Sugestão do ProsaePolítica
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Diplomação.
Cadeirante radical
Tudo começou com algumas ligações para o 911 (o nosso 190, emergência), em que um cidadão dizia que tinha visto na estrada um caminhão “empurrando” uma cadeira de rodas. A principio a polícia considerou que era algum tipo brincadeira e não levou à sério. Mas outra ligação chegou informando a mesma coisa, e mais outra e várias outras. Uma viatura que estava na área foi despachada em busca do caminhão, na realidade um “cavalo mecânico” (puxador de carreta), que logo foi encontrado e parado. O motorista não acreditou no que o policial falou, até que viu com os próprio olhos Ben Carpenter, um jovem de 22 anos, sentado na cadeira de rodas presa à grade de seu caminhão.
O que aconteceu foi que à saída de um posto de gasolina, o caminhão bateu na traseira da cadeira de rodas, as duas hastes atrás da cadeira entraram na grade dianteira do caminhão, mantendo a cadeira estável durante o passeio de quase 6,5Km à 80 Km/h.
via CybervidaFroidisplika
terça-feira, 21 de outubro de 2008
E tenho dito ...
[Dep. José Carlos Aleluia (DEM-BA), sobre "a tentativa do presidente de esconder a crise".
Pizza de Rã.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008
F1: Made in China.
Acima a foto da gafe no pódio do GP da China. Trata-se do momento em que Lewis Hamilton recebeu o troféu de vencedor que, prontamente, despedaçou-se em sua mão. Até Kimi Raikkonen deu risada. Made in China… fazer o quê?BlogdoCapelli
Faraós e Imperadores.
“O que eu quero dizer é o seguinte: é que o mandato de um presidente é de cinco anos. No tempo em que você tinha os faraós e os imperadores (?!?), aí as coisas aconteciam. E esta é uma inquietação que eu tenho”.
Visão seletiva.

Segundo o InformeJB, esta picape fica estacionada ao lado do Congresso, em Brasília, todos os dias, estrategicamente numa parte onde pode ser vista de um corredor pelo qual passam senadores, assessores, deputados e afins.
E agora, José?
Menas, ó Lula, menas...
Pense...
domingo, 19 de outubro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
Charge de Duke

Horário de verão.
Foram dias de lascar! Teve gente que perdeu dinheiro, torcedor que perdeu a paciência, marqueteiro que perdeu as medidas, seqüestrador que perdeu o juízo, policiais que perderam o controle, enfim, muito se perdeu desde o último domingo para chegar neste sábado e ainda ter de perder uma hora de sono assim, num estalar de dedos. Nada contra o horário de verão, muito até pelo contrário, mas por que adiantar o relógio justo no fim de uma semana como esta? Custava alguma coisa adiar a mudança de fuso para o final da tarde de segunda-feira? Meses sem um mísero feriadão, francamente, o povo merecia uma happy hour em dia útil. Uma horinha a menos de expediente, já pensou?! Esquece! Teremos decerto de esperar até 15 de fevereiro para nos devolverem a hora confiscada, sem juros ou correção monetária. Fazer o que, né?
A semana, pelo Blog do Bonitão
Candidatos no Rio admitemter usado maconha no passado

http://blogdobonitao.blogspot.com/
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
E o 2º turno vem aí...
Anime-se, caro eleitor!
Ecos do passado.
Esta foto (vi no Zédoquiabo) fez-me lembrar de mim mesmo, há uns 30 anos atrás, num São João, no interior da Bahia (não lembro a cidade). Claro que estava devidamente bêbado. Eu era feliz e não sabia.Chopp: o "crime/creme" do colarinho branco

Segundo o fiscal do instituto, apenas o líquido poderia ser cobrado, desconsiderando a quantidade de espuma conhecida como "colarinho branco".
A empresa recorreu contra a sentença de 1º grau, que manteve a multa em vigor. O tribunal decidiu, segundo voto da desembargadora relatora Maria Lúcia Luz Leiria:
"É de ser provido o presente recurso, porque efetivamente há um desvio na interpretação efetuada pelo fiscal do INMETRO. Ora, o 'chopp' sem colarinho não é 'chopp', como conhecido nacionalmente. Aliás o colarinho integra a própria bebida e é o próprio produto no estado 'espuma', em função do processo de pressão a que é submetida a bebida 'chopp'. Portanto, entendo que a portaria do INMETRO em tela não se aplica ao 'chopp', na forma em que mediu o fiscal, ou seja, o 'chopp' é também o seu colarinho. Assim, a bebida servida pela parte embargante estava de acordo com as caracterizações necessárias".
via Folha/Blog do Fred
* e milhões de processos na justiça aguardando decisão judicial...
Na Itália, o vinho sai nas torneiras

Direto do PageNotFound
Arte: Samantha Andaku
Todo ano, a pequena cidade montanhosa, conhecida pelo bom vinho que produz, realiza um festival que já dura 400 anos e que faz vinho jorrar de uma fonte no centro da cidade. Marino comemora a vitória em batalha contra os turcos.
Só que desta vez, os dutos das vinícolas locais foram conectados à rede de água da cidade, em vez de ligados à tradicional fonte da comemoração. Logo, para surpresa geral, as cozinhas das residências na cidadezinha já estavam com abundantes doses de vinho para servir.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
A nossa parte da crise
A nossa parte da crise
Caranguejo do coco
Esta estranha criatura aí da foto é conhecido como caranguejo do coco. Ele é um caranguejo gigante, que pode chegar a um metro comprimento e chega a pesar 17 kg. Eles tem 8 patas e suas maiores características são as fortes pinças capazes de partir um coco ao meio! A criatura consegue escalar o tronco de palmeiras e coqueiros em busca dos frutos. O caranguejo do coco é nativo das ilhas paradisíacas do Oceano Índico. Ele tem hábitos noturnos e é o único caranguejo do gênero Birgus.
Além do coco, que ele costuma devorar, o caranguejo consume frutas, folhas, cascas dos ovos de tartaruga e até mesmo de outros animais. Este animal é fortemente atraído por objetos brilhantes. É normal que pessoas com propriedades nestas ilhas descubram que jarros de planta e objetos de prata foram roubados pelos caranguejos do coco.
O caranguejo do coco é usado como iguaria e segundo alguns teria sabor e modo de preparo similar à lagosta. Não existem dados estatísticos para determinar se o animal corre algum risco de extinção, mas sabe-se que de acordo com a sua dieta, pode eventualmente tornar-se venenoso aos humanos.
sugestão gastronômica do MundoGumpPense...
Piadinha

Froidisplika
[anônimo]
colaboração de André Carvalho
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Não faz muito tempo, a luta pelo poder incluía o assassínio dos adversários. Não bastava derrubar a monarquia, era preciso matar toda a família real. Hoje em dia a eleição é uma fórmula menos sangrenta de luta pelo poder. Mas os apetites, as tensões, os ódios são os mesmos. Não vale matar, mas ainda há truques sujos (como o do candidato Eduardo Paes, dono da máquina administrativa fluminense, que usou o painel eletrônico do Estádio do Maracanã para fazer propaganda). Não vale matar, mas se usa mentir – como dizer, sabendo que é falso, que o adversário quer privatizar até o Palácio do Planalto. Não vale matar, mas vale esquecer a biografia e a trajetória política, como fez Marta Suplicy. Marta é uma pessoa notável, interessantíssima. Tem defeitos, mas grandes qualidades. Como prefeita, tomou iniciativas de largo alcance, especialmente em transporte e educação. Ao longo de sua carreira, desafiou tabus, tocou em assuntos que ninguém mencionava, lutou contra preconceitos. E é isso que torna mais grave a grossura de sua campanha – que, em queda, tentou explorar a vida pessoal do adversário, o prefeito Gilberto Kassab. Pior do que a baixaria foi a explicação: ela não sabia de nada, o marqueteiro é que cuidava, sozinho, da publicidade. Não é verdade, claro. E, se fosse, seria inevitável a pergunta: se Marta não é capaz de controlar nem o marqueteiro, como pretende controlar uma Prefeitura? Entre o risco de perder a eleição ou jogar fora sua biografia, Marta preferiu jogar fora a biografia. E tudo indica que vai perder a eleição. Muita gente – inclusive jornalistas – resolveu retaliar a baixaria da campanha de Marta, levantando baixarias semelhantes contra ela. É um erro, um erro político e moral. Moral, porque quem condena certo tipo de atitude não pode adotá-lo. E político, porque tudo indica que a baixaria se voltou contra quem a fez.
Unanimidade e Ortografia
Estou exultante! Nordestino que sou, fiquei sabendo via jornais, que nosso ilustre presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, detém a incrível marca de noventa e oito por cento de aprovação por estas bandas. Podemos caracterizar a circunstância como uma unanimidade.
Segundo o jornalista, escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues “toda unanimidade é burra”, e como faço parte dos dois por cento restantes sinto-me inteligentíssimo, coisa de pouca valia no Brasil de hoje, mas, quem sabe um dia...
Tempo, tempo!!! Cometi um engano, creio. A inteligência, tem sim, muito valor no Brasil do século XXI. Mais particularmente aquela inteligência que se manifesta na esperteza, que está presente nas trapaças e que se põe a serviço do seu “amo” para levar uma vantagenzinha a mais. Aqui cabe uma ressalva: o diminutivo de “vantagem” é mera licença poética. A realidade requer um aumentativo.
Nosso povo dá, a cada dia, menos valor ao saber e à instrução. A moda é “estar falando genericagerundicamente” de inteligência e cultura e incluir no balaio toda e qualquer manifestação, não importa o valor filosófico, o embasamento científico ou o senso estético. Reuniu ou encantou mais de quatro pessoas é movimento social, e movimento social é cultura é inteligência.
Neste moderno contexto de padrões e códigos sociais, ele, o unânime, que se vangloria de não haver estudado, discursou soberbo na Academia Brasileira de Letras por ocasião da assinatura do decreto que estabelece o cronograma para a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Paulo Coelho foi superado, mesmo sendo imortal tal qual Machado de Assis.
O que mais valeu aí? Extensa cultura ou esperta inteligência? Sapiência ou ardileza? Cientificismo ou verborragia? Ao povo, pouco importa! Tudo que é bom ou ruim tem sempre gente a favor ou contra: o “curintia” e o “parmeira”, que o digam. Este é um raciocínio meu, porém, típico palaciano.
A propósito do Acordo Ortográfico, registre-se que este imbróglio apareceu, a partir de 1999, no governo do intelectual Cardoso. Muito tempo gasto, muita grana, mil reuniões e comissões para trocar uns hífens, acrescentar outros, suprimir uns acentos, e numa política afirmativa alfabética global reconhecer os direitos do k, w, y no seio das nossas letras, não é mesmo?
Fosse uma iniciativa do atual governo e a coisa seria muito diferente a ponto de merecer uma mãe, comícios de lançamento, pedra fundamental, pré–inauguração e um bem conhecido “nunca antes naistoria deispais”. Teríamos uma reforma, mesmo que sem acordo, emanada do e para o povo, eis que a língua, para muitos filólogos e milhares de petistas é algo vivo e mais usual nas massas desprovidas de alguma ou qualquer coisa.
A reforma impopular do sofisticado FHC não contemplou, por exemplo, a união de duas palavras com a exclusão da última sílaba da primeira e a primeira sílaba da segunda, como se faz no “funk” carioca. Muito menos legislou sobre os láláiáláláiá, comuns no axé baiano. Quantas vezes se pode repetir uma mesma sílaba? Isso ajudaria, e muito, os gringos que brincam o carnaval baiano: “Repeat lá seven times and iá two times”. Não somente os gringos, os paulistas, portugueses, angolanos, moçambicanos também agradeceriam, não é verdade?
E o “s”, essa coisa mal enjambrada quando participante da flexão em número!? Seria liberado para aparecer, ou não, de forma a facilitar a aprovação da turma no ensino fundamental e os discursos de alguns políticos brasileiros.
Por fim, o verbo, a qualquer tempo!
A tesourada de Jô do Salão

terça-feira, 14 de outubro de 2008
Sacaneie o ladrão.
Essa corrente para bike, quando cortada, estoura e faz jorrar em cima do ladrao um líquido colorido. Nao garante a recuperaçao da bicicleta, mas talvez ajude a achar o ladrao ou pelo menos fazer o dono se sentir um pouco melhor ao imaginar a cena. via BlueBus
Viaje com os golfinhos
O filme mostra alguns golfinhos brincando com anéis de ar prateados, os quais eles proprios têm a habilidade de fazer debaixo d'água.
Não se sabe como eles aprenderam, ou se é uma capacidade inata. Como por magia o golfinho faz um meneio rápido com a cabeça e aparece um anel prateado bem à frente do bico. É como se fosse uma bolha de ar que não sobe à superfície!
Permanece embaixo d'água como uma porta mágica para uma dimensão invisível. Uma das explicações para o fenomeno diz que invisíveis vórtices giratórios são gerados das costas do golfinho quando ele se move rapidamente e se volta. Quando os golfinhos partem a linha, as pontas são atraídas para um anel fechado. O fluido de alta velocidade à volta do centro do vortex está a uma pressão mais baixa do que o fluido que circula mais longe. É injetado ar nos anéis pelas bolhas libertadas pelo orifício por onde o golfinho expele o ar. A energia do vortex de água é suficiente para evitar que as bolhas subam, durante os segundos que duram as brincadeiras.
Bem, se foi possível entender, ótimo. Caso contrario, deixe isso prá lá e deleite-se com as imagens dessas maravilhosas criaturas.
* colaboração de Marcos Maialli - via e-mail.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Eleições: jogo sujo.
Beleza escondida.























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