sábado, 12 de junho de 2010

Dia dos namorados!

Ela = Doukissa Nomikou

Doukissa Nomikou, Grécia


image.hack

Charges por aí...na Copa do Mundo!

clique na imagem para ampliar


O infográfico da hora!


O fruto da ganância!




Aconteceu na Rússia:


Um imóvel na cidade de Estraburgo foi destinado para desapropriação pelos órgãos públicos que ofereceu a seu proprietário 4 milhões de rublos ( R$ 228.000,00 ) mas este recusou o valor e pediu 10.000.000.

A avaliação foi refeita e apresentaram novo valor: 1.980.000 rublos. O proprietário persistiu na recusa e entrou com uma ação no tribunal de justiça requerendo os 10 milhões.

Nesse meio tempo ocorreu o rompimento de uma tubulação de esgoto provocado por excesso de chuvas próximo ao local acarretando deslizamento de areia de uma colina próxima:



Agora o dono do imóvel que receber os valor oferecido mas a prefeitura...




Brasil-sil-sil !


Como hoje é Dia dos Namorados!

Abençoados por Deus - IV



00:21 seg

quinta-feira, 10 de junho de 2010

As eleições vêm aí...

Newton Silva / a charge

XXVI - A Arte de Nacho Gil

Especial PinturArte


XXVI - Nacho Gil
Uma pintura quase digital



Hoje em dia, os artistas recorrem cada vez mais a arte digital para criar imagens, assim, à primeira vista, as imagens do artista argentino Nacho Gil, não é surpreendente.

No entanto, não é realmente tão simples: enquanto suas imagens vívidas e detalhadas de animais parece ser o resultado de arte digital, na verdade elas são feitas à mão.



«The Animals» é um projeto pessoal de Nacho Gil.

 "Nenhuma programação, 3D, ou qualquer outra coisa" - explica o autor. Cada pintura representa a imagem do artista de um animal particular, formado pelos vetores combinados.

Como resultado desta técnica são obtidos figuras que lembram o estilo do cubismo.



Zebra, o leopardo, o gorila, o tigre branco, urso, girafa ... Cada imagem suscita a questão: como padrão similar pode ser criado manualmente?

Mas os segredos de seu processo criativo, Nacho Gil não revela.







hulturologia

Ela = ? ? ?


Foto de ???
Alteração em 10.06: Essa gata chama-se Lucy Pinder.

Como descobri? Graças, mais uma vez, ao Pedro Neves, do belíssimo e surpreendente Poder da Imagem!

Aconselho leitores, a visitá-lo o mais rápido possível.


Da série... o cara é uma anta!



00:21 seg


Colaboração de Gilvan Quadros

A vida como ela é...

cartum de Andrade

Blogão do Zé

Troféu Gambiarra

There I fixed

As eleições vêm aí...



Cadê? cadê?


Bobagento

O infográfico da hora!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

VideoArte de Rua:

XOU !
Dançando em condições especiais!


aumente o som


05:00

As eleições vêm aí...

Bruno
as

Ela = Altair Jarabo

Imagens que mexem com você!






web e e-mails

Brasil-sil-sil !



Uma lan house com internet é tão óbvio quanto uma pizzaria que serve pizzas, ou não...



Pizzaria Só Sucos?

Bobagento

O infográfico da hora!

Fórmica: marca ou produto?

Você sabia que


Fórmica:
Material usado como isolante de eletricidade, revestimento de tampas de mesas, etc



Conhecido popularmente em todo o mundo como FORMICA®, que na verdade é marca registrada, o laminado decorativo de alta pressão ganhou na verdade um sinônimo. O marceneiro, o consumidor final e até mesmo o arquiteto referem-se ao laminado e similares como fórmica. Mas não se esqueça FORMICA® não é produto, é marca.



Tudo começou no ano de 1912 quando o engenheiro Daniel J. O'’Conor e seu amigo Helbert A. Faber, funcionários da empresa Westinghouse Eletric, começaram a pesquisar e desenvolver um material que substituísse a mica (filossilicato), usada na época em instalações e isolamentos elétricos (principalmente nos ferros de passar roupa).

Utilizando papel impregnado com resina fenólica, submetido à alta pressão e temperatura, eles criaram um novo produto: o substrato fenólico. Em 1913, eles saíram da Westinghouse, patenteram o produto, o registraram com a marca FORMICA®, e fundaram no dia 2 de maio sua própria empresa com a ajuda financeira do advogado e banqueiro John G. Tomlin.



 O novo produto foi batizado como FORMICA® por ser aplicado no lugar da mica (“substitute for mica”). A FORMICA® foi utilizada inicialmente como isolante elétrico.



Durante a Segunda Guerra Mundial mundial a empresa fabricou hélices de avião de madeira revestidas em plástico. Após a guerra seu uso técnico decaiu muito, e a empresa cessou sua fabricação na década de 70 para se especiliazar na produção de laminados decorativos. Foi justamente neste momento que a marca FORMICA® desembarcou no Brasil, passando a comercializar seus produtos no país.




Em 2007, a empresa foi comprada por US$ 700 milhões pelo grupo Fletcher Building da Nova Zelândia.


Fonte Mundo das Marcas

As eleições vêm aí...

Johil Camdeab

terça-feira, 8 de junho de 2010

Um olhar no jogo eleitoral!

Por Gaudêncio Torquato, em seu Política & Economia

Os aloprados de 2002 e os aloprados de 2010O dossiê paulista
Mesmo com todas essas vantagens comparativas, no entanto, Lula acabou sendo forçado a disputar o segundo turno com Alckmin. Uma das razões pode ter sido a resistência de uma parte do eleitorado brasileiro - as tais elites ? - ao modo de ser petista. Não esquecer que em 2002, apesar de toda a empolgação popular e até de parte das "elites" com o novo PT, da impopularidade do presidente Lula e do pouco apelo para a oposição da então candidatura José Serra, Lula não ganhou no primeiro turno.


Zope

Este fato pode ter influenciado em 2006, mas o grande fator mesmo foi a descoberta de um esquema para compra de um suposto dossiê contra o mesmo José Serra, com o fito de dar fôlego à candidatura de Aloizio Mercadante ao Palácio dos Bandeirantes. Lula classificou os companheiros envolvidos no episódio como aloprados e ficou por isto mesmo, tanto no âmbito partidário como na seara policial e jurídica.

 Politicamente, porém, fulminou de vez a já cambaleante pretensão governamental de Mercadante e respingou nos votos de Lula ao revelar métodos nada republicanos do petismo.


Arapongagem de terceira geração

Agora, ressurgem os aloprados no comitê de Dilma. O método da arapongagem e dos dossiês é o mesmo, mas as motivações são diferentes. No caso Mercadante, o sentido era simplesmente atingir o adversário e alavancar a candidatura petista. O alopramento 3G de 2010 tem mais de um objetivo do que o de meramente abater o concorrente.


Nani

Um de seus alvos, talvez o principal, é formar, digamos, massa crítica contra os próprios companheiros, na disputa por cargos e influência numa futura administração.

Como, com base nas análises principalmente do Vox Populi, os petistas estão já se vendo com o direito a mais quatro anos - ou oito ou até doze - no Palácio do Planalto, trata-se de uma nada surda e já pouco velada disputa interna de poder.

Nesta caiu um assessor de escalão inferior, o ex-jornalista Luiz Lanzetta, e feriu-se com escoriações mais do que generalizadas uma figura de primeira linha - o ex-prefeito Fernando Pimentel, a quem seu grupo já atribuía, pela renúncia em MG, a chefia da Casa Civil. O mesmo lugar cobiçado pelo PT paulista para Antonio Palocci ou Ruy Falcão.

Os aloprados 3G e as disputas antecipadas pelas graças de Dilma presidente podem fazer mais estragos à campanha governista do que tudo o que Serra e seus apoiadores podem imaginar e aprontar. O pior momento de Lula em seus oito anos não veio de tucanos e companhia, veio dos mensaleiros amigos.

Os tucanos e sua vocação para Hamlet
O PSDB e seus aliados chegam ao fim da pré-campanha - a partir de agora e até meados de julho tudo será Copa do Mundo e nada mais - e às vésperas da convenção do fim de semana com as mesmas dúvidas que o assolaram desde o lançamento oficioso de José Serra :

sem um vice de convicção, sem uma estratégia clara de campanha e em busca um discurso claro e eficiente para se contrapor à palavra fácil de Lula.


Pelicano

 Por trás de seu estilo fidalgo e low profile, os oposicionistas parecem gostar de viver grandes emoções políticas. Será a falta de estratégia uma estratégia ? Nas contas tucanas, o empate absoluto entre seu candidato e a candidata de Lula no último Ibope é indício de que o devagar e sempre deles está certo dada as desproporções das campanhas até agora.

Brasil : ajustes e eleições
É certo que as condições macroeconômicas do Brasil são destacadas quando as avaliamos frente ao cenário confuso e negativo que impera dentre as principais economias mundiais.

Todavia, se esta é uma constatação positiva, é preciso entender que não é suficiente para evitar os impactos diretos da crise externa sobre o nosso setor externo, bem como no que tange aos efeitos que as expectativas tem sobre o ânimo dos investidores. Adicionalmente, insistimos em alertar os nossos leitores sobre certa negligência relativamente aos riscos embutidos no processo eleitoral.

Toda mudança de governo atrai naturais riscos ao mercado. No caso da eleição a ocorrer no último trimestre do ano, o próximo presidente será mais vulnerável politicamente que o atual. Isto há de repercutir na política econômica.



Também não é novidade nenhuma que a situação fiscal do Brasil, embora sustentável no curto prazo, não é saudável.

O recente ajuste promovido pelo governo no orçamento público é uma boa notícia, mas incapaz de retirar os obstáculos que enfrentaremos à frente, caso não existam modificações estruturais no andar das contas públicas brasileiras.

Por fim, temos a inflação, a qual não está tão controlada quanto no passado uma vez que os preços estão sendo impulsionados para cima pelo aquecimento da demanda, sobretudo dos indivíduos. Os preços estão subindo num ritmo lento, mas constante e de forma generalizada. Preste atenção nas altas do setor de serviços...



Assim sendo...
Não cabe ilusão aos agentes econômicos. O cenário mudou e, infelizmente, para pior. É preciso paciência e cuidado na implementação de estratégias empresariais e junto ao mercado financeiro. Em tempos de tendência negativa, toda a atenção é necessária.
Nas eleições presidenciais anteriores, Lula, então disputando o segundo mandato, tinha todas as condições - e muita mais - de levar a vitória logo no primeiro turno. Por duas razões :

1. Depois do perigoso tropeção dos mensaleiros, quando por pouco não sofreu um processo de impeachment, ele entrou na disputa com a popularidade em alta, não tão alta como agora, mas já uma das maiores dos presidentes do Brasil República.

2. Seu adversário, Geraldo Alckmin, não era - como não é - de empolgar eleitor, uma desvantagem quando se disputa com alguém com o faro popular de Lula. E, ainda por cima, foi vítima do desânimo e da má vontade dos próprios companheiros.

As eleições vêm aí...e a Copa também!

Amâncio / .acharge.

Casas Singulares: Fachada em curvas


Especial Casas Singulares

Em Nova York, foi recentemente construído este edifício com esta singular fachada, concepção do arquiteto frances Jean Nouvel.  A fachada em curvas consiste em um conjunto de peças de vidro sendo que  cada uma das quais é fixada em ângulos diferentes.




Toda a  fachada é constituída por 1650 elementos de vidro multi-coloridos.