E o Brasil tenta a medalha de ouro entre os bronzeados.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
O Porquê dos Nomes > Acre / Rio Branco
Acre: Vem de áquiri,
touca de penas usada pelos índios munducurus.
Capital - Rio Branco: O nome é em homenagem ao diplomata Barão do Rio Branco, que junto com Assis Brasil e José Plácido de Castro, teve papel de destaque na Questão do Acre, que culminou com a assinatura do Tratado de Petrópolis, entre Brasil e Bolívia, tratado que garantiu a posse das terras do território do Acre e o direito da exploração da borracha nesta região para o Brasil.
Garrafa com segurança
Uma idéia bastante inteligente para servir bebidas que vêm em grandes e pesadas embalagens. Útil principalmente para crianças e pessoas idosas, este suporte é feito em plástico ultra resistente, tem pés antiderrapantes e encaixa-se facilmente em diversos modelos de vasilhames. Funcionando como um pêndulo, ele evita sujeira com líquidos derramados e acaba com o problema de peso da garrafa.
Imported by Solution quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Texto de André Carvalho
Por André Carvalho em 08 de agosto de 2008
btreina@yahoo.com.br
Algo mudou
Toda evolução é bem-vinda. O raciocínio, se é que se pode definir assim a oração anterior, vem a propósito das recentes citações de “companheiros” petistas que governam o Brasil. Foi-se o tempo em que nossos atuais líderes mencionavam Fidel, Guevara, Bolívar, Trotsky, Lênin, e aquele lá da Argélia, cujo nome me foge agora.
A turma do Planalto mudou o meridiano intelectual o que me leva a ampliar a latitude interpretativa e reduzir a longitude crítica. Sendo assim, “pau na máquina”.
É comum ao neo-intelectual embasar suas reflexões nos estudos freudianos, e aqui, no país dos sonhos, não foi diferente. Após o depoimento da ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil, Sra. Denise Abreu, na Comissão de Infra-estrutura do Senado Federal, o presidente Lula afiançou: “Só Freud explica aquilo lá”. Dispersivo, confesso que nunca estive atento a esta proximidade da esquerda brasileira com o pai da psicanálise.
Não havia percebido que somente Freud, por exemplo, seria capaz de explicar a histeria duradoura de másculos esquerdistas por aquela imagem de Guevara na célebre foto de Alberto Korda. Refiro-me à foto de boina e olhar perdido, que hoje estampa de cueca a bandeira, na maioria das vezes, diga-se de passagem, sem que se paguem os direitos autorais.
Por falar em Guevara, observe como sua tese mais conhecida, a que enlouquece nossas hostes revolucionárias, é freudiana: “Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”. Há, na proposta guevarista, um componente de natureza sexual sobre o qual certamente Freud teorizaria.
Com Marta a história seria outra. Aqui o médico austríaco trocaria de lugar e recostaria, sublime, no divã da ex-ministra. Freud seria o paciente e o relaxa e goza a linha psicanalítica capaz de levar o ilustre analisado aos interstícios da felicidade, resultante da relação de causa e efeito da teoria “supliciniana”. Bárbara essa linha de conduta, hem? É uma pena para a ciência e para a humanidade que Marta e Freud não tenham sido contemporâneos.
Outro “mestre” resgatado pela inteligência governamental é o Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Adolf Hitler. Joseph professava que “uma mentira repetida muitas vezes vira uma verdade”. Esta foi uma das táticas nazistas para propagar e perpetuar suas práticas monstruosas. Nosso ministro das Relações Exteriores, Dr. Celso Amorim, trouxe o nazista e sua tese para o centro do debate nas recentes reuniões da Organização Mundial do Comércio. O mundo “veio abaixo” deixando nosso compatriota mais arrepiado e arredio do que já é. Incrível, mas você e eu somos compatriotas do Celso! Que se há de fazer? Pleitear cidadania Italiana como fez Sra. Marisa Letícia? Pega mal!
Amorim não foi o primeiro a trazer a mentira para as principais manchetes do país. Antes dele, Luiz Inácio, ainda por ocasião do depoimento de Sra. Denise havia tratado do tema sob outra perspectiva e sem citar fontes. Disse Lula, referindo-se à depoente, objeto de sua ira: “O problema da mentira é que quando você conta uma mentira uma vez é obrigada a mentir a vida inteira para justificar aquela mentira”. É uma tese interessante e indubitavelmente aplicável.
É possível que tudo ‑ o partido, o projeto, o governo, o poder ‑ haja começado assim, com a repetição de uma mentira. Mesmo que você não acredite garanto que me refiro aos alemães das décadas de trinta e quarenta.
btreina@yahoo.com.br
Algo mudou
Toda evolução é bem-vinda. O raciocínio, se é que se pode definir assim a oração anterior, vem a propósito das recentes citações de “companheiros” petistas que governam o Brasil. Foi-se o tempo em que nossos atuais líderes mencionavam Fidel, Guevara, Bolívar, Trotsky, Lênin, e aquele lá da Argélia, cujo nome me foge agora.
A turma do Planalto mudou o meridiano intelectual o que me leva a ampliar a latitude interpretativa e reduzir a longitude crítica. Sendo assim, “pau na máquina”.
É comum ao neo-intelectual embasar suas reflexões nos estudos freudianos, e aqui, no país dos sonhos, não foi diferente. Após o depoimento da ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil, Sra. Denise Abreu, na Comissão de Infra-estrutura do Senado Federal, o presidente Lula afiançou: “Só Freud explica aquilo lá”. Dispersivo, confesso que nunca estive atento a esta proximidade da esquerda brasileira com o pai da psicanálise.
Não havia percebido que somente Freud, por exemplo, seria capaz de explicar a histeria duradoura de másculos esquerdistas por aquela imagem de Guevara na célebre foto de Alberto Korda. Refiro-me à foto de boina e olhar perdido, que hoje estampa de cueca a bandeira, na maioria das vezes, diga-se de passagem, sem que se paguem os direitos autorais.
Por falar em Guevara, observe como sua tese mais conhecida, a que enlouquece nossas hostes revolucionárias, é freudiana: “Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”. Há, na proposta guevarista, um componente de natureza sexual sobre o qual certamente Freud teorizaria.
Com Marta a história seria outra. Aqui o médico austríaco trocaria de lugar e recostaria, sublime, no divã da ex-ministra. Freud seria o paciente e o relaxa e goza a linha psicanalítica capaz de levar o ilustre analisado aos interstícios da felicidade, resultante da relação de causa e efeito da teoria “supliciniana”. Bárbara essa linha de conduta, hem? É uma pena para a ciência e para a humanidade que Marta e Freud não tenham sido contemporâneos.
Outro “mestre” resgatado pela inteligência governamental é o Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Adolf Hitler. Joseph professava que “uma mentira repetida muitas vezes vira uma verdade”. Esta foi uma das táticas nazistas para propagar e perpetuar suas práticas monstruosas. Nosso ministro das Relações Exteriores, Dr. Celso Amorim, trouxe o nazista e sua tese para o centro do debate nas recentes reuniões da Organização Mundial do Comércio. O mundo “veio abaixo” deixando nosso compatriota mais arrepiado e arredio do que já é. Incrível, mas você e eu somos compatriotas do Celso! Que se há de fazer? Pleitear cidadania Italiana como fez Sra. Marisa Letícia? Pega mal!
Amorim não foi o primeiro a trazer a mentira para as principais manchetes do país. Antes dele, Luiz Inácio, ainda por ocasião do depoimento de Sra. Denise havia tratado do tema sob outra perspectiva e sem citar fontes. Disse Lula, referindo-se à depoente, objeto de sua ira: “O problema da mentira é que quando você conta uma mentira uma vez é obrigada a mentir a vida inteira para justificar aquela mentira”. É uma tese interessante e indubitavelmente aplicável.
É possível que tudo ‑ o partido, o projeto, o governo, o poder ‑ haja começado assim, com a repetição de uma mentira. Mesmo que você não acredite garanto que me refiro aos alemães das décadas de trinta e quarenta.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
O Porquê dos Nomes > Alagoas / Maceió
Especial O Porquê dos Nomes
Alagoas:
O nome é derivado dos numerosos lagos e rios
O nome é derivado dos numerosos lagos e rios
que caracterizam o litoral alagoano.
Capital - Maceió:
A denominação desse nome,
foi derivado da palavra indígena "Macei-o-k" ou "Maçaiyo",
que em tupi significa " o que tapa o alagadiço".
A denominação desse nome,
foi derivado da palavra indígena "Macei-o-k" ou "Maçaiyo",
que em tupi significa " o que tapa o alagadiço".
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
A frase está morrendo?
por Carlos Drummond - para o TerraMagazine
Morte da frase afeta justiça e negócios
A degradação da língua, intensificada com a queda da qualidade do ensino e o crescimento da comunicação cifrada por meio do computador e dos telefones celulares, já provoca prejuízos em diferentes esferas de atividade. Em São Paulo, juízes reclamam da impossibilidade de compreender algumas petições e iniciais com textos confusos e desconexos.
A degradação da língua, intensificada com a queda da qualidade do ensino e o crescimento da comunicação cifrada por meio do computador e dos telefones celulares, já provoca prejuízos em diferentes esferas de atividade. Em São Paulo, juízes reclamam da impossibilidade de compreender algumas petições e iniciais com textos confusos e desconexos.
A correspondência eletrônica entre empresas não raro requer mensagens adicionais para esclarecimento do conteúdo, tamanha a desorganização da redação dos e-mails. Mesmo em centros com grande concentração de população universitária e de pesquisa científica, a parcela plenamente alfabetizada beira apenas um terço da população. Os jornais, que deveriam funcionar como muralhas de defesa da língua, apresentam não só erros de português como lacunas de construção de períodos e de títulos que dificultam a compreensão, quando não conferem um outro sentido ao que supostamente se pretende dizer.
A sentença, como unidade básica, deve conter a mesma qualidade indispensável a todo e qualquer texto: ter começo, meio e fim. Sem sujeito, não há heróis nem vilões. Sem verbo, não há ação, sem objeto, nada se move, muda, é destruído ou criado, ilustra Billington.
leia o artigo completo aqui
domingo, 10 de agosto de 2008
sábado, 9 de agosto de 2008
Imagens escolhidas a dedo, 3
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Liberou geral...

Por Pedro Oliveira
Bandidos, ladrões, traficantes, pedófilos, candidatai-vos! O Supremo permitiu.
Foi uma sessão longa, enfadonha e em alguns momentos patética. E finalmente após horas e horas a se discutir o óbvio o resultado que todo mundo esperava, sabia e repudiava: por nove votos a dois o Supremo Tribunal Federal decidiu liberar as candidaturas dos políticos considerados com fichas sujas diante da justiça.Para os magistrados prevaleceu o hipócrita principio da prevenção da inocência e ai caiu por terra a última esperança da sociedade de ver barrados nas próximas eleições aqueles que roubaram, mataram, assaltaram os cofres públicos e que só não foram condenados até agora por culpa de quem? De uma justiça literalmente cega, lenta e muitas vezes conivente com todos esses políticos marginais.
Leia o artigo completo aqui
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