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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Desiste, Teori

Por Glauco Fonseca
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Desiste, Teori
As revistas semanais destroçaram o pouco que havia sobrado de Lula e do PT. Não restou mais nada, nem um tijolo sequer. Acabou. O nome do jogo era enriquecer, encher as burras de dinheiro. Ideologia? Apenas para faturar alto. Não tem defesa, não tem desculpa, não tem mais chance. Lula tem de ir para a cadeia, pelo menos dois de seus filhos também. Palocci já deveria ter ido há horas. Pimentel tem de renunciar imediatamente, assim como Dilma tão logo Erenice faça a opção pela delação premiada. É chegada a hora de todos os brasileiros, finalmente, darem o assunto por encerrado. O país, em síntese, foi engambelado por uma quadrilha de bandidos que dão a impressão de que José Dirceu era apenas o porteiro da casa de tolerâncias que eles chamam de Partido dos Trabalhadores.


Arte de SPONHOLZ


De novo, mais uma “carraspana” nos juízes do STF. Tenham vergonha na cara! Não defendam, não planejem nem sonhem mais em defender essa gente. E sabe por quê? Porque são bandidos e vocês são pagos para defender a Constituição e não a corrupção. As palavras podem até rimar, mas são muito diferentes. Espero que saibam disto. Parem de fatiar, tergiversar, chega de pensar que são pagos por outro empregador que não o povo brasileiro. O Partido dos Trabalhadores é uma organização criminosa, cujos líderes são ou criminosos, ou coniventes e, portanto, não merecedores das filigranas bondosas (para os ricos) do código penal. Teori, está contrariado? Então que peça pra sair! Há outros ministros do STF que acham que, como Genoíno, Lula e Dilma são heróis do povo brasileiro? Mesmo após a leitura das revistas semanais, dos jornais e das denúncias de origem oficial recém surgidas? Ora, tenham a bondade de deixar a “capa do Batman” de cetim na portaria ao sair.



Arte de ELVIS

Para a mídia recém adquirida a peso de ouro, uma mensagem: Todos sabemos que vocês precisam de dinheiro da publicidade. Há alguns grupos que estão em pânico, alguns com ratings rebaixados que, diante da opção de quebrar, aderindo às versões do PT ou ao silêncio ensurdecedor seguido pelo sentimento brutal de culpa. Pois vão ter de pagar um preço muito mais alto do que a simples concordata ou falência. Meio de comunicação requer credibilidade e esta é decorrência de trabalho honesto, sério e comprometido com o cliente final e não com o cliente anunciante. Se o veículo, com medo de quebrar, mente para seu público ou para ele omite informações, merece a pulverização total de seus índices de audiência. Se um grupo de mídia se entrega para poder sobreviver, então são culpados de um crime maior, de traição, de mentir para permanecer vivo. O nome disto é covardia e, nas guerras, deserção. A punição era o pelotão de fuzilamento.


Arte de SPONHOLZ

Desiste, Ministro Teori. A Lava-Jato, cujo nome deveria ser Lava-Alma-Brasileira, tem de ser estimulada, incentivada, acelerada e não brecada, truncada, chicaneada. Não se preste mais a isto. Não entre no jogo sujo de um partido imundo cujos maiores líderes vão ser presos a qualquer momento, queiram ou não queiram seus caros advogados, queiram ou não queiram alguns ministros do STF. Isto tem que acabar, Ministro Teori. O país não fez algo assim tão grave para merecer esta canalha no poder.

O pesadelo acabou. Estamos acordados e de pé. Não ousamos querer sonhar ainda, porque a vigília impede o sono. Estamos de pé, acordados e atentos. Muito atentos. 

Acabou.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Publicidade federal para mídia alternativa vai a R$ 9,2 milhões em 2014

Por Fernando Rodrigues

Abaixo, trechos da reportagem

Publicidade federal para mídia alternativa vai a R$ 9,2 milhões em 2014
Veículos de audiência limitada e especializados em fazer cobertura de assuntos políticos ou econômicos tiveram um aumento de 33,2% das verbas federais de publicidade em 2014 sobre 2013. Saíram de R$ 6,9 milhões para R$ 9,2 milhões no ano passado, que teve eleições gerais no Brasil –e a presidente Dilma Rousseff foi reeleita.

Quem turbina a chamada mídia alternativa são as empresas estatais. Há pouco controle e quase nenhuma transparência sobre os gastos de propaganda das empresas comandadas pelo Palácio do Planalto.

Dos R$ 9,2 milhões consumidos em propaganda em sites e em veículos impressos de audiência limitada, R$ 8,4 milhões saíram dos cofres das estatais. Ou seja, 91% do dinheiro estatal federal que faz comerciais nessa mídia alternativa sai dos cofres de empresas públicas.

Embora o dinheiro tenha origem nessas empresas, é o Palácio do Planalto que tem grande influência sobre como é realizada essa distribuição de verbas.



AUDIÊNCIA

Como se observa nas tabelas acima, a audiência de vários veículos subiu de 2013 para 2014. Ocorre que quase todos partiram de uma base muito baixa.

Outro fato a se considerar é que a audiência de grandes portais também cresceu no mesmo período. O mercado de internet está em expansão. Crescer é a regra. Aumentar o número de visitantes únicos é algo mais ou menos normal e esperado.

Por exemplo, a audiência do UOL, maior portal do país, saiu de 35,3 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2013 para 39,8 milhões em dezembro de 2014.

Nesse cenário, a audiência um pouco maior dos veículos alternativos usados pelo governo para fazer publicidade ainda é insuficiente para provar que são –do ponto de vista comercial– um bom negócio para divulgar anúncios.

Por exemplo, no caso de portais como Globo.com/G1 e UOL, o custo por visitante único (se todos fossem atingidos com um anúncio num mês) seria de R$ 0,03 (3 centavos) –considerando-se a audiência desses portais e o quanto o governo pagou para colocar propaganda nas suas páginas.

Já em um site como o Brasil 247, o custo por visitante único no mês sai por R$ 0,15. Esses 15 centavos representam um aumento de 400% sobre o que é pago aos grandes portais.

O site comandado pelo jornalista Luís Nassif tem um custo por visitante único um pouco maior do que o do Brasil 247 quando se trata de publicidade estatal federal: R$ 0,17.

No site Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim, o custo por visitante único para os anunciantes do governo federal é de R$ 0,27. Dito de outra forma, fica 800% maior do que nos grandes portais.

Arte de SID

O CASO DO “BRASIL ECONÔMICO''
Um caso interessante de crescimento de receitas publicitárias no meio impresso é jornal “Brasil Econômico”, que tem entre os proprietários o grupo português Ongoing.

Mesmo sem ser auditado pelo IVC (Instituto Verificador de Circulação) e tendo uma audiência pequena na web (82 mil visitantes únicos em dezembro de 2014), o “Brasil Econômico” conseguiu aumentar suas verbas publicitárias estatais federais em 60% no ano passado.

O diário financeiro saiu de um faturamento de R$ 2,2 milhões em 2013 para R$ 3,6 milhões em 2014. Desse total no ano passado, quase tudo veio de empresas estatais (R$ 3,4 milhões).

O “Brasil Econômico” já existe há mais de meia década, mas ainda não se firmou de maneira robusta no mercado. Tem boas relações com o governo desde o início. Logo no lançamento, contratou a então mulher do ex-ministro José Dirceu (condenado no mensalão), Evanise dos Santos.

Arte de PAIXÃO


Hoje, Evanise não é mais casada com Dirceu. Ocupa o cargo de diretora de relações governamentais do “Brasil Econômico”. Ela afirmou ao Blog que cabe à Secom e aos órgãos que optaram por fazer publicidade no seu veículo explicar os critérios da escolha.

Para ver reportagem completa (mais textos e gráficos), cliquem AQUI


terça-feira, 7 de outubro de 2014

IBOPE - engano ou manipulação?

Direto do Blog do Paulinho

As agencias de publicidade devem repensar o IBOPE como parametro de avaliação
Não há desculpa, nem margem de erro, que justifique os inúmeros erros de pesquisa realizadas pelo IBOPE durante todo o período eleitoral brasileiro.

Os resultados de boca-de-urna, então, foram um vexame.

Resta saber se por sacanagem ou pura incompetência metodológica.

Anunciadas com 95% de confiabilidade e margem de erro de 2%, para baixo ou para cima, as pesquisas cometeram todos os equívocos, ou manipulações, possíveis, desde a posição real dos candidatos na votação, até a diferença percentual, que, em alguns casos, tiveram diferenças de mais de 20% sobre o que havia sido divulgado.

Arte de Newton Silva


Fato é que todas as avaliações do IBOPE, entre elas as famosas medições de audiências televisivas – responsáveis pelo que se cobra em anúncios de emissoras – merecem ser tratadas com alguma suspeita.

Que as empresas de publicidade, partidos políticos e demais contratantes não deixem barato, exigindo minuciosa investigação, retratação e, se necessário, reparação, de um órgão que há muito não inspira confiança, mas, mesmo assim, é responsável por induzir diversas tomadas de decisões importantes deste país.