quinta-feira, 19 de junho de 2014

A Copa na visão dos chargistas

FRANK

PELICANO


MARCO AURELIO


DUM


SON SALVADOR


SID


TIAGO RECCHIA


ED CARLOS


WILLIAM

MIGUEL


DUKE

charge on line

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Ney Matogrosso canta A Cara do Brasil

 
 

 
 

12 anos de Brasil pelo traço de FRANK, I







Fonte: Acervo Pilórdia / Google

CPI no Brasil: Pacto de Impunidade

Por Suely Caldas
Publicado em O ESTADO DE SP em 08JUN2014

Pacto da Impunidade

Um pacto entre parlamentares da base governista e da oposição para livrar grandes empresas das investigações da CPI mista da Petrobrás foi revelado em reportagem de Débora Álvares, publicada domingo passado neste jornal. Não é a primeira vez que isso acontece nem será a última. A blindagem de proteção a essas empresas é garantida por parlamentares que delas recebem expressivas doações de dinheiro para financiar suas campanhas eleitorais. Aconteceu no passado em outras CPIs e nesta, às vésperas de uma eleição, os doadores podem ficar ainda mais tranquilos: PMDB, PT, PSDB, PSB, DEM, PP, PDT, etc., vão se esmerar para mantê-los bem longe da CPMI. E na disputa por doações levam vantagem PMDB e PT, que detêm a presidência e a relatoria.

Newton SIlva




A Comissão Parlamentar de Inquérito é um instrumento de fiscalização a que os partidos minoritários recorrem para investigar suspeitas de crimes, fraudes e outras irregularidades praticadas por agentes do poder público, sobretudo quando envolvem desvios de dinheiro. É um recurso absolutamente necessário para a democracia, quando levado a sério, investiga, produz resultados e os acusados são levados à Justiça e punidos. Mas no Brasil, com raras exceções, elas têm servido muito mais de palco, palanque para os políticos - da base governista e da oposição.
Depois da ditadura militar as CPIs foram banalizadas e multiplicadas com o crescimento da corrupção. Só no governo Lula foram instaladas nada menos que 24. Acordos entre parlamentares que delas participam, como este da CPMI da Petrobrás, levam à frustração em resultados e engrossam a desilusão, frustração e descrença da população no Poder Legislativo.


Poucas delas produziram desdobramentos que chegassem à Justiça. As mais conhecidas foram a CPI do ex-presidente Fernando Collor, que resultou em impeachment e suspensão de seus direitos políticos por oito anos; e a CPI dos Correios, que investigou a prática do mensalão e condenou 24 réus, entre eles um ex-ministro de Lula, parlamentares do PT e banqueiros.
Em compensação a CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira, que ficou conhecida como a "CPI do fim do mundo", pela pretensão de investigar um número expressivo de políticos, produziu tão somente a cassação do mandato do ex-senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) e a breve prisão de nove meses de Cachoeira.
Já nem lembrança resta, mas em 2009 o Senado instalou uma CPI relâmpago da Petrobrás, que realizou apenas 13 sessões e seu relator, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), fez apaixonada defesa da empresa e inocentou todos os envolvidos.
Sponholz
A oposição produziu um relatório paralelo apontando 18 irregularidades, entre elas a prática de superfaturamento na Refinaria Abreu e Lima (também investigada agora) e a venda de uma refinaria à Bolívia por preço inferior ao do mercado, exatamente o inverso do caso da Refinaria de Pasadena, que a Petrobrás teria comprado a preço acima do mercado. Parece até reprise de um filme - aliás, o presidente da CPI de 2009, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), é o mesmo desta CPMI que mal começou e já produziu um pacto de impunidade.

Se já não havia esperanças com uma CPMI no meio da Copa do Mundo, do recesso parlamentar e da campanha eleitoral e dominada por partidos aliados do governo, a desesperança é reforçada com esta farsa montada com a ajuda da oposição, que busca apontar corruptos, mas esconde corruptores.


Se real fosse a disposição de apurar, a investigação poderia começar por auditoria concluída pela própria Petrobrás, que encontrou ágio de até 1.654% em preços praticados pelo Grupo Odebrecht na execução de um contrato de prestação de serviços de segurança e meio ambiente em dez países.
Na Argentina, por exemplo, a construtora teria pago R$ 7,2 milhões pelo aluguel de três máquinas fotocopiadoras e R$ 3,2 milhões pelo aluguel de um terreno próprio da Petrobrás.
E ainda requisitar da Polícia Federal investigações que apuraram a prática de superfaturamento na Refinaria Abreu e Lima, de parte do consórcio liderado pela Construtora Camargo Correa.
Pelicano
Mas para que investigar doadores de campanha?


sábado, 14 de junho de 2014

Adidas promove quebra quebra de ônibus francês

A Adidas, ex-patrocinadora da seleção francesa promoveu um evento em que destruiu o ônibus utilizado pelos Le Bleu na Copa do Mundo de 2010. O aniquilamento do meio de transporte foi uma forma de “apagar” as lembranças do último Mundial em que a equipe azul não passou da fase de grupos.



 
Naquela competição, a seleção da França era vestida pela Adidas, que foi parceira da equipe europeia por mais de três décadas, e agora tem patrocínio da principal rival da marca alemã, a Nike.
 
Pelo visto devem ter se inspirado nos vândalos que vem atuando em território brasileiro...
 

Japão na Copa

Quem disse que samurai não joga bola?


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Charges: E a Copa 2014 começou....

FRANK
 

AROEIRA
 

 
RICO
 

SPONHOLZ
 

CLAYTON
 

DUKE
 

DUM
 

 
PAIXÃO

TIAGO RECCHIA
 

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Charges de abertura da COPA 2014

Amarildo
 

Amorim
 

Samuca

Bruno
 

Duke
 

Sponholz

 
 
Aroeira
 
Thiago Lucas

1, 2, 3 e .....




A Charge da pré- Copa, por Aroeira

 
charge online

Croácia quer incorporar o espírito de Davi

A marca de cerveja croata Ožujsko ensina como vencer o Brasil no jogo de estreia no próximo dia 12. A trilha do vídeo convoca o patriotismo croata. A sequência da trilha traz um sentimento de como Davi pode derrotar Golias. 
 
Porém, há um porém...

Na propaganda, a Croácia venceria com o gol marcado por Mario Mandzukic que não participará da partida pois está suspenso devido ter sido expulso no último jogo das eliminatórias europeias, contra a Islândia.

BORA BRASIL MINHA PORRETA

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Está chegando a hora da VAIA!

Num evento em meados de maio em São Paulo com patrocínio (R$ 50.000) da prefeitura petista, Lulla deu a seguinte declaração demonstrando mais uma vez seu descaso e desrespeito ao cidadão brasileiro:



A babaquice de Lula
( texto de Gaudêncio Torquato)
Do alto de sua onipotência, Lula bradou : "Eu cansei de ir no Morumbi ver jogo do Corinthians contra o São Paulo. Cansei de ver o Santos no Pacaembu com 60 mil pessoas e nunca tivemos problema de ir a pé. Vai a pé, vai descalço, vai de bicicleta, vai de jumento, vai de qualquer coisa. A gente está preocupado que tem que ter metrô, tem que ir até dentro do estádio ? Que babaquice é essa ? Nós temos é que dar garantias para essa gente assistir aos jogos, comer a nossa comida. É disso que temos de ter orgulho". Pois é, pegou mal. Lula tem um confortável carro à disposição ; viaja nos melhores aviões de carreira e em jatinhos executivos ; trata da saúde no Sírio Libanês, um dos melhores hospitais do país ; e, nos estádios, certamente ganha a tribuna de honra, longe da galera das arquibancadas. Luiz Inácio pode dizer o que quiser. Na pele do líder populista e carismático, é ouvido e aplaudido. Desta vez, porém, excedeu-se. Foi longe. Querer ir de metrô às arenas é algo prático e cômodo. O povo não é bobo. Por isso, a fala de Lula foi uma "babaquice".



e ainda afirmou:

“Eu já tomei a decisão de não ver nenhum jogo (no estádio). Vou ver em casa, né? Porque já que não pode entrar bebida (nos estádios), em casa vou tomar uma cervejinha e ninguém pode reclamar.”

MENTIRA!

Ele está com medo de levar uma puta vaia!


UUUUUUUUUUUUUUUUUUHH!




12 anos de Brasil pelo traço de AMARILDO, II