segunda-feira, 11 de maio de 2015
Nova Dilma vem aí
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Wagner inaugura o que, ainda, não existe
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Os tiriricas do PT
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
28.10, acontecerá o maior FACTÓIDE que o Brasil já viu!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Dilma Rousseff, a dama do factóide!
domingo, 6 de setembro de 2009
Blog do Planalto teme o internauta?

Se o recém-inaugurado Blog do Planalto não tem espaço para comentários, então, que outro site faça as honras da democracia: o ‘Blog do Planalto sem .gov’.
O novo site, a bem dizer, é um “clone” que replica o conteúdo do blog original em sua página, mas com a diferença de possuir um espaço de interação entre os usuários. Abaixo
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Droga? Basta uma.
btreina@yahoo.com.br Samba Zero
A primeira reação foi de estupefação; em seguida de incredulidade; depois um sorriso e, por fim, sonoras gargalhadas. Por mais que evite sempre termino na galhofa a apreciação dos acontecimentos emanados pelo governo federal. As coisas são engraçadíssimas! Refiro-me agora à solenidade ocorrida dias atrás, em que foram destinados, via Petrobrás, doze milhões de reais para as escolas de samba do Rio de Janeiro. Da solenidade participaram o metamórfico ambulante Lula, a ítalo-brasileira Mariza e o afro-baiano Gil, além de duas dezenas de engravatados senhores, representantes eméritos dos grêmios recreativos cariocas. Senti falta somente de afro-descendentes do sexo feminino, em sumários trajes e desmedidos saltos, a rebolar as portentosas ancas como sempre ocorre em eventos ligados às escolas de samba.
Seguindo a linha estratégica do governo acredito que temos aí mais um PAC. Desta vez do samba, cuja marca bem poderia ser Samba Zero. O risco é a aceleração do PAC bagunçar o andamento dos desfiles. Não creio muito, eis que seria o único caso de PAC acelerado.
O enredo da dotação intui que com os doze milhões arranjados pelo governo, o crime organizado perderá poder e prestígio nas escolas de samba e por extensão, na sociedade carioca. Isso foi dito em alto e bom som pelo governador Sérgio Cabral, porta voz do encontro, mal terminada a reunião. O bom baiano também se pronunciou, mas de uma forma tão alegórica que entendi somente o a!, ah!, é!, é!, eh!!!!.
Ou é muita incompetência ou uma deslavada jogada eleitoreira.
Doze milhões de reais representam apenas trinta por cento do gasto anual das escolas, sendo que os demais setenta, virão de outras fontes, contraventores e bicheiros incluídos. O governo não sabe, mas quem tem maioria, manda. Quem abastece mais, manda mais. É a lei do mercado. Os bicheiros continuarão dando as cartas. A única diferença é que deixarão de gastar esses doze milhões patrocinados, “inocentemente”, pelo governo. É uma bela compensação pela retirada das máquinas caça-níqueis.
A opção para tamanha incompetência só pode ser a tese de injetar dinheiro com o propósito de angariar, na comunidade do samba, apoios e votos, bem como percentuais de aprovação nas pesquisas de intenção que recomeçam a habitar o cenário político do país e que influenciam, sobremaneira, os eleitores menos esclarecidos e majoritariamente estabelecidos.
A inabilidade da turma do Palácio do Planalto é de rachar corações. O precedente está aberto. As escolas de samba de São Paulo merecem também uma graninha, pois lá, o crime organizado atua forte e em alguns casos, comanda. E o que dizer do Corinthians? Alugado e dirigido pela máfia russa, como desconfia a Polícia Federal, o time do presidente terá que ser objeto de profundas injeções de recursos governamentais, no mínimo, para se fazer justiça com a “galera”, formada principalmente, por órfãos do estado. Justiça mais que social, daquelas que tanto gosta o transmudador ambulante Lula, pela profusão de votos que rende.
Sugiro que o governo patrocine e organize, via empresas públicas e agências de publicidade, (onde detem, com Duda e Valério, comprovado “know-how”) festas “rave” e bailes “funks” de forma a reverter a influência do crime organizado nessas paragens, reduzindo, até a extinção, o consumo de “ectasy”, cocaína e outras drogas menos votadas. Tenho até um “slogan” que cedo aos “marqueteiros” de plantão:
Droga? Basta uma.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Trem - Bala
Artigo escrito por André Carvalho (*).
Estivesse a glamurosa e excelentíssima ministra Marta Suplicy no trem carioca com destino ao porto e, certamente, teria gritado “deita e reza” ao invés do famoso “relaxa e goza” aeroportuário.
Passado o susto, verificada a ausência de mortos e feridos, o trágico se reveste de uma comicidade fenomenal. Para o cidadão comum, cariocas à frente, tão vilipendiados em sua capacidade de ir e vir, quando não, de existir, foi refrescante ver autoridades estaduais e federais, ministros inclusive, se atirando ao chão, embaixo de cadeiras e mesas, cobrindo a cabeça para escapar das balas e mostrando caras assustadas e medrosas.
Para os governos e governantes poderia ser didático, mas não foi. A capacidade cognitiva do atual governo não passa de sofrível, como bem sabemos.
O fato é que as imagens mostradas pela televisão nos remetem aos sucessos da Hollywood de quarenta, cinqüenta anos atrás, em que trens repletos de figuras importantes, damas da sociedade, prostitutas e malotes pagadores, eram assaltados por índios ou bandidos de todos os naipes. Aí, ao contrário da realidade carioca, entrava em ação o xerife e resolvia a parada.
As reminiscências acima reproduzem fatos ocorridos por volta de 1800, 1830, ou seja, há duzentos anos. Como estamos atrasados em relação aos ianques imperialistas! Por mais que o ministro Lampreia não queira, estamos na rabeira dos Estados Unidos da América. Somente agora, duzentos anos após, conseguimos dar tiro em trem.
É muito legal ouvir as justificativas e imaginar outras, possíveis, para o faroeste tupiniquim, tanto quanto é divertido comentá-las:
O ministro dos Portos (com “t” e não “c”) declarou saber da periculosidade do passeio, alertado que foi, por um “mangangão” do governo estadual. Assim mesmo, resolveu participar da trilha, porque, como disse, “a imprensa já estava convocada para cobrir o evento”.
Entendo! Mata-se, mente-se e morre, para manter a mais verdadeira das mentiras: o país vai bem.
“Eisperrrrrrrto” foi o governador carioca, que, avisado do risco pelo mesmo “mangangão”, seu subalterno, arrumou outro compromisso e fugiu dos trilhos assassinos da sua cidade maravilhosa.
Já o ministro das Cidades, que atende pelo sobrenome Fortes, declarou não ter qualquer problema em enfrentar situações de risco. Acrescentou, com orgulho, que é carioca, como se isso correspondesse a um phd destacado no cabeçalho do “curriculum” e que vai às ruas, favelas inclusive, sem segurança alguma. O que faz o “apagado” ministro das Cidades nas “iluminadas” favelas deste país? Perguntar não ofende.
Mantega calou-se, mas não seria de todo estranho se creditasse a saraivada de balas à exuberância da economia do país. Com mais dinheiro no bolso, a bandidagem vem comprando mais armas e munição. É o preço a pagar por este “explosivo” crescimento brasileiro.
Tarso Genro, da Justiça, assegurou (assegurar é sempre dúbio nesse governo) que as balas indicam uma reação dos traficantes ao incremento das ações de repressão da força nacional. Cabe lembrar, como adendo, que a força nacional estacionada no Rio de Janeiro, formada por mil e duzentos homens, não vem recebendo as diárias, como é dever do Estado, e vive na mais profunda penúria, sem dispor, nem mesmo, de alojamento condizente a soldados em campos de guerra. Em nome da ética, vale lembrar que, diferentemente do que disseram os petistas na campanha da reeleição, os ataques do pcc em São Paulo, também foram uma reação a ações governamentais, no caso, da Policia de São Paulo, no governo Alckmim.
O presidente da república, viajando pelos países nórdicos, no interesse maior de superar, quantitativamente, as viagens de FHC, pouco ou nada falou, o que não é usual. Estava vendendo nosso bio-diesel na Suécia e na Finlândia quando poderia estar comprando manuais de conduta ética. Lá, no frio intenso, andou de ônibus. Duvido que aqui, no calor das balas, ande de trem.
Oh! Gil. Seu Expresso 2222, (melhor compreendido após um “tapa” na mercadoria dos traficantes atiradores) manterá a atualidade, com pequeníssimas adaptações; talvez, Expresso Calibre 22, 22.
Um fato é inegável: O PAC – Programa de Aceleração do Crescimento produziu, como diz um querido amigo brasiliense, seu primeiro grande resultado: o Brasil já tem seu trem - bala.
Rá tá ta, tá tá.
Brasil, um país de todos nós AQUI.



