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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Túnel do arco-íris

Em Zengzhou, na China está sendo construído um túnel de 1.000 m de comprimento em todas as cores do arco-íris.



O objetivo? facilitar a vida dos motoristas ajustando sua visão na passagem da luz do dia para a iluminação artificial e vice-versa.





O túnel, na verdade uma rasa passagem subterrânea fica próximo ao deserto de Gobi o que acarreta maior intensidade de luz solar.






quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A indústria da multa vai muito bem, obrigado...

Por Joel Pinheiro. 
Postado no SPOTNIKS  em 22JAN2015

(*) Com suas particularidades, o Pilórdia acredita que este artigo deve ser extensivo a todas as prefeituras da grandes cidades brasileiras.

A indústria da multa vai muito bem, obrigado...
É costume brasileiro acusar o governo e empresas estatais de serem complacentes, ineficientes na geração de riqueza, de não inovarem, de ficarem sempre esperando o dinheiro cair das mãos do Estado. Pois saibam que esse definitivamente não é o caso da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo, a CET. Trata-se de uma empresa cujo acionista majoritário é a Prefeitura (o restante acionistas privados) e que, mesmo assim, não para de inovar.

A CET, como qualquer empresa, precisa de dinheiro. Uma pequena parte dele (14%) entra por meio de serviços vários como venda de zona azul. Os 86% restantes vêm do Fundo Municipal para Desenvolvimento do Trânsito (FMDT), cujo dinheiro, por sua vez, vem das multas coletadas na cidade pela própria CET. Desse fundo, 67,5% volta para ela (como pagamento por serviços de engenharia) e o restante fica com a Prefeitura.

Arte de FAUSTO


A CET, portanto, não é daquelas empresas que ficam esperando dinheiro da Prefeitura. Ela dá dinheiro à Prefeitura. E o dinheiro dela não cai do céu; vem do trabalho duro e incansável de encontrar, autuar, multar e cobrar seus clientes, os motoristas e motociclistas da cidade. E não pense que é fácil! Ela tem que se desdobrar em criatividade e, principalmente, muito trabalho duro. A empresa não tem medo de inovar para cumprir cada vez melhor sua real missão: a coleta de multas.

A Prefeitura é parceira nessa história, posto que ela também compõe parte do seu orçamento com projeções (ou seriam projetos?) de multas. A meta de 2014 era R$ 1,2 bilhões; ainda não se sabe quanto é a de 2015, mas o certo é que ela nunca é revista para baixo.

Arte de ORLANDELLI


A pior coisa que pode acontecer para a CET é que os motoristas paulistanos se tornem rígidos conhecedores e seguidores das regras de trânsito. No dia em que isso ocorrer, a fonte seca. Por isso é sempre preciso mudar, inovar, surpreender os clientes com novidades inesperadas e que, se possível, dificultem seu movimento, aumentando a chance de novas infrações.


A criatividade começa na elaboração e na aplicação das regras de trânsito. Um sistema simples e liberal, com limites que se aproximem das velocidades naturais das vias e que permitam o fluxo contínuo de pessoas, não seria muito útil à arrecadação. É preciso aumentar as oportunidades de receita: semáforos (sinaleiras) por todo o lado, proibições de estacionar e parar, limites de velocidade bem abaixo do natural; e, talvez até mais importante, a constante mudanças dessas regras todas. 

Um dia é 70, outro 60, no outro 50 km/h. Se bem orquestrada, a mudança de velocidade de uma via importante pode gerar uma receita extra. Outra manobra sagaz, na mesma linha, foi mudar a tolerância dos radares sem comunicar à população; antes era de 10 km/h, depois passou para 7 km/h, sem aviso. As multas quase dobraram.

Arte de (?)


A sinalização também pode ajudar nesse sentido: quanto mais ambígua a extensão na qual uma placa vale, melhor. Às vezes pode fazer sentido deixar de fiscalizar uma área, acostumar as pessoas a descumprir a lei, e depois chegar de surpresa, colhendo as multas fáceis. É o que fazem com alguma frequência, por exemplo, na escola do meu filho. Na hora da saída, a maioria dos pais precisa parar, por um ou dois minutos, na frente da guia (meio fio) rebaixada de alguma das lojas de roupa da rua; os lojistas, ademais, não se importam, pois realmente não há outra opção. Para a CET, isso não importa; continua sendo infração. Por isso, volta e meia aparece um fiscal para colher a receita que é, por direito, da Companhia.



Um exemplo arrojado de experimentalismo foi visto há poucas semanas na região da Av. Paulista. Uma placa proibia o estacionamento de segunda a sábado apenas em determinados horários. A CET quis estender a proibição a todos os horários; e para marcar a mudança usou uma gambiarra: cobriu os antigos horários com um plástico preto.

Os motoristas, sem saber que aquele pedaço de saco de lixo colado em cima da placa consistia uma real mudança da regra, continuaram a parar nos horários em que antes eram permitidos. Indagado, um agente solícito explicou que, mesmo se a chuva derrubar alguns dos plásticos, continuam valendo as placas com a gambiarra em ordem.














A mudança no extintor de incêndio exigido nos carros, obra do governo federal, veio em boa hora. Todos sairão ganhando: os fabricantes do extintor, as redes de postos de gasolina que o vendem tiveram aumento de demanda, e – claro – a CET, que terá um robusto aumento nas receitas quando a data-limite chegar e nem todos tiverem comprado esse importante objeto da segurança veicular.

Mas nem só de vitórias é a trajetória da CET. Como toda empresa que vive e navega na selva do mercado, há investimentos que fracassam. Grandes ganhos trazem consigo grandes riscos. Foi o que infelizmente aconteceu no ano passado com o uso dos radares móveis.

Arte de (?)


Para tornar o trânsito de São Paulo mais lento, decidiu-se reduzir o limite de velocidade da Av. Paulista de 60 para 50 km/h. A avenida símbolo da cidade, ademais, não tem radares de velocidade. Pensando nessa carência, ao invés de instalar radares fixos, que precisam ser bem visíveis, a CET resolveu investir em radares portáteis, radares-pistola que os agentes carregam de forma mais discreta. Com a redução do limite (pouco sinalizada), a quantidade de carros em excesso de velocidade iria às alturas. Parecia lógico, assim, colocar fiscais na rua para emboscar motoristas e motociclistas.

Infelizmente, o plano não deu certo. As muitas antenas da avenida interferiram no funcionamento dos radares-pistola, e a receita deles caiu brutalmente. O número de multas advindas deles em 2014 foi 96% menor do que em 2013. São os percalços da vida; lições do capitalismo.

Arte de ORLANDELLI


Em todo o caso, o futuro da empresa é promissor. Só em 2014 o número total de multas subiu 4,5%. E ainda há muito o que crescer, como a instalação maciça de novos radares – inclusive escondidos em pontes e viadutos – vem mostrando. 

Isso para não falar em horizontes de ação totalmente novos, que exigirão a cooperação do governo em todas as suas instâncias. Chip em automóveis, chapa para as bicicletas; quem sabe até ressuscitar a velha multa para pedestre. O céu é o limite. 

Arte de AMARILDO


Com muita criatividade, fé e trabalho duro, a CET – e outros tantos braços da indústria da multa pelo país afora – segue sendo mestra na arte de extorquir a população de forma eficiente e total.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

As 5 últimas da Justiça


1. A credenciadora de cartão Cielo foi proibida pela JF/RJ de usar o sobrenome do nadador e medalhista olímpico Cesar Cielo como marca. 


O atleta alegou que a empresa se apropriou indevidamente do sobrenome de sua família depois de fechar contrato de uso de imagem para propaganda – o que teria criado empecilhos ao registro de seu próprio nome no INPI para explorar produtos e serviços comerciais. Leia mais aqui


2.Dado o primeiro passo


O governo do DF não poderá mais criar cargos públicos sem lei formal, nem permitir o provimento de cargos efetivos sem concurso público. Mais aqui

3.Igreja Universal sofre revés
A Igreja Universal deverá pagar R$ 100 mil de indenização a um ex-pastor por tê-lo incentivado a realizar vasectomia com a promessa de promoção para o cargo de bispo da congregação. 



Segundo ele, o motivo da exigência era que o novo cargo exigiria total dedicação, e seu desempenho poderia ser prejudicado se tivesse filhos. Após submeter-se à cirurgia, a "imposição" teria frustrado o projeto de maternidade de sua ex-esposa, acarretando o divórcio do casal. Saiba mais

4.Andar na Faixa é bom para a saúde
A Seara Alimentos não deve indenizar por danos morais por acidente de trabalho uma trabalhadora atropelada no pátio externo da empresa. Em decisão unânime, a 8ª turma do TST entendeu que a empresa não deve ser responsabilizada pelo atropelamento, uma vez que a empregada atravessou fora da faixa de pedestres.


A autora relata que quando saía do trabalho foi atingida por uma moto conduzida por outro empregado. O acidente causou ferimentos, principalmente, na sua perna direita, sendo necessário imobilizá-la. Devido a isso, pediu reparação por danos materiais e morais. Quer ver mais? aqui.

5.TRF esclarece divulgação de depoimentos
Acerca da divulgação dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras e do doleiro no caso da Petrobras, objeto de delação premiada, a presidência do TRF da 4ª região divulga nota de esclarecimento para rebater as críticas que o juiz Sergio Moro tem recebido de violar o sigilo da delação.



Leia na íntegra:

"O TRF da 4ª região (TRF4) vem a público se manifestar sobre as repercussões do processo da Justiça Federal do Paraná, resultado da chamada Operação Lava Jato, esclarecendo:

- o processo criminal brasileiro é público, sendo que a própria Constituição Federal excepciona as hipóteses em que o sigilo deve ser preservado;

- todas as ações penais relativas à Operação Lava Jato são públicas e os atos processuais, bem como as audiências, podem ser acompanhados pelas partes e pela sociedade;

sábado, 16 de agosto de 2014

Multa para o pedestre que não tira o olho do celular...

... em Taiwan!

Se a moda pega por aqui, muita gente vai ser multada, já que os celulares de todos os tipos e nomes se tornaram como se uma extensão dos corpos e mãos de muita gente. Imagino que muitos não os largam nem para dormir, isso sem falar para fazer outras coisas, que normalmente eram feitas “só” a dois.



"Legisladores de Taiwan propuseram uma lei que pune com multa os chamados "pedestres distraídos", aqueles que andam nas ruas enquanto enviam mensagem, navegam na internet ou acessam aplicativos de redes sociais e jogos pelo celular.

De acordo com o jornal Dhaka Tribune, a lei estipula cerca de US$ 10 de multa por cada vez que o pedestre for flagrado atravessando a rua olhando distraído para o celular.



Atualmente, Taiwan tem mais de 14 milhões de usuários de internet móvel e muitos deles são considerados como “viciados”. Em março, por exemplo, uma mulher que usava o celular enquanto atravessava a rua foi atropelada por um táxi e morreu no hospital.

Segundo o governo, o "trânsito caótico" já é uma situação arriscada para aqueles que andam a pé. Quando você adiciona um telefone na mistura, suas chances de sobrevivência ficam ainda pior.

Bytnet

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Redução do IPI às portas da RIO +20

Por Danuza Leão, FOLHA DE SP - 10/06.

Transcrito do Arquivo.etc

Às vésperas da Rio + 20, o governo baixa o preço dos carros para estimular as vendas. Dá para entender?
Existem muitas, e uma delas é quando ouço ou leio o comentário de um analista político dizendo que alguma coisa aconteceu por "pressão da opinião pública". Em grande parte das vezes isso tem a ver com o que eu penso, com o que acredito ser o mais certo; mas a mim ninguém perguntou nada, e não me consta que alguma pesquisa tenha sido feita para saber se a opinião pública está pressionando para um lado ou para o outro.


charge de Mariano


No assunto mensalão, por exemplo: o julgamento tem -enfim- dia marcado para começar, mas existem, sabidamente, duas "pressões da opinião pública". A dos que querem e exigem que isso aconteça, pois não é possível um caso tão escandaloso esperar sete anos para ser julgado, e a dos petistas, que gostariam que levasse mais 30 anos e que tudo acabasse no esquecimento.

E um pequeno comentário: como os ministros do STF adoram criar um suspense. O lento ministro Ricardo Lewandowski é um deles, e agora vamos esperar até não sei quando para que o ministro José Toffoli decida se vai se declarar suspeito ou não, no mesmo julgamento; afinal, ele já deve estar farto de saber se é. Penso que faz parte, para mostrar à população o quanto são poderosos.


Charge de Paixão


Outra coisa curiosa: sabe-se que em quase todos os países do planeta há uma tendência a que as pessoas passem a usar mais o transporte público ou a estimular o transporte solidário para desafogar o trânsito, caótico nas grandes cidades. São Paulo inovou com o rodízio, e, segundo li, está pensando em fechar algumas ruas, a exemplo de Londres e Curitiba, para que algumas áreas sejam usadas apenas por pedestres. Pois às vésperas da Rio + 20 o governo baixa o preço dos carros para estimular as vendas, e as montadoras desovam milhares de carros dos seus pátios, o que vai infernizar ainda mais o trânsito das cidades (e os novos compradores serão, talvez, os próximos inadimplentes). Dá para entender?

Mais uma: é proibido o uso de celulares a quem está dirigindo, o que está certo. Quem está no volante falando ao telefone, seja no viva voz, seja naquela posição mais do que incômoda, equilibrando o celular entre o ouvido e o ombro, perde alguns reflexos, por isso, palmas para a decisão de multar e tirar pontos da carteira de quem não consegue esperar chegar a seu destino para se comunicar com o mundo.



Mas já me aconteceu, várias vezes, de tomar um táxi e ver, bem pertinho do rosto do motorista, uma minitelevisão ligada, muitas vezes na novela. Ora, a TV é diabólica; se ela está ligada, seja em nossa própria casa, seja na sala de espera de um médico ou dentista -o que, aliás, deveria ser proibido- é inevitável que se olhe para ela. Agora imagine um motorista de táxi, que passa dez horas dirigindo, e que, teoricamente, não tem com quem falar -teoricamente, porque todos falam, ou com o passageiro ou ao celular- com uma TV ligada bem na sua frente. É simples: não dá. Mas ainda não ouvi falar que exista lei proibindo a existência dessas televisões nos carros, ou proibindo sua fabricação, o que seria bem prático; se não existissem TVs feitas especialmente para carros, ninguém poderia comprar, e nem seria preciso lei alguma para punir os motoristas irresponsáveis.
Essas são apenas três das muitas coisas que não entendo.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Lei Seca

André, lembra-se do que conversamos neste final de semana ?

Por Leonardo Isaac Yarochewski. transcrito do Migalhas

Lei Seca
Foi aprovado na Câmara dos Deputados projeto de lei que altera a vulgarmente conhecida "lei seca". De acordo com a redação atual da lei 9.503/97 - Código de Trânsito Brasileiro (CTB) - em seu artigo 306, constitui crime "conduzir veiculo automotor, na via pública, estando com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a 6 (seis) decigramas, ou sob influência de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência". De acordo com o decreto 6.488 de 2008 que regulamenta o artigo do CTB, para fins de constatação da embriaguez através do teste em aparelho de ar alveolar pulmonar (etilômetro), popularmente chamado "bafômetro", é necessário concentração de álcool igual ou superior a três décimos de miligrama por litro de ar expelido dos pulmões.

Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça decidiu que para comprovação da embriaguez, nos termos do CTB e do Decreto que o regulamenta, o exame de sangue ou o teste do bafômetro é indispensável para a caracterização do crime de dirigir embriagado.

Neste aspecto é irretocável a decisão do STJ, posto que, é impossível através de outros meios de provas, que não os exames técnicos comprovar o teor de álcool presente no organismo do condutor do veículo. A prova testemunhal, como outros meios de provas admitidas no Direito, é capaz apenas de informar se o condutor estava, por exemplo, com hálito etílico, com fala desconexa, com dificuldade de caminhar e etc., mas em nenhuma hipótese, por maior credibilidade que possa ter a testemunha, poderá esta afirmar qual a quantidade de álcool presente no organismo, o que somente é possível como foi dito e reconhecido pelo STJ, através da prova técnica, etilômetro ou o exame clínico de sangue.

Melhor seria que a lei não fizesse menção à quantidade de álcool no sangue, mas ao estado de embriaguez do condutor que muitas vezes sequer tem condições de responder a simples perguntas ou mesmo caminhar normalmente, tais fatos poderiam ser comprovados por prova testemunhal, imagem, vídeo e etc.

Hoje, a lei acaba equiparando condutores embriagados e, portanto, com comprometimento da capacidade psicomotora com aquele que embora tenha ingerido álcool, o fez moderadamente, com responsabilidade e sem comprometimento da sua capacidade motora, da sua concentração e de seus reflexos.

Melhor ainda se, como já fez anteriormente, estabelecesse a lei para a caracterização do referido crime que o condutor pusesse em perigo concreto a incolumidade alheia. Posto que o perigo abstrato, perigo presumido, é repudiado pelo direito penal garantista.

É incontestável que o trânsito violento das cidades e das estradas deste nosso imenso país é um dos principais causadores de mortes e lesões de milhares de pessoas por ano, a maioria jovem. Tamanha violência leva a sociedade a protestar por maior rigor das leis, clamando, muitas vezes, em passeatas bem orquestradas, por prisões para os infratores e "assassinos" do trânsito. Contudo, é preciso que a sociedade entenda que não é função do direito, principalmente do direito penal, nem das leis educarem as pessoas.

Ao invés de mais leis e mais penas precisamos é de educação e esta não se aprende na prisão.
___________
* Leonardo Isaac Yarochewsky é advogado criminalista do escritório Leonardo Isaac Yarochewsky Advogados Associados, e professor de Direito Penal da PUC-Minas

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Uma onda em plena rua

E você ainda xinga quando, na rua,
 um carro passando numa poça d´água lhe molha?


Enviado por Marcos Maialli. por e-mail.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A Itália de Berlusconi é assim

Há alguns meses um sinal de trânsito próximo à cidade de Treviso  avisa a presença de prostitutas na estrada e confunde os motoristas.




O sinal vermelho com borda triangular mostra uma mulher com pouca roupa e carregando uma bolsa.

O sinal  "ATTENZIONE Prostitute '- aparentemente adverte as pessoas de prostitutas na área. Motoristas e pedestres reclamam que o sinal é "confuso", dizendo que não sabem se isso significa estar atentos para a passagem das prostitutas ou se isso significa que as prostitutas operam na zona.

Palavras de  um motorista local:

"Eu não podia acreditar - a mulher tem uma mini-saia, saltos altos e seios muito grandes."


Bravíssimo, Berlusconi!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Alta velocidade custa caro, na Suiça.

Um sueco de 47 anos está enfrentando um dilema neste final de ano. Foi pego em flagrante por radares em uma estrada suiça pilotando dirigindo o seu  Mercedes SLS AMG avaliado em £ 140,000 (R$ 367.000,00) a nada menos que 322 Km/h.

A multa? Coisinha pouca, apenas £ 538.000 (R$ 1.410.000) além de ter tido seu carro apreendido e a habilitação confiscada pelas autoridades suíças.

Na Suiça a punição é aplicada baseando-se nas condições financeiras do motorista infrator e como ele se enquadra na categoria de, digamos assim, muito bem de vida estima-se que seja alta. 


Depois que ele foi pego acelerando na estrada A12 entre Berna e Lausanne na sexta-feira, um porta-voz da polícia disse: "nós não temos nenhum registro de alguém ser pego viajando mais rápido no país."


 Acredita-se que o motorista não tivesse sido pego por câmeras de velocidade em sua jornada, porque ele estava indo rápido demais e os instrumentos não foram capazes de cronometrar toda a velocidade para além de 200kph, o motivo pelo qual ele foi finalmente preso é porque ele passou por uma nova geração de máquinas de radar.

Depois que ele foi capturado o motorista disse à polícia: "Eu acho que o marcador de velocidade no carro, que é novo, está com defeito." 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Segurança no trânsito

Uma retrospectiva compilada em cinco minutos das campanhas de segurança no trânsito produzido pela Transport Accident Commission - TAC - entidade do governo que cuida e controla as estatísticas de acidentes trânsito do estado de Vitória, na Austrália -nos últimos 20 anos.

A montagem apresenta cenas icônicas e imagens de filmes, que têm ajudado a mudar o modo como dirigimos , todos editados com a música  Everybody Hurts do REM.

Esta campanha é uma oportunidade para revisitar algumas das imagens que ficaram gravadas em nossas memórias relembrando das muitas milhares de pessoas que foram afetadas por traumas provocados por acidentes no trânsito e lembrar a todos nós para que dirijamos com segurança.





 Vídeo enviado por Cassio Santana


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Publicidade em campanha!

Um clique pode mudar seu futuro.
 Use o cinto de segurança.

Enviado por Arlindo Valois von Flach


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Canadá: uso de ilusão de ótica no trânsito

Uma escola no Canadá começará a utilizar uma técnica de ilusão de ótica para fazer com que motoristas diminuam a velocidade. Ao se aproximarem da escola Pauline Johnson, em West Vancouver, os condutores verão a imagem de uma menina correndo atrás de uma bola que parecerá estar se aproximando por causa do efeito 3D. As informações são do jornal Daily Mail.
 
O desenho será pintado na pista, alongado para que o efeito de três dimensões funcione quando visto a partir de um carro em movimento. A uma distância maior, a imagem será vista apenas como uma marcação na estrada, mas quando o carro estiver a 30 m, o desenho parecerá se levantar da pista de repente.

Segundo especialistas em segurança, a ilusão será projetada para preparar os motoristas para o inesperado. No entanto, críticos afirmam que a imagem da criança pode surpreender a tal ponto os condutores que eles podem provocar acidentes, se não perceberem que a menina é apenas ilusão.



A imagem será acompanhada por uma placa que diz "Você provavelmente não espera que crianças corram na estrada". O desenho ficará na pista por uma semana.