terça-feira, 5 de agosto de 2008

A Lei Seca e o bom humor dos brasileiros.


imagem pelo Humortalha


"Na natureza nada se cria, nada se perde,
tudo se transforma.
Cana dá álcool, álcool dá cana."

Orlandelli

Mangabeira

Orlandelli


Marco Jacobsen
Pancho


Spon Holz




Tirinha do Dia: LF Veríssimo

via TerraMagazine

Um túmulo no esgoto.

Begijnhof, um misterioso quarteirão escondido no centro da cidade de Amsterdan. Esta área,do início do século XII até 1971, foi ocupada por religiosas católicas que pertenciam à Ordem da Beguinage, extremamente peculiar e de origem incerta.
Tais mulheres não eram exatamente freiras - apesar das semelhanças -, tendo total liberdade para ir e vir de suas casinhas do Begijnhof. Podiam até fazer umas comprinhas, já que não era necessário fazerem votos de pobreza, somente de castidade.
"Me enterrem no esgoto" : 150 Beguines e 12 viúvas chegaram a morar nesta área no século XVII. Talvez a mais conhecida delas seja Cornelia Arantes que, revoltada com a Reforma Protestante e a tomada da capela local (1607), pediu para ser enterrada no esgoto mais próximo quando falecesse.
E assim foi feito em 2 de maio de 1655, alguns meses após a morte da freira, que inicialmente chegou a ser enterrada no chão da capela protestante, contrariando o seu pedido.
Até hoje, a tumba de Cornélia é decorada no dia 2 de maio e a foto em preto e branco foi de uma exumação feita há cerca de três décadas atrás.
Após serem obrigadas a ceder sua capela para a Igreja Protestante, as beguines passaram a realizar secretamente cultos católicos em casas particulares. Em 1665, duas casas foram unidas e foi construída uma igreja católica secreta, bem em frente à capela tomada.
Do lado de fora, não havia como saber o que se passava lá dentro. Somente no século XX é que foi construída a entrada que vemos na foto acima.


segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Charge do dia: Lute


Tirinha do Dia: LF Veríssimo


Por André Carvalho em 31 de julho de 2008
btreina@yahoo.com.br

Hipnose socrática
É peremptória a sinceridade do presidente Lula em suas falas. Talvez por isso e por sua singularidade, algo de desenfreadamente hipnótico aconteça com as pessoas ao ouvir, ler ou tomar conhecimento das suas declarações. Eu, por exemplo, a cada manifestação de sua excelência, fico magnetizado, quando não em estado de choque. O campo magnético repele ou atrai e o choque, cutuca e mata. Metaforicamente ambos são eletrizantes, porém inofensivos, daí continuar me permitindo ouvir, ler e tomar conhecimento, mesmo que o conteúdo e a métrica requeiram o plural.

Hein! Hein! Como? O quê? Foi assim que despertei e me dei conta de que estive fora do plano real e das minhas faculdades mentais, enquanto decodificava a última “mais absoluta convicção” presidencial, ditada ao planeta Terra, numa tarde de julho, ao inaugurar uma usina de biodiesel no município de Candeias, na velha Bahia, agora do Wagner e do Geddel em proporções ainda negociáveis.

Disse o presidente Lula: “Não falem sobre poluição com o Brasil porque o Brasil não tem nada a aprender [sobre isso], tem a ensinar”.

A única lembrança que tenho do momento hipnótico que aí vivenciei é a aparição do grego Sócrates, ora veja, com seu “imodesto” pensamento: “Só sei que nada sei”. Uma tremenda alucinação minha, eis que o país não tem vocação socrática para que eu, um dos seus patrióticos contribuintes, vislumbre o antigo filósofo, condenado à morte, há mais de 2.400 anos, por suas idéias, evidentemente, socráticas.

Só depois percebi a transcendência da “coisa”. Mesmo não sendo o Brasil um país socrático, vez por outra, o Lula imita o filósofo dizendo não saber de nada. Pura modéstia. Aliás, esta fase do Lula está terminando. A modéstia também. Agora ele já sabe tudo de tudo. E o Brasil, assim no coletivo, também sabe. Somos um país de sabidos!

Veja o exemplo da poluição, dado pelo presidente. Dominamos o assunto na teoria e na prática. Sabemos muito bem como poluir o meio ambiente. Ninguém precisa nos ensinar nada. Somos doutores na questão. Basta olhar os rios, os mananciais, os aterros sanitários, as praias, os pântanos, as ruas das cidades. Basta somar as queimadas e as brandas leis que regulamentam a emissão de gases poluentes pelos veículos e pelas chaminés. Agregue a tudo isso os dejetos do rebanho bovino, e, pronto, damos aulas ao mundo.

Os mais céticos, juntamente com a base aliada, dirão que é mentira. Mas nesta esfera do conhecimento também somos mestres. Mentir faz parte de nossa indumentária social na direta proporção em que faz parte da filosofia de vida dos nossos políticos. E, com a manifesta mania de grandeza do brasileiro, mentimos muito, a começar pelos “grandes” em seus suntuosos gabinetes. Mentir só não é esporte nacional porque as disputas terminariam sempre empatadas o que seria um resultado desastroso para um povo imbatível! Verdadeiramente dá pra ensinar ao mundo e ainda sobrar muita cascata para consumo interno.

Recuso-me apenas a revelar nosso loroteiro mor.

Escultura automobilística.

Ela foi erguida em pleno Goodwood Festival of Speed, atualmente o maior evento do mundo sobre veículos, que é realizado na Inglaterra. Em 2006 foram mais de 150.000 visitantes durante os 3 dias de festa, que mostra de carroças à carros de F1.
Agora imagine colocar em meio a tantos visitantes vindos de todas as partes do país e do mundo, uma gigantesca escultura com 5 carros Land Rover pendurados: a reação é de surpresa e admiração

A criação de Gerry Judah, famoso por trabalhar com diversas marcas mundiais de automóveis, impressiona visualmente e numericamente. Com 34 metros de altura e um peso total de 120 toneladas, a estrutura tem 3.415 partes emendadas por 4.890 parafusos. A enorme obra demandou uma série de profissionais e empresas envolvidas, como projetistas, cias de engenharia e até de iluminação.

Imported by Obvious

domingo, 3 de agosto de 2008

A Semana

Duke
autor ?
Marco Jacobsen

Simanca
Aliedo

Duke
Pelicano
Bennett
Tiago Recchia
Jean


Jorge Braga
Lute
Orlandelli
Lute
Solda





Spon Holz

Fontes

cartunistasolda




duke



sábado, 2 de agosto de 2008

Salto alto para todo terreno.

O nome é pomposo, SoleMates High Heeler™, mas o objetivo é bem simples: evitar que as mulheres e seus saltos altos afundem na grama, terra, etc.
Este pequeno acessório, adapta-se à maioria dos saltos. Segundo as inventoras, Becca e Monica, seu sistema patenteado aumenta a área do salto, o que diminui a pressão exercida na pisada, evitando que ele afunde.
Discreto, pode ser usado apenas em situações específicas, e ainda preserva os amados sapatos. Teoricamente funciona, a mulherada é que pode tirar a dúvida.Pode ser transparente ou preto.

via BemLegaus

Campeonato de bexigas na China.










sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Está com calor? Viaje para Yakustk.

Yakutsk é a cidade mais fria do mundo. Com temperatura média anual de -21ºc, é a capital de Yakutia. região que abrange mais de 2.6 milhõesde quilometros quadrados e onde vivem menos de 1 milhão de pessoas.
A cidade fica a seis fusos horários de Moscou, mas a viagem leva seis horas num precário avião Tupolev. Localiza-se no nordeste da Rússia e fica a mais de 6.000 Km de distância de Moscou. Por ser uma das regiões mais geladas da Sibéria, Yakutsk servia como “prisão/asilo” para condenados politícos na época da Revolução Russa, em 1917.
Em Yakutsk a maioria dos carros é de importados japoneses de segunda mão, que aparentemente resistem melhor ao frio do que os veiculos russos tradicionais. Ainda assim, os moradores costumam deixar o motor funcionando se vão parar apenas por meia hora, e alguns deixam-no ligado o dia inteiro, durante o expediente de trabalho, para garantir uma temperatura minimamente tolerável na volta para casa. A fumaça dos escapamentos contribui para a névoa que paira sobre a cidade.
A imagem acima foi tirada em 9 de janeiro de 2008 e mostra o Lenin Square. A temperatura era de -46ºC.



As aulas só são suspensas quando o termometro cai abaixo de 55 grausCelsius. A região é rica em ouro e diamantes, razão pela qual os soviéticos decidiram transformar Yakutsk num importante centro regional, primeiro com o sistema de trabalho forçado do Gulag, depois colonizando a região com milhares de voluntários em busca de aventura, melhores salários e achance de construir o socialismo no gelo.
Quase sem exceção, as mulheres se cobrem da cabeça aos pés com peles, muitas delas produzidas ali mesmo. Nesse clima a estética pouco importa.

Fontes:

via e-mail Shaun Walker escreveu esta reportagem para o jornal britânico The Independent, a Revista da Semana e para o NeoSeganet Reporte*
via Zeroum

Quadrinho do dia.

Vi no Motherjoana

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