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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Começou o toma-lá-dá-cá!

Direto do FOLHA.UOL

Entre os processos cuja relatoria Luiz Fachin herdará de Ricardo Lewandowski está a denúncia contra Renan Calheiros (PMDB-AL) por peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso. O ex-procurador-geral da República Roberto Gurgel denunciou o presidente do Senado em 2013, no inquérito que apura se ele usou dinheiro de empreiteira para pagar pensão a uma filha que teve fora do casamento. Renan comandou a tentativa de derrubar Fachin no plenário nesta terça-feira.

Arte de FAUSTO


Fachin ficará com o acervo de Lewandowski, que está na presidência. O de Joaquim Barbosa, que o advogado gaúcho substituirá, foi assumido por Luís Barroso. Fachin assumirá cerca de 1.000 processo, um dos menores passivos da corte.

A despeito da ação de Renan contra ele, o novo ministro do Supremo adotou, logo depois da confirmação de seu nome, discurso de conciliação. Afirmou que o presidente do Senado foi “neutro” na condução de seu processo de escolha.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Comentando a sabatina de Fachin

Direto do Painel da FOLHA


Acionado por Beto Richa (PSDB), Fernando Henrique Cardoso telefonou para Luiz Fachin e prometeu defender a tucanos sua indicação ao Supremo.

Senadores de oposição relatam que, nas visitas que fizeram aos gabinetes tentando cabalar votos, Fachin e a mulher, a desembargadora Rosa Fachin, dizem não comungar das mesmas preferências políticas.

Arte de AROEIRA


Numa das conversas, Rosa teria dito que “chorou uma semana” quando o marido decidiu votar em Dilma e não em Aécio Neves em 2014. Quem ouviu não botou muita fé na história.

Depois de receberem centenas de e-mails por terem trocado a sabatina de Fachin pela homenagem a FHC nos EUA, senadores tucanos acompanharam a sessão, que corria simultaneamente à festa, pelo celular.

Ao ouvir o placar da votação, disseram que o resultado era esperado. “O que vale mesmo é o plenário”, disse Tasso Jereissati (CE).

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Fachin e o Paraguai!

Direto de Carlos Brickman 


O candidato e seu passado
Depois de uma série de divergências com o Brasil sobre a administração da Usina Hidrelétrica de Itaipu, pertencente aos dois países, o Paraguai decidiu mover uma ação judicial para garantir aqueles que, a seu ver, eram direitos que vinham sendo ignorados. 



Quem foi o advogado da parte paraguaia no processo contra brasileiros? Ele mesmo: Luiz Édson Fachin, agora indicado pela presidente Dilma para o lugar do ministro Joaquim Barboza no Supremo Tribunal Federal.

Fachin ganhou a ação contra o Governo brasileiro. Viva o Paraguai!