sexta-feira, 18 de abril de 2008

Origem do Logotipo das olimpíadas de Pequim







Um exemplo da famigerada Lei de Gérson.

Um prefeito do interior queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um alemão, um americano e um brasileiro.


- Faço por US$ 3 milhões - disse o alemão:

- Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para meu lucro;


- Faço por US$ 6 milhões - propôs o americano:

- Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim. Mas o serviço é de primeira.


- Faço por US$ 9 milhões - disse o brasileiro.

- Nove ? - espantou-se o prefeito: - É demais! Por quê ?

- Três para mim, três para você e três para o alemão fazer a obra!!!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Fróidisplika.

"A penicilina cura os homens, mas é o vinho que os torna felizes."
( Alex Fleming )

Bela capa. Imaginem o conteúdo.

Luíz Pimentel. Record, 94 páginas.
Apresentação de Antonio Torres.

pescado no Solda Cáustico

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Será que o carinha é brasileiro?

Imagem do http://macaenvenenada.zip.net/

Benzadeus!!!

Fonte ?

Gabinete de Crise: texto de André Carvalho.

GABINETE DE CRISE
Por André Carvalho
24 de março de 2008
btreina@yahoo.com.br


*Esclarecimento do Pilórdia: apesar deste texto ter sido elaborado e divulgado na internet na já longínqua data de 24 de março, este blog resolveu publicá-lo mesmo assim já que o assunto em questão continua ainda atual, infelizmente.
Em tempo: A expressão longínqua foi utilizada devido os escândalos no Brasil se sucederem "quotidiariamente" como disse certa vez, acho , o Millôr Fernandes.


Vamos ao texto:
"Com a desarmonia que lhe é peculiar, o Governo Federal, capitaneado pelo Exmo.sr. Ministro da Saúde Gomes Temporão, instalou o gabinete de crise para combater a epidemia de dengue que assola o Rio de Janeiro. Há mais de ano a dengue e a febre amarela devastam o centro oeste do país, superando todos os parâmetros da Organização Mundial da Saúde, sem que esforço algum fosse demandado pelos donos do poder. Elementar: Mato Grosso e Goiás dão pouca visibilidade na grande imprensa e, como decorrência, o marketing do “Lulismo” rende pouco.

Esgotado o bate boca entre o ministro, o governador e o prefeito, desmascaradas as desculpas ridículas que mal se sustentavam e contabilizadas dezenas de óbitos, as autoridades instalaram o tal gabinete, que não passa de mais um grupo de trabalho, formado por engravatados espertos, reunidos em torno de uma mesa, incapazes de fazer funcionar qualquer medida, pois sua execução, na ponta, depende de milhares de pessoas que não estão nem aí para o que a patota propuser e decidir.

Gabinete de crise é mais um procedimento refinado do governo de FHC que o atual tenta imitar. Tenta, porque se lá havia seriedade, aqui há fanfarronices e agendas ocultas em busca de votos.

Querem resolver a epidemia? É simples: chamem o José Serra. Enquanto foi ministro da Saúde (eleito o melhor do mundo por organismos internacionais) a doença esteve sob controle. Foi só o Serra ir embora e o mosquito tomou conta. Alguém lembra que na campanha presidencial de 2002, o Lula e o PT chamavam o Serra de ministro da dengue? Pois é, muita gente que acreditou na “sacanagem” petista e que votou no Lula, hoje chora seus mortos, vítimas da dengue, da febre amarela e de inúmeros outros males que atacam a saúde do brasileiro. Para o governo Lula, a culpa hoje é da população, que deixa água parada, usa vacina sem precisar ou vai ao hospital por qualquer dorzinha. Quanta desfaçatez!!!

Lula devia organizar um gabinete permanente, visto que seu mandato se esvai, tal qual uma diarréia, em crises. São muitas, a começar pelo mensalão, passando pela dos dossiês, do Celso Daniel, das ambulâncias, do correspondente estrangeiro, do caseiro, da aviação civil, da febre amarela, da dengue, dos cartões corporativos, da CPMF, da Bolívia, do frei grevista e por aí vai! É fácil resolver a miscelânea. Chamem o Pedro Parente e entreguem o “pepino” em suas mãos. Parente foi o Coordenador da Câmara de Gestão da Crise de Energia no período de Fernando Henrique. Resolveu a questão de maneira tão fácil, que a população nem lembra, apesar de toda a balbúrdia que o PT fez, e continua tentando fazer sobre o tema. Troquem os aloprados pelos competentes!!!

Crise é momento de oportunidade. Oportuno para o Brasil seria Lula e sua turma enfiarem o “rabo entre as pernas” e começarem a sair de mansinho, de fininho, escondidinho, devagarzinho, cuidando para que cédulas não caiam de seus bolsos. "

Fróidisplika.

"A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte."
( Mahatma Gandhi )

Cartum

autor ?


de B a Z

A língua portuguesa volta e meia, nos oferece surpresas. Abaixo um texto de autor desconhecido, recebi por e-mail, todo ele sem a letra A.
"Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, mesmo sendo como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr início pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o 'E' ou sem o 'I' ousem o 'O' e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o 'P', 'R' ou 'F', o que quiser escolher, podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos.
Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê? Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos".
Quem se candidata a escrever sem outras vogais?

terça-feira, 15 de abril de 2008

Fróidisplika.

"Escrever é uma maneira de falar sem sermos interrompidos."
( Sofocleto )

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Huuuummmmmmm!!!




Diversas Fontes.

Flics e Ziraldo Alves Pinto.

MENINOS MALUQUINHOS E SENHORES ESPERTOS

Por André Carvalho

10 de abril de 08
btreina@yahoo.com.br



Pelas calçadas, longe das escolas, abandonados pelas famílias, concentrados nos semáforos e nas esquinas espalhados pelas cidades deste brasilzão incongruente, vivem e morrem milhares de meninos maluquinhos, órfãos em segundo grau, de um Estado irresponsável e insensível.

Antítese do famoso personagem, estes sim, são os nossos meninos maluquinhos.

Safam-se da fome cortante com os restos de uma sociedade desigual, livram-se de dores lancinantes com urros e contorcionismos, driblam a confusão existencial com uma solidariedade frágil e episódica e anestesiam o viver embrenhando-se nas trevas das drogas baratas.
Emporcalhados, estes meninos maluquinhos, são os dejetos humanos de uma sociedade hipócrita que estabelece, mas não cumpre, o Estatuto do Menor e do Adolescente, e que faz desta lei, o desafogo para sua consciência maldita.

Quando os vejo andarilhos e maltrapilhos lembro de “Flicts” o personagem cor, do livro de mesmo nome, escrito por Ziraldo Alves Pinto e lançado em 1969 pela Editora Melhoramentos.

“Flicts” era uma cor. "Não tinha a força do Vermelho, não tinha a imensidão do Amarelo nem a paz que tem o Azul. Era apenas o frágil e feio e aflito Flicts", segundo o autor.

Nossos meninos maluquinhos, os das ruas, são como “Flicts”: frágeis,
feios e aflitos.

Talvez fossem fortes, grandes e serenos, se senhores espertos, não estivessem aí, a surrupiar os recursos do país em jogadas ilegais e imorais. As ilegais, melhor exemplificadas pela corrupção, são passíveis de cadeia, enquanto que as imorais, apenas de escárnio.
Por imoral, tome-se o exemplo das indenizações milionárias distribuídas pela Comissão de Anistia para espertos reclamantes de perseguições políticas durante a ditadura militar. Jornalistas, escritores, políticos e artistas, “presenteados” pelos companheiros com milhões de reais e pensões vitalícias, suficientes para trazer os “Flicts Maluquinhos” para o espectro de cores e sabores de uma sociedade mais justa.

Só mesmo o escárnio para esses senhores. Não há como anistiá-los do mercenarismo torpe de suas ações indenizatórias. Dinheiro sujo, para senhores idem.
*André Carvalho é um escrevinhador free lancer.

Tirinhas de Laerte





E no Rio, além da dengue ...

do JB online

Fróidisplika.

"Não estarei destruindo meus inimigos
quando os transformo em amigos?"
(Abraham Lincoln)

Novidades na Blogs & Sites

O Pilórdia sugere novos endereços na web. De cartum a opinião, passando por imagens, curiosidades, notícias e por aí vai...
Esteja atento ao Blogs & Sites do Pilórdia e acesse alguns endereços do que de melhor a web oferece. A partir de agora os sites e blogs abaixo estão 'a disposição.

http:www.gutocassiano


http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/index.html

http://www.opiniaoenoticia.com.br/



http://www.ucho.info/

[A]Mostra de Humor > Amorim



Série [A]Mostra de Humor
Especial Gênios do Traço
Carlos Alberto da Costa Amorim
Carioca.
Cartunista, Ilustrador e Desenhista










Atualmente produz e distribui charges editoriais, caricaturas, ilustrações e quadrinhos para dezenas de jornais do país, além de revistas, websites e agências de propaganda.


Produziu textos humorísticos em 1994 e, em 2004, foi selecionado para fazer parte dos Plim-Plns da Rede Globo de Televisão. É autor do livro de cartuns Canastra Suja e entre suas atividades destacam-se, ainda, a de webdesign, sendo responsável por diversos sites na Web.




Abaixo, algumas palavras de Amorim:
"O Humor é a forma mais rápida, leve e direta de comunicar. E é através dele que uma idéia, conceito ou opinião ajudam o ser humano a alcançar um grau maior de consciência de sua cidadania.
Seja através da informação que esclarece e desmistifica ou pela possibilidade de rir de suas próprias mazelas e, assim, superá-las, o indivíduo o faz da maneira mais divertida possível.
Semanalmente, Sátira traz até você o que de mais relevante (e irrelevante!) aconteceu nessa respeitosa bandalheira chamada Brasil. Um país onde os governantes sempre resolvem suas crises criando crises ainda maiores, atirando as antigas na lixeira da memória de seu povo (ah, sim... o povo também vai junto!).
Só isso já justificaria esse site. Tentar manter vivos, na cabeça de incautos internautas (pelo menos por sete dias), assuntos alardeados como prenúncio do final dos tempos e que, depois, descobrimos serem apenas mais um capítulo nessa nossa novelinha mexicana."



Seus trabalhos foram expostos e premiados em dezenas de eventos, tais como o Salão Internacional de Humor/2004 (Teresina/ Brasil), Prêmio Internacional de Humor Gráfico Peloduro/2004 (Minas-Uruguai), Ranan Lurie Cartoon Awards/2001 (New York- EUA), Turismovision/2001 (Stuttgart - Alemanha), Festival Acquaviva Nei Fumetti /1999 (Acquaviva Picena-Italia), International Cartoon Exhibition /1998 (Hokkaido-Japão), Bienal Internacional de Humor/1995 (Havana-Cuba), entre outros. Participa regularmente de salões e exposições de humor na França, Bélgica, Bulgária, Polônia, Portugal, México, Macedônia, Rússia, Turquia, Iran, Israel, Hungria, Itália, Cuba e Japão.
Expôs individualmente no Museu Nacional de Belas Artes/1999 (Rio de Janeiro-Brasil), no Museu do Ingá/1993 (Niterói-Brasil) e em 1997 participou como membro do Júri do III Biennial of International Cartoon Exhibition, na cidade de Teerã, no Iran. Em 2004, participou como membro do Júri (via Internet) do Obeid Zakani International Cartoon Contest (Tabriz-Iran). Em 2004 e 2007, foi convidado a participar do Rencontre Internationale du Dessin de Presse, como palestrante e expositor na cidade de Carquefou, França.
Ilustrou diversos livros infantis e ministrou de 1994 a 2002, o Curso de Desenho de Humor no Senai/Artes Gráficas (Rio de Janeiro-Brasil). Desde 2004 ministra o Curso de Desenho de Humor e Quadrinhos no Senac Rio (Rio de Janeiro-Brasil).



domingo, 13 de abril de 2008

Danação: texto de André Carvalho.

DANAÇÃO
Por André Carvalho
escrito em 28 de março de 08
btreina@yahoo.com.br

Na Bahia, danação é coisa de parte do demônio, de satanás, do diabo! A danação fica por aí rondando, pronta para atazanar a vida do ser vivente toda vez que aparece uma porta, uma brecha, uma janelinha que seja. Qualquer reinação, qualquer trapalhada e a danação incorpora no ar, que de puro passa a ocre e a intragável, levando a maldição do demo pelos quatro cantos do mundo. Países há, como este nosso, em que o demônio se sente muito à vontade para entabular grandes projetos e excomungar reputações. Se Deus é brasileiro, o escritório do cão é por aqui!

Digo assim, porque “tava” quieto, no descanso, no sossego, com a cervejinha em uma mão e o controle remoto na outra, sem nem vontade de por a bexiga pra trabalhar, que dirá escrever sem adjutório e me deixando evangelizar pelo Paulo Henrique Amorim da TV Record, quando do nada, nadinha nada, o belzebu deu as caras.

Desta vez o danado veio multiforme e pelos caminhos do noticiário: veio de macho e de fêmea, veio de Lula e de Marta e me arrancou do marasmo pra esta tentação de escrevinhador.

Rrrreis! Arré-égua!

Arrenegado, sento pra comentar, por linhas tortas e porcas, as estripulias desses fazedores de entreveros.

Atarantado como uma mula-manca, o presidente, que não manca, mas padece de falta de inteireza nos membros superiores, disse que se lhe der na telha ou nas ventas, pode fazer um “PACÃO” para mudar de vez este país. Parece que o “lobby” do tinhoso funcionou. Deus até duvida, mas “PACÃO” de muitos bilhões de dólares, em época de campanha, é obra dos diabos. Quem sabe desviar o rio Amazonas para refazer as Sete Quedas? Quem sabe aterrar o rio Araguaia para apagar certas lembranças da mamãe dos PACs?

Sempre desconfiei do Lula, com aquelas orelhas pontiagudas, os caninos à mostra, a voz áspera, olhos esgazeados, cabelos eriçados e o nariz mofento. Sei não, mas acredito que o cara tem parte com o demo, só não sei qual parte ou quantas partes!

Outra coisa que me deixa encapetado, sem eira nem beira, é a questão do tridente, que o demônio sempre carrega pra tudo quanto é canto. Nosso “presidemo” também carrega pra cima e pra baixo, um tridente botocudo, porém recauchutado, que não fala nada já que tridente é inanimado, mas que “espeta” até aguaceiro de pingo torto.

Mudando de capeta pra coisa-à-toa, dona Marta, mais atentada que um cão de “calçolão” se recusou a entregar para revista, a maldita nécessaire Vuitton que carrega em suas azucrinadas viagens a trabalho. O carocho acabou por despertar a ira do comandante do vôo, que, parecendo um exu malvado, devolveu dona Marta para a sala de embarque, emporcalhando a soberania nacional, já tão aviltada, segundo nossos nacionalistas, pelos endiabrados espanhóis e irlandeses de plantão nos aeroportos do mundo.

Se eu fosse o “efeagacê”, tratava de arrepiar o tinhoso com reza braba, porque nos cafundó do palácio, estão espetando, com ponta rombuda, um boneco branco de “sosologo” e fazendo banco de dados de enforcamento, pra mal maior dos injuriantes não aparecer tão cedo. Chantagem também é coisa do dianho.

Eu, W. Bush, fazia “credeuspadre três vês” com bate folha de cansanção, pra espantar essa tranqueira de papai sul-americano.

Reixe!!

*André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.

Fróidisplika.

"Nada vem do nada".
(Lucrécio)