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domingo, 24 de abril de 2016
domingo, 27 de março de 2016
domingo, 13 de dezembro de 2015
BC manda socorrer BTG em R$ 6 bilhões
Por Ossami Sakamori.
Charges de AMARILDO
BC manda socorrer BTG em R$ 6 bilhões.
O Fundo Garantidor de Crédito disponibilizou ao BTG Pactual uma linha de crédito de R$ 6 bilhões para ser sacado em 48 horas. Com a exposição de risco somado ao que já tinha anteriormente com a assunção de 50% do Banco Panamericano, que pertencia ao Senor Abravanel (Silvio Santos), o total de exposição do BTG no Fundo passa a ser de R$ 10 bilhões, o que corresponde a cerca de 21% do total do patrimônio líquido do Fundo.
O Fundo Garantidor de Crédito, para quem não tem afinidade com o mercado financeiro, é uma associação civil que administra um mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores, até um limite máximo de R$ 250 mil por correntista, caso qualquer instituição financeira filiada venha sofrer a quebra. O Fundo foi constituído no bojo do Proer, no governo FHC. Hoje, o patrimônio líquido do Fundo supera R$ 47 bilhões. O Fundo é constituído com contribuição das instituições financeiras associadas ao longo da sua constituição. O recurso é privado, porém, o Banco Central é que determina o socorro à instituição financeira em dificuldade. É claro que, no final das contas, o Fundo é constituído com recursos oriundo das tarifas que as instituições financeiras cobram dos clientes. Logo a conta é dos correntistas dos bancos.
Quando o BTG Pactual comprou e assumiu 50% do Banco Panamericano, na prática, André Esteves não desembolsou nem R$ 0,01 sequer do seu dinheiro. Os recursos da compra dos 50% do Banco foi emprestado pelo Fundo Garantidor de Crédito acatando as ordens do Banco Central. O acordo da compra e venda foi acertado na visita do Silvio Santos ao presidente Lula da Silva no Palácio do Planalto, na véspera. O acordo de venda do Panamericano para o André Esteves foi costurado pelo Henrique Meirelles, presidente do Banco Central.
Com prisão do principal acionista do grupo BTG Pactual, envolvido em Operação Lava Jato, mais uma vez, o Banco Central utiliza o mecanismo do Fundo Garantidor de Crédito para socorrer o estelionatário André Esteves, injetando R$ 6 bilhões na instituição financeira. Note-se que o total de exposição do BTG Pactual com o Fundo Garantidor passa a ser de R$ 10 bilhões, correspondente a 21% do patrimônio líquido. Isto é muita exposição de risco para uma só instituição financeira, no meu entender.
O André Esteves está metido até o pescoço com as ladroagens na Petrobras desvendadas pela Operação Lava Jato. Além do envolvimento na Operação Lava Jato, o André Esteves foi beneficiado na compra de 50% da Braspetro Oil & Gas, dona de participações nos blocos de exploração de petróleo na costa ocidental da África. O BTG Pactual do André Esteves comprou os 50% da Companhia ao preço vil, cerca de R$ 1,5 bilhões. O episódio chamou atenção deste blog e mereceu a matéria Caso Petrobras/ BTG Pactual .
Este menino André Esteves, tem o mesmo perfil do outro menino o Eike Batista. Os dois são vaidosos e eram considerados os bons no meio empresarial, mas não passam de empresários travestidos de estelionatários. Não precisavam marcar agenda com Lula da Silva ou com a Dilma Rousseff, quando quisessem trocar alguma ideia. As portas do Palácio do estavam sempre abertos para que os meninos proporem estelionatos e ladroagens na Petrobras e no BNDES.
Ambos tinham o respaldo do Lula da Silva e da Dilma Rousseff, até à véspera da quebra e da prisão. Este blog já tinha alertado antes, conforme matérias já publicadas, há muitos meses.
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terça-feira, 3 de novembro de 2015
Guilherme Fiúza - Cerco ao Congresso
Por Guilherme Fiúza
O Globo
O Globo
Charges de AMARILDO
Cerco ao Congresso
Dilma pediu à equipe econômica para flexibilizar a meta fiscal. Poderia aproveitar e pedir para flexibilizar o Código Penal
Quem roubou não pode chamar o PT de ladrão, disse Luiz Inácio da Silva. Ou seja: ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão, mas ladrão que xinga ladrão vai se ver com Lula. Até que enfim, uma medida moralizadora. O PT quer ser respeitado ao menos pelos bandidos — o que dentro da cadeia é uma coisa importante.
E por falar em bandido, roubo e cadeia, o delator Fernando Baiano disse que deu R$ 2 milhões do petrolão à nora de Lula. Enquanto isso, retorna à pátria (e à Papuda) Henrique Pizzolato, um dos heróis petistas do mensalão. As obras completas dos companheiros nestes 13 anos são realmente impressionantes. Se o governo do PT fosse um filme, seria o “Sindicato dos ladrões” — com todo o respeito. O mais curioso é como o Brasil se harmonizou bem com esse projeto criminoso de poder, na definição do ministro Celso de Mello (que não roubou, então pode dizer que o PT é ladrão).
Pizzolato esfaqueou o Banco do Brasil, Baiano esfolou a Petrobras — e esses são apenas dois agentes do maior sistema de corrupção da história, regido pelo PT de dentro do Palácio do Planalto. Agora tirem as crianças da sala para a notícia estarrecedora: o PT continua dentro do palácio.
Como escreveu Fernando Gabeira, o Brasil desmoralizou a instituição do batom na cueca. A mancha veio da lavanderia, o batom era progressista e a cueca era do bem. O ministro Gilmar Mendes disse que Dilma não precisa de um Fiat Elba como o de Collor para cair. Claro que não. Ela pode cair pedalando — o que seria inclusive menos poluente. As pedaladas fiscais que o TCU já condenou são crime de responsabilidade, e constituem uma fração do tal projeto criminoso — que não é feito só de mensalões e pixulecos, mas também de fraudes contábeis para maquiar o rombo.
Não deixem as crianças ouvirem: essa orgia companheira acaba de render ao Brasil o selo de país caloteiro. Agora sejam fortes: as pedaladas continuaram este ano, depois de flagradas e desmascaradas, e pelo menos uma das centrais de tramoias do petrolão continuou ativa depois da revelação do escândalo. Deu para entender? O PT é o cupim do Estado brasileiro, e não dá para pedir a ele: senhor cupim, por favor, poderia parar de devorar a mobília até 2018? O Brasil está esperando que os cupins passem a se alimentar de vento estocado e façam o ajuste fiscal.
Dilma Rousseff declarou na Finlândia que este governo não está envolvido com corrupção. É verdade. A corrupção, coitada, é que está envolvida com este governo. De cabo a rabo. A Lava-Jato já apresentou as evidências de que a própria reeleição de Dilma se alimentou do petrolão — e Vaccari, o ex-tesoureiro do PT, está preso por causa disso. Mas o governo promete tapar o rombo, e lá estão os brasileiros com os braços estendidos para a seringa da nova CPMF, ou bolsa cupim. Contando, ninguém acredita.
Nesse meio tempo, num lugar muito distante da Finlândia, o Banco Central informa que desistiu de cumprir a meta fiscal. Note bem: não foi uma frase de Mercadante, Mantega ou outra das nossas autoridades de picadeiro. O Banco Central do Brasil, espremido entre a inflação e a recessão, teve que largar no chão a arma da política monetária: simplesmente não há o que fazer para respeitar a meta fiscal em 2016. Dilma reagiu: pediu à sua equipe econômica para flexibilizar a meta fiscal. Nessa linha, poderia aproveitar e pedir para flexibilizar o Código Penal. Seria mais eficaz neste momento.
O governo parou. Dilma, a representante legal (sic) do projeto criminoso de poder, está morando de favor no palácio. Conta com a blindagem do STF aparelhado, do companheiro procurador Janot e de um bando de inocentes úteis que doam suas reputações em troca de uma fantasia progressista cafona (alguns perderam a inocência na tabela dos pixulecos). Quem pode descupinizar o palácio é o Congresso Nacional. O pedido de impeachment está nas mãos do presidente da Câmara, que um Brasil abobado transformou em inimigo público número um — porque aqui quem assalta com estrelinha no peito é herói. Eduardo Cunha pode ser cassado, condenado ou execrado, só não pode roubar a cena daqueles que roubaram o país inteiro.
Os brasileiros que estão autorizados por Lula a chamar o PT de ladrão estão chegando a Brasília, acampando em frente ao Congresso Nacional. Quando deputados e senadores estiverem devidamente cercados pela multidão, brotará num passe de mágica sua responsabilidade cívica. Aí os nobres representantes do povo farão, altivamente, a descupinização do palácio — sem traumas, em nome da lei. O resto é com a polícia.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
sexta-feira, 11 de julho de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
sábado, 10 de maio de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2008
[A]Mostra de Humor > Amarildo.
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