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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A pedofilia vai a escola

Por Percival Puggina.


A pedofilia vai a escola
Você já parou para pensar sobre o motivo dessa farta produção de literatura voltada à educação sexual nas escolas? Não vou nominar obras para não fazer publicidade de lixo pedagógico, mas há de tudo. O famoso kit gay não foi o primeiro nem o último material pernicioso. O Ministério Público chegou a intervir, em alguns casos, para impedir a distribuição. Há publicações que, explicitamente, estimulam experiências auto-eróticas, heterossexuais e homossexuais. Um desses livrinhos vem com a recomendação, aos pequenos leitores, de que devem conservar o referido "material escolar" fora do alcance dos pais...

A questão que me interessa aqui é a existência de uma pedagogia da educação sexual que anda a braços com a pedofilia. É estarrecedor. Todo esse material que de um modo ou de outro chegou a alunos ou a bibliotecas de escolas tem rótulo de coisa pedagógica. Quando suscita escândalo, é defendido com a afirmação de estar destinado a professores ou a adolescentes. Falem sério! Professores e adolescentes precisam de livro sobre sexualidade, com figurinhas para público infantil?

Estamos, portanto, diante de algo sistemático, reincidente e renitente, que passa por cima, atropelando ("problematizando", para usar palavra da pedagogia marxista) a orientação dos pais. Essa educação sexual, se não está empenhada em antecipar o processo de erotização no desenvolvimento infantil, está dedicada a algo tão parecido com isso que se torna impossível perceber a diferença. Se não está dedicada a disseminar a ideia de que o corpo humano, já na mais tenra idade, é um parque de diversões eróticas, o produto de seu trabalho será inequivocamente esse. Se não pretende oferecer a crianças e adolescentes um cardápio de opções sexuais para escolherem como sanduíche no balcão do McDonalds, é a isso que levam suas propostas.

A simples ideia de que tais orientações encontrem guarida em receitas pedagógicas no ambiente acadêmico e educacional do país é repugnante. No entanto, já em 1998, no capítulo sobre Educação Sexual do documento intitulado "Parâmetros Curriculares Nacionais" elaborado pelo MEC, lê-se que (pag. 292):

"Com a ativação hormonal trazida pela puberdade, a sexualidade assume o primeiro plano na vida e no comportamento dos adolescentes. Toma o caráter de urgência, é o centro de todas as atenções, está em todos os lugares, na escola ou fora dela, nas malícias, nas piadinhas, nos bilhetinhos, nas atitudes e apelidos maldosos, no “ficar”, nas carícias públicas, no namoro, e em tudo o que qualquer matéria estudada possa sugerir."

Ora, isso não parece exagerado? Talvez quem redigiu o texto acima padeça de tão solitário e totalizante apelo. Na faixa etária mencionada, os interesses são bem diversificados. Entre eles se incluem também os esportes, a escola, a turma de amigos, os jogos de computador e a própria família. Mais adiante, o texto afirma (pag. 296):

"Nessa exploração do próprio corpo, na observação do corpo de outros, e a partir das relações familiares é que a criança se descobre num corpo sexuado de menino ou menina. Preocupa-se então mais intensamente com as diferenças entre os sexos, não só as anatômicas, mas todas as expressões que caracterizam o homem e a mulher. A construção do que é pertencer a um ou outro sexo se dá pelo tratamento diferenciado para meninos e meninas, inclusive nas expressões diretamente ligadas à sexualidade, e pelos padrões socialmente estabelecidos de feminino e masculino. Esses padrões são oriundos das representações sociais e culturais construídas a partir das diferenças biológicas dos sexos, e transmitidas através da educação, o que atualmente recebe a denominação de “relações de gênero”. Essas representações internalizadas são referências fundamentais para a constituição da identidade da criança."

Está aí a ideologia de gênero e a subsequente revogação que pretende promover da anatomia, da genética e dos hormônios, cujos efeitos estariam subordinados a padrões sociais. Tá bom! E o texto segue afirmando o direito das crianças ao prazer sexual, a naturalidade das manifestações e "brincadeiras" explícitas, de quaisquer natureza, às quais, na escola, se aplicaria apenas a jeitosa informação de que o ambiente não seria lá muito apropriado para isso. E adiciona: tais incontinências só deveriam ser levadas ao conhecimento dos pais quando "tão recorrentes que interfiram nas possibilidades de aprendizagem do aluno". É o legítimo caso em que o pedagogo, com objetivos desviados, erra pelo que ensina e erra pelo que deixa de ensinar.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Recusando o beija-mão

Vi no blog  de Flavio Gomes.

O pequeno príncipe de Marrocos Moulay Hassan quebra o protocolo de maneira um tanto hostil mas divertida para quem assiste.



O jovem príncipe do Marrocos conhece perfeitamente os seus deveres cerimoniais, e vestido com um terno cinza impecável, ele é visto participando de uma cerimônia oficial.

No entanto, há uma parte do protocolo que o menino se recusa a cumprir: ter a mão beijada.

Talvez ele não goste de ter sua mão babada a todo momento... he he he

segunda-feira, 22 de junho de 2015

História brasileira... rumo à decadência!

Por Maria Lucia Victor Barbosa.
ESTADÃO.

Charges de ALPINO

História da decadência brasileira
Na sua obra Espanha Invertebrada escreveu José Ortega y Gasset: “A história de uma nação não é somente a do seu período formativo e ascendente, mas também a história de sua decadência”. Tudo indica que entramos na história de nossa decadência desde que o governo petista assumiu o cargo mais alto da República.

Lula da Silva reinou em seu primeiro mandato sobre as águas mansas do Plano Real, das políticas públicas do governo anterior. Viajou muito, tornou-se amigo dos piores ditadores mundiais, gozou como nenhum outro presidente das delícias do poder. Delícias, aliás, compartilhadas com os companheiros cortesãos.



No segundo mandato se iniciará a decadência, desenhando-se o que viria em termos econômicos enquanto escândalos de corrupção aumentavam de volume e velocidade. Entretanto, o endeusamento de Lula da Silva, o inocente que nada via, de nada sabia, se mantinha pela força de sua lábia e ele emplacou o “terceiro mandato” através da eleição de Dilma Rousseff.

Os quatro anos desta senhora podem ser descritos como descalabro total. Sob as ordens de Lula ela quebrou a Petrobras e outras estatais, destruiu a indústria, arrebentou o país como um todo. Mesmo assim, com pequena diferença sobre seu adversário Rousseff foi reeleita pregando que Aécio Neves seria o exterminador do futuro brasileiro.



Logo no início do segundo mandato de Rousseff emerge, porém, o inevitável resultado da incompetência governamental, dos truques contábeis, da distorção dos dados: aumento da inflação, do desemprego, da inadimplência, das contas públicas, dos juros, dos impostos. Situação que Joaquim Levy tenta consertar preparando a volta de Lula, mas jogando o peso dos erros do governo sobre as costas do povo. São tempos duríssimos que não acabarão tão cedo, em que pesem as otimistas e sempre erradas previsões dos economistas.

Mas não é apenas econômica a decadência em que o governo de Lula da Silva nos mergulhou. Houve perda de valores e uma crescente amoralidade.



Aqui darei apenas um exemplo dos muitos que poderiam ser apresentados nesse aspecto. Como atinge a formação de crianças desde a mais tenra idade considero criminosas as tentativas que vem sendo feitas pelo governo de se impor como manipulador educacional sexual. No momento ressurge a ideologia de gênero, elaborada através de documento que servirá para formulação de planos municipais, pelo Fórum Nacional de Educação. Nesta construção arbitrária não existe diferença entre menino ou menina, não são levados em conta dados biológicos e psicológicos da identidade humana. O ser humano é considerado como assexuado e deverá escolher se quer ser masculino ou feminino. Seria como revogar a lei da gravidade.



Em magistral artigo, Educação Sexual Compulsória, publicado no Estado de S. Paulo em 08/06/2015, analisa Carlos Alberto di Franco as distorções dessa, diria eu, deseducação:

  • 1) “A confusão causada nas crianças no processo de formação de sua identidade, fazendo-a perder referências; 
  • 2) a sexualização precoce, na medida em que a ideologia de gênero promove a necessidade de uma diversidade de experiências sexuais para a formação do próprio gênero; 
  • 3) a abertura de um perigoso caminho para a legitimação da pedofilia, uma vez que a ‘orientação’ pedófila é considerada também um tipo de gênero; 
  • 4) a banalização da sexualidade humana, dando ensejo ao aumento da violência sexual, sobretudo contra mulheres e homossexuais; 
  • 5) a usurpação da autoridade dos pais em matéria de educação dos filhos, principalmente em temas de moral e sexualidade, já que todas as crianças serão submetidas à influência dessa ideologia, muitas vezes sem o conhecimento ou consentimento dos pais”.

Ao tratar desse grave tema que toda sociedade devia tomar conhecimento fatalmente serei tachada de conservadora, o mais novo xingamento utilizado pelo neoesquerda para desqualificar os que não rezam por sua cartilha. Quero lembrar que a tese conservadora, assim como a progressista evoluiu ao longo do tempo em seu significado, mas, em essência, o conservadorismo se refere à natureza humana não modificável pela ação prática, porquanto mergulha suas raízes em uma realidade sobre-humana, a vontade divina. Em outras palavras, somos dotados de uma consciência e sabemos distinguir o bem do mal, em que pesem as várias noções de moral de cada sociedade.

Ao mesmo tempo, o conservadorismo indica que o poder político confiado ao homem é intrinsecamente tirânico se não for controlado. Daí a constante preocupação dos conservadores com a existência de mecanismos de limitação do poder e, principalmente, pela supremacia da lei.



Nesse sentido assumo ser conservadora, sendo ao mesmo tempo uma entusiasta de todo progresso que traga benefícios à humanidade. Lamentável é a decadência em que os autodenominados progressistas da neoesquerda impingiram à nação brasileira.

  • Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Pegadinha do bem

Um cinema de Los Angeles, surpreendeu ao doar uma garrafa d'água para cada um da plateia. Uma garrafa que ninguém conseguia abrir.

Era uma pegadinha para chamar atenção para uma causa social. 

Depois que as pessoas se sentiram frustradas por não conseguirem beber água, algumas palavras começaram a aparecer na telona.



As imagens mostravam crianças que precisam se esforçar para buscar água longe, todos os dias. Foi um choque. E a plateia viu que existem pessoas em situação muito pior.

1 em cada 9 pessoas ao redor do mundo 
sofre com escassez de água para beber. 

Cerca de 2.000 crianças morrem todos os dias 
de doenças transmitidas por água contaminada.



A campanha inteligente é do The Water Project.

Fonte Só noticia boa

terça-feira, 7 de abril de 2015

domingo, 8 de março de 2015

As Crianças-Soldados da 2ª Guerra

Curiosidades em Guerra


VIII - Crianças-Soldados


Eventualmente fotos de crianças-soldado na África portando um AK-47 ou algum outro tipo de arma aparecem na imprensa internacional provocando indignação e compaixão da opinião pública ocidental. Mas apenas algumas décadas atrás, durante a II Guerra Mundial, houve muitas ocasiões de crianças russas lutando no exército regular contra os nazistas.


Eram tempos diferentes e vivia-se ainda sob o jugo do ditador Stalin. Muitas crianças tentaram fugir das suas casas para ir combater na Grande Guerra Patriótica, como lhe chamou a propaganda do regime. Não obstante, algumas foram capturadas pela polícia militar e devolvidas às suas famílias mas outras acabaram por se conseguir juntar às tropas e lutar.



Além disso, de tempos em tempos, crianças eram encontradas nos devastados e incendiados vilarejos da União Soviética. Embora houvesse uma directiva para que enviassem essas crianças para orfanatos, por vezes, esses meninos foram simplesmente incorporados 'as unidades de combate. Uniformes foram especialmente adaptados para eles e a eles foram confiadas armas.



 Alguns desses meninos juntou-se ao exército com nove ou onze anos, e seguiu com o seu regimento através de todas as batalhas, da Rússia à Alemanha, até que a guerra terminou e foram dispensados com catorze ou dezesseis anos, muitas vezes com medalhas de honra.




Fontes englishrussia / obvious

Postado originalmente em 31JAN2010 (171)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O talento secreto de Athena

Coleção Magos da Fotografia
  


XLI - Bill Gekas

O fotógrafo australiano Bill Gekas inspirou-se em retratos de Rembrant, Vermeer, Rafael e outros para compor impressionante ensaio.






Bill Gekas gostaria de recriar as obras desses grandes pintores mas não sabia como. Foi quando ele teve a ideia de colocar sua filha de 6 anos no trabalho. 



 Fazer com que uma criança pareça natural em um cenário do século 18 foi difícil no início. Ele usou uma variedade de adereços para criar um clima simples de uma época modesta.




Mas o que fez toda a diferença e revelou um talento,
 foi sua filha Athena.







Fontes BBC / designergh