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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Mudança no Maranhão

Da Folha SP.

Decreto do governador do MA retira o nome de Sarney de 7 escolas estaduais
Sete escolas estaduais do Maranhão batizadas em homenagem ao ex-presidente José Sarney tiveram os nomes alterados por um decreto assinado pelo governador Flávio Dino (PC do B).

No total, o nome de 37 escolas que homenageavam pessoas vivas foram trocados por nomes de professores, políticos, religiosos e poetas que já morreram, como os ex-deputados João Evangelista e Júlio Monteles.



A filha de Sarney, a ex-governadora Roseana Sarney, e mulher dele, Marly Sarney, também perderam as homenagens. O nome de Roseana batizava três escolas, e o de Marly, uma.

O decreto foi publicado no "Diário Oficial do Estado" no último dia 14 de janeiro.

Outro nome próximo ao clã Sarney, o do senador Edison Lobão, que é ex-governador do Estado e ex-ministro de Minas e Energia, foi retirado de quatro locais.

Arte de IVAN CABRAL


Há um ano, quando assumiu o governo do Maranhão, Dino assinou um decreto que proibia que bens públicos do Estado recebessem o nome de pessoas vivas ou responsabilizadas por violações aos direitos humanos durante o regime militar.

No caso das pessoas vivas, a medida não era retroativa, de modo que Sarney continuava a dar nome a pelo menos 160 escolas do Maranhão, além de bibliotecas e obras viárias em todo o Estado.


Arte de SIMANCA


Com o novo decreto, os nomes do ex-vice-governador do Maranhão e atual senador João Alberto de Souza, do ex-governador João Castelo, da ex-secretária de Educação Leda Tajra, do ex-vice-presidente Marco Maciel e do ex-deputado federal Magno Bacelar também foram apagados da fachada de centros de ensino. O poeta maranhense e membro da Academia Brasileira de Letras Ferreira Gullar também deixou de ser homenageado.



A medida promovida pelo governador está prevista na lei federal 6.454, de 1977, que proíbe a atribuição de nomes de pessoas vivas a bens públicos em todo o território nacional. No "Diário Oficial", Flávio Dino justifica a decisão com base no artigo 64 da Constituição Estadual, que garante ao governador do Estado a competência de sancionar e fazer publicar as leis e expedir decretos para sua execução.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A doce vida de um advogado

Por Ruth Manus em seu blog.


Para Hamilton e Marcelo Vítor


A doce vida de um advogado
A doce vida de um advogado começa de manhã cedo. Porque tem audiência, tem prazo, tem trânsito. Acordamos, tomamos um banho e um café preto, colocamos sapatos que apertam, gravatas que apertam, saias que apertam. Alguns pegam o carro, que de uns poucos é Mercedes e de uns muitos é Palio, Celta e Corsa. Outros tantos pegam metrô, ônibus e trem. Uns pegam a bicicleta, outros a moto. E começa o dia.



Dia esse que começa com a cabeça cheia. Mas tudo bem, porque os eles também terminam com a cabeça cheia. A gente vai se habituando. Reunião com cliente. Chamar o cara que conserta a impressora. Tirar aquela dúvida com o contador. Comprar o novo código. Preparar três defesas e dois recursos. Tirar cópias. Ver se aquele pagamento atrasado caiu.

Poucos sabem que na nossa doce vida tem um número incontável clientes insanos. Que gritam, que mandam 7 e-mails em 20 minutos, que nos ligam no domingo, que nos acusam de não estar dando atenção ao caso dele, mesmo que estejamos acompanhando o andamento todo santo dia.



Poucos sabem que tem cliente que simplesmente não nos paga. E não são poucos. E que esses honorários que a gente deixa de receber não servem para comprar bolsas caras ou ternos italianos. Servem para pagar aluguel, para pagar o estagiário, para comprar os livros que embasam nossas teses. E mesmo quando os clientes pagam, nem sempre o orçamento fecha.

E nesse doce dia a dia a gente estuda. Lê o Código de Processo que mudou. Lê artigos sobre o que mudou no Código de Processo. Advogados, depois de pelo menos 5 anos de estudo, se matriculam na pós. Vão a congressos. Palestras. Seminários. Querem fazer mestrado. Os que não vão, quase sempre é por falta de grana. Porque com a falta de tempo e com a falta de saúde a gente já aprendeu a lidar, fazer malabarismo, fazer milagre.

Arte de NANI


E o engraçado é que para o senso comum, todo mundo pode ganhar dinheiro. O jogador de futebol é pelo talento. O artista pelo dom. O médico pelos estudos. O engenheiro pela dedicação. Mas o advogado não. Se o advogado ganha bem, todo mundo já acha que é porque se aproveita dos clientes, faz esquema. Não pode ser por talento, nem dom, nem estudo, nem dedicação.

A verdade é que enche o saco ficar ouvindo que advogado é o cara explora as pessoas, que ganha dinheiro fácil, que enrola todo mundo. Existe advogado desonesto? Sim. Assim como médico desonesto, engenheiro desonesto, jogador de futebol desonesto. Mas digo com a maior tranquilidade: esses caras são exceção, não regra.

Arte de AMARILDO


Conheço advogados que ficaram ricos. Como? Estudando muito, trabalhando madrugadas, sacrificando outros projetos. Também conheço um monte de advogado que tá sem grana. Por azar, por parcerias erradas, por erro de administração. Mas não conheço nenhum, nenhum advogado que esteja rico ou pobre porque trabalha pouco. Trabalhar pouco e ser advogado são expressões que nunca andam juntas.

Ontem, 11 de agosto, foi dia do advogado. Ouvi um parabéns ou outro, recebi e-mail da OAB, da AASP. Sou professora e advogada. Uma profissão endeusada, outra totalmente estigmatizada. Um 15 de outubro é sempre muito diferente de um 11 de agosto. Eu não coloco asas de fada e uma tiara de flores para dar aula, nem coloco capa vermelha, chifres e um tridente na mão pra ir pro escritório. Sou a mesma pessoa, professora e advogada. Assim como todos advogados que conheço, que ralam, que tomam porrada, que dormem pouco, têm torcicolo, têm preocupações infinitas, ouvem piadas, ouvem grosseria, fingem que não ligam e seguem em frente.



Não espero flores nem presentes por ser advogada. Mas espero respeito. Carrego uma carteirinha vermelha na bolsa e um orgulho imenso no peito pelo que faço. Sou advogada. Tenho orgulho das minhas olheiras e da minha trajetória. Tenho orgulho de pertencer a essa classe que batalha pela própria sobrevivência e pelo direito alheio. Tenho orgulho de desempenhar função essencial à justiça, ainda que o mundo pareça nos ver como inimigos. Mas sabemos quem somos, sabemos o quanto lutamos. E chega de conversa, que mimimi não interrompe prazo. E tem prazo vencendo hoje. Sempre tem prazo vencendo. E a gente tem que vencer os prazos. E vencer os casos. Feliz agosto pra nós. Tamo junto.

sábado, 27 de junho de 2015

Karina Rabinovitz, um poema

Parabéns querido amigo, Ito Rabinovitz!




Eco Daltônico
(Karina Rabinovitz)

verde
é a cor que meu pai
não vê.


inconformada,
passei a infância atrás dele
com uma caixa de lápis de cor,
jogando verde pra ver
se colhia maduro.


amadureci reconhecendo
que as árvores de meu pai 
são cinzas
e que sua bandeira do Brasil
é da cor de um pano de chão.


foram muitos anos até compreender
meu pai e seu amor sem a cor
verde.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Joaquim Barbosa é homenageado em Jerusalém

A honraria foi entregue durante o 78º Board of Govenors da UHJ, no deslumbrante anfiteatro ao ar livre da instituição, localizada no topo do Monte Hatzofim. Em seu discurso de agradecimento, Joaquim Barbosa disse que "fazer política no Brasil se tornou uma coisa desagradável"



JB sentou-se no palco ao lado do ex-presidente israelense, Shimon Peres, também agraciado com o Prêmio Solomon Bublick. Outras 11 personalidades internacionais foram condecoradas e, em anos anteriores, o título honorário foi outorgado a lideranças brasileiras e internacionais como Fernando Henrique Cardoso, Celso Lafer e Bill Clinton.


Sinto-me lisonjeado e feliz em ter meu nome lembrado para uma condecoração. O reconhecimento é importantíssimo para a vida profissional de qualquer pessoa. A Universidade de Jerusalém é reconhecidamente uma grande instituição e é uma honra estar associado a ela”, afirmou Joaquim Barbosa, que em sua primeira viagem a Israel teve ótimas impressões.

Fonte complementar Coisas Judaicas

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Dilma cancela outra viagem por medo

Direto do Radar online


Dilma não vai mais viajar ao Rio de Janeiro na sexta-feira, para a cerimônia dos 70 anos do fim da II Guerra Mundial, no Monumento aos Pracinhas, na Zona Sul da cidade.



A sugestão do cancelamento foi do governador do Rio, Pezão. Seu temor é grande por dois motivos. Primeiro, porque Dilma estará ao lado de expedicionários ainda vivos e militares – público conservador e avesso a ela.

Segundo, porque foi barulhento o panelaço na vizinhança de seu apartamento, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio.

O Ministério da Defesa avisou há pouco ao Planalto que o Exército não pode garantir que os 800 militares na plateia do evento, a maioria da reserva e menos sensíveis à hierarquia dos tempos de democracia, não fossem, de alguma maneira, hostilizar Dilma.

Com isso, Dilma será a única chefe de Estado de um país que lutou na II Guerra a não participar da comemoração do fim do conflito. A propósito, no primeiro mandato Dilma não compareceu a nenhuma dessas cerimônias do Dia da Vitória.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Fagner homenageia o juiz Sérgio Moro

O cantor Fagner está compondo uma música em homenagem ao juiz Federal Sérgio Moro, da 13ª vara de Curitiba/PR, responsável pela condução da operação Lava Jato.

Em vídeo postado pelo jornalista Ancelmo Gois, Fagner canta o refrão "Quem tem tudo na mão, não corre atrás", da canção que, conforme afirmou em entrevista ao portal G1, representa o "grande trabalho dele pelo Brasil".

Ao final da gravação, o cantor ainda saúda o magistrado pelo trabalho que tem desenvolvido:
"Sérgio Moro, é um prazer ter falado com você. Nós brasileiros estamos junto com você. Parabéns por você existir nesse país difícil de aturar."
Fagner conversou com Moro durante a entrega do prêmio "Você faz diferença", do jornal O Globo - oportunidade em que o juiz recebeu o prêmio de personalidade do ano.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

BAÊA - Comemorando a conquista do BI !

Esta semana o meu BAHIA comemorou os 26 anos pela conquista do BI-Campeonato Brasileiro e para alegria dos torcedores do tricolor relembro o fato memorável com a bela crônica de Juca Kfoury no JN,  em 24FEV1989.

Que  Marcelo Santana se inspire e conduza o Esquadrão de Aço ao lugar que lhe é de direito. BBMP!


Crônica enviada pelo tricolor Antonio Luiz Carneiro.


Crônicas

O Bahia não é simplesmente o único clube nordestino Campeão Brasileiro. O Bahia agora tem um título que nem Corinthians, nem Santos, nem Botafogo, nem Cruzeiro possuem – para ficar apenas entre os maiores clubes do nosso futebol, integrantes do Clube dos 13. O Bahia não é um Campeão qualquer. É o Campeão.


Campeão porque teve a terceira melhor campanha nos dois turnos iniciais, deixando para trás 21 times. Campeão porque nas fases finais fez tudo o que se exige de um time vencedor. Empatou um jogo que perdia contra o Sport. Segurou o Fluminense no Maracanã e o massacrou na Fonte Nova. Anestesiou o Inter em Salvador e deu um show de bola no segundo tempo no Beira-Rio. Nem do gol precisou. Provou que era o melhor time a tal ponto que o canto de sua espremida torcida, nos pampas, ecoava mais alto que o da resignada massa colorada.



Semifinal - BAH 2 X 1 FLU
110.000 pessoas / Fonte Nova


E Campeão porque talvez nenhuma outra legião de seguidores mereça tanto esse título. A Nação Tricolor fez da paixão pelo Bahia uma profissão de fé que transforma a Fonte Nova no templo mais carinhoso do futebol brasileiro. Exagero? Louvação pura e simples e inevitável a qualquer Campeão? Definitivamente, não.

A começar pela parte técnica. Quem viu o Bahia dar um baile no São Paulo no Morumbi, logo na nona rodada da Copa União, estava atento a Zé Carlos, Paulo Rodrigues, Bobô e companhia.



SP 0 X 2 BAH

Não, desta vez o título não veio como na I Taça Brasil. À época, o Santos deu o título por ganho antes do jogo e foi mais uma vítima da arrogância – pecado que o futebol costuma punir com rigor de um pênalti no último minuto. Aquela conquista histórica, motivo justo de orgulho, sempre foi vista no Sul Maravilha como um acidente. E o Sul Maravilha continuou dando as cartas como sempre.


BAH 5 X 1 SAN 


Desta vez, não. Primeiro, porque o Inter jogou literalmente tudo o que pôde. E foi pouco para o Bahia. Depois, porque na esteira do título o tricolor derrotou times como Flamengo, Corinthians, Santos, São Paulo, Palmeiras, Cruzeiro e Grêmio. Ah, mas levou duas traulitadas do Flu e do Inter por 3 a 0. Levou, sem dúvida. Mas devolveu com juros e correção monetária na hora certa. E bote juros nisso! Juros e juras. Juras de amor de uma torcida que fez da Fonte Nova, nos jogos do Bahia, o estádio mais freqüentado do campeonato, com mais de 30 mil torcedores por jogo.



FINAL (Beira Rio) - BAH 0 X 0 INT


E time algum eletriza torcida alguma se não tiver certos ingredientes que mobilizem a massa. Que devolva em arte e esforço a solidariedade do povão. Quem não se comove com as defesas do pequeno (?) Ronaldo? Com a fé de Paulo Róbson, um gigante no Beira-Rio? Com a santa humildade de Tarantini, João Marcelo, Newmar e Claudir, cuja distensão vergaria até o Pelourinho? E o que dizer da abnegação e consciência de Paulo Rodrigues, a cabeça de Evaristo de Macedo dentro de campo? Gil, Pereira, Sandro, Osmar, Sidmar, Edinho, Dico, Charles, Marquinhos e Sales, são ou não todos personagens dignos de um épico de Jorge Amado? E quem não vai atrás de Zé Carlos, maneiroso feito Gil, o Gilberto, doce como Caymmi, o Dorival?



FINAL (Fonte Nova) - BAH 2 X 1 INT



Por último, e não o último, mas o primeiro, Bobô, o predestinado. Símbolo do sangue, suor e cerveja, pombo-correio das melhores notícias já recebidas pela torcida baiana. A taça está nas mãos de quem a mereceu. Mãos e pés que merecem uma estátua na Praça Castro Alves, que é do povo, como se sabe. Axé!


Armandinho e o HINO TRICOLOR


 A CAMPANHA DO BAHIA
  02/09- 1x1 Bangu (6x5) (C)
  07/09- 1x0 Vitória (C)
  11/09- 0x3 Fluminense (F)
  18/09- 1x0 Flamengo (C)
  25/09- 2x2 Goiás (2x4) (F)
  02/10- 1x1 Atlético-MG (1x4) (F)
  09/10- 1x1 Sport (5x4) (C)
  16/10- 2x0 Atlético-PR (C)
  22/10- 2x0 São Paulo (F)
  30/10- 1x0 Palmeiras (C)
  06/11- 0x3 Internacional (F)
  09/11- 0x0 Portuguesa (5x4) (F)
  13/11- 2x1 Cruzeiro (C)
  16/11- 0x0 Vasco (3x5) (F)
  20/11- 0x0 Guarani (4x3) (F)
  24/11- 0x1 Botafogo (C)
  27/11- 2x0 Corinthians (C)
  01/12- 1x0 Criciúma (F)
  04/12- 0x2 Coritiba (F)
  07/12- 5x1 Santos (C)
  11/12- 3x1 Grêmio (C)
  14/12- 1x2 Santa Cruz (F)
  18/12- 2x1 América-RJ (C)

  Jogos em 1989

  Quartas-de-Finais
  29/01- 1x1 Sport
  01/02- 0x0 Sport

  Semifinais

  09/02- 0x0 Fluminense
  12/02- 2x1 Fluminense

  FINAIS

  15/02- 2x1 Internacional
  19/02- 0x0 Internacional



Foram campeões – os goleiros Ronaldo, Sidmar e Rogério; os laterais Tarantini, Maílson e Edinho; os zagueiros João Marcelo, Claudir, Pereira e Newmar; os meias Paulo Rodrigues, Gil, Bobô, Sales e Zé Carlos; e os atacantes Renato, Osmar, Charles, Marquinhos, Dico e Sandro; além do técnico Evaristo de Macedo. O clube era presidido à época por Paulo Maracajá.



Zé Carlos, com nove gols, foi o artilheiro do Bahia no Campeonato. Bobô foi o vice, com sete. Três jogadores do Bahia fizeram parte da Seleção do Brasileiro elaborada pela revista Placar, e ganharam a Bola de Prata – Pereira, Paulo Rodrigues e Bobô. A média do goleiro Ronaldo (7,38) foi maior que a do Bola de Ouro Taffarel (7,37). O arqueiro tricolor só não levou o prêmio máximo porque disputou 11 partidas – uma a menos do que o mínimo exigido pelo regulamento da revista para concorrer ao troféu.



Fontes

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Cartoons pelo mundo, homenagem a Charlie Hebdo

Joep Berthrams / Holanda


charliehebdo-cartoons-17



Lucille Clérc / França


Amarildo /   A Gazeta-ES/BR

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Ruben L. Oppenheimer/Holanda

charliehebdo-cartoons-10
"Ele sacou primeiro"
David Pope / Austrália

Sponholz / Jornal da Manhã - PR/BR


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Max Haes / Holanda


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Uderzo / França



Genildo / Charge On Line - BA/BR


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David Brown / The Independent / Inglaterra

charliehebdo-cartoons-02
Mala Imagem / Chile



Duke / Super Notícia-MG



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Hervé Pinel / França

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@BFMTV



Gabriel Renner / Zero Hora-RS


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Nono/Jornal Le Telegraph / Inglaterra


Ann Telnaes/EUA/ Washington Post

Samuca / Diário de Pernambuco - PE/BR


Loic Seca / França

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"Deus é humor"
Dilem / Argélia

Miguel / Jornal do Comércio - PE


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Plantu / Le Monde / França

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Robert Mankoff / New Yorker


Lailson / Humor World / BR


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"Os patos voarão sempre acima que os fuzis"
Boulet / França



Rico/ Vale Paraibano -  SP


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