segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Paris, capital do mundo livre
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
A Europa e o futuro... do Brasil !
Por Antonio Ribeiro
Em seu De Paris
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Cutucando o "frango" de vara curta
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
O tubarão também tem seu dia de sardinha
Por Antonio Ribeiro, de Paris
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Euro: a preferência do crime organizado!
Euro vence o dólar com boa mão do crime organizado
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Direto "de Paris"!
É o cara ... de pau
sábado, 24 de outubro de 2009
Artigo de Antonio Ribeiro: Tempos das ...
Tempos das cavernas
sábado, 5 de setembro de 2009
Antonio Ribeiro > fuego muy amigo

A vitória da Renault em um GP na Ásia, mercado automobilístico onde a empresa francesa disputa seu futuro, tinha uma simbologia muito além do mundo esportivo. É inegável, a Renault Formula One desembarcou em Cingapura com a pressão do mote pó de arroz: “Vencer ou vencer”.
Depois da corrida, Felipe Massa, líder da prova até a entrada do safety car, foi se dar com Briatore. Ele teria feito saber ao italiano que o acidente do compatriota Nelsinho foi fraude. Este tipo de inteligência não escapa da Quest.
O que doutos em Formula 1 no Brasil não atentaram, ou propositalmente colocaram no terreno do indizível, é que a investigação encomendada pela FIA tem implicações muito mais sérias. A maior competição mundial sob quatro rodas tornou-se um cassino, onde uma enorme quantidade de apostadores investem uma dinheirama. Os resultados manipulados são passíveis de ações na justiça comum que podem desaguar em condenações criminais.
terça-feira, 24 de março de 2009
Paraísos fiscais na mira.
o questionamento efetivo de territórios que permitem pagar menos ou nenhum
imposto, os paraísos fiscais.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Fatos diversos ou ...
Por Antonio Ribeiro, em seu blogMaítre Verges, de 84 anos de idade, prefere ser o único de um lado do que mais um entre tantos outros que defendem causas sensatas. Estratégia e egocentrismo mais antigo do que Matusalém, mas nem sempre percebido pelos menos incautos — em terra de cegos quem tem olho é rei.
Ele defendeu o chefe da Gestapo na cidade de Lyon durante a ocupação nazista na França, Klaus Barbie. Foi advogado do terrorista venezuelano, Carlos, o Chacal. De 1970 à 1978, Jacques Vergès desapareceu. Suspeita-se que ele trabalhou para o Khmers Vermelhos de Pol Pot, no Camboja.
Verges conta que, durante o julgamento de Klaus Barbie, olhava para os 40 advogados de acusação e sentia-se em êxtase: “Cada um deles valia um quarenta avos em relação a mim.”
O advogado foi perguntado se era capaz de defender Hitler? Ele saiu com seguinte ironia: “Defendo até George Bush se ele declarar-se culpado.”
O engenheiro austríaco Josef Fritzl, de 73 anos, que pode ser condenado à prisão perpétua por ter sequestrado e violentado a filha durante 24 anos em um porão da sua casa na cidade de Amstetten, declarou “parcialmente” culpado, no seu julgamento que começou hoje.
Fritzl admite o incesto, estupro e sequestro, mas declara ser inocente das acusações de assassinato e escravidão.
Fritzl que chegou ao tribunal escondendo o rosto atrás de uma pasta azul, declarou na sua avaliação psicológica: “Percebi que tinha uma via para maldade. Para alguém nascido para ser um estuprador, até que eu aguentei por muito tempo.”
O caso escabroso de Fritzl choca a maioria, mas configura mais uma ótima oportunidade de defesa para quem deseja ser o único de um lado do que mais um entre tantos que defendem causas sensatas.
* Faits divers quer dizer, literalmente, fatos diversos, mas no idioma francês é a sessão dos jornais que trata de crimes.
quinta-feira, 19 de março de 2009
“São outros que merecem a excomunhão”
“São outros que merecem a excomunhão e nosso perdão, não os que lhe permitiram viver e a ajudarão a recuperar a esperança e a confiança, apesar da presença do mal e da maldade de muitos", diz ele.
“Era mais urgente salvaguardar a vida inocente e trazê-la para um nível de humanidade, coisa em que nós, homens de igreja, devemos ser mestres. Assim não foi e infelizmente a credibilidade de nosso ensinamento está em risco, pois parece insensível e sem misericórdia."
Segundo o cardeal, a equipe médica merece respeito por agir de forma profissional em uma situação delicada:
“É uma decisão difícil para os médicos e para a própria lei moral. Não é possível dar parecer negativo sem considerar que a escolha de salvar uma vida, sabendo que se coloca em risco uma outra, nunca é fácil. Ninguém chega a uma decisão dessas facilmente, é injusto e ofensivo somente pensar nisso."
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
O buraco é mais embaixo
Por Antonio Ribeiro, da Revista Veja A Secretaria de Imprensa da Presidência contou lorota ontem (segunda) aos jornalistas. Foi dito não ter havido censura na transcrição da expressão chula “sifu”, pronunciada por Lula em discurso da quinta-feira passada, grafada na transcrição da fala como “inaudível”, embora os presentes no evento tenham ouvido a palavra.
Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, as senhoras que transcrevem os discursos do presidente optaram por deitar “inaudível” no papel porque não compreenderam o significado de “sifu”.
Primeira queda. Se as funcionárias do executivo nacional desconhecessem o significado de “sifu”, fica claro que desconhecem também o que “inaudível” quer dizer. Poderiam ter grafado “incompreensível”.
Mas se a lorota oficial fosse levada a sério, as escribas do Palácio do Planalto estariam inaptas para realizar função paga pelos contribuintes brasileiros.
Segunda queda. Quando se desconhece o significado de uma palavra, consulta-se o dicionário. Se o verbete está ausente no “pai dos burros”, procura-se saber o que quer dizer com quem o pronunciou.
Terceira queda. A versão mentirosa da Secretaria de Imprensa da Presidência pressupõe, por dedução lógica, que o presidente se dirige à um país chamado Brasil Menos as Senhoras. Ora, Lula foi eleito por senhoras, senhores e senhoritas brasileiras com mais de 18 anos com título eleitoral válido.
O presidente deve falar a todos devido as regras básicas da democracia, confraria a qual o Brasil pertence. Portanto, ou Lula é mal assessorado ou não deveria ocupar cargo remunerado mensalmente sem atraso, pelo dinheiro dos contribuintes.
Quinta queda. Lula voltou a servir-se do “sifu”, por duas vezes ontem (segunda), em almoço com oficiais-generais das Forças Armadas, no Clube da Aeronáutica, em Brasília.
Conclusão: retorno à casa um. Ou seja, confirmou-se a lorota dos aspones do Planalto aos jornalistas. Por quê? O que motivou o presidente a dizer “sifu” é o “digo o que quero quando quero.”
Sexta queda. No dia 17 de setembro de 2008, Lula disse: "Proibimos a palavra gasto em educação." É cristalino, o presidente considera o conteúdo mais importante do que a forma. A surpresa viria se ele dissesse: “Proibimos esbanjar falta de educação”. Entende-se, Lula seria o primeiro a quebrar a regra.
Sétima queda, a fatal. FHC, enquanto foi presidente, manipulava bem o idioma materno. Tinha a desvantagem, em relação a Lula, de não achegar-se a todos pela qualidade do raciocínio sofisticado. Lula atinge à todos de maneira literal e figurada.
Isto posto, é pena que alguns críticos da grossura do presidente Lula servem-se de linguagem igual ou pior do que a dele.
Tristes moços, diria o gaúcho Lupicínio Rodrigues. Trata-se do sujo falando do mal lavado. Eles jogam a credibilidade no chão.
* A transcrição foi total. Não sei onde foi parar a quarta queda.




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