- CHARGES
- HUMOR POLITICO
domingo, 6 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
O imponderável ou Onde tudo pode acontecer
Por Gaudêncio Torquato
Porandubas Políticas
O imponderável
Porandubas Políticas
O imponderável
Que ninguém aposte em previsibilidade quando o território dos acontecimentos, principalmente na esfera da política, é o Brasil. Vejam só : o impeachment da presidente Dilma, até uma semana atrás, era coisa que entrava no baú. Depois da prisão do senador Delcídio do Amaral, entra novamente em cena. E por quê ? Porque o senador Delcídio é seguramente o parlamentar que mais entende de Petrobras. Portanto, é o homem certo para falar nesse momento sobre o propinoduto construído ao largo da petroleira.
Caso aceite entrar na roda da delação premiada, Delcídio pode relembrar coisas do tempo em que era diretor internacional a quem se subordinava o gerente Nestor Cerveró. Pode dizer, entre outras coisas, quem lhe fazia pressão para resolver a compra de Pasadena. Quem lhe cobrava o fluxo de decisões. Quem lhe consultou sobre se Cerveró tinha condições técnicas de ficar em seu lugar. E pode, ainda, lembrar quem ajudou quem nas campanhas de Lula e Dilma.
Delcídio é um dos parlamentares mais ligados e até então respeitado por Lula, que teria se referido ao episódio da conversa gravada por Bernardo no encontro com Delcídio de "burrada", algo como uma imbecilidade. E por que Delcídio abriria o bico ? Por pressão da família. Que quer rever o pai de família junto por ocasião do Natal e das comemorações de fim de ano.
A interpretação do STF sobre a flagrância e atos considerados criminosos tende a se consolidar no espaço da jurisprudência. Ou seja, ato flagrante não se restringe aos acontecimentos tempestivos, ilícitos cometidos em determinado momento e pegos pelo aparelho policial. A obstrução de investigação, situação que pode perdurar por um tempo, entra nessa classificação. Daí a novidade. É evidente que os políticos estão temerosos de que casos assemelhados venham à tona e flagrados.
Caso o senador decida dizer o que se sabe, a República fica de cabeça para baixo. Essa é, de modo geral, a visão que se projeta com a fala do ex-líder do governo no Senado. Não há dúvidas de que uma delação abrigando a presidente da República, o ex-presidente Luiz Inácio e outros protagonistas de alto coturno tende a criar fissuras no tecido institucional e abalar os alicerces da atual estrutura de poder. Ou será que o senador mato-grossense preferirá ficar em silêncio e correr o risco de uma condenação com prisão fechada e afastamento da esfera política ? Tudo aponta para a primeira hipótese.
Os dias se sucedem...
Um interlocutor de Delcídio teria dito : "deixem estar, os dias se sucedem". A declaração se refere ao aborrecimento do senador em relação ao PT, que teria cometido "covardia atroz" e ao ex-presidente Lula, a quem se atribui a afirmação de que a conversa de Delcídio com o filho de Cerveró teria sido uma "burrada". Em suma, vem coisa pesada por aí.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Bate boca no STF
Fonte Migalhas
O plenário do STF iniciou ontem o julgamento que discute a possibilidade do cumprimento de pena em regime mais benéfico ao sentenciado quando não houver vagas em estabelecimento penitenciário adequado.
Durante o julgamento os ministros Gilmar Mendes e Lewandowski por pouco não foram às vias de fato. Tudo começou porque, em seu voto, o ministro Gilmar determinava ao CNJ uma série de medidas para fiscalizar o monitoramento de presos. O ministro Lewandowski, presidente da Corte e também do CNJ, discordou desta parte do voto, nitidamente incomodado com a imiscuição em seu mandato no Conselho. Segundo ele, o Supremo não poderia impor obrigações ao CNJ. Além disso, o ministro informou que todas aquelas medidas já estavam em andamento no Conselho e que o Programa Começar de Novo, criado quando Mendes presidiu o CNJ, estaria "superado em função de outros programas que estão em andamento". Foi o que bastou para o caldo entornar :
Abaixo a transcrição do bate boca:
- Gilmar Mendes : "A questão é do trabalho do preso, tenha o nome que tiver, senão vamos ficar naquela disputa do Bolsa Família com o Bolsa Escola, com os estelionatos eleitorais que se fazem."
- Lewandowski : "O CNJ não faz nenhum estelionato."
- Gilmar Mendes : "Eu chamei de programa Começar de Novo o programa que faça as vezes dele. Vamos tratar as pessoas com a devida seriedade."
- Lewandowski : "Vossa Excelência está dizendo que eu não o estou tratando com a devida seriedade ?"
- Gilmar Mendes : "Vossa Excelência não está tratando com a devida seriedade."
- Lewandowski : "Não, não absolutamente, peço que Vossa Excelência retire isso."
- Gilmar Mendes : "Porque eu não sou de São Bernardo, e não faço fraude eleitoral."
- Ricardo Lewandowski : "Eu não sou de Mato Grosso, Vossa Excelência me desculpe. Vossa Excelência está fazendo ilações incompatíveis com a seriedade do STF."
- Gilmar Mendes : "Vossa Excelência está insinuando..."
- Lewandowski : "Não estou insinuando nada... eu não faço insinuações. Eu digo diretamente, ministro, o que eu tenho a dizer. Não insinuo nada."
- Gilmar Mendes : "Vossa Excelência está insinuando que o nome [do programa] é politicamente incorreto."
- Lewandowski : "Vossa Excelência está introduzindo um componente político na sua fala. E isso é evidente."
- Gilmar Mendes : "Pouco importa !"
- Lewandowski : "Fez alusão a programas do Poder Executivo e querendo de certa maneira confundir essa política do Poder Executivo com as nossas políticas."
Os ânimos foram amainados quando o ministro Fux interrompeu a discussão e cariocamente entrou no deixa disso. Evitando-se um mal maior, a sessão foi suspensa e o julgamento deve ser retomado hoje.
Link
NOTA DO EDITOR: Lembrei-me ao ler essa discussão do personagem de Al Pacino ao final do filme "O Advogado do Diabo" quando ele afirma: Ah! A Vaidade! Meu pecado predileto..."
Link
NOTA DO EDITOR: Lembrei-me ao ler essa discussão do personagem de Al Pacino ao final do filme "O Advogado do Diabo" quando ele afirma: Ah! A Vaidade! Meu pecado predileto..."
Ladrões, inclusive de galinhas
Por Ruy Castro
Crônicas
Ladrões, inclusive de galinhas
Os sociólogos, como sabemos, vieram ao mundo para nos explicar por que as coisas são como são. Por isso, outro dia recorri a um deles para me dizer por que, num país tão farto em ladrões, um dos mais simpáticos e poéticos desaparecera: o ladrão de galinhas.
A culpa foi da especulação imobiliária, ele me disse. Com a substituição das casas pelos edifícios e o fim dos quintais, acabaram-se os galinheiros domésticos. E, sem eles, não pode haver ladrões de galinhas.
Daí minha surpresa ao ler sobre o furto de 25 codornas poedeiras no quintal de uma casa em Selvíria, no Mato Grosso do Sul. Um jovem chamado Jocimar, acusado do crime, foi a julgamento e tomou um ano de prisão. Nas várias idas e vindas do caso pelo Tribunal de Justiça, Ministério Público e STJ (Superior Tribunal de Justiça), Josimar foi absolvido, condenado e absolvido de novo.
Foi então que me dei conta de que esse caso aconteceu em 2001, mas só agora, nesta quarta-feira, chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal), que o finalizou. Os ministros Carmen Lúcia e Dias Toffoli condenaram Josimar, mas Gilmar Mendes, Teori Zavascki e Celso de Mello aplicaram o princípio da insignificância e votaram pela absolvição. Josimar é hoje não apenas um homem livre, mas o último ladrão de galinhas vivo do país. Merecia um estudo.
Arte de PARESH
Nesta mesma quarta, talvez na mesma sessão, o STF tomou a decisão histórica de mandar prender o senador petista Delcídio do Amaral, por acaso também do Mato Grosso do Sul, por tentar subornar o ex-diretor internacional da Petrobras Nestor Cerveró, para ele não abrir o bico, e ajudá-lo a fugir para a Espanha.
Nos velhos filmes ingleses e americanos, o sujeito dava um golpe lá fora e vinha se esconder no Brasil. Agora é diferente: o sujeito dá um golpe no Brasil e vai se esconder lá fora. Preciso achar um sociólogo que me explique isso.
Linkhttp://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2015/11/1711736-ladroes-inclusive-de-galinhas.shtml
Um monociclo dobrável
Empresa chinesa cria monociclo dobrável
Pensar em alternativas de transporte para o futuro é um dos principais exercícios da indústria ultimamente. Os chineses da Ninebot, uma empresa especializada em veículos inteligentes, apresentaram um projeto um tanto quanto exótico. Trata-se do One e+, um monociclo elétrico, dobrável e portátil.
O modelo é uma das atrações da Expo Milan, feira de design que acontece este mês em Milão, na Itália, e, apesar do jeito de “engenhoca maluca'', já está à venda do site da empresa por U$ 950, o equivalente a cerca de R$ 3.000 na cotação atual.
O modelo é uma das atrações da Expo Milan, feira de design que acontece este mês em Milão, na Itália, e, apesar do jeito de “engenhoca maluca'', já está à venda do site da empresa por U$ 950, o equivalente a cerca de R$ 3.000 na cotação atual.
A ideia tem uma pegada totalmente urbana. Graças a uma estrutura modular, o piloto pode montar e desmontar o veículo durante as viagens. O monociclo é alimentado por uma bateria ultra fina. O tempo para uma carga completa depende do tipo de carregador, podendo variar entre 30 e 120 minutos. Pesando apenas 14,2 kg, o veículo é feito para rodar em qualquer tipo de terreno, segundo a fabricante. A velocidade máxima é de 22 km/h, tornando o modelo ideal para locomoção em pequenas distâncias.
Fonte Búfalos
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Eita mundo pequeno...
Por Elio Gaspari
Coincidências
Lula é amigo de José Carlos Bumlai, pai de Fernando, marido de Neca, filha de Pedro Chaves dos Santos, o suplente que deverá assumir a cadeira de senador de Delcídio do Amaral, que discutiu o resgate de Nestor Cerveró com André Esteves, que comprou a fazenda Cristo Rei, de José Carlos Bumlai, que tomou R$ 12 milhões no banco de Salim Schahin, cuja empreiteira associou-se à Sete Brasil, presidida por João Carlos Ferraz, que era amigo de Lula.
Arte de SPONHOLZ
No século passado o banqueiro Walther Moreira Salles comprou uma fazenda em Mato Grosso. Tinha como sócios os irmãos David e Nelson Rockefeller. Iam às matas da Bodoquena para caçar onças. David completou 100 anos e é um ícone da finança mundial. Nelson foi vice-presidente dos Estados Unidos.
Neste século o banqueiro André Esteves também comprou a fazenda Cristo Rei, no pantanal de Mato Grosso. Ela foi vendida pelo pecuarista José Carlos Bumlai. Lula gostava de pescar na Cristo Rei. Esteves e Bumlai estão encarcerados.
Não se fazem mais banqueiros como antigamente.
Aconteceu no Brasil do Império ...
Estorinhas Políticas
"Quarta-feira, 2 de dezembro de 1868
Oh! excelso monarca, eu vos saúdo!
Bem como vos saúda o mundo inteiro,
O mundo que conhece as vossas glórias...
Brasileiros, erguei-vos, e de um brado
O monarca saudai, saudai com hinos!
Do dia de dezembro o dois faustoso,
O dia que nos trouxe mil venturas!
Rebomba ao nascer d´alva a artilharia
E parece dizer em som festivo
Império do Brasil, cantai, cantai!
Festival harmonia reine em todos;
As glórias do monarca, as sãs virtudes
Zelemos, decantando-as sem cessar.
A excelsa imperatriz, a mãe dos pobres,
Não olvidemos também de festejar
Neste dia imortal que é para ela
O diz venturoso em que nascera
Sempre grande e imortal Pedro II.
Um monarquista".
Nascido na madrugada de 2 de dezembro de 1825, Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga, o nosso D. Pedro II, faria hoje, se vivo fosse, 191 anos.
Há 147 anos, o sisudo "Jornal do Commercio", conservador e monarquista, caiu num sensacional logro em 2 de dezembro. Na data em que toda a Corte, engalanada, festejava o 43º aniversário do Imperador, a folha carioca publicou a versalhada acima, aparentemente enaltecedora. Não percebeu que se tratava de um acróstico, no qual se lia: "O bobo do rei faz anos". Ou melhor, "annos", como mandava a ortografia da época.
Pingentes que levam você a viajar nas estrelas
Fonte Happyness
Artista cria pingentes de vidro que parecem guardar planetas e pedaços de galáxias
Lá em cima, onde nossos olhos nem alcançam, existe um céu tão tão lindo, que realmente deve permanecer sagrado. Trazendo um pouquinho de seus elementos para perto dos seres humanos, o artista Tomizu Satoshi cria pingentes de vidro que simulam planetas e galáxias em seu interior, como se a gente pudesse guardá-los ali dentro.
Diretamente do Japão, as cenas cósmicas de cores vibrantes são feitas com opalas, flocos de ouro, vidro colorido, bolhas de ar e outros elementos capazes de formar estes pequenos organismos que permeiam o espaço. O trabalho minucioso rendeu ao artista alguns destaques, como o recente prêmio Atelier Nova Design Award ou a presença no Handmade in Japan Festival.
Feitas a mão, as peças artesanais são leves e resistentes, não havendo a necessidade de quaisquer manutenção. Olha só:
Os itens podem ser adquiridos online através do site oficial da marca de Satosh
Dilma impõe prejuízos à diplomacia do Brasil
BRASIL NO EXTERIOR
Por Alexandre Vidal Porto
FOLHA SP
Por Alexandre Vidal Porto
FOLHA SP
Dilma impõe prejuízos à diplomacia do Brasil
Diplomacia serve para resolver problemas com os outros países, não o contrário. No caso da presidente Dilma Rousseff, cujas habilidades político-diplomáticas são poucas, a diplomacia deveria seguir um dos lemas da arquitetura modernista: "less is more", ou " quanto menos, melhor".
O mais recente prejuízo que a presidente impôs à política externa brasileira foi cancelar na última hora uma viagem ao Japão e ao Vietnã. Sua assessoria alegou "razões de Estado".
Arte de SOLDA
Se você pensou, como eu, que as "razões de Estado" são o maior escândalo de corrupção e o maior desastre ecológico de nossa história, nós erramos. As razões seriam mais comezinhas: o governo não pode mais empenhar despesas no Orçamento de 2015. Faz sentido?
Note-se que é a segunda vez seguida —a primeira foi em 2013— que a presidente cancela uma viagem ao Japão dias antes da data marcada.
Arte de CLAYTON
No Vietnã, a visita serviria, entre outras coisas, para superar outro incidente diplomático causado pela presidente em 2012, quando o secretário-geral do Partido Comunista vietnamita foi informado, a caminho do Brasil, de que não seria recebido por Dilma, como esperado.
No mês passado, a presidente já havia deixado o príncipe Akishino, do Japão, esperando 20 minutos por uma visita para a qual ele havia cruzado o planeta. Quem conhece o Japão sabe que a única coisa mais grosseira que desmarcar um compromisso em cima da hora é deixar um visitante esperando. Dilma Rousseff fez os dois, em sequência.
Arte de ELVIS
O Japão é a terceira economia do mundo, polo de ciência e tecnologia e exportador líquido de capitais. Mas, sobretudo, o Japão é um país amigo, com quem mantemos fortes laços humanos e históricos há 120 anos, muito antes de Dilma Rousseff aparecer neste mundo. A presidente parece não gostar de cultivar amigos, mas o Brasil gosta —e precisa.
Visitas presidenciais exigem meses de planejamento e trabalho e mobilizam centenas de profissionais. Impõem, também, custos altíssimos com aluguel de carros, hotéis e organização.
Arte de SID
As autoridades japonesas terão de explicar ao seu contribuinte por que desperdiçaram recursos com uma visita que nunca aconteceu. O governo de Dilma Rousseff não terá de dar satisfação a ninguém. Por isso, talvez, seja tão fácil cancelar.
Pouca gente fora do ambiente diplomático sabe, mas, em maio de 2013, os postos do Itamaraty no exterior receberam uma circular secreta que instruía os embaixadores a tornarem sigilosos, por pelo menos cinco anos, todos os expedientes e documentos relacionados com visitas da presidente realizadas a partir de 1º de janeiro de 2011.
Arte de SON SALVADOR
É um escárnio ao contribuinte que essa circular tenha existido e, mais ainda, que continue em vigor. As razões de segurança alegadas para sua existência não se sustentam. Ocultar os custos das viagens presidenciais nada tem a ver com a proteção da presidente —ainda mais falando-se de viagens já realizadas.
A menos que estejamos falando de outro tipo de proteção...
A presidente Dilma Rousseff pode cancelar todas as viagens internacionais que quiser, mas o povo do Brasil tem, pelo menos, o direito de saber quanto isso lhe está custando.
LINK
LINK
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Uma águia que parece ser petista
A ÁGUIA DO PT!
Tem olho grande,
é agressiva,
sedenta,
desdenha os demais e
não mede as consequências...
não mede as consequências...
... por isso se arrebenta toda!
E a Black Friday continua ...
Por Lauro Jardim.
Não foi só a compra da Alpargatas que uniu nos últimos tempos a Camargo Corrêa e a família Batista, dona da JBS.
Os Batista compraram recentemente das herdeiras de Sebastião Camargo a fazenda Arrossensal, um latifúndio de setenta mil hectares, vinte mil cabeças de gado e plantação de soja no norte do Mato Grosso.
Arte de LUSCAR
Uma curiosidade sobre André Esteves, preso na quarta-feira passada: o banqueiro produz vinhos na Itália e em Portugal. Uma de suas vinícolas, a Argiano, fica na Toscana. Foi comprada em 2013. A outra localiza-se no Douro e foi comprada no ano passado. Tem o nome de Quinta da Romanera.
Duas semanas atrás, sem alarde, Ricardo Teixeira pousou em Brasília para uma reunião no próprio hangar do aeroporto JK. Encontrou-se com Delcídio Amaral para entender como andava a tramitação do processo de repatriação de divisas no Senado.
Assinar:
Postagens (Atom)











































































