
Segundo o fabricante, muitos tipos de tecido permitem a passagem de luz. Ao atingir a pele, essa luz é refletida de volta através da roupa em forma de luz normal e infravermelha, mas só percebemos a primeira a olho nu. Esta lente filtra a luz e usa a infravermelha para tornar o tecido "translúcido". Os tecidos que melhor respondem a esse filtro são a seda, materiais sintéticos em geral e roupas de banho. Para disfarçar o principal propósito do dispositivo - satisfazer os curiosos -, o site recomenda seu uso por policiais e equipes de vigilância. O acessório custa US$ 199, equivalente a R$ 460. (RedaçãoTerra)
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A peça bloqueia raios infravermelhos que transpõem tecidos das calcinhas e mostram as partes íntimas das mulheres.
A medida pode não fazer muito sentido, mas, de acordo com o site da revista Wired, alguns garotos espertos modificaram a visão noturna de suas câmeras de vídeo para poderem ver através de tecidos e revelar o que há por trás deles.
O tecido de náilon e poliuretano da calcinha criado pela Cramer Japan impede que esses raios passem através do tecido. A empresa japonesa é a pioneira nesse tipo de roupa.
A calcinha foi manufaturada pela empresa Toyobo e é vendida no atacado pela Toyoshima por aproximadamente US$ 17 cada, apenas na cor bege.
Segundo a Wired, o próximo passo da empresa deve ser a criação de um sutiã resistente às pessoas que tentam se aproveitar dos avanços da tecnologia.
Redação Terra - (RedaçãoTerra)