quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Diplomação.

Você que ganhar o “Diploma do Trouxa”?
Basta apresentar capacidade para tolerar a corrupção,
acreditar em mentiras,
vender-se barato e
pagar impostos extorsivos.
E votar no PT, claro.
Sugestão do ProsaePolítica

Cadeirante radical

Inusitado é pouco para descrever a situação enfrentada pela por um rapaz de 22 em uma cadeira de rodas e um motorista de caminhão no estado de Michigan, EUA.
Tudo começou com algumas ligações para o 911 (o nosso 190, emergência), em que um cidadão dizia que tinha visto na estrada um caminhão “empurrando” uma cadeira de rodas.
A principio a polícia considerou que era algum tipo brincadeira e não levou à sério. Mas outra ligação chegou informando a mesma coisa, e mais outra e várias outras. Uma viatura que estava na área foi despachada em busca do caminhão, na realidade um “cavalo mecânico” (puxador de carreta), que logo foi encontrado e parado.
O motorista não acreditou no que o policial falou, até que viu com os próprio olhos Ben Carpenter, um jovem de 22 anos, sentado na cadeira de rodas presa à grade de seu caminhão.

O que aconteceu foi que à saída de um posto de gasolina, o caminhão bateu na traseira da cadeira de rodas, as duas hastes atrás da cadeira entraram na grade dianteira do caminhão, mantendo a cadeira estável durante o passeio de quase 6,5Km à 80 Km/h.
via Cybervida

Froidisplika

"Mensalão é um sistema criado pelos tucanos de Minas Gerais,
com dinheiro não declarado a justiça eleitoral”.
[Luis Favre -
marido(escondido e argentino da ex-Suplicy]

Froidisplika

"A única diferença entre um louco e eu
é que eu não sou louco."
[Salvador Dalí]

terça-feira, 21 de outubro de 2008

E tenho dito ...

"Lula parece mais uma menina que está grávida
e esconde a barriga da família".

[Dep. José Carlos Aleluia (DEM-BA), sobre "a tentativa do presidente de esconder a crise".

Pizza de Rã.


Você já experimentou pizza de rã? Não é brincadeira. Um restaurante na Inglaterra resolveu introduzir no seu cardápio uma exótica "pizza de rã" que está causando a maior polêmica.
A pizza, batizada por "hopper", contém entre seis e oito perninhas de rã sobre uma base de tomates e mussarela com alcaparras, ervas e anchovas.
A polêmica fica à cargo dos defensores dos direitos dos animais, que classificaram o prato como "selvagem", porque as rãs são tradicionalmente amputadas enquanto ainda estão vivas.
Um porta-voz do Animal Aid comentou que as pessoas deveriam boicotar o restaurante: "As rãs são tratadas de uma forma bárbara e repugnante", disse ele ao jornal Daily Mail.
"Os animais normalmente têm os membros cortados, enquanto ainda estão vivos dentro de um balde", complementou ele.
Curiosamente, apesar de exótica, a carne de rã possui baixíssimos índices de gordura e colesterol e é a única que possui em sua composição aminoácidos essenciais não produzidos pelo organismo.
* Não concordo com a amputação dos animais ainda vivos, ou seja, caso estivesse ao meu alcance, boicotaria.

Tirinha de LF Veríssimo

clique na imagem para ampliar


via TerraMagazine

Se dirigir não beba!

Pense ...

"Peidos e filhos só suportamos os nossos".
[Anônimo]

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

F1: Made in China.

Acima a foto da gafe no pódio do GP da China. Trata-se do momento em que Lewis Hamilton recebeu o troféu de vencedor que, prontamente, despedaçou-se em sua mão. Até Kimi Raikkonen deu risada. Made in China… fazer o quê?


BlogdoCapelli

Nova dupla sertaneja


Faraós e Imperadores.

Por CarlosBrickmann

É difícil, depois de assistir à demonstração de indisciplina policial (em Sampa), com o total apoio de centrais sindicais governistas, esquecer a frase do presidente Lula, há pouco dias: “Escrevem no seu caderninho que a Marta vai ganhar”.
Em Moçambique, o presidente Lula se queixou da duração dos mandatos presidenciais, que considera curtos. Na verdade, aliás, a menos que ele saiba algumas coisas que não sabemos, os mandatos são de quatro anos, mais curtos do que ele pensa.

“O que eu quero dizer é o seguinte: é que o mandato de um presidente é de cinco anos. No tempo em que você tinha os faraós e os imperadores (?!?), aí as coisas aconteciam. E esta é uma inquietação que eu tenho”.

Há quem diga que esta é uma inquietação que aflige o presidente sempre que ele tem novas idéias sobre novas reeleições. O pior é considerá-las boas idéias.

Visão seletiva.



Segundo o InformeJB, esta picape fica estacionada ao lado do Congresso, em Brasília, todos os dias, estrategicamente numa parte onde pode ser vista de um corredor pelo qual passam senadores, assessores, deputados e afins.

E agora, José?

Por Giulio Sanmartini. Transcrito do ProsaePolítica

Menas, ó Lula, menas...
Pela primeira vez na história do governo Lula, o vento econômico global mudou e agora sopra contra o Brasil. Chegou a hora da verdade, o grande teste de sua liderança. E ela balança.
Desde 2003, Lula operou bem em meio a um dos maiores e mais abrangentes ciclos de expansão econômica do planeta. Com instinto apurado e carisma, estimulou abonados e descamisados, numa virtuosa convergência de forças produtivas.
Mas veio o crash financeiro global, presságio do crash econômico global. E Lula entrou em modo de negação. Passou semanas dizendo que não era conosco, tripudiando os EUA, dando pitos e conselhos irônicos ao colega George W. Bush.
Mas a crise já está entre nós, também é nossa.
O dólar dispara, a Bovespa despenca, investimentos são suspensos, fábricas param a produção, o crédito às empresas seca. Isso não é uma marola, como previu Lula, mas um tsunami.
Como seu governo demorou a agir, o câmbio ficou solto demais num mundo em convulsão. O dólar deu um grande salto, e agora o custo de alguma imprescindível estabilidade cambial será maior.
Mas há um perigo real e imediato de o presidente se deixar seduzir pelo canto das velhas sereias de que o Estado vai salvar nosso crescimento. O voluntarismo econômico sempre trouxe catástrofe ao Brasil.
Lula precisa descer do pedestal. Ficou muito mais difícil governar o Brasil.

Pense...

"Nestes muitos anos,
cheguei à conclusão de que um homem inútil é uma vergonha,
dois são uma firma de advocacia,
e três ou mais são um congresso"
[John Adams]

RevistaVeja

domingo, 19 de outubro de 2008

A Semana

marco jacobsen

amorim


bruno

amarildo

JBosco





miguel


marco jacobsen


Fontes:

sábado, 18 de outubro de 2008

Charge de Duke


De carro novo
A Petrobras pagará 10 milhões de dólares por temporada para trocar de escuderia na Fórmula 1. O valor que a Honda receberá a partir de 2009 é o mesmo que a estatal paga à Williams atualmente. (RevistaVeja/Radar)
No caminho certo
Rubinho Barrichello ficou feliz da vida com o 13º. lugar no grid de largada do GP da China. É o número dele da sorte. (TuttyVasques)
França pobre
A crise internacional levou a França a suspender a corrida de Fórmula 1 de 2009 – que será o primeiro ano, desde 1955, sem disputa de GP. Mais um motivo para nos ufanar de ser brasileiros: aqui, com crise e tudo, nunca falta dinheiro para iniciativas como Pan-Americano, Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. (Carlos Brickmann)

Horário de verão.

Por Tutty Vasques. transcrito do Estadão

A semana perdida
Foram dias de lascar! Teve gente que perdeu dinheiro, torcedor que perdeu a paciência, marqueteiro que perdeu as medidas, seqüestrador que perdeu o juízo, policiais que perderam o controle, enfim, muito se perdeu desde o último domingo para chegar neste sábado e ainda ter de perder uma hora de sono assim, num estalar de dedos.
Nada contra o horário de verão, muito até pelo contrário, mas por que adiantar o relógio justo no fim de uma semana como esta? Custava alguma coisa adiar a mudança de fuso para o final da tarde de segunda-feira?
Meses sem um mísero feriadão, francamente, o povo merecia uma happy hour em dia útil. Uma horinha a menos de expediente, já pensou?! Esquece! Teremos decerto de esperar até 15 de fevereiro para nos devolverem a hora confiscada, sem juros ou correção monetária. Fazer o que, né?

Leo Kret: A mais nova vereadora de Salvador

Colaboração de seu admirador, André Carvalho.

A semana, pelo Blog do Bonitão

Kassab: "minha vida é um livro aberto".

Ex-primeira-dama dos EUA
Nancy Reagan
quebra bacia depois de queda

Candidatos no Rio admitem

ter usado maconha no passado



http://blogdobonitao.blogspot.com/

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

E o 2º turno vem aí...

Escrito por Andres Viriato.

Anime-se, caro eleitor!
Depois de elegermos Leo Kret (meu preconceito é cultural. Nossa experiência de eleger Jecas Tatus e morde-línguas é desastrosa), entramos na campanha do segundo turno, para tristeza do eleitor exigente e perigo à nossa encantadora Salvador.
Qual dos dois será melhor para Salvador? João Henrique, com sua imaturidade política e inapetência administrativa, atendendo às ambições carreiristas de Geddel Vieira Lima, ou Walter Pinheiro, sem qualquer experiência de administração pública e, ainda por cima, do PT do governador Jaques Wagner, que já demonstrou que não deveria ter saído da política sindical, tudo o que sabe fazer bem feito?
Em verdade, essa disputa pela Prefeitura do Salvador significa um primeiro turno das eleições para governador, em 2010. Os competidores reais, Geddel e Wagner, sabem que abocanhar o cetro do Thomé de Souza é meio caminho andado para se apossar do Palácio de Ondina daqui a dois anos. E nos, baianos eleitores, onde ficamos?
Imagine mais quatro anos para Wagner, um governador de pouco trabalho e curta visão, que até agora só fez perder para Pernambuco os principais investimentos destinados ao Nordeste, e mandou os índices da segurança pública para a estratosfera?
E com Geddel, um clone mal-feito de ACM, debutante de coronel oligárquico, de passado nada confiável?
Não me admira mais, desde o primeiro ano do primeiro governo Lula, a postura do PT, que até à justiça recorreu contra o candidato João, tentando impedi-lo de usar a imagem de Lula na campanha. Ora, ora, o PMDB de João é o partido mais forte de apoio ao governo federal, e sem ele Lula sabe que não governa. Então, na hora do "vosso reino", nada para o Jonga?
Além do mais, para que tanta briga, se, apesar dos seus índices de aprovação, está praticamente provado que Lula, sozinho, é imbatível, mas seu apoio não conta tanto para o eleitor?! Caso assim fosse, a desastrada Marta Suplicy não estaria descendo a ladeira em São Paulo, e por aqui, o número de vereadores eleitos pelo PT - quatro - foi insignificante, principalmente ante a figura de Lula, coladinha em faixas e santinhos, durante a campanha.
Até o dia 25, véspera da eleição, Wagner e Geddel ainda terão muito que aparecer nos programas eleitorais. Muito pior para o governador, que vestiu a camisa demais para o cargo que ocupa, e uma derrota pode ser um pinico cheio para suas pretensões em 2010 - reeleição ou disputar indicação para a Presidência com a Sra. Roussef.
Como já mostrou que não é tão esperto, politicamente, quanto Geddel, pode dar 10 para 1 na bolsa de apostas da Rua Chile.
É GOLPE - Declarações do ministro Tarso Genro: "nossa prioridade para 2009 é aprovar a reforma política".
Fala-se até em nova Assembléia Nacional Constituinte, mas que só poderia ser feita por um novo Congresso. O cano de escape é fazer uma revisão da atual Constituição, tudo dentro da lei, o que não significa que seria legítimo. Anotem: vai pintar na área uma proposta de reeleição. Para mim, golpe sujo.

Esse é o cara!

via e-mail

Ecos do passado.

Esta foto (vi no Zédoquiabo) fez-me lembrar de mim mesmo, há uns 30 anos atrás, num São João, no interior da Bahia (não lembro a cidade). Claro que estava devidamente bêbado. Eu era feliz e não sabia.

Tirinha



via e-mail

Chopp: o "crime/creme" do colarinho branco


O Tribunal Regional Federal da 4a. Região decidiu que o colarinho do chopp deve ser considerado parte integrante do produto. Publicada no Diário Eletrônico da Justiça Federal da Região Sul, a determinação é resultado de recurso de uma empresa de Blumenau (SC) contra multa do INMETRO, pois a bebida servida pelo estabelecimento incluía a espuma no volume total do produto.
Segundo o fiscal do instituto, apenas o líquido poderia ser cobrado, desconsiderando a quantidade de espuma conhecida como "colarinho branco".
A empresa recorreu contra a sentença de 1º grau, que manteve a multa em vigor. O tribunal decidiu, segundo voto da desembargadora relatora Maria Lúcia Luz Leiria:
"É de ser provido o presente recurso, porque efetivamente há um desvio na interpretação efetuada pelo fiscal do INMETRO. Ora, o 'chopp' sem colarinho não é 'chopp', como conhecido nacionalmente. Aliás o colarinho integra a própria bebida e é o próprio produto no estado 'espuma', em função do processo de pressão a que é submetida a bebida 'chopp'. Portanto, entendo que a portaria do INMETRO em tela não se aplica ao 'chopp', na forma em que mediu o fiscal, ou seja, o 'chopp' é também o seu colarinho. Assim, a bebida servida pela parte embargante estava de acordo com as caracterizações necessárias".
via Folha/Blog do Fred
* e milhões de processos na justiça aguardando decisão judicial...

Na Itália, o vinho sai nas torneiras







Direto do PageNotFound

Arte: Samantha Andaku





Na cidade italiana de Marino ocorreu um milagre provocado por intervenção humana. As torneiras da cidade começaram a liberar vinho branco por um erro de uma empresa responsável por um festival na localidade.
Todo ano, a pequena cidade montanhosa, conhecida pelo bom vinho que produz, realiza um festival que já dura 400 anos e que faz vinho jorrar de uma fonte no centro da cidade. Marino comemora a vitória em batalha contra os turcos.
Só que desta vez, os dutos das vinícolas locais foram conectados à rede de água da cidade, em vez de ligados à tradicional fonte da comemoração. Logo, para surpresa geral, as cozinhas das residências na cidadezinha já estavam com abundantes doses de vinho para servir.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A nossa parte da crise

Escrito por Carlos Brickmann
A nossa parte da crise
Conforme as diferentes tendências ideológicas, os meios de comunicação decretam o fim do capitalismo, o fim do neoliberalismo, o fim do liberalismo, o fim do mercado, a instauração do socialismo linha Bush nos Estados Unidos, a estatização geral, uma crise episódica, uma crise da qual o capitalismo sairá mais forte, livre do parasitismo dos especuladores.
Ninguém ainda parece ter falado em Kondratieff, o russo que teorizou sobre crises cíclicas, em períodos determinados. Mas, não demora muito, vão falar.
Ninguém falou, entretanto, sobre o papel desempenhado pelos jornalistas na parte brasileira da crise. Como na alta da Bolsa, na época da ditadura, os meios de comunicação insuflaram o ânimo do leitor-futuro-investidor.
Reportagens sobre ágeis manobras de grandes investidores brasileiros, que se transformaram rapidamente em bilionários; ou matérias do tipo “Ganhei um milhão na Bolsa”.
Ou ainda a hagiografia de um misterioso coreano, que trabalha principalmente com os conterrâneos imigrantes, e cujos infalíveis fundos de investimentos batiam todos os recordes de lucratividade (um destes fundos, a propósito, está sendo dissolvido, depois de derreter-se).
Pelo volume dos lucros, só podia ser especulação das bravas – mas isso não consta da reportagem. Pelo menos um colunista se gabava, quase todos os dias, dos altíssimos lucros que auferia na Bolsa, e ridicularizava as quedas de preços, afirmando que os bens de raiz que dizia ter comprado com os rendimentos em ações continuavam de pé.
Agora é fácil culpar os investidores, porque não foram cautelosos o suficiente. Agora é fácil lembrar a máxima suprema do mercado de ações, comprar na baixa e vender na alta. Mas como orientar o investidor, se os meios de comunicação só entram na cobertura quando o mercado se aquece violentamente ou quando entra em pânico?

Caranguejo do coco

Esta estranha criatura aí da foto é conhecido como caranguejo do coco. Ele é um caranguejo gigante, que pode chegar a um metro comprimento e chega a pesar 17 kg. Eles tem 8 patas e suas maiores características são as fortes pinças capazes de partir um coco ao meio!
A criatura consegue escalar o tronco de palmeiras e coqueiros em busca dos frutos. O caranguejo do coco é nativo das ilhas paradisíacas do Oceano Índico. Ele tem hábitos noturnos e é o único caranguejo do gênero Birgus.
Além do coco, que ele costuma devorar, o caranguejo consume frutas, folhas, cascas dos ovos de tartaruga e até mesmo de outros animais.
Este animal é fortemente atraído por objetos brilhantes. É normal que pessoas com propriedades nestas ilhas descubram que jarros de planta e objetos de prata foram roubados pelos caranguejos do coco.
O caranguejo do coco é usado como iguaria e segundo alguns teria sabor e modo de preparo similar à lagosta. Não existem dados estatísticos para determinar se o animal corre algum risco de extinção, mas sabe-se que de acordo com a sua dieta, pode eventualmente tornar-se venenoso aos humanos.
sugestão gastronômica do MundoGump

Pense...

Congresso Nacional
Se gradear vira zoológico,
Se murar vira presídio,
Se colocar uma lona em cima vira circo,
Se colocar lanternas vermelhas vira prostíbulo,
Se der descarga não sobra ninguém.

Piadinha


Jesus visita Lula
Lula discursava para dezenas de milhares de pessoas no Anhangabaú em SP quando, de repente, aparece Jesus Cristo baixando lentamente do céu. Quando chega ao lado de Lula, lhe diz algo ao ouvido.
Então, Lula dirigindo-se à multidão diz:
- Atenção companheiros! O companheiro Jesus Cristo aqui quer dizer umas palavras para vocês.
Jesus pega o microfone e diz:
- Povo brasileiro, este homem que tem barba como eu, não lhes deu o pão do conhecimento da mesma forma que eu fiz? O povo responde:
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!
- Não é verdade que, assim como eu multpliquei os pães e peixes para dar de comer a todos, este homem inventou o Fome Zero para que todos pudessem se alimentar?
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiim!,respondeu o povão.
- Não é verdade que assegurou tratamento médico e remédios para os pobres, assim como eu curei os enfermos? O povo grita:
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiim!
Não foi traído por companheiros de partido, assim como eu fui traído por Judas? O povo então gritou ainda mais forte:
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!
- Então o que vocês estão esperando para crucificar esse FDP?????
via e-mail - colaboração de André Carvalho

Quem tá lendo prá quem:

via e-mail

Cartum do dia

(para ampliar, clique no desenho)

via e-mail


Froidisplika

"Essa crise é pior que um divorcio,
ja perdi metade do meu patrimonio
e minha mulher ainda ta aqui em casa"

[anônimo]

colaboração de André Carvalho

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Fotomontagem do dia

Pesquei no Prosa&Política
Escrito por Carlos Brickmann

Em vez de matar, agredir
Não faz muito tempo, a luta pelo poder incluía o assassínio dos adversários. Não bastava derrubar a monarquia, era preciso matar toda a família real. Hoje em dia a eleição é uma fórmula menos sangrenta de luta pelo poder. Mas os apetites, as tensões, os ódios são os mesmos.
Não vale matar, mas ainda há truques sujos (como o do candidato Eduardo Paes, dono da máquina administrativa fluminense, que usou o painel eletrônico do Estádio do Maracanã para fazer propaganda). Não vale matar, mas se usa mentir – como dizer, sabendo que é falso, que o adversário quer privatizar até o Palácio do Planalto.
Não vale matar, mas vale esquecer a biografia e a trajetória política, como fez Marta Suplicy. Marta é uma pessoa notável, interessantíssima. Tem defeitos, mas grandes qualidades. Como prefeita, tomou iniciativas de largo alcance, especialmente em transporte e educação. Ao longo de sua carreira, desafiou tabus, tocou em assuntos que ninguém mencionava, lutou contra preconceitos.
E é isso que torna mais grave a grossura de sua campanha – que, em queda, tentou explorar a vida pessoal do adversário, o prefeito Gilberto Kassab. Pior do que a baixaria foi a explicação: ela não sabia de nada, o marqueteiro é que cuidava, sozinho, da publicidade. Não é verdade, claro. E, se fosse, seria inevitável a pergunta: se Marta não é capaz de controlar nem o marqueteiro, como pretende controlar uma Prefeitura?
Entre o risco de perder a eleição ou jogar fora sua biografia, Marta preferiu jogar fora a biografia. E tudo indica que vai perder a eleição.
Muita gente – inclusive jornalistas – resolveu retaliar a baixaria da campanha de Marta, levantando baixarias semelhantes contra ela. É um erro, um erro político e moral. Moral, porque quem condena certo tipo de atitude não pode adotá-lo. E político, porque tudo indica que a baixaria se voltou contra quem a fez.
Escrito por André Carvalho
btreina@yahoo.com.br

Unanimidade e Ortografia
Estou exultante! Nordestino que sou, fiquei sabendo via jornais, que nosso ilustre presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, detém a incrível marca de noventa e oito por cento de aprovação por estas bandas. Podemos caracterizar a circunstância como uma unanimidade.

Segundo o jornalista, escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues “toda unanimidade é burra”, e como faço parte dos dois por cento restantes sinto-me inteligentíssimo, coisa de pouca valia no Brasil de hoje, mas, quem sabe um dia...

Tempo, tempo!!! Cometi um engano, creio. A inteligência, tem sim, muito valor no Brasil do século XXI. Mais particularmente aquela inteligência que se manifesta na esperteza, que está presente nas trapaças e que se põe a serviço do seu “amo” para levar uma vantagenzinha a mais. Aqui cabe uma ressalva: o diminutivo de “vantagem” é mera licença poética. A realidade requer um aumentativo.

Nosso povo dá, a cada dia, menos valor ao saber e à instrução. A moda é “estar falando genericagerundicamente” de inteligência e cultura e incluir no balaio toda e qualquer manifestação, não importa o valor filosófico, o embasamento científico ou o senso estético. Reuniu ou encantou mais de quatro pessoas é movimento social, e movimento social é cultura é inteligência.

Neste moderno contexto de padrões e códigos sociais, ele, o unânime, que se vangloria de não haver estudado, discursou soberbo na Academia Brasileira de Letras por ocasião da assinatura do decreto que estabelece o cronograma para a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Paulo Coelho foi superado, mesmo sendo imortal tal qual Machado de Assis.

O que mais valeu aí? Extensa cultura ou esperta inteligência? Sapiência ou ardileza? Cientificismo ou verborragia? Ao povo, pouco importa! Tudo que é bom ou ruim tem sempre gente a favor ou contra: o “curintia” e o “parmeira”, que o digam. Este é um raciocínio meu, porém, típico palaciano.

A propósito do Acordo Ortográfico, registre-se que este imbróglio apareceu, a partir de 1999, no governo do intelectual Cardoso. Muito tempo gasto, muita grana, mil reuniões e comissões para trocar uns hífens, acrescentar outros, suprimir uns acentos, e numa política afirmativa alfabética global reconhecer os direitos do k, w, y no seio das nossas letras, não é mesmo?

Fosse uma iniciativa do atual governo e a coisa seria muito diferente a ponto de merecer uma mãe, comícios de lançamento, pedra fundamental, pré–inauguração e um bem conhecido “nunca antes naistoria deispais”. Teríamos uma reforma, mesmo que sem acordo, emanada do e para o povo, eis que a língua, para muitos filólogos e milhares de petistas é algo vivo e mais usual nas massas desprovidas de alguma ou qualquer coisa.

A reforma impopular do sofisticado FHC não contemplou, por exemplo, a união de duas palavras com a exclusão da última sílaba da primeira e a primeira sílaba da segunda, como se faz no “funk” carioca. Muito menos legislou sobre os láláiáláláiá, comuns no axé baiano. Quantas vezes se pode repetir uma mesma sílaba? Isso ajudaria, e muito, os gringos que brincam o carnaval baiano: “Repeat lá seven times and iá two times”. Não somente os gringos, os paulistas, portugueses, angolanos, moçambicanos também agradeceriam, não é verdade?

E o “s”, essa coisa mal enjambrada quando participante da flexão em número!? Seria liberado para aparecer, ou não, de forma a facilitar a aprovação da turma no ensino fundamental e os discursos de alguns políticos brasileiros.

Por fim, o verbo, a qualquer tempo!

Eleitor consciente!

(clique na imagem para ampliar)

A tesourada de Jô do Salão


"Deve-se ao veterano Jorge Bastos Moreno, d'O Globo,






a revelação de uma história tupiniquim que representa o auge da tragicomédia da eleição este ano - até que seja descoberta outra melhor, ou mais hilária e menos desesperadora para um povo.

Aconteceu em Sooretama, norte do Espírito Santo, cidadezinha de uns 35 mil habitantes. Havia só um candidato, o Esmael Loureiro (PSB). Como a legislação não permite chapa única numa disputa, ele foi atrás de voluntários e convenceu sua cabeleireira, a Jô do Salão, figura benquista na cidade, a concorrer com ele.
Ok, tudo combinado, vitória fácil para o socialista. Jô levou na boa, fez mais campanha no salão que na rua, e até pediu votos para o adversário. Ela mesma confessou ter votado nele.
Aí vem a surpresa das urnas. Nessa brincadeira, Jô venceu a eleição por 73 votos de diferença. Agora, estão gozando o ex-futuro prefeito, um desesperado a quem só resta abrir um salão para cortar cabelos e pedir votos para a próxima eleição.
Por quê? Porque Jô levou a sério o anúncio e já forma seu secretariado.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Marta Suplicy chama Datena de Faustão

Charge > Tiago Recchia

pesquei no Solda

Sacaneie o ladrão.

Essa corrente para bike, quando cortada, estoura e faz jorrar em cima do ladrao um líquido colorido. Nao garante a recuperaçao da bicicleta, mas talvez ajude a achar o ladrao ou pelo menos fazer o dono se sentir um pouco melhor ao imaginar a cena.
via BlueBus

Tirinha do Adão Iturrusgarai

(clique na tirinha para ampliar)

Viaje com os golfinhos

O filme mostra alguns golfinhos brincando com anéis de ar prateados, os quais eles proprios têm a habilidade de fazer debaixo d'água.

Não se sabe como eles aprenderam, ou se é uma capacidade inata. Como por magia o golfinho faz um meneio rápido com a cabeça e aparece um anel prateado bem à frente do bico. É como se fosse uma bolha de ar que não sobe à superfície!

Permanece embaixo d'água como uma porta mágica para uma dimensão invisível. Uma das explicações para o fenomeno diz que invisíveis vórtices giratórios são gerados das costas do golfinho quando ele se move rapidamente e se volta. Quando os golfinhos partem a linha, as pontas são atraídas para um anel fechado. O fluido de alta velocidade à volta do centro do vortex está a uma pressão mais baixa do que o fluido que circula mais longe. É injetado ar nos anéis pelas bolhas libertadas pelo orifício por onde o golfinho expele o ar. A energia do vortex de água é suficiente para evitar que as bolhas subam, durante os segundos que duram as brincadeiras.

Bem, se foi possível entender, ótimo. Caso contrario, deixe isso prá lá e deleite-se com as imagens dessas maravilhosas criaturas.

* colaboração de Marcos Maialli - via e-mail.

Inove em sua residência.

Gaveteiro com estilo,

do designer japones

Takeshi Miyakawa
By LikeCool

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Eleições: jogo sujo.

Trechos de artigo escrito por Ricardo Kotscho.

As baixarias de Marta e Paes no desespero
"Pensei que este tempo de levar a campanha eleitoral para a lama, quando as pesquisas mostram um cenário desfavorável, tivesse ficado para trás e nunca mais eu fosse obrigado a escrever sobre este esgoto da política que, na falta de argumentos, parte para atacar a vida pessoal do adversário.
Começou à tarde com as inserções do PT no rádio e na televisão e continuou à noite com os debates promovidos pela Bandeirantes no Rio e em São Paulo, quando a campanha eleitoral atingiu seu ponto mais baixo e deprimente nestas eleições de 2008.
“É casado? Tem filhos?” O que quis dizer a campanha de Marta ao ficar martelando estas perguntas sobre a vida de Gilberto Kassab? Por acaso tem algum eleitor em São Paulo que não saiba que o atual prefeito candidato à reeleição é solteiro e não tem filhos?
Qual é o problema? O que isso tem a ver com a decisão dos eleitores na hora de votar para escolher o candidato ou a candidata que considerem melhor para administrar a cidade?
Como os comentaristas anônimos da internet, o locutor da campanha petista faz uma insinuação covarde, sem coragem de assumir o preconceito implícito.
Da mesma forma, o eclético e multipartidário Eduardo Paes, do PMDB (ex-PV, ex-PFL de Cesar Maia, ex-PTB, ex-PSDB, um verdadeiro homem de partido) na falta de outros argumentos para enfrentar o adversário que passou à sua frente nas pesquisas, veio com aquela história mofada de insinuar que Fernando Gabeira faz a apologia das drogas, que é muito liberal em relação a esta questão.
Em São Paulo, o tempo todo parecendo bastante alterada, Marta Suplicy, ela própria vítima de todo tipo de preconceito durante sua carreira, resolveu desconstruir o adversário, partindo para o ataque diante de um assustado Kassab, na certeza de que os anúncios da tarde haviam abalado o oponente.
O que ficou ao final do debate foi a imagem de Marta Suplicy parecendo Collor em seus piores momentos de 1989. A diferença é que Collor acabou vencendo a eleição e Marta, 17 pontos atrás de Kassab no Datafolha, sem que o mais fanático petista alimente a mais remota esperança de uma virada, agora corre o sério risco de sair da eleição muito menor do que entrou.
Embora no Rio a disputa esteja mais apertada, Gabeira já se saiu vencedor para os que defendem um mínimo de ética na política e não se dispõem a pagar qualquer preço para ganhar uma eleição, como faz Eduardo Paes, que já perdeu o respeito, depois de rastejar atrás do apoio do presidente Lula que ele ofendeu gravemente na CPI dos Correios.
O pior de tudo é que estas baixarias só fornecem farta munição para os oldneocons da imprensa que encontraram um belo nicho de mercado com seu antipetismo e antigovernismo militantes, deitando e rolando agora ao combater os preconceitos que antes defendiam alegremente.
* Este artigo teve alguns parágrafos suprimidos por questão de espaço (muito longo). Leiam o artigo completo aqui

Charge do dia > Benett

clique na imagem para ampliar

Beleza escondida.



Eles são pequenos, alguns sem graça, outros lindos. Muitos encantam, têm os que incomodam e até os que assustam. Para pessoas comuns, insetos geralmente são motivo de desprezo, mas eles têm sido tema para muitos e muitos fotógrafos. E Martin Amm certamente sabe captar como poucos, os momentos incríveis destes pequeninos seres.






Veja muito mais no excelente Obvious

Fróidisplika

"O antônimo de sinônimo é antônimo"
[anônimo]

MDig