terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Flagrante de um bom exemplo!

Jogando o LIXO no lixo!


Enviado pelo nosso articulista e,  nas horas vagas, observador dos bons costumes, André Carvalho!

domingo, 8 de janeiro de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

Que p.... é essa?

Sob o título acima foi publicado no Jornal da Metrópole, semanário que circula em Salvador, o seguinte texto:

´´ Em entrevista ao O Dia, Boninho disse que o ´BBB 12`terá quatro gays, um baiano, duas misses, tres lésbicas, duas atrizes pornô, um andrógino e strippers.

Acabamos de descobrir: baiano, gay e lésbica são categorias de gente."

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Livre Pensar!


"Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros,
 por que não colocar também ...




... de gente obesa em pacotes de batata frita,

... de animais torturados nos cosméticos,

 ... de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas,

 ... de gente sem teto nas contas de água e luz,

 e de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos ? 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Recado dos ...

Do Direto ao ponto

Recado dos deuses do futebol
Poderia ter sido qualquer time brasileiro, ou qualquer seleção formada depois de 1982. Mas os deuses dos estádios entenderam que não haveria portador mais credenciado que o Santos para o recado aos habitantes do que foi ─ até perder o rumo e a alma ─ o País do Futebol.




Em 90 minutos (mais de 70 com a bola nos pés, o restante do tempo preparando-se para retomá-la), o campeão do Mundial de Clubes fez, a rigor, o que fizeram Pelé e seus parceiros de espetáculo na seleção de 1958, na seleção de 1970 e no Santos dos anos 60.

Pelo que ouvi do meu pai, os brasileiros jogavam assim”, disse depois da goleada o técnico Pep Guardiola. O Barcelona é a versão moderna daquele Santos que transformou numa forma de arte a velha e brasileiríssima pelada.

O que se viu na manhã de domingo, a rigor, foi uma sublime pelada regida por 11 craques. E os 4 a 0 em Yokohama (que poderiam ter sido 6, 8, 9 a 0) liquidaram muito mais que um adversário sem chances desde o primeiro segundo.




Liquidaram os técnicos medrosos, as táticas retranqueiras, a discurseira defensivista, o cabeça de área, o volante que só desarma, o centroavante de ofício, o chutão do goleiro em direção ao imponderável, o jogo aéreo, o zagueiro que isola a bola, o carrinho por trás, os atacantes que não voltam para marcar, os brucutus que trocam golpes de luta-livre na hora do escanteio.

A superioridade de dimensões amazônicas também desmoralizou os cartolas que desprezam as equipes de base para caçar medalhões em fim de carreira, que demitem o técnico depois de cinco derrotas, que desmontam a equipe vencedora depois do título conquistado, que acham que o importante é ganhar, mesmo com um gol de mão aos 47 do segundo tempo.



E agora, o que têm a dizer os devotos do futebol de resultados? Depois do que se viu no domingo, quem ousará recitar que o futebol bonito é incompatível com o sucesso duradouro? Murici Ramalho vai declamar de novo que quem quer ver espetáculo deve ir ao teatro ou ao circo? Mano Menezes vai continuar murmurando que o Barcelona é de outro planeta?

O recado dos deuses do futebol será certamente ignorado por Ricardo Teixeira: se depender do dono da CBF, os calendários assassinos permanecerão intocados e a seleção seguirá desperdiçando o lhe resta de prestígio no papel de cabo eleitoral do chefe. Para Teixeira e seus comparsas, é irrelevante o que se passa nos gramados. Não lhes interessa sequer ganhar a Copa. Eles só pensam em ganhar com a Copa.



Ou os times brasileiros redescobrem o drible, a finta, a tabelinha, a audácia, o improviso, a fome de gol, o prazer de jogar bola, ou vão acabar perseguindo a pontapés títulos sem importância em arenas entregues ao controle de quadrilhas organizadas às quais interessa a vitória a qualquer preço, se possível com a eliminação física dos inimigos.

O aparecimento de um Neymar só serve para reafirmar, por contraste, o que se perdeu. O futebol brasileiro tornou-se banal, comum, sem brilho, triste. Cada vez mais parecido com Ricardo Teixeira, vai ficando com cara de fraude.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Desejos de um sertanejo... pilordiano!

" Carissimos amigas e amigos,

É provavel que a maioria de vocês conheça as duas maravilhas a seguir. A primeira é a maravilha de releitura do Quadro da Santa Ceia, de Leonardo Da Vinci, feita pelo artista baiano, conquistense, Silvio Jesse, de 2002.

A segunda maravilha é um expressivo poema "sertanejo/tabaréu", de autor desconhecido, o que considero uma pena, pois dele, desejaria muito saber, pelo menos, o nome.

Resolvi juntar os dois e encarrega-los de levar em meu nome e em nome da minha família, a cada um dos seus corações e dos corações de  seus entes queridos, a minha mensagem de NATAL E ANO BOM....."

Sebastião Cunha,
Cidade do Salvador(BA),
DEZ/2011



Nota do Editor: Gilvan, como um estudioso de suas raízes, poderia nos dar maiores informações sobre esse seu conterrâneo, poeta de tão belos versos?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Brasil diz NÃO ...a tratado mundial anticorrupção!

Com charge de Roque Sponholz

O Brasil ficou de fora do acordo de licitações públicas, considerado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) como um tratado "anticorrupção", assinado por países ricos nesta quinta-feira (15).

O pacto garante a abertura do mercado de compras governamentais e estabelece regras para garantir a transparência nos contratos. "Esse acordo é um instrumento contra a corrupção", afirmou o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy.



Para o chanceler brasileiro, Antonio Patriota, o convênio "não era de interesse do Brasil" pela sua natureza, restrita a um grupo pequeno de países.

Ele rejeitou a tese de que isso seria um sinal de que o país não está interessado em medidas que combatam a corrupção. "Mais comprometidos que estamos nisso?", questionou.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Charge de Pelicano


Carnaval do baiano doido...

... mas quem paga a conta é você!


O Ministério da Cultura autorizou uma produtora do Rio de Janeiro a captar, via Lei Rouanet, 1,4 milhões de reais para bancar um trio elétrico com repertório pop-rock no carnaval de Salvador.



Uma banda formada por integrantes do Barão Vermelho e do Kid Abelha vai tocar durante três dias com convidados como Carlinhos Brown, Evandro Mesquita e Pitty.

Por Lauro Jardim

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Dom João

Por André Carvalho (*)
em 29 de novembro de 2011




DOM JOÃO
Desta vez o público, o privado e o mais que privado se emaranharam e compuseram uma das páginas mais escalafobéticas da política baiana. Não há como fugir do arguto Otávio Mangabeira que sentenciou com propriedade: “pense num absurdo. Na Bahia tem precedente”.

O tema do conclave – melhor dizendo, o mexerico da vez – foi uma traição, familiar e política, quesito, este último, em que a Bahia lidera desde que um de seus próceres, famoso e traiçoeiro, aqui fez escola. Para constatar o que digo acerca das traições, compare o cenário político atual ao de cinco, dez anos passados. Tem gente que se sentou no colo do diabo e que hoje incensa deus, ou vice versa, posto ser difícil identificar quem foi ou é deus ou o diabo...

A aleivosia comentada a seguir foi denunciada na sessão ordinária (ordinaríssima, aliás) de 16 de novembro passado da Assembleia Legislativa do Estado e tem um caldo sexo-político-familiar há muito especulado. Vamos ao enredo: uma deputada, até há pouco esposa do prefeito da cidade do Salvador que, registre-se, é irmão de um deputado federal e filho de um senador que já foi governador – lembrou das capitanias hereditárias? – foi à tribuna do plenário da casa, durante a sessão em que se buscava quorum para aprovar a lei orgânica da cultura do Estado, para, num discurso eloquente, capaz de atrair deputados que jaziam nos gabinetes ou se divertiam no cafezinho, anunciar sua separação conjugal.

Preste atenção porque a história é curiosa: diz a nobre deputada que a separação não se deveu, como afirmam os maledicentes, por haver traído o prefeito com um jovem soldado da Polícia Militar lotado no palácio – como os palácios andam lotados, hein? – e sim, por haver sido traída pelo marido prefeito – favor não confundir com perfeito – amasiado há mais de ano com a subsecretária de saúde da prefeitura. Percebeu como a coisa é intra-palaciana além de sexo-político-familiar, mas que não deixa de ser cultural, apesar de não se configurar como lei orgânica?

A história surpreende porque ninguém imaginava que o prefeito João Henrique, com aquele seu jeito biombo de ser – alto, largo, todo por um e desprovido de graciosidade – armasse uma coisa dessas. O interessante é que o povo soteropolitano pode alardear que, ao menos no campo da sexualidade, temos um grande prefeito. Pensando bem, “Joaozão” é um “show” se comparado à Clinton e sua estagiária feiosa, ao Berlusconi e suas caras prostitutas juvenis ou mesmo ao francês do FMI com sua camareira afro-descendente. Penso que “Henricão” só perde para John Kennedy e a bela Marilyn Monroe.

Opa! Esqueci o senador Renan Calheiros e a posuda amante subvencionada por empreiteiros.

Outra coisa: visto sob o prisma estético facial a troca foi vantajosa para o prefeito, apesar de não se poder garantir que a foto da possível amante municipal, divulgada pela imprensa, foi ou não retocada, tanto quanto aquelas que abundam nas revistas masculinas.

A verdade é que num típico figurino novelístico mexicano a suposta do prefeito enverga certo charme cinquentão – pode até não tê-los, os anos – e durante tempos foi sua cardiologista particular. Penso que de tanto auscultá-lo percebeu haver ali, naquele peito, um bom coração, ainda não safenado, mas infeliz e potencialmente traquinado, impudente. Já o Joãozinho, a cada bombada do tensiômetro mágico, inflava veias, artérias e ego, de sorte que foi uma sorte tudo isso acontecer, ao menos para a população de Salvador.

Tá bom, explico mais uma vez: juntos, a deputada e o prefeito angariaram um “estranho” poder se comparado às suas realizações. Talvez o evangelismo de ambos, nem sempre praticado com o recato comum aos crentes, possa explicar tamanho eleitorado. Separados e, ao que tudo indica, inimigos mortais, espero, pelo bem da cidade onde resido, que os dois ou três, ou mesmo quatro, quem sabe cinco personagens da trama, se arrebentem nos quintos dos infernos, ou nos subterrâneos do palácio, ou ainda, nas camas dos motéis.

Se Glauber Rocha estivesse conosco poderia filmar, com trilha sonora do Arrocha, “As deusas e os diabos sob o sol duma terra em transas”.

(*) André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Cachaça mineira acusada de plágio

Cachaça mineira é acusada de plágio por fabricante do uísque Johnnie Walker
A holding detentora do uísque Johnnie Walker entrou com ação no INPI pedindo que seja cancelada a certificação da cachaça João Andante, de fabricação mineira. A multinacional alega plágio do nome e da marca do destilado escocês na criação da pinga, que seria uma tradução livre de Johnnie Walker.

No último dos 180 dias previstos para que fossem apresentados recursos contra a certificação do produto mineiro, representantes no Brasil da holding Diageo encaminharam notificação extrajudicial dando cinco dias para que o grupo de empresários retirasse o pedido de certificação.


O produto já havia sido registrado no INPI, em 2008, e dessa vez o processo era apenas para revisão da marca.


O escritório que representa a Diageo apresenta como argumento a história de quase dois séculos do uísque, as supostas semelhanças entre as duas marcas e duas citações da internet que associam o produto mineiro ao destilado escocês.



Os sócios se defendem das acusações dizendo que não copiaram a marca da Johnnie Walker e apenas "inspiraram-se" no produto. Alegam que a embalagem da bebida é marrom e redonda, diferentemente do famoso uísque, embalado em caixa quadrada e vermelha.

Fonte Migalhas
___________

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

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Arte do mestre Wallace.

O P e o A simbolizam a família pilordiana,
 e as alegorias, o nosso dia a dia. 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

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Elettro Domestici é uma empresa de eletrodomésticos e eletrônicos britânica, além de formar suas inicias, o logo também forma uma tomada.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

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O espaço entre a perna e o braço
 tem o formato do mapa da Austrália.

domingo, 27 de novembro de 2011

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O logo do zoológico do Bronx tem as
pernas das girafas formando seus prédios,
 natureza no meio da cidade.

As féculas de Montenegro

Por André Carvalho (*)
em 20 de novembro de 2011
btreina@yahoo.com.br





AS FÉCULAS DE MONTENEGRO
Por vezes é doloroso acompanhar os trabalhos legislativos, sobretudo aqueles executados por parlamentares federais, deputados estaduais e vereadores. Cito-os, explicitamente, por uma questão de justiça para com o pessoal do cafezinho das casas legislativas que continua dando provas de competência e seriedade, exceto um ou outro mais bem aquinhoado no critério do apadrinhamento e que, por conta disso, relapsa no horário e na mistura do pó. Não fique aí pensando bobagens com relação à mistura do pó. Quando falo do pó refiro-me ao do café, o pretinho, nada a ver com o outro, o branquinho, consumido mais às escondidas.

Não é cabível falar do cafezinho sem trazer à tona seu parceiro em tantas bocas, o pãozinho. No Rio de Janeiro e adjacências ele é chamado francês, enquanto na Bahia, e penso que somente aqui, é tido e havido por cacetinho. Vá explicar a denominação do pão nosso de cada dia baiano aos cariocas ou, franceses e, certamente, cairemos na gargalhada quando não no ridículo. O que interessa é que a receita, de um e de outro, – falo dos pães – em nada difere.

Pois bem! Num bravo trabalho de pesquisa que deve ter consumido centenas de horas de sono o deputado estadual Mario Negromonte Junior, filho do proeminente porém oscilante Ministro das Cidades, apresentou na Assembléia Legislativa do seu Estado, a Bahia, projeto de lei que obriga a adição de 10% de fécula de mandioca na farinha de trigo que compõe o pão cacetinho.

A grita foi geral. O presidente do Sindicato da Indústria de Panificação da Bahia considerou a proposta inconstitucional, pois, no seu entender, atenta contra a livre iniciativa. Pari passu, o deputado federal José Nunes chamou para si a paternidade da proposta lembrando projeto semelhante que apresentou à mesma Assembléia, em 2007, quando exercia um mandato.

Veja como a fécula da mandioca é estratégica. Negromonte Junior garante que seu uso traria, ao Estado da Bahia, uma economia de até duzentos milhões de reais/ano, o que, no universo da corrupção – a isto ele não se referiu – significa uma bela grana caso role um percentualzinho do lucro. A ideia do nobre deputado deve ser “coisa” de raiz, pois, na terra das maiores minorias a raiz é sempre colocada na cesta das transversalidades, o que quer que tudo isto signifique...

Se perguntar não ofende, pensar ofende menos ainda. Lembrando meu avô Lulu Parola, que, em 1913 escreveu num de seus inúmeros sonetos deixo correr a pena no abandono, o que afinal, é próprio do país ponho-me a “parolar”: já imaginou se outro deputado “de raiz” apresentar projeto semelhante adicionando doze a dezenove por cento de fécula de inhame à massa do acarajé e do abará? Matutemos juntos: e se outro eleito pelo voto soberano do povo propuser 22,5% de fécula de batata doce na massa do vatapá ou, quem sabe, 18% de raspa de nabo no esparregado dos quiabos do caruru?

Ideias, muitas ideias! Não somente legislativas. Penso que o nobre deputado se espelhou no poderoso governo central, aquele lá de Brasília, que, a depender de uma coisa ou outra, adiciona ou retira álcool à gasolina em percentuais que variam segundo necessidades ilógicas para os atarantados consumidores. Uma coisa é certa: o Inmetro e a Anvisa terão um trabalho arretado com tantos percentuais e misturas, caso optem por exercer suas obrigações.

O filho do ministro garante que a fécula da mandioca não contém glúten e atua como diluidor do glúten presente no trigo, além de não alterar o sabor do pão. Ah sim, agora entendo: o culinário deputado cientista quer, única e exclusivamente, cuidar da saúde de seu amado povo baiano, sem lhe alterar o prazer advindo do sabor. Interessante isso!

Tenho uma proposta que me parece fecunda: que tal a secretaria de turismo do estado, pensando em outros duzentos ou mais milhões de lucro, criar um pacote turístico chamado féculogastronômico usando o mote saúde e sabores garantidos, ou seu dinheiro de volta?

Tem gosto para tudo, não é verdade?

(*) André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

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Families é uma revista familiar do grupo Reader’s Digest,
 as letras ILI formam membros da família,

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

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O logo da ONG em prol da África tem à primeira vista só o mapa do continente, mas depois percebe-se uma criança e uma mulher se olhando.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

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Empresa de avião que tem em seu logo
uma seta apontando para… o noroeste.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

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Joalheria novaiorquina chamada Snooty Peacock,
reparem no pavão formado pelo rosto da mulher.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

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O balançar na tacada de golf forma a cabeleira
 dos elmos dos guerreiros e seu corpo forma o rosto do mesmo.

domingo, 20 de novembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

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Marca genérica de Doritos,
reparem nos dois Ts alegres e o molho entre eles.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

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As penas coloridas do logo da emissora americana
representam seus 6 departamentos,
 a cabeça do pavão representa o telespectador.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

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Clássico sempre dá as caras aos domingos,
o espaço entre o F e as linhas de velocidade que formam o 1 forma outro 1.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

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A seta amarela não é só um sorriso,
sugere que na Amazon você acha tudo de A a Z.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

terça-feira, 8 de novembro de 2011

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Parece só o nome da empresa escrito de forma estilosa, mas o VA na verdade significa o sinal analógico e o IO significa a linguagem binária dos computadores.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

domingo, 6 de novembro de 2011

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Colaboração de Otoniel Costa

A arte de fazer um logo é expressar suas idéias, valores, produtos, etc, nas menores linhas possíveis, usando sempre cores simples.




Começando com o clássico logo do Carrefour, que depois de muitas teorias sobre saci azul, alienígena de gorro e gorda de biquíni, vemos que é um simples C vazado.

Que viagem ...

 

Por André Carvalho (*)
em 17 de ouubro de 2011 - 
QUE VIAGEM ...
O mais razoável, nesta semana, seria comentar sobre o esporte nada olímpico do senhor Orlando Silva, a bola da vez ministerial, caso sejam observadas as regras do “jogo” da moralidade pública. Entretanto, necessito considerar um episódio recente envolvendo o Pedrinho, um maranhense longevo e arretado, que desembarcou no posto de Ministro do Turismo do terceiro governo petista, sem saber como, muito menos, para quê. Depois de breve estada pegou sua passagem de volta para o grande albergue da política brasileira, a Câmara dos Deputados, onde a tolerância é absoluta. 

Tratar o agora ex-ministro Pedro Novais por Pedrinho não é uma questão de intimidade e sim de estatura. Possuidor de escassos metro e cinquenta, ele é o terror dos fotógrafos que cobrem os “subterrâneos” da capital federal. Por ser pequenininho é difícil fotografá-lo se houver alguém à sua volta. Ou cortam a cabeça e o peito do acompanhante ou Pedrinho vira um 3X4, por vezes, parecendo até um chaveiro.

Penso que o provecto foi retirado do cargo por não honrar a classe a que pertence. Um político que se preza, principalmente se for da base aliada ao governo, não pode surrupiar o Estado de forma tão medíocre, inocente até. Ninguém viu o dito cujo recebendo a mesada gorda dos “mensaleiros” no primeiro mandato de Lula. Também não se viu o maranhense recebendo grana viva, como receberam Maurício Marinho – aquele dos Correios – Arruda e Jaqueline Roriz. Menos ainda soube-se dele levando uma bolada na garagem do ministério. 

O corró – assim se diz aqui no nordeste – jamais foi flagrado viajando em jatinho particular como o foi, Sergio Cabral, governador do Rio de Janeiro; o ainda ministro das comunicações; aquele outro ministro, se não me engano, o dos transportes, e por aí vai. Certamente não se tem notícia de que o senhor Pedro Novais voe no helicóptero da polícia maranhense, em busca de sua ilha dos sonhos, tal e qual o senador José Sarney. 

Nada disso!!! Pedrinho é fazedor de desvios chinfrins, coisa de pouco ou nenhum valor para um mundo político tão vasto e caro. Atitudes que não dignificam a classe. O pêmêdêbê não pode manter em cargos representativos correligionários dessa espécie. Um gatinho num rol de gatunos. Desculpe, gatões! 

Vejam as principais migalhas do Pedrinho:

Sua mulher servia-se de um motorista pago com dinheiro público e contratado pelo gabinete de um parlamentar do mesmo partido e estado. Até que se configura formação de quadrilha, mas, convenhamos, o que representa um desviozinho de dois mil, três mil reais mês, dos cofres públicos?

Sua residência, nos últimos sete anos, foi governada por Doralice, uma funcionária paga com verba de representação do seu gabinete. A lei não permite, mas, sem governo, não há casa que se mantenha de pé. Novamente, o que representa um rombo de dois mil, três mil reais, mês?

Ah! Tem aquela história da festa na suíte de um motel da capital maranhense, que o Pedroca (falou em motel, vira intimidade) patrocinou com o dinheiro público. Para ser preciso, rasteiros dois mil, cento e sessenta e cinco reais. Não sei se no motel estavam o motorista e a governanta, o que não faz tanta diferença, porque lá, a quadrilha tinha outros contornos, outros interesses. 

Se Pedroca tem bom gosto musical deve estar cantarolando João Gilberto:
“Doralice, eu bem que te disse
Olha essa embrulhada em que vou me meter,
Agora amor, Doralice meu bem,
Como é que nós vamos fazer...”

A presidente Dilma, de bate pronto, escolheu um novo ministro para o turismo, como haverá de escolher para o esporte. Sua origem, o partido e o nome são uma brincadeira de mau gosto com os brasileiros que pagam a conta: Gastão, do pêmêdêbê de Sarney do Maranhão.

Sabe o nome do motorista que servia à mulher do Pedroca? Adão. Isso mesmo, Adão! Um autêntico paraíso.

(*) André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Orlando e Aldo - os melhores do PCdoB?

Por André Carvalho (*)
Em 28 de outubro de 2011
EXDRÚXULOS E INDESTRUTÍVEIS
Dois dias antes de ser induzido ou forçado a pedir exoneração do cargo de Ministro do Esporte, o senhor Orlando Silva, buscando inspiração no poeta chileno Pablo Neruda, se disse indestrutível. Acreditei! Afinal, mesmo após o fim da União Soviética, do cada vez mais capitalista leste europeu, da China mercantilista e da queda do muro de Berlim, os comunistas do Brasil continuam sobrevivendo, indestrutíveis e poderosos, como ocorre em Cuba ou na Coréia do Norte.
 
Consumada sua queda, fruto de inúmeros escorregões, fiquei em dúvida quanto à inabalável indestrutibilidade do Orlando e varri a memória em busca de outro adjetivo que melhor o classificasse. Encontrei esdrúxulo. É o que se pode dizer do seu comportamento ao receber dinheiro “vivo” nos subterrâneos do ministério, ao posicionar-se como vítima quando nem mesmo em sua desavergonhada fisionomia isso transparecia e ao declarar-se indestrutível quando toda a nação – a Fifa também – já apreciava sua morte política e moral, apesar de sabermos que, na atual política brasileira, o ressuscitar é fato.
 
Curioso é que o cidadão Silva, com cara de desvalido, olhar de peixe morto e fala mansa, fraudou a opinião pública brasileira durante os cinco anos e seis meses em que esteve à frente do Ministério. Que coisa hein rapaz? Que “figuraça”! Engabelou a mulheres e homens, ricos e pobres, cultos e incultos. Você Orlando, só não enganou à verdade. Agora, adeus! Porém o vejo, num futuro próximo, impune e rico, prestando consultoria de gestão a perigosas organizações não governamentais ou refestelado frente à televisão assistindo a Copa do Mundo e rindo das inúmeras denúncias de superfaturamento que, à época, pipocarão.
 
De bate pronto Dona Dilma nomeou para a vaga outro indestrutível, o comunista Aldo Rebelo, do PCdoB. Diga-se que nunca antes na história deste país um presidente nomeou ou exonerou tantos ministros pro rata dia. O novo titular da pasta do esporte tem fama de honesto e devemos, todo o povo brasileiro, nos contentar, pura e simplesmente, com a fama por que é ela que mais importa na sociedade contemporânea.
 
O novo ministro é um homem testado e já ocupou cargos importantes, inclusive durante o governo Lula, prestando relevantes serviços à nação. Enquanto deputado apresentou um projeto de lei proibindo o uso de estrangeirismos na língua portuguesa e outro propondo o dia nacional do Saci Pererê. Em sendo assim Ministro, desculpe meu latinismo no pro rata lá de cima.
 
Acredito que Aldo, com suas ideias nacionalistas, vai revolucionar o esporte brasileiro. O tênis e o vôlei, por exemplo, não terão mais set e sim pedaços. Match point no tie break então, nem pensar! O iatismo reinventará as classes laser, star, optimist e snipe. No basquete o jump, quem sabe, passa a ser arremesso com pulo e o uppercut vira golpe baixo no boxe.
 
Galvão Bueno terá que reprogramar suas falas porque o penalty será proibido por lei e o cockpit dos bólidos da Fórmula Um considerado um palavrão capaz de dar processo. O Double Skiff do remo levará o pronunciante à cadeia por hediondo desrespeito pátrio.
 
Numa de suas primeiras entrevistas, antes da posse, o ministro mostrou-se adepto do empate, o mais sem graça dos resultados possíveis no esporte. Exemplo? Vamos lá: sobre a exoneração do antecessor declarou que "não há demissão justa ou injusta”. Quer empate maior que este? Sobre a brigalhada com a Fifa Rebelo foi taxativo: "De César o que é de César e de Deus o que é de Deus. Da Fifa o que é da Fifa e do governo brasileiro o que é do governo brasileiro". Vá empatar assim no raio que o parta.
 
Esdrúxulo – também – não é mesmo?
 
(*) André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Seria bom o leão subir...

Escrito por Marcos Carneiro, do BBMP

Seria bom o leão subir
O leão é um animal irracional. Em certos momentos, torcedor também é. Eu mesmo sou demais, penso muito com o coração e deixo a razão de lado. Mas hoje fiz um esforcinho pra poder escrever por que seria bom o rubro-negro subir, mesmo eu não gostando deles e com toda a rivalidade histórica.

Aliás, nem sei o motivo deles se intitularem rubro-negros se vivem colocando amarelo no uniforme, deve ser pra simbolizar o que eles costumam fazer em finais… Admito que não gosto da torcidinha deles, os caras se acham, mas pra mim não passam de um time de médio porte. O Bahia é muito maior em títulos, torcida, tudo!

Bom, vou parar de humilhar, senão o texto perde o sentido. Pra ser mais objetivo, colocarei em tópicos bons motivos pra eles voltarem pra elite:

1- eles são fregueses do Bahia. Pode olha o histórico dos confrontos. Seja na nossa casa ou na deles o Baêaço domina! Isso seria ótimo num campeonato de pontos corridos, pra garantirmos logo 6 pontos.

2- ter um jogo a mais sem precisar viajar pro sudeste ou sul, contando com mais apoio da nossa massa e evitando o desgaste de uma viagem tão longa. Ou você acha que é bom um time sair de Salvador pra ir jogar em Florianópolis?

3- ter um time a menos na disputa pelo título. Afinal, nunca na história deste país eles paparam a série A. Isso tudo, somado aos 2 tópicos anteriores facilitaria a conquista do nosso tri!

Porém, a caminhada deles não será fácil, precisam ganhar quase todos os jogos, sendo que pegarão vários times que estão na parte de cima da tabela como o Náutico, o Boa e o Americana. Sábado mesmo eles jogam em casa, provavelmente a última esperança do ano. Sei que é difícil, mas vou tentar não secar.

Sinceramente, acho quase impossível que eles subam este ano, pra mim de nordestino mesmo conquistando o acesso só o Náutico tem chances. Portanto, é bom que o leão rubro-negro pernambucano já pense em 2012, pois fregueses na série A sempre são bem-vindos e nas 2 conquistas nacionais que tivemos atropelamos o Sport Recife…

ST!

P.s: e o vicetória, Marcão? Ah, este eu quero mais é que se lasque! BBMP!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Cabrais: das caravelas ao helicoptero... e a Bahia no meio!

Por André Carvalho (*)
Em 04 de agosto de 2011
 
 
 DE PEDRO A SÉRGIO, UM RECORTE NA HISTÓRIA DOS “CABRAIS”.
A história é cíclica, sabe-se, mas circunstancia-se ao tempo e lugar, ao desenvolvimento tecnológico, às mudanças culturais e às idiossincrasias de seus personagens. Em sendo assim, até parece nada haver de cíclico exceto quando dois “Cabrais” entram em cena, guardadas, evidentemente, as particularidades supraditas e outras tantas que me fogem ao raciocínio.

Há quinhentos e onze anos, um Cabral português, doravante também chamado de Pedro ou Pedro Álvares, financiado por um império ultramarinho regido por D. Manoel a quem representava, servia e rastejava, veio de muito longe embarcado numa “tosca” caravela, para, sem querer e após uma calmaria atlântica, aportar abaixo da linha do equador, onde, garante Chico Buarque de Hollanda, não existe pecado. Pedro Álvares e sua comitiva desembarcaram numa praia ao sul do hoje denominado Estado da Bahia.

Poderoso, apesar de faminto, cercado por um séquito de “compadres” alquebrados porém trajados como nunca dantes visto por ali, Cabral engabelou os nativos nuelos com presentes baratos e salamaleques europeus tomando–lhes, rapidamente, tudo o que possuíam inclusive as mulheres. À resultante deste episódio, chamamos Brasil.

Passados os primeiros momentos de desconfiança com o desembarque dos forasteiros a praia virou uma grande festa com a celebração de uma missa católica, rezada numa língua diferente e engraçada, a qual, nossos antepassados, nativos desse tal de Brasil, não compreendiam. Também não havia por que compreender coisa alguma, se estavam todos, ao largo do altar e dos ritos, lugar e forma reservadas aos letrados e espertos e não aos silvícolas “animalescos” de antes nem aos cidadãos comuns de agora mormente os alfabetizados nas escolas públicas.

Quinhentos e onze anos depois, outro Cabral, doravante referenciado também por Sérgio, carioca de nascimento, mas com tez e neurônios do tipo lusitano, surgiu por aquelas mesmas bandas vindo não de tão longe assim, mas igualmente embarcado, agora numa aeronave movida por turbinas que a elevam à condição de jato. O aparelho que transportou Sérgio, tal e qual a caravela de Pedro, é propriedade de outro império ultramarino, cujo soberano chama-se Eike Batista e que não existiriam – ele e seu império – se o Cabral das caravelas houvesse sido expulso daquela belíssima praia, meio milênio atrás, por nossos antigos compatriotas. Ainda não sabemos, ao certo, se o Cabral carioca representa, serve ou rasteja o soberano Batista. Falta-nos a luma, desculpe, o lume.

Ao desembarcar, o Cabral contemporâneo não foi a nenhuma missa, nem festa alguma aconteceu no local porque o seu destino, final e secreto, era um rega-bofe patrocinado por outro poderoso, que aqui também não viveria se nossos antepassados silvícolas – sempre eles, coitados – houvessem expulsado os forasteiros capitaneados pelo Cabral de antanho.

Vejam como uma coisa puxa a outra e surgem correlatividades, não é mesmo? O primeiro dos “Cabrais”, o Pedro, foi com sua patuléia, das caravelas à praia, a bordo de pequenos botes enquanto que o segundo Cabral, o Sérgio, iria com sua patota, da aeronave ao rega-bofe, num pequeno helicóptero que, visto sob o prisma do caráter cíclico tecnológico da história, nada mais é do que o correspondente ao velho e pequeno bote de mil e quinhentos d.C..

Devo registrar a bem da verdade que, em função da evolução cultural e das idiossincrasias dos personagens, algo difere, totalmente, a patuléia de Pedro da patota do Sérgio: as roupas. Lá, muitas, aqui pouquíssimas. Ainda no interesse histórico da preservação da verdade devo admitir que, chegando ao sul da Bahia, a patota do Sérgio não tomou de assalto as mulheres nativas, agora razoavelmente vestidas. Eles, os cariocas poderosos, trouxeram suas próprias mulheres, seminuas e não necessariamente legítimas.

Para desespero de tantos e alegria de alguns, o helicóptero/bote enfrentou um vendaval inverso à calmaria de 1500, caindo e afundando no mar, assim como afundaram, dizem os maldosos espanhóis, vários botes da caravana marítima portuguesa. Uma pena! Namoradas legítimas e companheiras ilegítimas compuseram o rol das vítimas fatais do desastre aéreo. Dos botes afundados no século dezesseis não se tem aferição dos desaparecidos, apenas dos estragos causados, pelos sobreviventes, nessa terra chamada Brasil.

Após as ocorrências mais recentes soube-se que a esposa do Cabral vivente pediu divórcio. Não sei como agiu a mulher do homônimo, àquela época. Sinal dos tempos e das mudanças culturais. Ou, não somente isso.


(*) André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.