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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Começou o toma-lá-dá-cá!

Direto do FOLHA.UOL

Entre os processos cuja relatoria Luiz Fachin herdará de Ricardo Lewandowski está a denúncia contra Renan Calheiros (PMDB-AL) por peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso. O ex-procurador-geral da República Roberto Gurgel denunciou o presidente do Senado em 2013, no inquérito que apura se ele usou dinheiro de empreiteira para pagar pensão a uma filha que teve fora do casamento. Renan comandou a tentativa de derrubar Fachin no plenário nesta terça-feira.

Arte de FAUSTO


Fachin ficará com o acervo de Lewandowski, que está na presidência. O de Joaquim Barbosa, que o advogado gaúcho substituirá, foi assumido por Luís Barroso. Fachin assumirá cerca de 1.000 processo, um dos menores passivos da corte.

A despeito da ação de Renan contra ele, o novo ministro do Supremo adotou, logo depois da confirmação de seu nome, discurso de conciliação. Afirmou que o presidente do Senado foi “neutro” na condução de seu processo de escolha.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Troca troca em Brasília

Direto da VEJA.com
Por Laryssa Borges, de Brasília


Ex-ministro do Turismo vira chefe de gabinete de Renan
O ministro demissionário do Turismo, Vinicius Lages, foi nomeado nesta quinta-feira novo chefe de gabinete do presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL).

Afilhado político do peemedebista, Lages foi alocado no Senado após a presidente Dilma Rousseff ter escolhido o ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) para a pasta. 


Arte de MARIOSAN


Para não tentar comprar briga com Renan, o governo chegou a cogitar que Lages ocupasse cargos na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) ou na Transpetro, subsidiária da Petrobras. 

A decisão de Renan Calheiros de não aceitar nenhuma das propostas acendeu sinal de alerta no Palácio do Planalto, que teme agora que o senador resolva se vingar na sabatina do jurista Luiz Edson Fachin, indicado para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Por Laryssa Borges, de Brasília)

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Renan para Presidente da República.

Escrito por Rosenwal Ferreira. Via e-mail.

Todos os jornalistas respeitados, e me atrevo a dizer que sou um deles, são vítimas de uma
angustiante pergunta: "Quem você considera como excelente candidato a Presidente da República?" A resposta é um labirinto no mais absoluto estilo "decifra-me ou te devoro". Como se trata de 'política, particularmente em terras brasileiras, a solução que parece lógica num dia se transforma em monumental problema no outro.


Entretanto, quem diria, pela primeira vez em trinta e três anos de profissão estou certo de que
encontrei o cidadão perfeito para exercer o cargo de comandante mor da nação. Não exito (sic)em afirmar que Renan Calheiros deve ocupar o trono e se encastelar no Palácio do Planalto. O sujeitinho provou ser a essência do que existe de mais perfeito em Brasília. Poderá exercer o poder com a firmeza dos generais, sem que ninguém perceba que se trata de uma ditadura.


Renan para Presidente. Por que não? Ele venceu tudo e a todos. Encurralou o atual presidente da República sem que nenhuma testemunha possa dizer que tática usou. Em sessão pra lá de secreta colocou todos os senadores sentados no rabo de suas insignificâncias. Barrou membros da Câmara Federal, ignorou ordens do Judiciário, enquadrou a imprensa, mandou a própria mulher calar a boca e se contentar que ele tenha uma amante que saiu na Playboy e, ainda or cima, promete vingança a granel.


Renan Calheiros mandou às favas o ditado que diz que ninguém é perfeito. Mostrou e demonstrou que ele beira o máximo de excelência. Se topar a empreitada, decidindo tomar conta do Brasil da mesma forma que defendeu a honra de cangaceiro nordestino, não tem para ninguém!


Eu voto nele. O macho de alagoas entende de banditismo e ganha no terreiro dos gângsteres. Já
pensaram um cidadão desses do nosso lado? Será o nirvana. Tomara que ele consiga se manter no cargo, quem sabe transformando-se em Presidente vitalício do Senado, e fique tão rico que possa comprar uma eleição presidencial.


Ninguém conhece os bastidores como Renan! Enganá-lo será impossível. Ao contrário de Lula, que nunca sabe de coisa alguma, Renan Calheiros poderá prever até o futuro.


Até gente como George W. Bush, Hugo Chaves e outros bagres do cenário internacional terão
de se curvar frente ao tubarão de Alagoas. A maldita imprensa, que teima e não se cala nem frente a propinas grossas, será lacrada.


Ele poderá ofertar amantes para todos, cerveja Schincariol de graça, lobistas de empreiteiras
poderão realizar festas nababescas nas rampas palacianas. Heloisa Helena será enforcada em praça pública. Mercadante convidado a Ministro da Fazenda, Ideli Salvatti coroada como rainha. O Brasil será um eterno carnaval!


Jornalistas da Veja, Estadão, Folha de São Paulo O Globo, Jornal Nacional e toda a arraia miúda
como eu vão acabar nas masmorras, e o povo será feliz. Mazelas só existem porque alguns pulhas divulgam.


Nenhum cidadão levou tão a sério quanto ele o bordão do PT "sem medo de ser feliz". Escrevo tudo isso na esperança de ser poupado. Como fui o primeiro a lançar sua candidatura - e dizem que Renan nunca esquece um favor - posso ser apenas deportado. Rogo a Deus que não seja para Cuba nem Venezuela. Pode ser para Guiné Bissau ou Albânia. Afinal de contas, pouquíssimos lugares são piores do que a nação que transformou a falta de vergonha numa regra e a honestidade numa exceção !!!


(*) Rosenwal Ferreira é jornalista e publicitário. Colaboração de Carlos Michelli.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Aos que se abstiveram

Senador Artur Virgílio: “Eu não esperava que seis pessoas cometessem o exercício pornográfico de safadeza cívica de votar pela abstenção.Eu não consigo achar respeitáveis as seis pessoas do voto safado da abstenção. Não venham me dizer que não tinham opinião formada.”
Senador Gerson Camata: "Gay cívico é o senador que não vota nem sim, nem não."

Vergonha Nacional

(Angeli)

Transcrevendo: É preciso coragem para tanta covardia.

Escrito por Augusto Nunes, para o JB online

O senador Aloizio Mercadante anda ruim da vista desde a campanha eleitoral de 2006. Candidato do PT ao governo de São Paulo, continua jurando, contra todas as evidências, não ter enxergado a movimentação do bando de aloprados que, a centímetros do bigode, negociavam a compra de um dossiê fraudado para prejudicar o oponente José Serra.
Na quarta-feira, ao explicar por que optara pela abstenção no julgamento de Renan Calheiros, Mercadante voltou a candidatar-se a uma longa temporada no Instituto Benjamin Constant. Nestes últimos 100 dias, desabaram sobre o delinqüente montanhas de provas com suficiente consistência para que Renan troque a cadeira de presidente pelo colchão de um catre. Mercadante não enxergou nenhuma.

"Achei melhor esperar o fim das investigações", recitou, sem ficar ruborizado. Antes de virar estafeta de Lula, ele não precisava de provas, sequer de indícios, para decidir que um adversário inocente era culpado. Nesta semana, voltou a bancar o míope para liderar o bloco da abstenção na mais obscena das sessões - e livrar da punição merecidíssima o parceiro bandido. É preciso coragem para tanta covardia.
Quase quatro meses depois de iniciada a procissão de bandalheiras protagonizadas por Renan Calheiros, só podem invocar o benefício da dúvida senadores pertencentes a uma de três subespécies: os cretinos fundamentais, os idiotas uterinos e os imbecis irremissíveis. Mercadante não se enquadra em nenhuma delas. Ele sabe que Renan merece a cassação. Entrou na luta para absolvê-lo porque o chefe Lula mandou.

Dúvidas reais recomendam reflexões solitárias e silenciosas. Dúvidas imaginárias, como as simuladas por Mercadante, convidam a movimentos nas sombras. Durante a sessão, o hesitante profissional procurou colegas já resolvidos a condenar o réu. Em vez de ouvi-los, tentou convencê-los a ficar em dúvida também. Ajudou a salvar Renan. Mas assassinou o próprio passado político. E pode ter ferido de morte o futuro.

Vergonha Nacional

(Spon Holz)

Transcrevendo: Os Peixes da República

Escrito por Ralph J. Hofmann, para o blog Prosa e Política,
Proponho aqui que até novas considerações os membros do legislativo brasileiro sejam conhecidos por Lúcios. Isto à primeira vista não faz nenhum sentido. Por que Lúcio?Mas há bons motivos. Primeiro há as Catilinárias: “Até quando, Lúcio Catilina abusarás de nossa paciência?”.
Vejam abaixo como isto se passa em Roma, vejam o contexto da fala do Cônsul Cícero: “Andavam muito confusas as coisas em Roma, legalidade e ilegalidade, senadores e bandidos políticos, o saudável e o doente, a pátria e seus traidores, os bons e os malvados pareciam andar juntos, misturados. Era a hora de por um fim naquele caos e naquele conúbio entre a moralidade e a imoralidade, de por as coisas no seu devido lugar. O conspirador, se solto e fora da cidade, como um imã, atrairia para si os pérfidos e os malfeitores, os parricidas e os latrocidas, enquanto a República teria como seu escudo os cidadãos honestos e íntegros. Tudo então se acertaria: os bons contra os maus. A República estaria salva e o senado recomposto. O motor da conjura banido ou morto”.
Mas há mais um contexto pedindo tal apelido. O Lúcio é um voraz e agressivo peixe de água doce. Um “trairão”. Nossos filhos ao pressentirem um traidor nos seus folguedos o chamam de “traíra”. A traíra como a maioria dos peixes de água doce é escorregadia, difícil de pegar, difícil de fixar num lugar. Lisa.
Além disto, todos os anos, na páscoa, no interior de Santa Catarina esvaziam os açudes, salvam as tilápias e abatem as traíras. Mas inevitavelmente o ano seguinte há novamente traíras no açude. Elas sempre voltam. São verdadeira infestação. Há alguma dúvida sobre os Lúcios que infestam as águas de nosso legislativo?
Como dizia Cícero, misturados “o saudável e o doente, a pátria e seus traidores” – “A República estaria salva e o senado recomposto. O motor da conjura banido ou morto”.

Vergonha


quinta-feira, 13 de setembro de 2007

José Dirceu e a mídia no caso Renan.

artigo escrito por Josias de Souza em seu blog:

"O réu José Dirceu acompanha com vivo interesse o desenrolar do Renangate. Nesta quinta-feira (13), o ex-chefão da Casa Civil comentou em seu blog a “absolvição” do Senado. O que mais lhe chamou a atenção não foi a recusa dos senadores de passar o mandato do colega na lâmina. Não, não, claro que não.

O que causa incômodo a Dirceu é a “reação dos grandes jornais e articulistas”. Sim, sim, isso mesmo. É contra os meios de comunicação e os repórteres que se insurge a pena do companheiro-cassado. “Eles não aceitam a decisão soberana do plenário do Senado. Estão indignados”, anota.

Como se sabe, ao transgredir a ética e o decoro parlamentar, Renan Calheiros virou o transatlântico do Senado de ponta-cabeça. E o que faz José Dirceu? O chefe da “quadrilha” reclama do mar.

“Alguns jornais e revistas hoje são panfletos políticos, as manchetes de primeira página já vêm carregadas de opinião”, queixa-se o primeiro-investigado. “Imagine se o STF tivesse rejeitado a denúncia do Ministério Público, ainda que para alguns acusados. Seria execrado pela mídia, como, agora, o está sendo o Senado”.

É curioso notar o desprezo de José Dirceu com o que resta de sua biografia. Desde que foi proibido de disputar eleições, o tempo já não existe para ele. Para Dirceu, só há o passar do tempo. Ou, por outra, o tempo de Dirceu não passa mais. Já passou.

No passado, quando Dirceu ainda tinha futuro, José Dirceu costumava servir-se da mídia para confrontar os que aviltavam a ética. No presente, ele dedica-se a cuspir nos pratos do pretérito. Antes, o camarada pegava em armas contra o regime que eliminava adversários e cerceava o direito à informação. Hoje, ele dedica-se a matar o tempo.

O Fluxograma de Renan Avacalheiros

* dica: blog do Ronald

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Por que Renan será absolvido com louvor

*escrito pelo jornalista José Negreiros, e postado no Blog do Noblat nesta terça, 11.09

A pergunta que se deveria fazer à senadora Ideli Salvatti não é nenhuma das que fez Noblat, e sim:
A sra. teme que o PT seja ‘responsabilizado’ por eventual absolvição do senador Renan porque essa seria uma decisão impopular, uma vez que está demonstrado que ele é culpado? O seu temor significa que a sra. admite essa culpa?”.
Para os que a desconhecem, a frase de Ideli postada no blog e reproduzida no Jornal Nacional é: “Não é justo responsabilizar apenas o PT (por eventual absolvição), porque vai ter divisão de votos em todos os partidos”.
Se tivesse certeza de que o PT votará pela cassação, que é a única alternativa do eleitor bem informado, por que Ideli precisaria de habeas corpus preventivo?
A declaração é uma resposta ao jornalista André Petry, que escreveu na revista Veja: “Se eles – Mercadante, Tião Viana, Ideli Salvatti e Paulo Paim – decidirem pela cassação, e mais três indecisos de quaisquer outras legendas fizerem o mesmo, Renan será banido da política até 2018”.
Na verdade, Ideli não está incluída nos seis votos esperados do PT. Os seis votos esperados do PT são: Delcídio Amaral, Eduardo Suplicy, Paulo Paim, Agusto Botelho, Tião Viana e Aloísio Mercadante. Supõe-se que DEM, PSDB, PMDB, PDT, PSB e PSOL darão 33 votos para a cassação. Com os seis do PT, somarão 39. Faltarão dois para os 41 necessários.
O correto, então, seria dizer: “Se esses seis decidirem pela cassação, e mais dois indecisos do PT, ou de quaisquer outras legendas, fizerem o mesmo, Renan será banido da política até 2018”.
Os dois indecisos do PT seriam Flavio Arns?... Serys Slhessarenko?
Esse é o cenário otimista, mas a realidade me aconselha a apostar na absolvição de Renan. Explico.

Nos últimos episódios de políticos envolvidos com corrupção, os indiciados escaparam:

1) a maioria esmagadora dos deputados mensaleiros, com aval dos eleitores que os mandaram de volta para a Câmara;

2) Gim Argelo, graças a Renan, que pagou antecipadamente o voto que o “senador” brasiliense lhe dará amanhã;

3) os mensaleiros do PT colocados no banco dos réus pelo Supremo, e em seguida defendidos pelo presidente Lula, que pediu o apoio da militância para eles.

Querem mais exemplos de que a corrupção compensa ou está bom assim?
* Espero que esteja enganado.

Renan: É Hoje.














sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Renan declarou como renda o que não era renda.


De Jailton de Carvalho em O Globo Online:
"A análise de novos documentos enviados esta semana à Polícia Federal poderá provocar uma reviravolta na laudo que o Instituto Nacional de Crimanistica (INC) está preparando sobre as contas do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Uma revisão das receitas e despesas mensais do senador, feita a partir da exclusão da verba indenizatória paga pelo Senado nos últimos anos (que Renan computou como renda), indica que o presidente do Senado tem dificuldade para provar que tinha recursos próprios suficientes para pagar pensão de R$ 12 mil a jornalista Mônica Veloso.
A PF quis saber do Senado se a verba indenizatória pode ser considerada renda.
- Sem a verba indenizatória considerada com o renda, ele (Renan) teria dificuldades de comprovar a origem do dinheiro (que ele declara ter recebido) e também de custear a pensão - disse ao jornal "O Globo" uma das autoridades do caso.
Nos documentos enviados ao Conselho de Ética e repassados à Polícia Federal, Renan declarou como fonte de renda o salário de senador, aproximamente R$ 16 mil, suas atividades rurais com a venda de gado de suas quatro fazendas, negócios com imóveis e a verba indenizatória de até R$ 15 mil que o Senado pode repassar mensalmente para os senadores custearem despesas com o mandato nos estados.
Na primeira análise, baseada nas declarações de renda, os peritos entenderam que o dinheiro cobriria os gastos pessoais do senador. Mas, com o recebimento de documentos enviados pelo Senado, os peritos descobriram que Renan não poderia incluir a verba indenizatória como fonte de renda. Portaria nº 2 em vigor no Senado desde 2003 informa que a verba só pode ser liberada para despesas relacionadas à atividade parlamentar e mediante a apresentação de nota fiscal. Ou seja, trata-se apenas de reembolso de dinheiro já gasto e não recursos extras.
A portaria não prevê reposição de gastos de ordem pessoal, como seriam as despesas do Renan com Mônica Veloso. Os peritos descobriram ainda indícios de que Renan exagerou na declaração da renda obtida com a venda de gado. O senador teria deixado de incluir no balanço, boa parte das despesas que teve com vacinas, sal, ração, impostos e pagamentos de salários aos empregados da fazenda. Com isso, os lucros reais seriam bem inferiores ao que o senador diz ter obtido. O laudo será entregue ao Conselho de Ética na terça-feira".

terça-feira, 14 de agosto de 2007

O lenga lenga de Renan ...

... parece mais
Prosopopéia flácida para acalentar bovinos
traduzindo
Conversa mole para boi dormir.