domingo, 12 de julho de 2015

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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Boogie cantando Nouveau Parfum


Sugestão de Otoniel Costa Neto


Csemer Blogarka , 

a húngara mais conhecida como BOGGIE 

canta em húngaro e francês.

Assista ao clip.


6 mm visualisações - 3 min 33 seg

Que a Mulher Sapiens renuncie...

Por Reinaldo Azevedo, para a FOLHA

Renuncie Mulher Sapiens Sapiens
No dia 23 de janeiro de 2013, a presidente Dilma Rousseff anunciou, em rede nacional de rádio e televisão: "Acabo de assinar o ato que coloca em vigor, a partir de amanhã, uma forte redução na conta de luz de todos os brasileiros. (...) A partir de agora, a conta de luz das famílias brasileiras vai ficar 18% mais barata".

Arte de SPONHOLZ



A redução da tarifa vinha casada com uma lambança no setor elétrico que custou, até agora, mais de R$ 100 bilhões ao Tesouro. É crime de responsabilidade. A intervenção feita na área pela governanta, em setembro de 2012, incide nos artigos 4º e 11 da lei 1.079. As pedaladas fiscais e o assalto à Petrobras são pinto perto disso. É uma pena que não se possa impichá-la três vezes só para ser didático.

No anúncio, ela não se esqueceu de seus críticos. Disse: "Neste novo Brasil, aqueles que são sempre do contra estão ficando para trás [...]. Estamos vendo como erraram os que diziam que não iríamos conseguir baixar os juros nem o custo da energia e que tentavam amedrontar nosso povo com a queda do emprego e a perda do poder de compra do salário. Os juros caíram como nunca, o emprego aumentou".

Arte de MARCO AURELIO


Nunca bastou ao PT fazer bobagem. Sempre foi preciso humilhar e tratar como lixo os que divergiam. Segundo o Datafolha, naquele tempo, 62% consideravam o governo ótimo ou bom; 30%, regular, e apenas 7%, ruim ou péssimo. Quem precisava de críticos?

O "malaise" de agora com o petismo não tem origem apenas nos maus resultados e no estelionato eleitoral. Há também um sentimento que Tarantino transformaria, assim, num "Django" ou num "Bastardos Inglórios" tropicais —trocando o sangue pela chanchada, claro!

Como os petistas abusaram da nossa paciência, não é!? Naquele janeiro, eles ainda contavam vencer a eleição de 2014 no primeiro turno; fazer a maior bancada da história; impor a reforma política que bem entendessem; quebrar as pernas do PMDB —já que davam o PSDB por liquidado— e impor o controle social da mídia.

Arte de JARBAS


De tal sorte estavam convencidos de seu poder hegemônico que, um ano antes, em janeiro de 2012, Gilberto Carvalho anunciara no Fórum Social de Porto Alegre a disposição do PT de disputar público com os... evangélicos. Foi além: propôs a criação de uma mídia estatal só para a classe C. O PT queria ser uma religião de Estado! Posso entender por que dói tanto um Eduardo Cunha no meio do caminho.

Conhecemos, além dos desastres na área econômica, parte dos crimes que os companheiros cometeram contra os cofres públicos e contra a contabilidade. À diferença do que sugerem até aqui as turmas de Rodrigo Janot e de Sergio Moro, não se tratou da associação entre empresários cúpidos, organizados num cartel (que nunca existiu!), meia dúzia de servidores corruptos da Petrobras e alguns parlamentares de segunda linha. Conversa para trouxas! Fomos vítimas de uma máquina azeitada para assaltar o Estado de Direito.

by whatsApp


E são os petistas e seus servidores na imprensa que gritam "golpe" quando se fala da possibilidade de Dilma perder o mandato? Desde quando leis democraticamente pactuadas se confundem com tanques? Aquela Dilma que concedeu entrevista a esta Folha bebeu muito fermentado de mandioca.

A presidente concluiu assim o discurso de janeiro de 2013: "Somente construiremos um Brasil com a grandeza dos nossos sonhos quando colocarmos a nossa fé no país acima dos nossos interesses políticos ou pessoais".

Certo! Que Dilma confira verdade ao menos a uma parte daquela fala e renuncie! Aí ela se tornaria, finalmente, uma Mulher sapiens sapiens

E começa o PAN

Por Mariana Lajolo, para a FOLHA em 10JUL

Quanto vale o PAN
A cerimônia de abertura do Pan de Toronto acontece nesta sexta (10). E, um dia depois, começa a avalanche de medalhas nos pescoços dos atletas brasileiros.

Muitos ouros, histórias de superação, astros consagrados e, após duas semanas, aquela sensação de que somos potência esportiva: "Em 2016, ninguém segura o Brasil!"

Arte de SPONHOLZ


Não é bem assim. Ter um bom desempenho no Pan é mais ou menos como ver seu time ganhar o Estadual. Haverá festa, taça, você vai tirar sarro daquele colega mala que te aporrinhou o campeonato todo e sair na rua no dia seguinte com a camisa que estava guardada no fundo do armário, todo orgulhoso.

Mas, no fim das contas, o título não significa que sua equipe estará entre as favoritas no Brasileiro. Empolgar-se demais com a conquista pode gerar uma grande frustração lá na frente.

É assim com o Pan. No evento continental, o Brasil ganha mais de uma centena de medalhas. Em Guadalajara-2011, foram 141. No ano seguinte, na Olimpíada de Londres, 17 atletas subiram ao pódio. A diferença é muito grande.

Arte de SPONHOLZ


Então o Pan só serve para isso, vender ilusões? Nem sempre. É possível sair dali com muitos motivos para sorrir. Em alguns esportes, uma medalha pode representar a classificação antecipada para a Olimpíada, o que por si só já assegura um resto de ano mais tranquilo -patrocinadores se interessam muito mais por quem já tem o bilhete dos Jogos. Para muitas modalidades que não se destacam em nível mundial, é a chance de aparecer.

Para o COB, o evento pode servir como um termômetro olímpico. O Pan é organizado como uma mini Olimpíada, por isso, pode ser uma espécie de laboratório onde se testam estratégias de treinamento, concentração, preparação psicológica, descanso. Resultados em mãos, é possível corrigir rumos para 2016.

Arte de NEO CORREIA


Os dirigentes também podem avaliar se estão fazendo as contas certas. A meta em Toronto é ser top 3 pelo total de medalhas. Nos últimos dois Pans, por esse critério, o Brasil foi o segundo colocado -contando as medalhas de ouro, porém, ficou atrás de EUA e Cuba.

Mas o Canadá, em casa, promete sair do incômodo quarto lugar. A briga entre Brasil, Canadá e Cuba deve ser uma das mais acirradas de todos os tempos. Os EUA continuam favoritos, mesmo levando times B e C para boa parte das competições.

Arte de THOMATE


Um deslize no Pan pode ligar um sinal de alerta para 2016. No Rio, o Brasil quer entrar pela primeira vez no grupo dos dez países que mais sobem ao pódio olímpico. A meta é ambiciosa: ao menos 27 medalhas.

Conseguiremos? É viável, e o Pan pode ajudar a iluminar o caminho, mostrar defeitos e virtudes. Para isso, é preciso não se deslumbrar com resultados. Pan não é Olimpíada, e o Brasil ainda não é uma potência esportiva. O torneio vale muito. E também pode não valer nada

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Frase do dia


O bom dessa novela da Record, 
Os Dez Mandamentos,
 é que, durante as gravações, 
os arqueólogos descobrem ex-artistas da Globo 
que já estavam esquecidos e soterrados.

[Agamenon Mendes Pedreira]
Fonte O Antagonista

E o Grêmio não foi o campeão

Por David Coimbra.
Publicado em 06MAI2015
Crônicas

Quero que o Grêmio seja o campeão
Sim. Quero que o Grêmio seja campeão. Sei que, neste momento, os colorados estão me chamando de gremista filho duma #$#o@#%¨&l*(f)(&k%!, mas não, não quero que o Grêmio seja campeão por causa do Grêmio. Se o Grêmio de fato for campeão, será mais um entre dezenas de títulos gaúchos que conquistou, e entre outros tantos que conquistará. Campeonatos há todos os anos.

Não, não.

Quero que o Grêmio seja campeão por causa de Luiz Felipe Scolari.

Nunca fui à casa de Luiz Felipe, ele nunca foi à minha. Não tenho o número do celular dele. Não saímos para jantar juntos. Nossa relação é meramente profissional. Até já fiquei irritado com Luiz Felipe e suponho que ele já tenha ficado irritado comigo também.

Mas quero que Luiz Felipe seja campeão.

Uma vez, entrevistando-o nos anos 1990, perguntei a Luiz Felipe sobre seus tempos de jogador, quando era um enérgico quarto-zagueiro do Caxias, parelha com Cedenir, protetor de Bagatini. Hoje, a lenda diz que não passava de um tosco, um violento, sem réstia de habilidade. Mas o vi jogar, e não o achava tão ruim assim. Ao contrário: para mim, tratava-se de um dos melhores zagueiros do Estado. Disse isso para Luiz Felipe, e ele contou que, no começo, espanava a bola e batia mesmo, mas que, depois, quando tomou confiança e os adversários o respeitavam, passou a jogar mais, a sair de cabeça erguida feito um Figueroa, a ousar passes de insinuação feito um Gamarra.

Luiz Felipe se sofisticou como jogador. Essa evolução profissional, não por coincidência, ele a repetiu no campo pessoal. No começo, Luiz Felipe reagia a cada desavença como se estivesse espanando a bola. Batia mesmo. Com o tempo, sentindo-se mais confiante e percebendo o respeito que os outros por ele nutriam, Luiz Felipe relaxou. Amigo dos seus amigos ele sempre foi. Não foram poucas as oportunidades em que Luiz Felipe demonstrou possuir o supremo predicado da lealdade. Com o tempo, ele se aproximou das pessoas e permitiu que elas se aproximassem dele.

Com a personalidade suavizada, Luiz Felipe tornou-se uma pessoa melhor. E foi então que sofreu o maior revés da sua vida profissional.



A goleada para a Alemanha, embora fosse imprevisível, foi compreensível. Nas quartas de final, escrevi um texto sobre como estava vendo os jogadores da Seleção. “Com o Brasil sobre os ombros”, foi o título. Temia a derrota para a Colômbia, tal era o clima passional do país, um clima entre a beligerância e o ufanismo, transmitido para os jogadores a cada minuto do dia por seus parentes, seus amigos, pela TV, pelo celular. O Brasil, que nunca foi fácil, está cada vez mais difícil, e aqueles jovens sentiram o peso de ter um Brasil inteiro com os olhos sôfregos postos neles. Isso ficou claro durante toda a Copa. Um único revés é decisivo para quem é instável. E foi. Em seis minutos, a Seleção se desmanchou. Nem um homem com a sabedoria futebolística de Luiz Felipe tinha como evitar a tragédia.

Luiz Felipe poderia ter acabado ali. Poderia ter desistido. Não seria de todo ruim, ele já conquistou tudo que um técnico teria para conquistar. Mas ele seguiu em frente. E, ao avançar, voltou às origens, ao time do seu coração, que o revelou para o mundo. “Preciso de carinho”, disse ao chegar, demonstrando que no peito de um zagueiro duro batia um coração macio.

Luiz Felipe no Grêmio são dois velhos recomeços. O futebol é feito de histórias, e essa é uma linda história, que tem provocado risos e lágrimas. Espero que tenha um desfecho coerente. Um desfecho feliz. Pela história de Luiz Felipe, quero que o Grêmio seja campeão.

NOTA - Não foi. Foi o Internacional.

Agora os Petralhas recorrem à Justiça


Direto do migalhas

Acusado de ser "bandido frouxo" por Ronaldo Caiado, Lula decidiu entrar com ação contra o senador. O caso começou em fevereiro, quando Caiado atacou o ex-presidente nas redes sociais após ele ter convocado o MST para atos em defesa da Petrobras e do governo Dilma. 

 entrando num edf de luxo em Salvador,
 onde Jaques Wagner passou a residir 
ao deixar a governadoria.
by whatsApp

Na época, Caiado disse : "Lula tem postura de bandido. E bandido frouxo ! [...] Deveria ir à CPI da Petrobras explicar os assaltos cometidos por ele e seu governo."

Guido Mantega contratou o advogado José Roberto Batochio para processar o empresário que o xingou há alguns dias, no restaurante Trio, em SP. 


O homem, que gritava "ladrão, ladrão, palhaço, sem-vergonha", é diretor de uma empresa de empreendimentos imobiliários. Os xingamentos, aos gritos, além de terem sido disparados em lugar público, foram depois divulgados num vídeo na internet.

XXXXXXXXXX

Fazerem um mea culpa pelo que fizeram de ruim ao país, 
nenhum dos dois faz!

Aécio estuda assumir a Grécia

Direto do The Piauí Herald


ESPARTA – Preocupado com a onda bolivariana que devasta a Grécia, Aécio Neves revelou que pretende oferecer seu carisma, sua beleza apolínea e sua experiência dionisíaca para tirar o país do buraco. “Caso seja do interesse do povo grego, posso substituir Aléxis Tsípras”, discursou, em grego antigo. “Mas caso seja requisitado para presidir o Brasil, terei que conciliar”, alertou. “Às segundas, quartas e sextas, despacharei nas ilhas helênicas. Às terças e quintas, ficarei entre a Esplanada e o Leblon”, explicou o futuro mandatário transcontinental.



Como prova de sua boa vontade, Aécio recomendou que a Grécia desfizesse todos os contratos de consultoria firmados com a empresa de José Dirceu. “É preciso se adequar às técnicas contemporâneas de choque de gestão. Temos um plano completo para transformar a Acrópole de Atenas em condomínio de luxo, com academia, garagem ampla e Espaço Dionísio para festas e afins”, acrescentou. Em seguida, construiu um aeroporto em Mikonos, ao qual batizou Klaudius.

Inconformado, José Serra ameaçou invadir a Grécia com um tucano de Tróia.