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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Presente natalino

Por Giulio Sanmartini, no Prosa e Politica

Todo dia era dia de índio!
A relatora da Comissão Mista do Orçamento, senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), ignorando a ordem dada pelo presidente Lula para não cortar a verba do PAC, decidiu por não recuar no corte de R$ 3,3 bilhões nos recursos do programa, que caíram de R$ 43,518 bilhões para R$ 40,150 bilhões.


Ao tomar conhecimento do fato, Lula fez ameaças à senadora aliada e ao próprio Senado durante a “inauguração do teste do teleférico” no Complexo do Alemão, dando a entender que havia se tratado de um crime de lesa majestade. Como alguém poderia contrariá-lo, logo ele que tem mais de 80% da aprovação popular?



Subindo nas tamancas, Lula foi curto e como sempre grosso:

Não pode tentar desmentir o presidente. Vocês sabem que eu tenho poder de veto. Este orçamento, depois de votado, vai vir para mim (…) O fato de a relatora dizer que quer fazer isso ou aquilo… O que eu posso dizer é que não vão cortar dinheiro do PAC.”

E fez questão de lembrar que foi no Complexo que foi no Alemão que deu a Dilma o título de “Mãe do PAC”.

De nada adiantou a ameaça do presidente, pois a Comissão Mista, ignorando-a, aprovou o texto ontem (22). Lula ainda não se convenceu de que seu tempo acabou, de que é fim de comédia. Parece não querer se conformar com o cafezinho frio.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Giulio Sanmartini: Metendo a mão ...

Giulio Sanmartini
Prosa e Politica

Metendo a mão sem miséria
A Câmara dos deputados transformou-se num covil onde se praticam todos os tipos possíveis de irregularidades: em concursos para admissão, no uso indevido de passagens aéreas, a presença de funcionários fantasmas na folha de pagamento, horas extras pagas a funcionários, inclusive em período de férias, inumeráveis casos de nepotismo e outras de menor monta.

charge de Marco Jacobsen

Agora surge algo novo, um peculato que ainda não tinha sido observado.

Documentos mantidos em sigilo pela Câmara revelam que empresas com endereços inexistentes são beneficiárias de verba indenizatória de R$ 15 mil.

A verba indenizatória é um adicional mensal pago aos parlamentares para despesas relacionadas a sua atividade.

Existe algo como 70 mil notas fiscais referentes aos quatro últimos meses de 2008, que justificaram reembolsos de supostos gastos de deputados federais. Tais notas apresentam endereços fictícios e empresas desconhecidas ou clandestinas.

Os parlamentares que usaram essas notas confirmam que os serviços foram prestados. Um deles é o deputado Marcio Junqueira (DEM-RR), que foi reembolsado mensalmente em cerca de R$ 15 mil pelo aluguel de carros da PVC Multimarcas. A empresa foi aberta há pouco mais de um ano e emitiu ao parlamentar notas de numeração inferior a dez, o que indica que Junqueira seja, talvez, seu único cliente. O proprietário da empresa é Victor Korst, advogado do deputado.

Entre as empresas que mais emitiram notas, para dez deputados e ex-deputados, está a SC Comunicações e Eventos, cujas notas somam R$ 115 mil. De acordo com o documento, a empresa funcionaria em uma casa simples em Luziânia. O dono do imóvel que corresponde ao endereço oficial garante que nele nunca funcionou uma empresa.

O proprietário da SC é o assessor do senador João Durval (PDT-BA), Umberto de Campos Goularte, que explica o endereço inexistente como conseqüência de um erro de seu contador.

Segundo o próprio Goularte, as notas foram dadas por serviços prestados de assessoria de imprensa, atividade para a qual os parlamentares recebem verba específica de R$ 60 mil por mês.

Dessa fétida mixórdia reta uma certeza, os fatos ilegais cairão no esquecimento e os criminosos continuarão impunes. Pobre país.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Giulio Sanmartini: O juiz da ...

Giulio Sanmartini
Prosa e Política


O juiz da partida

Desde o dia da fundação do Estado de Israel (13/5/1948) a região entrou em uma série de conflitos armados, e não há uma perspectiva aparente de paz. Passadas essas décadas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que sabe tudo, o que distribui conselhos para o mundo como distribui o cartão do Bolsa Família, encontrou uma solução genial que porá, segundo ele, fim as hostilidades de parte a parte.


charge de sponholz

Neste domingo (22/11), a manguaça deve ter sido forte, pois Lula, em entrevista na sede do PT em Brasília, propôs a realização de um amistoso da seleção brasileira contra um combinado de jogadores israelitas e palestinos. A idéia foi passada ao presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, e ao presidente de Israel, Shimon Peres. Dando continuidade a essa piada de tonto, Lula disse ainda que poderá participar do jogo, atuando como atacante ou meia.


charge de alecrim

Não deixando de lado sua crônica incompetência, Lula admitiu que sequer conversou com a CBF sobre a possibilidade de, no ano da Copa do Mundo, a seleção brasileira participar do confronto.

Lula poderá ainda fechar essa ridícula pilhéria com chave de ouro, aproveitando a visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, aquele que nega o Holocausto e tem o hábito de ameaçar uma guerra para “extinguir” o Estado de Israel, poderá propor-lhe que seja o juiz da partida.

Não é fácil ter um presidente pifonista.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Um indefecável em Copenhague!

Por Giulio Sanmartini. Direto do prosa&política

As chaves do cofre na mão de um mentecapto

As incongruências lançadas pela boca do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nada tem a que ver com o alcoolismo que o envolve. Existem vários exemplos de homens públicos que mesmo bebendo muito, eram altamente produtivos e não perdiam a genialidade, tipo Winston Churchill ou Mário Henrique Simonsen.

O problema do presidente Lula é que age como um mentecapto, pois perdeu o senso da razão e do ridículo.

Agora está em Copenhague (Dinamarca) para apresentar junto ao Comitê Olímpico Internacional (COI), o Rio de Janeiro como cidade sede dos Jogos Olímpicos de 2016. A vaga será disputada com Chicago, Madri e Tóquio.

Pois é, Lula teve a desfaçatez de dizer à imprensa, que Barack Obama vai a Copenhague por conselho seu e que não há rivalidade entre Brasil e EUA por causa das Olimpíadas.

- Não há nenhuma rivalidade. Eu mesmo falei para o Obama que ele viesse, porque ele me disse que a esposa dele viria. E eu falei: é importante você ir, porque vamos eu e a Marisa. Então, seriam dois contra um. Mas acho que vêm aí também o Zapatero, o primeiro-ministro Hatoyama, vai vir o Obama… E eu acho importante, porque todos estão representando os seus países, tentando pedir votos – afirmou o presidente, segundo as assessorias de comunicação do governo do Estado e da prefeitura do Rio.

Segundo Lula, a campanha para a Rio 2016 é uma oportunidade extremamente importante para o Brasil mostrar a sua cara para o mundo.


(foto da cara do Brasil)


Há nessa história toda algo interessante, uma pesquisa feita pelo jornal Chicago Tribune, 87% dos entrevistados votaram contra as Olimpíadas na cidade. “Chicago sem jogos” é um grupo formado por moradores da cidade. Martin Macias, um dos líderes desse grupo, diz que o país precisa se recuperar da crise econômica antes de pensar em Olimpíadas.

Uma pesquisa no Rio diz exatamente o contrário, o carioca quer ganhar a escolha, com 80% de adesão, mas a cidade, para poder sediar os Jogos deverá gastar R$ 28 bilhões. Já gastou R$ 100 milhões em promoções sem saber se será a sede.
Para uma cidade com a chaga das favelas e da poluição ambiental, já é um desperdício imperdoável, tanto dinheiro promocional.

Portanto essas diferenças é que marcam e distinguem os que elegeram Obama e aqueles que o fizeram com Lula.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

E agora, José?

Por Giulio Sanmartini. Transcrito do ProsaePolítica

Menas, ó Lula, menas...
Pela primeira vez na história do governo Lula, o vento econômico global mudou e agora sopra contra o Brasil. Chegou a hora da verdade, o grande teste de sua liderança. E ela balança.
Desde 2003, Lula operou bem em meio a um dos maiores e mais abrangentes ciclos de expansão econômica do planeta. Com instinto apurado e carisma, estimulou abonados e descamisados, numa virtuosa convergência de forças produtivas.
Mas veio o crash financeiro global, presságio do crash econômico global. E Lula entrou em modo de negação. Passou semanas dizendo que não era conosco, tripudiando os EUA, dando pitos e conselhos irônicos ao colega George W. Bush.
Mas a crise já está entre nós, também é nossa.
O dólar dispara, a Bovespa despenca, investimentos são suspensos, fábricas param a produção, o crédito às empresas seca. Isso não é uma marola, como previu Lula, mas um tsunami.
Como seu governo demorou a agir, o câmbio ficou solto demais num mundo em convulsão. O dólar deu um grande salto, e agora o custo de alguma imprescindível estabilidade cambial será maior.
Mas há um perigo real e imediato de o presidente se deixar seduzir pelo canto das velhas sereias de que o Estado vai salvar nosso crescimento. O voluntarismo econômico sempre trouxe catástrofe ao Brasil.
Lula precisa descer do pedestal. Ficou muito mais difícil governar o Brasil.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008




Por alcoolismo
ou
pura grosseria.



Com relação às diatribes cometidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Amazonas nessa quarta feira passada, Carlos Chagas faz os seguintes comentário aos seus exageros:
Lula no Amazonas disse que de 1980 a 2002 ‘o Brasil esteve em estado de coma, atrofiado, deitado numa cama, sem saber quem era e para onde ia’.”
Fora o general João Figueiredo, que já morreu, estão os ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, na obrigação de reagirem.
De público foram não apenas ofendidos, mas humilhados. E receberam dose dupla por haverem sido agraciados com outra virulenta referência:
Quem governou este País já tinha feito universidade, portanto, não estava ligando para os que não fizeram”.
Um formado em Sociologia, outro em Engenharia, este em Administração e aquele em Direito. Todos com diploma, agora acusados de inação completa no quesito educação e ensino.
Seria interessante que o presidente Lula enumerasse aquilo que tenha feito além de promessas vãs, inauguração de obras inacabadas, projetos inexeqüíveis e viagens inúteis.
Até agora o legado de Lula prende-se a uma corrupção, esta sim, realmente ninguém jamais viu igual na história do país. Nesse balaio de peculatários além de seus aliados políticos estão, seus amigos próximos, como Roberto Teixeira e seus parentes, como o filho e o irmão.
Com que autoridade um biltre desse baixo quilate humilha sem a mínima educação os que o antecederam.
Estúpido, nos ensina Antônio Houaiss, é quem revela ausência de bom senso, de discernimento, quem se porta com descortesia, indelicado, grosseiro. Pois é, é isso aí.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Se correr o bicho mata, se parar o bicho...

Por Giulio Sanmartini. Extraído do blog prosa e politica.

Prefiro pensar que Lula tenha mentido ao dizer que tomou seu último porre em 1974, caso contrário a situação é mais preocupante, faz lembrar de um vice-presidente brasileiro que fora afetado por um esclerose precoce. De uma feita ao assumir o cargo por ausência do titular, fez uma reunião de ministros, vestindo casaca, mas esqueceu de pôr as calças.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ontem (sexta, 26.10), no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes), para conhecer de perto o processo experimental de produção do bioetanol.


Confundiu “a grande obra do mestre Picasso, com a grande p... de aço do mestre de obra”, a uma determinada altura de sua “importante” visita (foto), balbuciante, meteu bronca na sua do dia: “É álcool agora. Isso aqui foi feito com bagaço de cana, que normalmente é jogado fora ou queimado, qualquer coisa, nas caldeiras das empresas. Mas vocês imaginem que, logo, logo, vocês vão estar todo mundo utilizando carro, que não seja para beber nada, porque vocês vão estar com o álcool tocando o motor de vocês. Então, vai diminuir a bebida pelo uso do álcool no motor do carro”.


Com é presidente da República e a liturgia lhe confere um mínimo de respeito, não se pode dizer que Lula ou estava bêbado ou é uma besta.

sábado, 15 de dezembro de 2007

Uma besta todos os dias

Por Giulio Sanmartini. Transcrito do prosaepolitica

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta quinta (13) projeto do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que proíbe o uso de estrangeirismos no País. O projeto já foi aprovado pelo Senado e agora terá de ser votado no plenário da Câmara.

Pelo projeto, toda palavra ou expressão escrita em língua estrangeira e destinada ao conhecimento público no Brasil virá acompanhada, em letra de igual destaque, do termo ou da expressão correspondente em português.

Isso inclui meios de comunicação de massa, mensagens publicitárias e informações comerciais. No caso de documentos da administração pública, o uso do português é obrigatório. A punição para os infratores ainda será definida em lei.

Em 2005 o deputado Rebelo e a deputada Ângela Guadagnin (a da dança obscena) PT-SP, propuseram comemorar em todo o país, o dia Nacional do Saci (31/10), em substituição ao estadunidense "Halloween" (dia das bruxas). A idéia era de se homenagear o personagem do folclore nacional. Grande besteira, pois o Saci pertence ao folclore português.

Mas vamos deixar isso ara lá e voltar as palavras em outro idioma incorporadas ao idioma nacional, que terão de vir acompanhadas da expressão correspondente em português. Como serão “blog”, “site”, sukiyaki etc?

Recomendo ao deputado o uso do livro “Neologismos indispensáveis e barbarismos dispensáveis”, do filólogo Antonio de Castro Lopes, onde futebol vira balipodo, pic-nic convescote.

O deputado como não tem o que fazer, surrupia do contribuinte RS 100 mil por mês, para ser todos os dias uma besta.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Muito flato e poucas fezes.



O ministro da Defesa Nelson Jobim, transpirando eficiência e poder, assumiu sua pasta com a autoritária frase “aja ou saia, faça ou vá embora”, pareceu aos incautos que agora sim, a nação teria um ministro com autoridade e que resolveria uma crise aérea que se arrastava.

Mas passados 111 dias de sua posse, pode-se concluir que a proposta era tão somente a bravata de um bufão em pantomima de circo mambembe.

Seu prestígio foi desmoronando e hoje se vê, que ele não sabe nem agir e nem fazer, se deixar o ministério na surdina ninguém dará por sua falta. Ontem veio provar que nada foi feito até agora, quando declarou como sendo algo normalíssimo que os passageiros que vão viajar no feriadão e durante as férias de fim de ano “poderão” enfrentar problemas de atrasos de vôo, pois não há infra estrutura nos aeroportos do país.


Ora, foi para implantar essa infra estrutura que ele assumiu com “carta branca” o ministério, mas nem começou e nem sabe como.Tirando o seu da reta anunciou "um plano de eficácia da Anac" e que "É evidente que haverá problemas de acúmulos porque o fluxo de nossos aeroportos não é bom, o fluxo dos nossos terminais não é bom".


Tal qual seu antecessor Waldir Pires, só que substituindo a “reza” pela “esperança”, arrematou: "eu espero que, não havendo problemas meteorológicos, inclusive nós possamos ter um grau de regularidade razoável neste período. Espero que as coisas sejam normais".
O presidente da República tem uma capacidade impar de substituir algo que está ruim por algo bem pior.


Por Giulio Sanmartini. Transcrito do prosaepolitica

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

A troca de um incompetente por um ridículo

Vestir uniforme militar sem sê-lo é um ato caudilhesco. Carlos Chagas cita como tal, Hitler e Stalin, mas esquece de Fidel Castro, Daniel Ortega, Mussolini e o próprio Getúlio Vargas que chegou ao Rio de Janeiro vencedor da Revolução e 1930 vestindo um uniforme militar.

Hoje se trata uma posição totalmente anacrônica, Ortega o abandonou e em algumas aparições pública, quando Fidel ainda podia fazê-las, vestia-se a paisana.
Todavia o bufão novo ministro da Defesa, voltou atrás, todo garboso foi visitar as tropas brasileiras no Haiti, de utilidade duvidosa, tal qual um caudilhete envergando um vistoso uniforme mimético de general de exército.
Carlos Chagas, sobre o assunto, diz mais: "A gente não sabe se ri ou se chora diante das imagens do ministro Nelson Jobim vestido de soldado, passeando pelas favelas do Haiti. Até de coturnos ele foi provido, sustentando seus 120 quilos envolvidos em uniforme camuflado. Não percebeu o ministro da Defesa o ridículo a que se expôs?
Em décadas passadas, não só Hitler e Stalin apareciam paramentados de generais. Só que os tempos passaram. Tomara que a moda não pegue e Lula, como comandante em chefe das Forças Armadas, não apareça fardado de marechal (do ar condicionado) para presidir o desfile do 7 de setembro..."
por Giulio Sanmartini, do blog prosa e politica

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Cadê as calcinhas?

Por Giulio Sanmartini, do blog prosaepolitica.

"No ano e 1932. um incêndio em uma loja de departamentos do centro de Tokyo chama a atenção dos passantes. Lá dentro, mulheres desesperadas juntam roupas das lojas para fazer uma corda e tentam descer do prédio. É uma tarde com muito vento, ao verem a população reunida lá embaixo, muitas tiram uma mão da corda, para fechar a saia do vestido – numa atitude que acaba custando-lhes a vida.
Na semana seguinte, a imprensa inicia uma campanha intensa, para tentar evitar outra tragédia semelhante. E foi assim que as mulheres japonesas passaram a usar calcinha. Depois disso o Japão sofre o lançamento de duas bombas atômicas em seu território, perdeu a guerra e hoje é a segunda economia do mundo (somente atrás dos Estados Unidos).
Passados mais de 60 anos desse fato, no Brasil, a que se diz modelo, cantora e artista, mas que parece mais rapariga de soldado, Lílian Ramos continua sem as calcinhas. Tudo aconteceu no carnaval de 1994, quando o deputado pelo PL-SP Valdemar da Costa Neto (que depois renunciou ao mandato envolvido que estava no mensalão) levou, não se sabe com que objetivo, essa moçoila para sambar junto ao presidente da República Itamar Franco e sem que este soubesse, abraçados ela exibiu suas partes mais públicas que íntimas sem as calcinhas.
Inicialmente a fotografia foi veiculada por um só jornal do Rio de Janeiro. Quer dizer, tudo com cantiga de armação. Pecado que o diário que publicou a fotografia é um dos maiores do país e não pensou nas conseqüências que aquele flagrante poderia trazer às instituições, agiu como pasquim de imprensa marrom, faltou-lhe um editor com respeito à profissão que a vetasse.
Perguntado sobre o assunto o hoje ex presidente Itamar Franco não se furta em falar:

“Estou convencido de que foi um golpe que armaram contra mim. Hoje, eu imagino até quem o fez, só não quero dizer o nome. Mas tem uma coisa: eu não poderia colocar um espelho embaixo das saias das mulheres para olhar se ela estava sem calcinha. Eu jamais imaginaria. Ninguém sensato pode imaginar que o presidente da República pudesse receber uma mulher pelada.”