quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Manzerin: os sem futuro israelenses



Fonte: Trem Azul

Há bastardos israelenses que não podem se casar com quem quiserem. São os “manzerim”. Os tribunais rabínicos têm um registro que em 2004 continha uma centena deles.
Durante dez gerações, eles só podem se casar com outro “manzer” ou então com um judeu convertido. E não tem conversa, porque em Israel tanto o casamento quanto o divórcio são regidos por lei religiosa, ditada por “sábios” ancestrais e sempre aplicada pelos judeus ultra-ortodoxos (foto). Não existem casamentos civis.
Menos impactante, mas muito mais comum, é o problema das mulheres cujos maridos lhes negam o divórcio, informa reportagem do jornal espanhol El País de 07.01.
O processo de divórcio com marido que se recusam a dá-lo torna-se às vezes uma autêntica chantagem. Muitas vezes as mulheres renunciam aos filhos, à pensão, à casa, a tudo em troca do divórcio. Porque se uma mulher ainda casada tiver filhos com outro homem estes serão considerados bastardos.
Uma situação que rabinos e mulheres tentam evitar a todo custo. Por outro lado, se a recusa for dela, a halachá (a lei religiosa) oferece uma saída: o marido pode voltar a se casar com a aprovação da lei religiosa, com a autorização de cem rabinos.

E tenho dito ...


"O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem"
[João Guimarães Rosa]


Mitos e Lendas, 5



Foto mostra uma ponte para água ao invés de carros!

Será real? Ou mais uma farsa da Web?

Veja a foto e leia o que descobrimos!
Revelaçoes do e-farsas

Essa fotografia nos enganou ao contrário! é que na maioria das vezes acreditamos que as fotos que aparecem na internet são verdadeiras, no fim descobrimos que as imagens são - quase sempre - falsas. Com essa imagem da ponte foi diferente. Juramos de pé junto que a foto é falsa, mas não é... a foto é real!
Como a qualidade da foto é fraca, acreditávamos que a imagem era montada ou forjada por algum programinha de edição de imagem (os Photoshops da vida)! Acontece que a foto foi tirada de algum ponto sobre a ponte alemã que passa sobre o rio Elbe e liga os canais Elbe-Havel e Mittelland.
Contando desde o seu planejamento, o audacioso projeto demorou mais de oitenta anos para ficar pronto. Em 1919, a idéia dos caras era fazer duas "ruas d'água", mas foi só em 1930 que começaram a tentar pôr em prática os desenhos e cálculos.
Só que eles tiveram que dar um tempo por causa da Segunda Guerra Mundial, em 1942. Depois ainda teve a guerra fria na Alemanha, que fez com que o projeto andasse mais lento do que estátua de tartaruga. Finalmente, com a reunificação das Alemanhas em 1990, o pessoal retornou às obras para que - seis anos depois - terminasse a ponte.


Pra quem gosta de números:
- foram gastos meio milhão de euros para a construção da ponte d'água;
- a ponte mede 918 metros de extensão;
- foram gastos 24.000 toneladas de de aço;
- os serventes de pedreiros fizeram 68.000 metros cúbicos de concreto! (brincadeira, o concreto já vem pronto!)


Segundo a agencia de notícias Associated Press, o Ministro dos Transportes alemão Manfred Stolpe disse que "a ponte é importante para a região, pois além de ajudar no transporte também é um ótimo atrativo para o turismo."


Conclusão: A foto é real! Palmas para a engenharia, de novo!

Deu no jornal: Folha Dirigida

Baixou o Nível!

via e-mail

Pequeninos

humortalha

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Comentando sobre "Deu no New York Times"

Márcio Silveira, em seu blog Opinião&Notícia comenta sobre o livro Deu no New York Times do jornalista americano Larry Rohter.

Política internacional - Parte V

O autor começa esse capítulo dizendo que o Brasil, além de ser um dos maiores países do mundo em tamanho e população, sempre teve um corpo diplomático de alto nível, desde o tempo do barão do Rio Branco. Mas apesar disso ele sempre se coloca timidamente, de forma insegura, no plano internacional. Citando um embaixador americano, usando uma analogia de luta de boxe, ele diz que "... o Brasil é um país que sempre luta numa categoria abaixo da sua."

Mas com Lula a coisa piorou. Nossa política externa se afastou da "... diplomacia tradicionalmente prudente do Itamaraty".

O autor atribui isso diretamente ao assessor Marco Aurélio "top-top" Garcia, o antigo assessor internacional do PT e atual da presidência. Ele não estaria à altura do cargo e se veria como um Henry Kissinger quando na verdade
"... ele parece mais um Renato Aragão da diplomacia, um trapalhão cujo principal papel é bagunçar as coisas".

Sua visão distorcida da relação com nossos vizinhos tem nos levado a sucessivos erros nos assuntos ligados à Venezuela e à Bolívia, por exemplo.

Garcia compete por espaço com o ministro formal Celso Amorim o qual, para tentar compensar a intimidade de Garcia com Lula, que tem vinte anos, passou a ser "mais católico que o papa", adotando posições que não seriam necessariamente as suas.

Um exemplo da má condução da política externa foi o esforço dedicado a conseguir um assento no Conselho de Segurança da ONU, meta que os diplomatas experientes sabiam ser difícil de alcançar. Muitas vezes Garcia anunciou uma posição de governo para ser corrigido publicamente, poucos dias depois, por Amorim.

A situação é piorada pelo fato de o secretário-geral do ministério ser o altamente ideológico Samuel Pinheiro Guimarães que adotou um teste de convicções políticas como critério para nomeações e promoções. Nós já comentamos aqui esse lamentável estado de coisas e um leitor, em carta, se referiu a esse trio como "os três patetas".

Finalizando
No geral, e apesar das críticas que fiz na primeira parte (clique aqui) sobre a compreensão, por Rohter, de aspectos culturais, acho o livro ótimo. Vou mais além, o considero um livro importante. Esse olhar crítico e imparcial sobre nosso país proporciona "insights" fundamentais.

Leiam também:

Parte III - o caso Celso Daniel

Parte IV - Amazônia

Bahia, um novo ano

imagem - link acima

Artigo do jornalista Antonio Luis Almada, especialmente para o Pilórdia.

Salvador, Bahia, 2009 d.C
Enquanto palestinos e israelenses começaram 2009 contando seus mortos numa guerra declarada, em Salvador o IML (Instituto Médico Legal) faturou, em apenas cinco dias, 50 cadáveres, numa guerra silenciosa que os bandidos vêm vencendo desde que o atual governo assumiu o Estado da Bahia.
Se a proporção do crescimento da violência mantiver seu ritmo (2.189 homicídios em 2008, contra 1.665 em 2007), o governo baiano vai continuar permitindo uma marca funesta nunca antes alcançada na Grande Salvador.
Seria parcial e tendencioso afirmar que o Estado parou nos últimos dois anos, mas será correto afirmar que pouco, muito pouco se fez por seu crescimento nas principais áreas do desenvolvimento, principalmente a da infraestrutura.
O que está aí, na indústria e na agricultura, vem funcionando bem em razão da solidificação alcançada antes do atual governo, mas a falta de ações concretas do Estado não permitiram o crescimento necessário.
Em Salvador, o turismo e a cultura, dois itens emblemáticos e inerentes ao desenvolvimento da cidade, estancaram de maneira crucial. O Centro Histórico, nosso maior patrimônio cultural e turístico, jaz à míngua; o turismo náutico, que seria uma importante fonte de atração, não deu um passo, enquanto em regiões como a Chapada Damantina, importante fonte do turismo ecológico, nada se realizou que atraisse turistas de todas as partes do mundo, como já aconteceu.
O governador Jaques Wagner já disse que este seria um ano de gestão, ou interpretando aqui, que estava decidido a começar a trabalhar. Se ele conseguir atrair para a Bahia, em obras e investimentos, metade do que Pernambuco, por exemplo, atraiu nos últimos dois anos, em estradas, indústrias, área portuária - para citar essas três - já será de bom tamanho, comparando-se com o que está aí. Porque este é um governo sem marca e sem graça, como urubu magro desossado por sedento predador.

Não era admirador nem partidário dos governos do então PFL, partido pelo qual jamais depositaria um centavo de crédito. Mas as coisas funcionavam "por fora", mesmo que, "por dentro", as maiores fatias fossem repartidas com a famosa "panelinha" à qual os petistas sempre se referiram.
E agora, pela segunda vez, a esquerda está perdendo a chance de mostrar que também sabe governar. E o que é pior: a "panelinha" sindical petista não fede nem cheira.

Ande de ônibus 'a pedaladas

Isso é que é transporte coletivo. Chama-se Busycle e é movido por 14 pares de pernas - sim, os passageiros têm que pedalar. A idéia é promover o ativismo, levando o publico a participar e nao apenas usufruir. O projeto é dos artistas Heather Clark e Matthew Mazzotta, de Boston.
BlueBus

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O Ministério da Saúde adverte:


Lula afirma, na revista Piauí deste mes de janeiro:
"que a imprensa faz mal ao fígado"


Não só a imprensa,
sr. presiMente,
o alcool também!

Lula e a Faixa de Gaza


Texto de Igor Gielow, para a Folha de S Paulo


O Brasil e Gaza
A reação do Brasil à operação israelense em Gaza acrescenta mais um patético capítulo à propensa altivez da política externa do governo Lula. Logicamente, não estou falando do apelo ao fim da violência ou da condenação à brutalidade. Isso tudo é discurso correto, bonito - e inócuo.
O problema é outro. A megalomania parece não ter limite, e declarações de diplomatas, políticos e do presidente sobre a necessidade de "deixar o Brasil ajudar a resolver o problema" abundam. E novamente escorregam para o antiamericanismo bananeiro. "Exigem" que Barack Obama "mostre sua cara".
Isso depois de fazer uma reunião de líderes continentais para mostrar que o Brasil capitaneia alguma coisa; desnecessário explicar a mensagem que é passada quando a estrela da festa é alguém como Raúl Castro. Imagino as rugas de preocupação de Obama. O Brasil deve ter voz nos assuntos mundiais. Mas não será com bravatas que conseguirá ser ouvido.
Em novembro de 2004, estive em Gaza logo após a morte de Arafat. O texto que escrevi à época já apelava ao lugar-comum mais ouvido hoje: o território é uma prisão. A situação de segurança há quatro anos já era frágil.
Entrevistava um líder local do Jihad Islâmico quando uma explosão fez o chão tremer, provavelmente um ataque pontual de Israel. Gente correndo para todo lado, repórter e entrevistado agachados no chão. Agora, é isso ao paroxismo.
O Hamas nem de longe é inocente, seus movimentos fazem parte do jogo que permeia hoje o Oriente Médio: a disputa estratégica entre Irã e o condomínio EUA-Israel, aliás o provável motivo por trás do ataque. Mas a ferocidade israelense tem um custo humano inaceitável. Para ficar na metáfora carcerária, a tropa de choque agora invadiu a prisão a tiros. Não vai acabar bem.

Holofotes sobre o Poder Judiciário

Segundo o site Migalhas:

O STF irá manter este ano uma agenda de debates polêmicos. Para não perder o espaço na mídia (ah!), em nota veiculada na quinta-feira, a Corte divulgou os principais temas que serão julgados no plenário este ano, a começar com a conclusão da demarcação da área indígena Raposa Serra do Sol/RR.
Na seqüência, devem ser julgados pelo colegiado outros processos sobre áreas indígenas, matérias de Direito Tributário – ICMS na base de cálculo da Cofins, substituição tributária e o Simples Nacional, e temas sociais como cotas raciais, interrupção da gravidez de fetos anencéfalos, Lei de Imprensa, diploma para jornalistas, monopólio dos Correios e o poder de investigação do Ministério Público, entre tantos outros (clique aqui)
Para não ficar atrás, o STJ "promete julgamento de grandes repercussões" :

Com a abertura do novo ano judiciário prevista para o próximo dia 2 de fevereiro, o STJ se prepara para realizar julgamentos de interesse da sociedade brasileira. Processos como o do Idec, no qual ele busca garantir o direito de pedir coletivamente desconto em mensalidades escolares, e o do empresário russo Boris Abramovich Berezovsky, tentando impedir a remessa de dados de seu computador para a Federação Russa, estão previstos para entrar em pauta logo no primeiro semestre.
Alguns novos temas envolvendo a Lei dos Recursos Repetitivos também estão na expectativa de julgamento ainda nos primeiros meses de 2009, como o exame, pela Corte Especial, do processo que trata da legitimidade da transferência de precatórios (clique aqui)

As "Pringles" não são batatas fritas

Revelação do Metamorfose Digital
Em nenhum lugar é dito que são batatas fritas... ainda que muitos assim suponham. Mas vai dizer que você nunca suspeitou daquela forma certinha, da textura e cor tão uniformes? Pois agora já não existem mais dúvidas.

Um magistrado do Tribunal Superior de Justiça da Inglaterra e do País de Gales determinou que os salgadinhos da marca Pringles não podem ser considerados batatas fritas, já que somente 42% de sua composição é de batata.

De fato, as Pringles são elaboradas com uma massa composta de batatas desidratadas, farinhas de milho e de arroz, amido de trigo e água à qual se acrescenta, entre outros aditivos, sal, gordura e emulsionantes.

E quem denunciou o fato? Um consumidor chateado? Um purista da batata?

Pois nada, foi o próprio fabricante do produto, a Procter & Gamble, que decidiu empreender uma batalha legal encaminhada a liberar o produto de uma elevado carga fiscal.

Sobre os "snacks" derivados majoriatriamente de produtos naturais são aplicados um imposto de 17,5%, enquanto para os outros salgadinhos é aplicado um imposto reduzido de 5%.

Com esta jogada judicial a empresa deixará de pagar milhões de libras esterlinas em impostos.

Nota: A receita original é atribuída ao inventor Alexander Liepa. A máquina nas quais são fritas foi desenhada por Gene Wolfe, engenheiro e escritor de ficção científica. Largamente utilizada para a construção de antenas wi-fi (pode construir que dá certo), a famosa embalagem cilíndrica de papelão forrada com papel alumínio foi desenhado pelo químico Fredric J. Baur que, tão orgulhoso de seu invento, solicitou antes de morrer que suas cinzas fossem enterradas dentro de um embalagem de Pringles.

Tirinha do dia

Adão Iturrusgarai

FDB!

Froidisplika

"O trabalho de vez em quando tira férias.
As despesas nunca."
[Millôr Fernandes]

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Comentando sobre "Deu no New York Times"

Márcio Silveira, em seu blog Opinião & Notícia comenta sobre o livro Deu no New York Times do jornalista americano Larry Rohter.
Lula e ele - Parte II

"Fiquei puto porque como pode um cidadão que nunca conversou comigo, que
nunca tomou um copo de cerveja comigo, que nunca tomou um copo d’água comigo, fazer uma matéria de que eu bebia?”

Essa foi a reação de Lula, em entrevista à Folha de São Paulo, a respeito da reportagem de Rohter que dizia que nosso presidente bebe demais.
O autor nos informa que acompanhava a carreira de Lula há muitos anos e já tinha tido muitos contatos com ele, e bebido água, ou Fanta Laranja “ou até uma cachacinha” com ele.
A famosa reportagem foi publicada no domingo 9 de maio de 2004. Ironicamente, dia das mães. O repórter tinha mandado seu texto para Nova Iorque e viajado para Buenos Aires a serviço. Foi surpreendido por telefonemas que o alertavam que o governo estava criando um escândalo em cima do assunto.
Infelizmente lá, como aqui, quem põe título na matéria não é o seu autor, mas alguém da redação que freqüentemente não tem tempo para ler o texto inteiro e por isso pode escrever bobagem. O título dado foi:
Gosto do dirigente brasileiro pela bebida
torna-se preocupação nacional”.

Isso não correspondia ao conteúdo, o qual deixava claro que essa preocupação estava restrita a políticos e jornalistas -- o grande público não tinha tomado conhecimento do problema ainda. Esse exagero deu munição para os que queriam chamar o repórter de mentiroso.

“A resposta inicial foi bem o que eu esperava: uma explosão de nacionalismo,
parte dela bastante hipócrita
.”

Pelo menos dois dos políticos que foram para a TV criticar ferozmente a reportagem tinham sido fontes da matéria, contando episódios de Lula bebendo.
Boa parte dos relatos da imprensa brasileira distorce os fatos e diz que Rohter fugiu para a Argentina com medo de retaliação. Ao contrário, ele já estava lá e assim que ele soube que a reportagem tinha saído voltou rapidamente. Ele estava preparado para ser processado, mas sem medo disso, já que os advogados do jornal tinham examinado minuciosamente o texto e o liberado como não tendo riscos de ser calunioso.
O que nosso autor não esperava era um decreto o expulsando do país. O jornalista acha que o fato de Márcio Thomaz Bastos, ministro da justiça, estar fora do país contribuiu para essa tentativa tresloucada, iniciada por José Dirceu e Luiz Gushiken.
Bastos, se estivesse ali, talvez mostrasse o erro da iniciativa. Mais tarde alguém contou a Rohter que foi dito a Lula que era anticonstitucional expulsá-lo porque ele era casado com brasileira.


Que se foda a constituição”,
gritou Lula batendo na mesa.
Eu quero que ele vá embora”.

O então senador e hoje governador do Rio, Sergio Cabral, entrou com um pedido de habeas corpus o qual foi concedido por um juiz do STF. Isso deu munição a Thomaz Bastos para convencer Lula a cancelar o decreto de expulsão.
Foi feito um acordo pelo qual ambas as partes, governo brasileiro e o jornal, divulgariam o fim do incidente às 20 horas da sexta-feira. A hora parecia calculada pelo governo para não dar tempo aos jornais impressos que estariam fechando a edição do dia seguinte, e ao Jornal Nacional que estaria começando, para analisar o assunto ou até mesmo noticiá-lo.

Acordo feito, acordo rompido. Duas horas antes do combinado Márcio convocou às pressas uma coletiva em São Paulo e inventou uma carta na qual Rohter pedia desculpas. Lula, generosamente, o perdoara. Tudo mentira.

Os dois principais diários de São Paulo, o Estado e a Folha, perceberam a mentira e a noticiaram no dia seguinte, mas o Jornal Nacional optou por acreditar na versão mentirosa, usando as palavras “retratação” e “desculpa” quase uma dúzia de vezes.

O governo Lula saiu prejudicado do episódio. O fato de ele beber demais se tornou público, e a escandalosa tentativa de expulsão só serviu para chamar a atenção para isso. E quem acompanhou o assunto com atenção viu claramente a tentativa de abuso do poder, e a saída mentirosa de Márcio Thomaz Bastos.

Tubarão sai bem na foto.

Um sorridente tubarão-limão fotografado nas águas limpíssimas de Bahamas, no Caribe, pelo amador Bruce Yates, venceu o prémio de Melhor Fotografia, na categoria Oceanos, do tradicional Windland Smith Rice Awards de 2008, superando outras 20 mil fotos.

"Embora essa foto faça parecer que o tubarão esteja sorrindo, isso é só porque ele está se aproximando na tentativa de morder uma pedaço de peixe", contou ao "Daily Mail" o americano premiado de Seattle.
Bom, segundo Fernando Moreira esse tipo de tubarão freqüenta também as águas do Brasil... Quem sabe você não tem a sorte de encontrar um exemplar sorrindo? Se ele parecer faminto, não sorria de volta.

Herança surpresa

Do Fernando Moreira


Quando os parentes de Harold Carr resolveram mexer na garagem do excêntrico britânico, morto ano passado, tomaram um susto. Eles encontraram um tesouro: um carro no valor de seis milhões de libras (pouco mais de 20 milhões de reais)!!!
A preciosidade empoeirada é um Bugatti Type 57S Atalante, fabricado em 1937. O carro é um dos 17 exemplares fabricados.
Na garagem de Carr, que morreu aos 89 anos, em Newcastle estavam outras jóias da indústria automobilística: um clássico Aston Martin e um Jaguar E Type. Os veículos foram deixados como herança para sobrinhos e sobrinhas.

Prefeitos "prendas do lar"





O exemplo das donas de casa
No discurso de posse dos prefeitos, de Norte a Sul do país, as expressões mais ouvidas foram: “ajuste de caixa”, “auditoria”, “redução de cargos”, “enxugamento da máquina”.
Prefeitos reeleitos já assumiram o novo mandato com uma disposição diferente de quatro anos atrás. João Henrique, em Salvador, reduziu de 18 para 11 o número de secretarias. No Sul, José Fogaça determinou corte de 20% nos gastos de custeio. Beto Richa, em Curitiba, Iris Resende, em Goiânia, também se juntaram ao coro de ajuste e corte de gastos. Bom sinal. A ficha caiu para prefeitos veteranos e novatos. Ajuste é a palavra de ordem. Porque o mundo mudou.
A crise está aí. Os tempos de bonança eram uns, agora os tempos são, no mínimo, de cautela e moderação. Portanto, é fundamental rever contratos. Negociar descontos. Enxugar gastos inúteis. Profissionalizar a gestão.
Pensar com mais racionalidade o uso dos recursos públicos, porque certamente a arrecadação vai diminuir um pouco. Os recursos de que os prefeitos podem lançar mão são, principalmente, aqueles oriundos do IPTU, do ISS e do Fundo de Participação dos Municípios.
Os dois últimos devem cair, porque serviços são o primeiro setor da economia afetado por uma crise. E o FPM, que se origina de recursos federais arrecadados nos municípios, também terá uma queda, tendo em vista a já detectada queda de arrecadação federal. Muitos municípios, por esse Brasil afora, vivem exclusivamente do FPM, da aposentadoria rural e do Bolsa-Família. São incapazes de gerar renda própria. Por isso, todo cuidado é pouco.
Além de menos recursos, o prefeito pode contar com uma população mais atenta, mais preocupada com a destinação do dinheiro do seu imposto.
A Câmara de Vereadores de São Paulo aprovou uma lei, proposta pelo movimento “Nossa São Paulo”, que obriga o prefeito a fixar metas semestrais de desempenho – e a prestar contas dessas metas.
No Rio, o prefeito Eduardo Paes se comprometeu com o movimento “Rio Como Vamos”, a enviar à Câmara projeto semelhante – e a se comportar desde o primeiro dia como se a lei já tivesse sido aprovada. Seria muito bom se esta lei se disseminasse por todos os municípios do país. Metas claras, realizáveis. E, mais importante que tudo, cobráveis pela população.
Os tempos são outros. É hora de apertar o cinto. Se sobrar dinheiro lá adiante, tanto melhor. O prefeito poderá fazer mais obras no final de seu mandato, o que poderá garantir bons dividendos político-eleitorais.
Nunca antes na história deste país uma metáfora do presidente Lula foi tão apropriada. Ele sempre disse, nos vários palanques que frequenta, que os dirigentes da economia do Brasil devem se comportar como uma dona-de-casa, sempre de olho no orçamento doméstico.
Pois é o que se recomenda aos novos (e renovados) prefeitos: agir como dona-de-casa. Jamais gastar além do orçamento doméstico, evitar o desperdício, cobrar participação de todos os membros da família e punir com severidade aqueles que se comportarem mal.
Em suma, cuidar de sua cidade, porque é aí que se inicia todo o processo democrático. O dr. Ulysses sempre dizia: “Nós moramos no município, não moramos nem no estado nem na União.” E é no município que se tem uma visão mais clara de como funciona a política, de como é gasto o nosso dinheiro. E finalmente: nada de aumentar o desperdício do dinheiro público com um desnecessário, oneroso e antiético aumento no número de vereadores.

Deu no jornal .. Diário de Natal

extruturado???
Fonte: Kibeloco


domingo, 4 de janeiro de 2009

Mais um? Não!


Por Carlos Brickmann escreve:

O ano de preparar o tri-Lula
O presidente Lula mergulha nas águas sem marolinhas de Fernando de Noronha, vê de perto um tubarão (sem medo: é dos pequenos, muito menores do que os que circulam em Brasília), recarrega as baterias. Vai precisar: neste ano, além de governar, executa a mais difícil manobra de seu mandato, a nova reeleição.
Dilma? Se Dilma fosse candidata, não teria sido lançada tão antes da hora, ficando exposta ao sol e ao sereno. Se Dilma tivesse cacife para ser candidata, Lula não a teria escolhido. Seu objetivo, ao lançá-la, era mostrar que o PT não tem candidato viável. Só se tiver um jeito de lançar Lula, e Lula é muito viável.
Os parlamentares mais ligados ao presidente, aqueles que ainda o chamam de “Baiano”, apelido do início de sua vida sindical, estão trabalhando duro pela reeleição. Devanir Ribeiro, do PT paulista, coordena os esforços para permitir um novo mandato. João Paulo Cunha, também do PT paulista, trabalha de outra maneira: propõe o fim da reeleição, com mandato de cinco anos.
Isso abre uma brecha: Lula foi reeleito com a lei vigente hoje e, com a mudança da lei, não haveria reeleição, mas apenas uma eleição pelo novo quadro legal, agora com cinco anos de mandato. José Dirceu, uma poderosa influência no PT, é pragmático: sabe que Lula pode ganhar as eleições, e que Dilma não tem lá grande chance. Se vai dar certo ou não, isso depende de muitos fatores, alguns deles internacionais.
Mas gente muito próxima do presidente Lula articula para que dê certo. E, destes, há vários que não fariam nada sem a concordância do presidente.

A Semana

sponholz
neo correia

marco jacobsen


glauco



duke


gilmar


duke

benett

aroeira

sponholz
neo correia
charge online
noblat
prosaepolitica
via e-mail


Yoshimoto Cube

Alguém me explica como é isso?



dica do "O Buteco da Net"

sábado, 3 de janeiro de 2009

Começou o Rali Dacar... na Argentina!

Do site GrandePrêmio

Depois de 30 anos, a edição 2009 do rali mais conhecido do mundo, o Dacar, não vai passar nem perto da cidade que dá nome ao evento, no Senegal, e também atravessará o Atlântico, no sentido inverso, indo para a Argentina e para o Chile.
O rali deve ficar ao menos três anos sendo disputado em terras sul-americanas por causa de problemas de segurança em alguns trechos da África. Foram essas preocupações que levaram a Amaury Sport Organization (ASO) a cancelar a prova do ano passado, decisão sem precedentes na longa história do rali, desde 1979.
Os pilotos não tinham sua segurança garantida na Mauritânia devido a dois atentados ocorridos na última semana de 2007. Em um deles, quatro turistas franceses foram assassinados. A rede terrorista Al-Qaeda foi apontada como a autora dos atos de violência.
Como casos de assaltos a pilotos costumavam acontecer sempre no trecho africano do rali, tais atentados foram a gota d’água. A organização decidiu tirar o evento do continente africano e viu na Argentina e no Chile, conhecidos por abrigarem o deserto do Atacama, a Cordilheira dos Andes e a Patagônia, o cenário ideal para manter a tradição do Dacar, em lugares com terrenos parecidos aos visitados nas últimas três décadas.
Roteiro do Rali DacarMesmo longe do lugar de origem, a prova não perdeu sua importância.
Pelo contrário. Este ano, o número de competidores inscritos bateu recorde.

No total, são 837, em 500 veículos, sendo 217 motos, 177 carros, 81 caminhões e 25 quadriciclos.

Os europeus tiveram ajuda dos organizadores, que, para compensar o prejuízo causado pelo cancelamento em 2008, bancou a viagem de grande parte dos equipamentos que vieram da Europa.
Como o Dacar vai desembarcar pela primeira vez na América do Sul, os brasileiros se aproveitaram do fácil deslocamento para os países vizinhos e romperam marcas. Entre os inscritos, há 18 brasileiros – de acordo com a lista no site oficial –, em todas as categorias.


Segundo o Blog do Tazio O Rali Dacar 2009, começou com Marc Coma sobrando nas motos, Nasser Al-Attiyah contando com a sorte entre os carros e domínio holandês na disputa dos caminhões.
O primeiro estágio aconteceu entre Buenos Aires e Santa Rosa de la Pampa, trecho de 733 km (371 km cronometados). Novidade para grande parte dos competidores.
Dos 522 veículos que largaram neste primeiro dia, 421 completaram o estágio de abertura: 157 carros, 212 motos, 29 caminhões e 23 quadriciclos.

Nasa faz 'liquidação' de ônibus espaciais

A Nasa colocou a venda nesta sexta-feira (19.12) os ônibus espaciais Endeavour, Atlantis e Discovery, e pretende se livrar dos três até setembro de 2010, após 30 anos de serviços.
Pela 'bagatela' de 42 milhões de dólares, com transporte aéreo incluído, o comprador poderá ter um ônibus espacial, mas é bom não perder tempo, porque o Museu Nacional do Ar e do Espaço, em Washington, já encomendou uma unidade.
Antes de entregar os ônibus espaciais, a Nasa vai limpar e descontaminar as naves. Um ônibus espacial é a máquina voadora mais complexa que existe, e o primeiro e único veículo orbital que consegue voltar e pousar na Terra como um avião, para ser reutilizado em inúmeras missões.
O comprador não precisará pagar os 6 milhões de dólares com o transporte aéreo da nave, que é carregada sobre um Boeing 747, mas o transporte terrestre ficará por conta do futuro dono, segundo a Nasa.
Os museus e instituições interessados em adquirir um ônibus espacial deverão fazer sua oferta até 17 de março de 2009, e terão de aceitar certas condições, como manter a nave em local coberto e climatizado.
Discovery, Endeavour e Atlantis são os últimos de uma série de seis ônibus espaciais. O primeiro, Enterprise, era um protótipo e jamais chegou ao espaço. Challenger e Columbia foram destruídos em missão, matando seus tripulantes.
Os ônibus espaciais ainda farão oito vôos para prosseguir com a construção da estação espacial internacional (ISS) e para reparar o telescópio orbital Hubble.
A partir de 2010, a Nasa vai desenvolver o programa Constellation, que deve gerar a nave espacial Órion, com vôo previsto para 2014.
Órion deve levar o homem novamente à Lua até 2020, para estabelecer colônias no satélite. A longo prazo, o programa Constellation prevê realizar missões tripuladas a Marte.
O que rola na net

Museu ao vivo

Do Opinião & Notícia
Academia de Ciências da Califórnia aposta na natureza viva
A Academia de Ciências da Califórnia, reaberta no Parque Golden Gate, em São Francisco, representa uma nova era na exibição de plantas e animais por museus.

Em vez de espécies empalhadas, insetos presos em alfinetes e cenas realistas, o museu está apostando mais nas atrações naturais.
Um dos destaques é um jardim de um hectare no telhado. O museu abriga também a maior exposição mundial de recife de corais, além de uma floresta tropical repleta de pássaros, borboletas e répteis, ao vivo.
Fundada em 1853, a academia foi a primeira instituição de pesquisa científica no oeste americano. Em 1989, um terremoto destruiu o museu, mas, em vez de reconstruí-lo, seus administradores o "hospedaram" em lugares provisórios enquanto trabalhavam no projeto da nova academia.
O arquiteto Renzo Piano foi o responsável pelo projeto, que custou cerca de US$ 488 milhões.
Em outubro, a Academia de Ciências da Califórnia recebeu do Conselho de Construção Ecológica dos EUA sua mais elevada classificação referente à sustentabilidade na arquitetura.

Cavalão

Duke, que tem apenas cinco anos de idade já tem, do casco ao dorso, mais de dois metros de altura. Ele ainda está crescendo e pesa uma tonelada. Segundo a matéria do Daily Mail, este é um recorde mundial.

Duke foi resgatado quando seu antigo dono morreu. Levado para um abrigo para animais, ele rapidamente se tornou uma atração no Horse Refuge in Tenterden, Kent, onde seus novos donos tiveram que construir um estábulo gigante adaptado pra ele.


Da ponta do nariz até a cauda ele tem mais de 3 metros. Ele é um cavalo da raça Shire, um cavalo saxão cuja raça foi desenvolvida por cruzamentos objetivando um animal robusto e forte, criado para tração.

Nos séculos XVIII e XIX, quando não haviam ainda os tratores, os cavalos Shire eram muito populares. Nesta épooca, eles chegaram a ser mais de um milhão de animais só no reino unido. Hoje não passam de 3000.

Duke come mais de 4 vezes a quantidade de alimento que um cavalo normal consome.

via MundoGump

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

E tenho dito ...




"O PT é um partido orientado
por intelectuais que estudam e não trabalham,

formado por militantes
que trabalham e não estudam,

comandado por sindicalistas
que não estudam nem trabalham

e apoiados por eleitores
que trabalham pra burro e não têm dinheiro pra estudar".
[anônimo]

via e-mail


A bebida do amor.


Hoje é a primeira sexta-feira do ano e voce está super a fim daquela menina e não sabe o que fazer para conquistá-la? Pois bem, a revista 'Playboy' dos Estados Unidos, fez uma pesquisa com 860 americanas e descobriu qual a bebida que elas escolhem no bar que mais influem nas chances de a noite terminar em sexo.


1º. Tequila - 91%

2º. Vodca - 79%

3º . Uísque- 68%

4º. Gim - 67%

5º. Rum 62%

6º. Cerveja 48%

7º.Conhaque - 46%

8º.Champanhe - 23%

9º. Vinho tinto - 12%

10º. Vinho branco -9%


Mas lembre-se, Se beber não dirija.

Mudando o jeito de escrever

“A sorte de um povo depende do estado da sua gramática.
Não há grande nação sem propriedade da linguagem.”
[Fernando Pessoa]escreveu anos atrás,
sem pensar em nada do que
estaria acontecendo hoje no Brasil.]

A força do carisma



Cada vez menos fiéis acorrem às audiências públicas do Papa BentoXVI, segundo datos oficiais do Vaticano publicados hoje pelo jornal italiano La Repubblica.
Nos 12 primeiros meses do pontificado de Ratzinger quatro milhões de fiéis compareceram às audiências. Foram 2,8 milhões em 2007 e 2,2 milhões este ano. Em compensação, aumenta o número de fiéis que visitam a tumba de João Paulo II no interior da Basílica de São Pedro.

Séc. XXI, Europa, França, Universitários ...



Revelação do blog OpiniãoeNotícia
Briga de casal vira assunto nacional
Os dois pareciam feitos um para o outro. Filhos de marroquinos que emigraram para a França, ele era um engenheiro de informática e ela estudava enfermagem. Mas na noite de núpcias ele descobriu que ela não era a virgem que tinha dito ser.

O noivo saiu enfurecido da suíte nupcial e na mesma noite devolveu a noiva à casa dos pais. O pai dele declarou que o casamento não era válido. O noivo entrou na Justiça pedindo anulação do casamento e ganhou em primeira instância, mas a anulação foi cancelada por um tribunal superior.

A briga foi para os jornais e se tornou tema de intensos debates.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009


Por André Carvalho.

Retrospectiva
Estivemos, dias atrás, em tempo de retrospectivas, com a imprensa listando fatos e fotos que, no entendimento de editores e leitores, marcaram o ano que se foi: 2008. Uma passada rápida de olhos revela pouca diferença dos anos anteriores. Esse mesmo olhar indica que somos – a raça humana – capazes de protagonizar e enumerar uma torrente de ocorrências violentas e insanas, mais do que somos capazes de criar e difundir eventos alegres e sadios em nosso dia-a-dia. Coopera, para este quadro pouco feliz, a natureza com seus maus humores certamente catalisados pelo descaso com que cuidamos dela. Se as águas inundam e destroem sem piedade, o dedo do homem está ali presente, sem que queiramos nos dar conta.

Será isto uma verdade insofismável ou, também sem nos darmos conta, a imprensa em retrospectiva, destaca prioritáriamente os fatos macabros no interesse de saciar nossos paladares psíquicos? Não tenho resposta, e isso me instiga a pensar.

Guerras, conflitos e mazelas de naturezas diversas escancaram as páginas e vídeos ancorados em estatísticas de mortes no trânsito, no tráfico de drogas, no embate entre bandidos e, entre estes e policiais, no atendimento hospitalar, no desencanto amoroso e no esfacelamento familiar. Os casos chocam, porém, ainda assim e mais do que nunca, continuamos antagonicamente protagonistas e críticos daquilo que somos e fazemos: uma raça em movimento a caminho da extinção ou, no mínimo, da execração.

No Brasil da “porretice”, escândalos de políticos e de celebridades povoaram os portfólios do ano. Com Edmundo e Romário no banco de reservas, a vez ficou com o “fenômeno” Ronaldo, ou, melhor dizendo, com o “fenômeno” do Ronaldo. Se Vera Fischer há tempos saiu de catálogo, vagas se abriram às muitas “piovanis” da televisão, do cinema e do mundo “fashion”. Com Renan e Mônica obsoletos, o falecido Luiz Eduardo e sua onipresente família renovaram a listagem de filhos bastardos, alimentados indiretamente pelo Estado.
Na seção de frases célebres, a retrospectiva de 2008 repetiu os últimos seis anos e trouxe de comandante em chefe – bom senso, gramática e ética à parte – o escandaloso presidente Inácio da Silva. Nas operações da Polícia Federal o mesmo script de anos anteriores, com personagens semelhantes e, de menos as algemas, símbolo maior de poder de uma instituição que caiu no fosso das intrigas internas.

Das olimpíadas chinesas voltamos, como das vezes anteriores, carregando o pálido elogio da imprensa e esdrúxulas explicações dos cartolas. Trouxemos na bagagem medalhas a menos do que pretendíamos ou esperávamos.
Algo parecido com a nebulosa Petrobrás. Todo ano a mesma história: muitos elogios e muita expectativa, mas a auto-suficiência na exploração, produção e refino, é combustível apenas para gerar aplausos ao Presidente da República, por ocasião de sua visita às instalações petrolíferas, tradicionalmente com direito a sujar as mãos no “ouro negro”. Neste ano, com um megalomaníaco à frente da nação, teve até pré-sal, do qual nada mais se fala, com o barril de petróleo beirando parcos cinquenta (agora sem trema) dólares.

Pensei em falar, retrospectivamente, de Fidel, de Morales e de Chavéz. Optei por citar Caetano: “Será que nunca faremos senão confirmar, a incompetência da América católica, que sempre precisará de ridículos tiranos”...

Aos nossos leitores: novos links.

Neste ano novo que se inicia, o Pilórdia cadastra novos links para informação e divertimento dos nossos leitores.

Lembramos que no momento que cadastramos um link em nossas seções - 'a sua direita da tela do computador - é fruto unicamente da satisfação que temos ao acessá-lo e dizer com isso que atestamos suas qualidades segundo nossos parâmetros - os quais acredito que voces, leitores, aprovam.

Isto quer dizer que não nos envolvemos em pedidos de parceria, tipo: só publicamos o link de alguém se este alguém publicar o nosso e vice-versa, como nos foi proposto em diversas ocasiões. Se algum blog ou site postar nosso link será uma honra, mas não pediremos por isso.

Além dos novos links, faremos uma limpeza nos já existentes que, por razões diversas, deixaram de operar.

Abaixo apresentamos os links e suas logomarcas quando isto fôr possível, por categoria.


Links Úteis

Loterias da CEF

Diabetes: como cuidar


Gênios do Traço
Bennett


Laerte


Adão Iturrusgarai


Blogs & Sites

O passado como exemplo para o futuro.


Escrito por Lineu Barretto, direto de Salamanca/Espanha e especialmente para o Pilórdia.


Olimpíadas Baiana da Primavera
Hoje eu acordei com uma música na cabeça. Sabe aquela música que, sem ter um motivo ressurge do seu passado e fica o dia inteiro, às vezes até vários dias, repercutindo no seu juízo? Eu a chamo de música chiclete, pois quando gruda é difícil de soltar.
Bem, a música em questão é o velho hino das Olimpíadas Baiana da Primavera. Aqueles baianos que, como eu, já passaram dos 40km na estrada da vida (hehehe!!!) devem se lembrar com uma certa nostalgia daqueles grandes eventos que contaminavam a toda uma juventude, com o espírito olímpico, em grandes competições esportivas entre os diversos colégios de Salvador e cidades vizinhas.
Eram competições muito disputadas em quase todos os esportes. Uma das coisas mais importantes dessas olimpíadas era o seu carater democrático e integrador, pois competiam alunos de colégios públicos, que naquela época tinham um elevado conceito na qualidade de ensino, com alunos de colégios privados como os Colégios Antonio Vieira, Maristas e 2 de Julho.
Vários atletas que chegaram a se destacar no panorama nacional, inclusive a participar de nossas seleções brasileiras dos diversos esportes, surgiram nessas competições.
Me lembro das rivalidades entre o Colégio da Bahia (onde estudei o 2º grau) e o Colegio Severino Vieira. Ou do Colégio Carneiro Ribeiro, da Escola João Florencio Gomes, Colegio Góes Calmon, Colegio Luis Viana Filho, entre outros, que sempre proporcionavam grandes disputas esportivas e de espetáculos das torcidas organizadas, com suas bandas e charangas.
Bem, meus amigos, quando vemos os quadros de medalhas dos Jogos Olimpicos Mundiais, ficamos com um pouco de inveja do desempenho de vários países que, muitas vezes, possuem menos potencial humano que o nosso, porém investem no esporte.
O esporte é, junto com a educação, um dos meios mais eficazes de formar um jovem com valores morais, éticos, competitivos e cooperativos, para uma vida sadia e integrada à sociedade.
O esporte pode desviar o jovem do caminho das drogas e da criminalidade, preenchendo o seu tempo ocioso e dando a ele uma importância maior 'a sua vida e 'a sua saúde.
Creio que o custo de retomar esses jogos é muito pequeno para o governo, que gasta muito mais com coisas que não agregam valor à sociedade. Acredito que se uma empresa do setor de comunicações, como jornais e televisões, se interessar em relançar esse evento, não vai faltar patrocinador para compartilhar os custos.

Furo dos paparazzi

Primeira foto da filha de Ronaldo!







"O ano que alvorece é sempre recebido entre palmas e beijos,
ao passo que o ano que descamba na eternidade
vai acompanhado de invectivas e maldições."
[Machado de Assis]