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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Nova Dilma vem aí

Direto do Diário do Poder


Força tarefa de marqueteiros cria "nova Dilma"
O ministro Edinho Silva (Comunicação Social) deu a ordem às agências de propaganda a serviço do governo para bancar um esquema paralelo para atuar nas redes sociais e fornecer ideias de factóides para tentar salvar a imagem deteriorada da presidente Dilma. A “força tarefa” já começou a funcionar em dois andares (ou “pétalas”) do Edifício Varig, um dos mais caros da região central de Brasília.




A “frente de marqueteiros” já desenvolve campanhas, peças, vídeos e textos para a “nova Dilma”. Nós pagamos a conta.

Agências de comunicação como a Click/Isobar e Agência 3 colocaram à disposição espaços para a “força tarefa” de salvamento de Dilma.

Sites oficiais do governo, como o Portal Brasil, devem se concentrar em materiais específicos para internet, como vídeos curtos e “memes”.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Wagner inaugura o que, ainda, não existe

PT na BAHIA - Até parece o cemitério de Sucupira!

Inaugurado na última sexta-feira (26) pelo governador Jaques Wagner, o Centro de Economia Popular de Vitória da Conquista ainda não começou a funcionar.



 “O papel da Prefeitura agora é abrir uma licitação para escolher uma empresa do ramo de administração de centrais como em Salvador tem a Ceasa do Rio Vermelho, empresa que tem toda experiência, e nós vamos abrir a licitação pra uma empresa administrar, pra não ficar a administração direta da Prefeitura. Também não pode ficar com um empreendimento desse tamanho sem nenhuma administração”, disse o prefeito da cidade, Guilherme Menezes (PT), que não especificou a data de início da operação do shopping popular, projeto para funcionar na área onde havia um mercado informal conhecido como "Feira do Paraguai".

 A entrega do equipamento foi alvo de críticas do líder de oposição da Câmara de Vereadores do município, Arlindo Rebouças (Pros).

 “Quem inaugura escola é aluno, quem inaugura açude é água. Como é que inaugura uma coisa que ainda vai entregar? O governador vem com uma comitiva inaugurar uma coisa que não entregou? Que negócio é esse? Eu não entendi. Alguém pode me explicar? É a primeira vez que estou vendo. Inaugurar por quê?", questionou.

By Facebook


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Os tiriricas do PT

Os petistas gostam de se repetir nas agressões que espalham por aí a torto e a direito:



Outro dia, o Blog da Dilma chamou os paulistas de bestas e agora demonstram que acham o mesmo dos piauienses e paraibanos pois levaram os ex-jogadores Romário e Marcelinho Carioca,  para tirar fotos com os governadores (PSB/partido aliado) em eleição para o 2º turno e por tabela, angariar  votos para a petista.

Aliás, o Marcelinho Carioca foi um jogador conhecido no meio esportivo como falso, traíra, curiosamente a mesma  expressão usada no mesmo blog da Dilma contra Marina Silva na véspera das eleições no 1º turno.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

28.10, acontecerá o maior FACTÓIDE que o Brasil já viu!

Nunca antes na história dessepaiz  existiu ou existirá um FACTÓIDE dessa grandeza, pois segundo o site de claudio humberto , para este "grandioso" acontecimento serão usados 4 navios e 6 helicópteros da Marinha pelo cabo eleitoral/presiMente na visita ao “campo petrolífero” de Tupi, para discursos em defesa do pré-sal e para insinuar que o candidato do PSDB, José Serra, ameaça “privatizar a Petrobras”.

Por razões de segurança, como o campo de Tupi fica em alto mar, a 155 milhas da costa, haverá um navio a cada 50 milhas, e cada um deles terá um helicóptero, para eventual emergência.


Um dos navios mobilizados no factóide de Lula servirá de heliporto alternativo e também como base de reabastecimento de helicópteros.

Um helicóptero será usado apenas para transportar 14 jornalistas. Afinal, o factóide será produzido para que eles o documentem.

A comitiva de Lula, incluindo seguranças, seguirá em outro helicóptero. Há tensão no comando da Marinha: oficiais temem que algo dê errado (será que conhecem a Lei de Murphy?).

O governo não divulgou o custo da mobilização de quatro navios e seis helicópteros, incluindo combustíveis e diárias, no factoide em alto mar.


Imaginem o custo dessa brincadeira. Chuvas torrenciais serão bem vindas.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Dilma Rousseff, a dama do factóide!

Dilma NÃO !! Vote Serra45

Factoide  é um fato divulgado com sensacionalismo. Pode ser verdadeiro ou não. Trata-se também de propaganda política mal intencionada.

O propósito de um factóide é gerar deliberadamente um impacto diante da opinião pública de forma à manipulá-la de acordo com as aspirações de poderosos grupos que se utilizam de sua influência na mídia. Estes, em alguns casos estão, ou aspiram ao poder






domingo, 6 de setembro de 2009

Blog do Planalto teme o internauta?






Se o recém-inaugurado Blog do Planalto não tem espaço para comentários, então, que outro site faça as honras da democracia: o ‘Blog do Planalto sem .gov’.
O novo site, a bem dizer, é um “clone” que replica o conteúdo do blog original em sua página, mas com a diferença de possuir um espaço de interação entre os usuários. Abaixo
de cada postagem, há a opção de comentá-la, sem processo de aprovação.
As mensagens, os textos, os vídeos e até mesmo as “missões” são idênticos na original e na cópia. A única diferença, além do endereço, está no layout e na disposição dos elementos, que no ‘genérico’ são, ao menos por enquanto, um pouco mais simples.
Depois de uma turbulenta estréia na última segunda, o Blog do Planalto (o verdadeiro, com ´.gov’) esteve inacessível durante algumas horas por subestimar a quantidade de visitas que receberia. A equipe se preparava para seis mil visitas simultâneas, porém, logo pela manhã, o site caiu ao receber dez mil acessos ao mesmo tempo.
No dia do lançamento, por Twitter e outras páginas da rede, muitos usuários reclamaram da decisão da equipe do Governo Federal em não permitir a inserção de comentários em cada postagem. O “clone” parece ser uma resposta a isso.
Será que é o medo do Franklin Martins e cia do que o brasileiro que não é petista, sarneysista, collorista, nem beija-mão do indefecável iria postar?

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Droga? Basta uma.

Escrito por André Carvalho, em 14 de dezembro de 2007
btreina@yahoo.com.br
Samba Zero

A primeira reação foi de estupefação; em seguida de incredulidade; depois um sorriso e, por fim, sonoras gargalhadas. Por mais que evite sempre termino na galhofa a apreciação dos acontecimentos emanados pelo governo federal. As coisas são engraçadíssimas! Refiro-me agora à solenidade ocorrida dias atrás, em que foram destinados, via Petrobrás, doze milhões de reais para as escolas de samba do Rio de Janeiro. Da solenidade participaram o metamórfico ambulante Lula, a ítalo-brasileira Mariza e o afro-baiano Gil, além de duas dezenas de engravatados senhores, representantes eméritos dos grêmios recreativos cariocas. Senti falta somente de afro-descendentes do sexo feminino, em sumários trajes e desmedidos saltos, a rebolar as portentosas ancas como sempre ocorre em eventos ligados às escolas de samba.

Seguindo a linha estratégica do governo acredito que temos aí mais um PAC. Desta vez do samba, cuja marca bem poderia ser Samba Zero. O risco é a aceleração do PAC bagunçar o andamento dos desfiles. Não creio muito, eis que seria o único caso de PAC acelerado.

O enredo da dotação intui que com os doze milhões arranjados pelo governo, o crime organizado perderá poder e prestígio nas escolas de samba e por extensão, na sociedade carioca. Isso foi dito em alto e bom som pelo governador Sérgio Cabral, porta voz do encontro, mal terminada a reunião. O bom baiano também se pronunciou, mas de uma forma tão alegórica que entendi somente o a!, ah!, é!, é!, eh!!!!.

Ou é muita incompetência ou uma deslavada jogada eleitoreira.

Doze milhões de reais representam apenas trinta por cento do gasto anual das escolas, sendo que os demais setenta, virão de outras fontes, contraventores e bicheiros incluídos. O governo não sabe, mas quem tem maioria, manda. Quem abastece mais, manda mais. É a lei do mercado. Os bicheiros continuarão dando as cartas. A única diferença é que deixarão de gastar esses doze milhões patrocinados, “inocentemente”, pelo governo. É uma bela compensação pela retirada das máquinas caça-níqueis.

A opção para tamanha incompetência só pode ser a tese de injetar dinheiro com o propósito de angariar, na comunidade do samba, apoios e votos, bem como percentuais de aprovação nas pesquisas de intenção que recomeçam a habitar o cenário político do país e que influenciam, sobremaneira, os eleitores menos esclarecidos e majoritariamente estabelecidos.

A inabilidade da turma do Palácio do Planalto é de rachar corações. O precedente está aberto. As escolas de samba de São Paulo merecem também uma graninha, pois lá, o crime organizado atua forte e em alguns casos, comanda. E o que dizer do Corinthians? Alugado e dirigido pela máfia russa, como desconfia a Polícia Federal, o time do presidente terá que ser objeto de profundas injeções de recursos governamentais, no mínimo, para se fazer justiça com a “galera”, formada principalmente, por órfãos do estado. Justiça mais que social, daquelas que tanto gosta o transmudador ambulante Lula, pela profusão de votos que rende.

Sugiro que o governo patrocine e organize, via empresas públicas e agências de publicidade, (onde detem, com Duda e Valério, comprovado “know-how”) festas “rave” e bailes “funks” de forma a reverter a influência do crime organizado nessas paragens, reduzindo, até a extinção, o consumo de “ectasy”, cocaína e outras drogas menos votadas. Tenho até um “slogan” que cedo aos “marqueteiros” de plantão:

Droga? Basta uma.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Trem - Bala

Artigo escrito por André Carvalho (*).

Estivesse a glamurosa e excelentíssima ministra Marta Suplicy no trem carioca com destino ao porto e, certamente, teria gritado “deita e reza” ao invés do famoso “relaxa e goza” aeroportuário.

Passado o susto, verificada a ausência de mortos e feridos, o trágico se reveste de uma comicidade fenomenal. Para o cidadão comum, cariocas à frente, tão vilipendiados em sua capacidade de ir e vir, quando não, de existir, foi refrescante ver autoridades estaduais e federais, ministros inclusive, se atirando ao chão, embaixo de cadeiras e mesas, cobrindo a cabeça para escapar das balas e mostrando caras assustadas e medrosas.

Para os governos e governantes poderia ser didático, mas não foi. A capacidade cognitiva do atual governo não passa de sofrível, como bem sabemos.

O fato é que as imagens mostradas pela televisão nos remetem aos sucessos da Hollywood de quarenta, cinqüenta anos atrás, em que trens repletos de figuras importantes, damas da sociedade, prostitutas e malotes pagadores, eram assaltados por índios ou bandidos de todos os naipes. Aí, ao contrário da realidade carioca, entrava em ação o xerife e resolvia a parada.

Billiy Anderson, Gary Cooper, John Wayne, etc, em qualquer dos lados que atuassem - bandidos ou mocinhos - disparavam balas aos quatro quadrantes e acabavam por protagonizar a excelência nas artes cinematográficas e a garantia da diversão completa.
Através daquelas imagens o mundo tomou conhecimento da saga do desbravamento do oeste americano, da existência dos índios Sauks, Cherokee, Moicanos e Comanches e de estradas de ferro como a Mississipi Missouri e Baltimore. Vimos a luta de um povo para construir uma nação, sempre enfatizando a vitória do bem sobre o mau. Os filmes tinham finais apoteóticos, eis que os mocinhos eram sempre mais inteligentes e preparados do que os bandidos.
Como os tempos mudaram!

As reminiscências acima reproduzem fatos ocorridos por volta de 1800, 1830, ou seja, há duzentos anos. Como estamos atrasados em relação aos ianques imperialistas! Por mais que o ministro Lampreia não queira, estamos na rabeira dos Estados Unidos da América. Somente agora, duzentos anos após, conseguimos dar tiro em trem.

É muito legal ouvir as justificativas e imaginar outras, possíveis, para o faroeste tupiniquim, tanto quanto é divertido comentá-las:

O ministro dos Portos (com “t” e não “c”) declarou saber da periculosidade do passeio, alertado que foi, por um “mangangão” do governo estadual. Assim mesmo, resolveu participar da trilha, porque, como disse, “a imprensa já estava convocada para cobrir o evento”.

Entendo! Mata-se, mente-se e morre, para manter a mais verdadeira das mentiras: o país vai bem.

Eisperrrrrrrto” foi o governador carioca, que, avisado do risco pelo mesmo “mangangão”, seu subalterno, arrumou outro compromisso e fugiu dos trilhos assassinos da sua cidade maravilhosa.

Já o ministro das Cidades, que atende pelo sobrenome Fortes, declarou não ter qualquer problema em enfrentar situações de risco. Acrescentou, com orgulho, que é carioca, como se isso correspondesse a um phd destacado no cabeçalho do “curriculum” e que vai às ruas, favelas inclusive, sem segurança alguma. O que faz o “apagado” ministro das Cidades nas “iluminadas” favelas deste país? Perguntar não ofende.

Mantega calou-se, mas não seria de todo estranho se creditasse a saraivada de balas à exuberância da economia do país. Com mais dinheiro no bolso, a bandidagem vem comprando mais armas e munição. É o preço a pagar por este “explosivo” crescimento brasileiro.

Tarso Genro, da Justiça, assegurou (assegurar é sempre dúbio nesse governo) que as balas indicam uma reação dos traficantes ao incremento das ações de repressão da força nacional. Cabe lembrar, como adendo, que a força nacional estacionada no Rio de Janeiro, formada por mil e duzentos homens, não vem recebendo as diárias, como é dever do Estado, e vive na mais profunda penúria, sem dispor, nem mesmo, de alojamento condizente a soldados em campos de guerra. Em nome da ética, vale lembrar que, diferentemente do que disseram os petistas na campanha da reeleição, os ataques do pcc em São Paulo, também foram uma reação a ações governamentais, no caso, da Policia de São Paulo, no governo Alckmim.

O presidente da república, viajando pelos países nórdicos, no interesse maior de superar, quantitativamente, as viagens de FHC, pouco ou nada falou, o que não é usual. Estava vendendo nosso bio-diesel na Suécia e na Finlândia quando poderia estar comprando manuais de conduta ética. Lá, no frio intenso, andou de ônibus. Duvido que aqui, no calor das balas, ande de trem.

Oh! Gil. Seu Expresso 2222, (melhor compreendido após um “tapa” na mercadoria dos traficantes atiradores) manterá a atualidade, com pequeníssimas adaptações; talvez, Expresso Calibre 22, 22.

Um fato é inegável: O PAC – Programa de Aceleração do Crescimento produziu, como diz um querido amigo brasiliense, seu primeiro grande resultado: o Brasil já tem seu trem - bala.
Rá tá ta, tá tá.

Brasil, um país de todos nós AQUI.