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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Um paralelo entre Maluf e Eduardo Cunha

Por Helio Gurovitz

A lição de Maluf para Eduardo Cunha
Pode parecer piada, mas Paulo Maluf já foi um candidato viável à Presidência da República. Ele era visto, logo depois de perder a eleição no Colégio Eleitoral para Tancredo Neves em 1985, como a alternativa natural dos militares e da então oposição à sucessão – naquelas eleições que acabaram vencidas por Fernando Collor de Mello.

Arte de JARBAS


Todo mundo sabia quem Maluf era desde que, graças a sua proximidade com o regime militar, foi governador de São Paulo, entre 1979 e 1982. Lembro perfeitamente, quando garoto, a excepcional caricatura de Gepp & Maia, publicada no Jornal da Tarde, em que o nariz dele crescia a cada dia que se aproximava a data fatídica marcada na promessa de extrair petróleo do interior paulista, por meio da improvável Paulipetro. A imagem de Pinóquio está indelevelmente associada a seu nome.

Arte de GEPP & MAIA


Até o mês passado, Maluf negava em interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF) ser dono de contas que lhe são atribuídas na ilha de Jersey, um paraíso fiscal no canal da Mancha. Ele é acusado de desviar US$ 340 miilhões de obras construídas quando prefeito de São Paulo, entre 1993 e 1996, como o túnel Ayrton Senna e a avenida Água Espraiada. A ação penal que se arrasta há anos, hoje conduzida no STF pelo ministro Luiz Fachin, está repleta de provas da propriedade das contas, entre elas dados fornecidos pela própria Justiça de Jersey, onde Maluf foi condenado a devolver US$ 32 milhões à Prefeitura paulistana, razão pela qual está na lista de foragidos da Interpol. Mesmo assim, sua defesa insiste que ele “não tem e nunca teve contas no exterior”.

Arte de THIAGO LUCAS


A imagem do nariz de Maluf, um gigantesco galho de árvore ocupando uma página dupla de jornal, me veio à mente ontem diante da notícia de que o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, era investigado desde abril na Suíça, por suspeita de lavagem de dinheiro e corrupção passiva. “As informações do MP da Suíça relatam contas bancárias em nome de Cunha e familiares”, informou a Procuradoria Geral da República (PGR) em comunicado. As contas em questão foram bloqueadas.
Arte de ZOP


A reação de Cunha diante da pergunta natural – afinal, ele e sua família têm ou não conta na Suíça? – foi desconversar, usando como pretexto uma consulta a seus advogados. “Meu porta-voz será sempre meu advogado. Não há o que falar”, disse Cunha. 

Arte de AROEIRA


Os advogados de Cunha informaram desconhecer a investigação na Suíça e se disseram prontos a “prestar os devidos esclarecimentos que se façam necessários, mas mantendo a sua postura de se manifestar somente nos autos de processos” e caso fossem questionados formalmente pelas autoridades.

Arte de SAMUCA


Eles devem mesmo ter um trabalhão com a denúncia detalhada que a PGR apresentou contra Cunha, como já escrevi. Até agora, nada menos que quatro delatores e um quinto investigado na Operação Lava Jato já mencionaram, em seus depoimentos, o nome de Cunha como beneficiário de propinas: 

Arte de MARIANO



o doleiro Alberto Yousseff, o ex-executivo da Toyo-Setal Júlio Camargo (que afirmou ter pagado US$ 5 milhões a Cunha), o lobista Fernando Baiano (que confirmou a história de Camargo), o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa (que atribuiu a Cunha a “palavra final” nas indicações da diretoria internacional da empresa) e o lobista João Augusto Henriques (que afirmou ter feito um depósito numa conta na Suíça atribuída a Cunha, em tese a mesma bloqueada pelas autoridades locais).

Arte de ALECRIM


Cunha aproveitou o dia de ontem para fazer aquilo que sabe fazer com maior competência: manobras no Legislativo. Estendeu uma sessão da Câmara para evitar a abertura da sessão conjunta do Congresso, necessária para apreciar os seis vetos da presidente Dilma Rousseff que ainda precisam ser votados – entre eles ao reajuste de 78% nos salários do Judiciário – para evitar despesas de R$ 35,3 bilhões no Orçamento de 2016. Sem a votação, Cunha cria mais uma dificuldade para Dilma.

Arte de CAO


A questão toda, para Cunha, é que ele fica a cada dia mais parecido com Maluf. As evidências na Lava Jato se acumulam, seus dribles na imprensa se sucedem, suas explicações não convencem – e sua força política começa a se esvair. A história de Maluf está aí para provar que, por mais poder que alguém possa projetar ou exercer, ninguém resiste quando um galho de madeira começa a brotar em seu nariz.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A saída para a Odebrecht é a delação

Por Helio Gurovitz

Charges de DÀLCIO


A saída para a Odebrecht é a delação
Quando a Operação Lava Jato começou, os investigadores logo descobriram que o doleiro Alberto Yousseff não fora usado pela empreiteira Odebrecht para distribuir recursos. O presidente da Odebrecht proclamava sua inocência. Graças a uma investigação em colaboração com o Ministério Público da Confederação suíça, a versão dele veio por terra. O relatório suíço a respeito das contas mantidas por empresas ligadas à empreiteira Odebrecht não deixa muita dúvida sobre o caminho do dinheiro delas até os acusados da Lava Jato.



De acordo com o relatório, dez empresas offshore alimentadas pela Odebrecht foram usadas para levar os recursos até empresas offshore dos ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa (Sagar Holding, Quinus e Sygnus), Renato Duque (Milzart Overseas), Jorge Zelada (Tudor Advisors) e Nestor Cerveró (Forbal) e do ex-gerente Pedro Barusco (Pexo e BlueSky). 

Em alguns casos, o dinheiro passava antes por uma outra empresa offshore, também ligada à Odebrecht, em Antígua e Barbuda, Áustria ou Panamá. Essas offshores, alimentadas pela Odebrecht ou por suas subsidiárias em Angola, Venezuela, República Dominicana ou na própria Suíça, se chamavam Smith & Nash, Havinsur, Golac Projects and Construction Corp, Sherkson International, Rodira Holdings (todas na Suíça), Klienfeld Services e Innovation (Antígua), Constructora Internacional del Sur (Panamá), e Arcadex (Áustria) e Arcadex Corp (Suíça). O sigilo bancário de todas as operações com essas empresas foi quebrado pelo juiz Sérgio Moro, a pedido do Ministério Público Federal.



Os valores e a trajetória dos recursos recebidos, segundo o relatório, estão detalhados em cada caso:

1) Paulo Roberto Costa
US$ 3,46 milhões (diretamente na Sagar)
US$ 890 mil (via Constructora del Sur)
US$ 550 mil (via Klienfeld)
US$ 4 milhões (via Innovation)
1,93 milhão de francos suíços (na Sagar)

2) Renato Duque 
US$ 565 mil (diretamente na Milzart)
US$ 800 mil (via Constructora del Sur)

3) Jorge Zelada
US$ 2,1 milhões (via Arcadex)
US$ 571 mil (via Klienfeld)
63,7 mil euros (via Arcadex)

4) Nestor Cerveró
US$ 194 mil (via Klienfeld)

5) Pedro Barusco
US$ 2,3 milhões (via Constructora del Sur)
US$ 1,57 milhão (via Klienfeld)
US$ 286 mil (via Innovation)



Os responsáveis por montar o esquema foram, ainda segundo o relatório, o diretor da Odebrecht Humberto Mascarenhas e o americano Barry Herman. As autoridades suíças afirmam que ainda não terminaram de investigar todas as contas ligadas à Odebrecht, e ainda pode haver novidades. Os delitos agora serão objeto de investigação não apenas no Brasil, mas também na Suíça, onde o menor prazo de prescrição para eles é o ano de 2022. As investigações serão realizadas em cooperação com as autoridades brasileiras.



A Odebrecht tem negado com veemência todas as acusações. Nesta semana, a versão da empresa é posta em xeque pela segunda vez – a primeira, pela revelação do conteúdo do iPhone de Marcelo Odebrecht. Mesmo que decida colaborar com as autoridades e fazer um acordo de delação premiada, ele ainda terá de enfrentar processos nos Estados Unidos e na Suíça.

Diante das novas revelações, seus advogados mantiveram a postura de contestar os métodos e motivações da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça. "A justiça que administra esse procedimento tem sido unilateral, tem sido parcial e dado à acusação mais força e mais possibilidades de agir", diz o advogado da Odebrecht Técio Lins e Silva. "Existem no MP materiais gravíssimos que só revelam que esse trabalho é fruto de suposição", afirmou outro advogado da Odebrecht, Guilherme Carnelôs, sobre as investigações. Para Marcos Veríssimo, também advogado de defesa da Odebrecht, "não há elementos suficientes para fazer uma denúncia estrutural" contra a companhia.



Por enquanto, eles ainda não se manifestaram concretamente sobre os elementos da investigação suíça. Dobro minha aposta de que mais uma delação vem aí. A mais importante de todas.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Há ligações do PT com a máfia italiana?

BRASIL NO EXTERIOR

Ouçam o relato do jornalista gaúcho da RADIOVOX,  Vitor Vieira - blog



 

DOLEIRA BRASILEIRA PRESA NA ESPANHA REVELA LIGAÇÃO DO DINHEIRO DESVIADO DA PETROBRAS E OUTROS ÓRGÃOS DO GOVERNO PETISTA NO FINANCIAMENTO DO TRÁFICO DE COCAÍNA DA MÁFIA ITALIANA NDRANGHETTA
Do blog Vide Versus de Vitor Vieira: 
"Está presa na Espanha a doleira brasileira Maria de Fátima Stocker, gaúcha de 41 anos, nascida no município de Vicente Dutra, mas com parentes morando no município de Parobé, região metropolitana de Porto Alegre. Maria de Fátima Stocker está presa na Penitenciária Madrid V - Soto Mayor, na Espanha, há cerca de 20 dias. Mária de Fátima Stocker foi presa pela Interpol, em uma operação na qual participaram representantes das polícias especiais da Espanha, Suiça, Inglaterra e Itália.
Quem encaminhou à Interpol o pedido para a sua prisão foi a Polícia Federal de Santos, no litoral paulista.

A investigação que acabou levando até o pedido de prisão dela, deferido pela Justiça Federal, foi iniciada após um alerta da polícia italiana a respeito do tráfico de duas toneladas mensais de cocaína pura, originária do Peru e da Bolívia, promovido pela máfia italiana ‘Ndranghetta.
Os traficantes peruanos e bolivianos ingressavam no porto de Santos à noite, arrombavam contêineres com destino a portos europeus e neles inseriam a carga de cocaína. Depois avisavam seus comparsas da máfia ‘Ndranghetta para invadir navio na Itália e resgatar a cocaína de dentro dos contêineres.

A ‘Ndranghetta pagava para a doleira Maria de Fátima Stocker, que passava aviso ao doleiro Alberto Youssef, avisando que já estava com o dinheiro, e que ele podia passar o valor correspondente, no Brasil, aos traficantes donos da cocaína pura. Onde o doleiro Youssef levantava o dinheiro para financiar os pagamentos do tráfico de cocaína? Junto com seus relacionamentos no PT e no governo petista, nos desvios de recursos públicos, da Petrobras e de outros órgãos governamentais, como no Ministério da Saúde.

A operação de investigação internacional levou mais de dois anos. Nesse ínterim, foram barradas algumas das exportações mensais de duas toneladas de cocaína pelo porto de Santos. Então a máfia ‘Ndrangheta tentou transferir suas operações de embarque da droga para o Amapá, onde mergulhadores enviados da Itália tratavam de afixar a carga ao casco de navios. Uma dessas cargas foi mal afixada e boiou, alertando a Polícia Federal. Os mergulhadores tiveram tempo para fugir.
Em Santos, o alerta da polícia italiana gerou a Operação Monte Pollino, que se conectou com a Operação Lava-Jato.

A doleira Maria de Fátima Stocker é uma mulher que saiu do Brasil e foi morar na Suiça. Lá, conheceu um executivo de um banco suiço e passaram a viver juntos. Ela adotou os filhos do suiço e adquiriu a cidadania da Suiça. Ao se separarem, ela foi morar em Londres, onde também mora uma irmã sua, casada com um iraniano.

As duas já eram monitoradas pelos serviços secretos norte-americanos, especialmente a NSA (National Security Agency). Foi a NSA que avisou os serviços policiais italianos, e estes avisaram a Polícia Federal brasileira.

A Polícia Federal, no Brasil, passou a investigar uma operação de tráfico de cocaína e bateu de frente com um gigantesco esquema de desvio de recursos públicos no governo petista de Dilma Rousseff e na maior estatal brasileira, a Petrobras, gerando recursos que serviam para financiar o tráfico internacional de cocaína.

Este cenário talvez ajude a compreender a grande irritabilidade que se apoderou do governo da petista Dilma Rousseff contra o governo americano e o presidente Obama, inclusive com o cancelamento de visita oficial à Casa Branca. Agora, as duas operações foram deflagradas praticamente ao mesmo tempo, uma no Brasil e outra nos países europeus.

Maria de Fátima Stocker deverá ser defendida na Justiça Federal brasileira pelo advogado Eduardo Jobim, de Santa Maria."
 
 
Será verdade?
Porque a grande imprensa não se manifestou?
Para pensar...







domingo, 25 de julho de 2010

Um anjo nas estradas suiças

O departamento de polícia em Freibourg , oeste da Suíça, tiveram uma idéia bem "original" para evitar que os motoristas dirijam em alta velocidade. Eles contrataram um anjo de estrada.




Parte do "Slow Down, Take It Easy " campanha anti- velocidade, o anjo de Freibourg espera reduzir o número de acidentes , no estado montanhês da Suíça. Ele vai estar aparecendo em locais diferentes na estrada , próximo a Freibourg e agitar suas asas aos condutores que estão indo rápido.







A polícia espera que sua presença física faça com que a mensagem da campanha seja ainda mais forte e realmente levem as pessoas a tirar o pé.




O ator que interpreta o anjo barbudo, vai trabalhar 20 horas por semana , até outubro.





Acho que o anjo abaixo teria mais efeito




terça-feira, 23 de março de 2010

Nova moradia nos Alpes Suiços

Especial Casas Singulares

Que tal uma casa nas encostas dos Alpes suíços em comunhão com a natureza e vista deslumbrante além de possuir instalaçoes completas?


E com este belo conceito arquitetônico!



Fonte arhinovosti

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Acontecerá na Suiça!

A Suíça realiza em março um referendo sobre uma proposta que prevê que cada cantão do país seja obrigado a indicar um advogado para proteger animais domésticos de abusos - sejam eles bichos de estimação ou criados em fazendas.




Recentemente o país mudou sua Constituição para garantir a proteção da "dignidade" da fauna e aprovou lei no ano passado estabelecendo os direitos de criaturas como canários, porquinhos da índia e peixinhos dourados.

"Os seres humanos acusados de crueldade contra os animais podem contratar um advogado ou ter um indicado para eles mas os animais não podem", disse o advogado Antoine Goetschel, segundo o jornal britânico The Sunday Times.


O referendo teve apoio de 100.000 cidadãos mas o governo e fazendeiros são contrários à proposta, por temerem a adoção de normas mais rigorosas se a moção for aprovada no dia 7 de março. Na semana passada, foi organizada uma comissão chamada "Não à Iniciativa para Advogados Inúteis para Animais".

De acordo com reportagem do Sunday Times, a lei para proteger aminais domesticados prevê que "animais sociáveis" como canários e porquinhos da índia não sejam criados sozinhos.

Tanques com peixinhos dourados não podem ter todas as suas faces de material transparente porque o peixe precisa de abrigo.

As pessoas que quiserem ter cachorro têm que fazer um curso de quatro horas sobre os cuidados com bichos de estimação antes de adquirirem um animal.


quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Aconteceu na Suiça.

Direto do losapuntesdelviajero

Janeiro de 2005. A Suíça está sujeita a temperaturas baixas causadas pelos ventos do Ártico. O frio e as chuvas foram observadas ao longo do Lago de Genebra, mas especialmente em uma pequena cidade perto de Genebra: Versoix.




A temperatura abaixo de zero, ventos fortes, a chuva e a proximidade do lago estavam causando esse fenômeno incrível, uma chuva enregelante.


O fenômeno acontece quando uma gota de água líquida atravessa uma massa de ar quente e encontra-se com um objeto que está próximo da superfície e em baixa temperatura. Isto leva a imediata solidificação.



Clique aqui e veja muito mais fotos


* se este frio bater aqui na Bahia, eu tô f......

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A casa Inclinada.

A montanha local é chamada L'Ardévaz e está localizado na parte norte da paisagem. Esta paisagem cênica inspirou a Nunatak Sàrl Architectes para construir uma casa incomum, com o seu revestimento de azulejo cinza imitando as pedras, deitada no chão e equilibrada contra as encostas da montanha.

A cor frontal corresponde a um segundo plano em qualquer ângulo de vista, se você olhar para as montanhas rochosas de um lado verá a fachada de cinza claro, se olhar a parte mais escura - as cobertas de vegetação, verá a fachada de cinza escuro.

Externamente, a quantidade e a posição dos blocos pendentes emolduram a paisagem, as vinhas, montes e montanhas.


O design incomum não respeitou as regras locais de projetos de construção. Até mesmo a localização dessa casa deixou de lado a orientação convencional dos arquitetos - optaram por colocar o terraço e jardim, a sul e leste, para proteger os habitantes do oeste do vento e do calor do verão.



O material utilizado basicamente foi: madeira e concreto. O sistema de aquecimento é integrado no piso de concreto.




Fontes consultadas arhinovosti.ru / nunatak

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A casa de pedra.

Os arquitetos suíços Markus Wespi e Jérôme de Meuron reformaram uma pequena casa, na beira de uma pequena vila histórica, Skayano, na Suíça. Ela tem uma bela vista sobre o lago e as montanhas.
O acesso 'a casa pode ser feito apenas a pé pois não tem uma estrada a seguir. Pode ser romântico, mas muito difícil para o processo de construção. Principalmente pelo fato que a casa é protegida pelo seu valor histórico.

A casa está localizada na divisa da cidade, portanto, para preservar a privacidade, os arquitetos construíram um muro de pedra, combinando com a paisagem e a estrutura.

Esse muro foi importante para obter a autorização para a construção de um telhado plano (o que normalmente é impossível em uma área histórica).

Sem o telhado velho foi obtida uma nova forma abstrata, que é moderna e ao mesmo tempo muito antiga. As paredes não foram alteradas de qualquer forma.

As janelas estão localizadas em ambas as paredes, externas e internas, e dependendo do ângulo de visão algumas são visíveis e alguns não são, ou seja, eles não parece ser nada.
A casa é muito pequena e não havia espaço suficiente para integrar também o banheiro com as comodidades mecessárias. A saída foi fazê-lo escondido debaixo da terra, ou seja no porão, para ser capaz de deixar a aparência da casa, como era antes.

No interior, havia um monte de níveis diferentes, que deu o espírito da casa. Eles foram mantidos e ligados por um monte de escadas pequenas.


Fontes consultadas arhinovosti.ru / arcdaily /