há tempo desperdiçado. O trem-bala está se movendo o tempo todo. Existem 30 estações entre Pequim e Guangzhou, se parar e acelerar de novo em cada estação vai perder energia e tempo.
Uma parada de 5 minutos por estação (passageiros idosos não descem apressadamente) resultará em uma perda total de 5 min x 30 estações ou 2,5 horas de tempo de viagem de comboio!
A idéia é que os passageiros embarquem e desembarquem através de um conector.

Quando o trem chega, ele não vai parar totalmente, ele apenas diminui a velocidade para pegar o conector que já vai estar acima do teto do trem e deixar o conector com os passageiros que querem desembarcar.
É um sistema de rodízio, ou seja, o conetor do embarque passa para o final do trem e será usado na próxima estação como desembarque, enquanto ele pega um outro para o embarque.
Vejam a animação abaixo:



O problema é João Henrique ver esse vídeo e querer trazer para Salvador...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Inaugurado o Metrô de Salvador!

Em tempos de rebolation...

Chega de embromation!

Após 10 anos de enrolação, desvios e desrespeito, a população tomou 'as rédeas do metrô! 'A revelia do prefeito, do governador, e por não dizer? da sanha inauguradora do presiMente Lulla, o cidadão soteropolitano resolveu INAUGURAR o metrô de Salvador!

00:42 seg e com áudio

Colaboração de Marcelo Overbeck