Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Juiz americano inspira-se em Sérgio Moro

Por Luiz Berto em seu Besta Fubana


Juiz federal dos EUA paralisa aplicação do veto migratório de Trump.
A sentença impede que se ponha em prática no país inteiro o decreto que bloqueia a entrada de refugiados e imigrantes de sete países muçulmanos

A Casa Branca emitiu nota informando que vai recorrer contra a decisão do juiz federal do estado de Washington, James Robart, que suspendeu temporariamente o veto do presidente Donald Trump para entrada nos Estados Unidos de refugiados e titulares de visto de sete países predominantemente muçulmanos.

A Casa Branca primeiramente se referiu à decisão do juiz como “ultrajante”, mas depois retirou essa palavra da nota.

Embora temporária, a decisão do juiz de Seattle (cidade do estado de Washington) atinge o cerne da ordem executiva adotada há mais de uma semana por Trump, que previa o veto – por 90 dias – da entrada de pessoas nos Estados Unidos provenientes do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen.



* * *

Palavras de Luiz Berto 

Este cabra, o juiz ianque, como diria o impoluto e digno pulítico banânico Renan Calhorda Calheiros, é um “juizeco”

Um juizinho bostel, uma magistradinho de quinta categoria, que ganha fama ao derrubar uma lei do prisidente dos zamericanos, o mais abilolado e furioso já eleito pra botar a bunda na cadeira da Casa Branca.

O dotô James Robart emputiferou não apenas Trump, como também seus fanáticos admiradores de todo Planeta Terra, inclusive a extrema direita banânica, ferrenha defensora de muros, bufetes e segregações.

Este magistrado ianque está se inspirando nos juízes golpistas brasileiros.

Eu desconfio que ele deve ter tomado conhecimento das sentenças do Dr. Sérgio Moro, aquelas que desafiam potentados e puderosos do primeiro até o mais alto escalão.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Cães anti-terror

Por Marcelo Bernardes
Folha SP 27MAR

Polícia de NY faz formatura de “Michael Jordans dos cães”
Na quarta-feira (23), coincidentemente um dia após os ataques terroristas em Bruxelas, na Bélgica, a Polícia de Nova York organizou num colégio do bairro do Queens, subúrbio da cidade, a “formatura” dos novos integrantes de seu programa anti-terror. Paulie, Randy e Ford, todos com dois anos de idade, foram alguns dos oito cães labradores empossados no esquadrão “Vapor Wake” (no rastro do vapor). A revista The New Yorker chama essa turminha de “os Michael Jordans dos cães”.


Desenvolvido em parceria entre a organização AMK9, que oferece serviços de treinamento de cachorros à polícia, com a universidade veterinária de Auburn, no estado do Alabama, há quase uma década, o vapor wake é um método que ensina cães a farejarem – em tempo real – o cheiro deixado por partículas de explosivos até dez minutos depois da passagem de um suspeito pelo local investigado.

A pessoa que carrega bombas grudadas ao corpo ou em malas ou mochilas pode ser “escaneada” por esses cachorros até no meio de multidões, sem causar qualquer confusão promovida por perseguições em locais abertos.Policiais de NY com um labrador treinado pelo método Vapor Wake. 

(Foto: Divulgação)

Cães superam homens e máquinas especializadas. O nariz de um cachorro tem 220 milhões de sensores para detectar um cheiro específico, contra 5 milhões nos de seres humanos. Cães chegam a dar dez fungadas por segundo, levando rapidamente o cheiro ao epitélio olfatório. Os receptores no interior da cavidade nasal dos cães são até 100 vezes mais densos que os dos seres humanos e podem diferenciar uma vasta quantidade de moléculas.

Treiná-los não é fácil ou barato. Bill Branton, o chefe da Polícia de Nova York, explicou durante a formatura canina que o investimento desses oito labradores custou cerca de meio milhão de dólares, bancados pelo governo federal. O treinamento de cada cachorro dura até 15 meses e custa US$ 49 mil por cabeça peluda. Todo ano, cada um dos cães é novamente submetido a um rápido treinamento para aprender novas táticas.

Contando com os oito formandos dessa semana, o esquadrão Vapor Wake tem apenas 130 cães treinados sob este método nos Estados Unidos e distribuídos por entre vários estados. Desde janeiro, a AMK9 lida com um pedido extra de mais 36 cães treinados pelo método.

Em Nova York, a Polícia conta com o auxílio de uma força canina de 100, muitos desses cães treinados por métodos mais tradicionais de detectar explosivos, ou seja, o pacote sob suspeita tem que estar parado para o cheiro ser detectado por eles. Até onde se sabe, não existe competição entre o grupo de elite canina com os farejadores mais básicos da cidade.

Link

domingo, 20 de março de 2016

Por que nos EUA não tem batucada?

Memória Musical

Por que nos EUA não tem batucada?
Não é curioso que os Estados Unidos não usem tambores em sua música como todos os outros países que tiveram mão-de-obra escrava vinda da África? Por que a música dos negros norte-americanos é tão diferente da música brasileira, de Cuba, do Caribe? Onde foram parar os tambores? Cadê a batucada?



Pense em todos os grandes ídolos da música afro-americana: Charlie “Bird” Parker tocava sax. Louis Armstrong tocava trompete. Nina Simone tocava piano, assim como Stevie Wonder e Ray Charles. Miles Davis tocava trompete. E Wynton Marsalis, idem. Robert Johnson tocava guitarra. Chuck Berry, idem. Leadbelly tocava um violão de 12 cordas.

Os negros chegaram aos EUA vindos, em sua maioria, de regiões que hoje se conhecem como Senegal, Gâmbia, Nigéria, Camarões, Namíbia, Congo, Angola e Costa do Marfim. Os negros brasileiros vieram de Moçambique, do Benin, da Nigéria, e também de Angola, Congo e da Costa do Marfim. Com todas as diferenças existentes entre estas nações africanas, todas elas faziam uso de tambores com fins musicais e de comunicação. Por que então nós temos o samba e os gringos não? Por que não tem atabaque, agogô e cuíca na música afro-americana e sim saxofone, clarinete, trompete, instrumentos “de brancos” que os negros, aliás, aprenderam a tocar com maestria? 



Simplesmente porque os tambores foram proibidos na terra do tio Sam durante mais de 100 anos.

No dia 9 de setembro de 1739, um domingo, em uma localidade próxima a Charleston, na Carolina do Sul, um grupo de escravos iniciou uma marcha gritando por liberdade, liderados por um angolano chamado Jemmy (ou Cato). Ninguém sabe o que detonou a rebelião, conhecida como a “Insurreição de Stono” (por causa do rio Stono) e que é considerada a primeira revolta de escravos nos EUA. Conta-se que eles entraram numa loja de armas e munição, se armaram e mataram os dois brancos empregados do lugar. Também mataram um senhor de escravos e seus filhos e queimaram sua casa. Cerca de 25 brancos foram assassinados no total. Os rebeldes acabaram mortos em um tiroteio com os brancos ou foram recapturados e executados nos meses seguintes.



A reação dos senhores foi severa. O governo da Carolina do Sul baixou o “Ato Negro” (Negro Act) em 1740, trazendo uma série de proibições: os escravos foram proibidos de plantar seus próprios alimentos, de aprender a ler e escrever, de se reunir em grupos, de usar boas roupas, de matar qualquer pessoa “mais branca” que eles e especialmente de incitar a rebelião. Como os brancos suspeitavam que os tambores eram utilizados como uma forma de comunicação pelos negros, foram sumariamente vetados. “Fica proibido bater tambores, soprar cornetas ou qualquer instrumento que cause barulho”, diz o texto.

A proibição se espalhou pelo país e só foi abolida após a guerra civil, mais de um século depois, em 1866. Antes disso, o único lugar onde os negros podiam se reunir com certa liberdade eram as igrejas; daí o surgimento dos spirituals, a música gospel, com letras inspiradas pela Bíblia, que eles cantavam muitas vezes à capela (sem instrumentos) ou marcando o ritmo com palmas. As mãos batendo no corpo e os pés batendo no chão foram os substitutos que os escravos encontraram para os tambores, resultando em formas de dança e música conhecidas como “pattin’ juba”, “hambone” e “tap dance” (sapateado), ainda hoje utilizados por artistas negros (e também brancos) dos EUA.




“Os tambores ‘falantes’ africanos interagiam com os dançarinos utilizando diferentes ritmos, assim como comunicando mensagens através dos tons e batidas. Os tocadores de tambor podiam fazer seus instrumentos ‘falarem’ sons específicos, de forma que a percussão constituía um texto sonoro. A musicalidade de várias palavras africanas era tão precisa que elas podiam ser escritas como notas musicais. Os escravos levaram estes ritmos e o uso destas técnicas para a América”, diz o coreógrafo norte-americano Mark Knowles, autor do livro Tap Roots: the Early History of Tap Dance.



Os brancos sabiam que as rebeliões de escravos eram organizadas durante encontros que envolviam dança e que a cadência dos tambores podia ser um convite à insurreição, com o uso dos tambores falantes. “Proibidos os tambores, o corpo humano, o mais primitivo de todos os instrumentos, se tornou a principal forma de ritmo e de comunicação entre os escravos. “Usando o corpo como percussão, em uma tentativa de imitar os sofisticados ritmos e cadências dos tambores, com o elaborado uso de batidas dos saltos e do bico do sapato, surgiu o que chamamos de ‘tap dance’. Mesmo hoje em dia, quando dois sapateadores mantêm uma conversação com seus pés, é como se estivessem telegrafando mensagens, como faziam originalmente os tambores africanos”, afirma Knowles.



Alguns estudiosos atribuem ao banimento dos tambores o fato de a música dos EUA em geral não ser tão rica em compassos como a sul-americana ou a caribenha. 

Há uma coisa peculiar que quase toda a música norte-americana tem em comum: uma extensa ênfase em um mesmo ritmo, muito diferente da encontrada em qualquer outro lugar no mundo. É assim: Boom – Bap – Boom – Bap, com um bumbo na primeira e terceira batidas, ou em todas as quatro, uma caixa precisamente na segunda e quarta, e quase nada entre elas. Este ritmo é chamado de ‘duple’ (compasso binário) em teoria musical, e você pode encontrar variações dele em todos os estilos da música americana popular moderna: Blues, Motown, Soul, Funk, Rock, Disco, Hip Hop, House, Pop, e muito mais”, diz o DJ Zhao.



O predomínio generalizado deste monorritmo simplificado, rígido e mecânico, minimizando elementos polirrítmicos na música para o papel de embelezamento, às vezes ao ponto de não-existência, é muito diferente do foco em polirritmos complexos que existe em várias formas da moderna música sul-americana e caribenha: o Son Cubano e a Rumba, a Bossa Nova brasileira, o Gwo Ka e Compas haitiano, o Calipso de Trindade e Tobago… Nenhum deles depende tão extensivamente do duple.”

Em sua autobiografia, To be or Not… to Bop, o trompetista Dizzy Gillespie atribui esta menor complexidade rítmica da música afro-americana em relação à música afro latino-americana à proibição dos tambores. “Os ingleses, ao contrário dos espanhóis, tiraram nossos tambores”, lamenta Gillespie (leia mais aqui). Em meados da década de 1940, muitos congueros (tocadores de conga, espécie de atabaque) migraram para os Estados Unidos e exerceram influência na música local, criando o jazz afro-cubano. Gillespie colocou a conga do cubano Chano Pozo em sua música e a parceria resultou em Manteca (1947), canção pioneira por introduzir percussão cubana no jazz.






Nos rincões do Mississippi, driblou-se a proibição dos tambores com bandas de flautas e tarol (caixa), instrumentos que eram aceitos e inclusive tocados no Exército durante a guerra civil. Em 1942, o folclorista Alan Lomax gravou pela primeira vez gente como Othar Turner e Ed e Lonnie Young, cuja sonoridade esbanja ancestralidade, soa a África e foi comparada à música haitiana. É o mais próximo de uma batucada que encontrei na música negra dos EUA. Não parece meio maracatu?





Enquanto nos Estados protestantes os tambores eram banidos, na católica Louisiana eles foram permitidos até o século 19 e eram utilizados sobretudo nas cerimônias de vodu, religião afro-americana levada para os EUA pelos escravos do Benin, antigo Daomé – de onde vieram também a maioria dos negros da Bahia. Assim como em Salvador, havia muito sincretismo em New Orleans até começar a perseguição ao vodu e por conseguinte aos tambores.




A partir de 1850 o uso de tambores passou a ser restringido até mesmo na Congo Square, uma praça da cidade onde tradicionalmente os negros se reuniam para tocar tambores, dançar e entrar em transe espiritual ao som de música. Nos anos 1970 a praça foi reabilitada e até hoje rola um batuque de primeira por lá.



Apesar desta “percussofobia”, como alguns chamam, a música negra dos EUA é maravilhosa, sem sombra de dúvidas. Mas como seria ela se os tambores não tivessem sido proibidos? Mais parecida com a brasileira? 



Nunca saberemos.

Fonte principal socialista morena

sábado, 9 de janeiro de 2016

Zika na América do Norte

Da BBC.


Epidemia de zika no Brasil causa apreensão nos EUA
Após se espalhar pelo Brasil e ser associado a milhares de casos de microcefalia em bebês, o zika vírus agora chama atenção nos Estados Unidos, por conta do registro de um caso em Porto Rico que gerou apreensão na imprensa americana.

Em 31 de dezembro, um primeiro caso da doença foi registrado em Porto Rico. Autoridades da ilha – que integra o território americano – afirmaram que o paciente não viajou recentemente, o que descartaria a possibilidade de que tenha contraído a doença no exterior.

O caso fez epidemiologistas especularem se o vírus não poderia seguir a mesma trajetória da dengue, que chegou aos EUA por Porto Rico e depois se espalhou pela Flórida e por Estados do Golfo do México. O Havaí, no Pacífico, também estaria na zona de risco.

"O zika vírus está se espalhando fora do Brasil e pode ameaçar os EUA", diz o título de uma reportagem no site da Newsweek, uma das principais revistas americanas. O governo americano, por enquanto, apenas sugere cautela a viajantes que tenham o Brasil como destino.

A revista diz que, além de picadas de mosquito, é possível que o vírus também seja transmitido sexualmente. Existe até o momento apenas um caso documentado com essa possibilidade, envolvendo um cientista americano que voltou do Senegal e suspeita-se que ele possa ter infectado sua mulher por intermédio de relações sexuais.

Até o momento, porém, a única forma confirmada de transmissão do vírus é pelo mosquito.

Em entrevista ao site noticioso Vox, o diretor do Instituto de Infecções Humanas da Universidade do Texas em Galveston, Scott Weaver, afirma que o vírus pode chegar ao sul dos Estados Unidos a partir do início da primavera no hemisfério Norte (20 de março). "Ele está se espalhando muito rápido."

A reportagem cita a possibilidade de que o zika também é associado à ocorrência da síndrome de Guillain-Barré, que ataca os músculos e pode levar à paralisia.

O New York Times também tratou do tema. Uma reportagem no jornal diz que "doenças tropicais – algumas nunca vistas nos Estados Unidos – estão marchando para o norte, conforme a mudança climática permite a mosquitos e carrapatos expandir seu alcance".

O jornal afirma que o número de doenças causadas por insetos tem crescido no país ano após ano, citando casos de dengue, chikungunya, Chagas, doenças de Lyme e do vírus do oeste do Nilo.

A publicação diz que, até maio, o zika ainda não havia chegado ao hemisfério ocidental, mas hoje causa "pânico" no Brasil e circula por outros 13 países latino-americanos.

Segundo a Organização PanAmericana de Saúde, apenas o Brasil encontrou uma correlação entre o zika e a microcefalia (bebês com cabeças bem menores que a média).

A publicação afirma que expansão do vírus nos EUA depende da capacidade do mosquito Aedes albopictus em transmiti-lo de forma tão eficiente quanto o Aedes aegypti.

O Aedes aegypti só habita as áreas ao sul da capital americana, Washington, enquanto o Aedes albopictus sobrevive até as regiões de Nova York e Chicago, no norte do país.

Por ora, o Centro para o Controle e Prevenção de Doenças do governo americano adota um tom cauteloso sobre a doença.

Em seu site, o órgão divulgou um comunicado em que reconhece os relatos de crescimento nos casos de microcefalia no Brasil, mas diz que a doença pode ter várias causas, como infecções ou exposição a substâncias tóxicas durante a gravidez.

A organização recomenda, no entanto, que todas as pessoas, especialmente grávidas, em viagem para o Brasil e outras partes da América Latina tomem precauções para evitar picadas de mosquitos e reduzir o risco de contaminação pelo zika ou outros vírus.

O zika foi identificado pela primeira vez em 1947, em Uganda.

O primeiro caso no Brasil foi registrado em maio de 2015. Desde então, segundo o Ministério da Saúde, foram identificados 3.174 casos suspeitos de microcefalia relacionados ao vírus, a maioria no Nordeste.

A doença provoca sintomas parecidos com os da dengue, como febre, dor de cabeça e manchas avermelhadas pelo corpo. Alguns pacientes, porém, não apresentam qualquer sinal da infecção.


domingo, 3 de janeiro de 2016

Barack Obama é o cara !

Por Marcelo Barros, para o Baixo Manhattan.

Pelo sétimo ano consecutivo, Pete Souza, o fotógrafo oficial da Casa Branca, revela as melhores fotos de sua equipe. Em 2015, Souza destacou 110 imagens, incluindo favoritas como a Casa Branca iluminada com as cores do arco-íris da bandeira LGBT, após a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, em 26 de junho, que legalizou o casamento gay em todo o território americano, e a do presidente deitado no chão do Salão Oval, brincando com a filhota de um seus assessores diretos.



Souza, que diz que sua foto favorita será a próxima a ser tirada, revela que faz de 500 a 2 mil imagens do Presidente Obama por dia e aproximadamente 250 mil fotos durante o ano.

Confira 10 das melhores de 2015:

Somente três presidentes americanos (Lyndon Johnson, Richard Nixon e Gerald Ford) não usaram a Mesa do Resolute, presente da rainha Vitória da Inglaterra, em 1880, a Rutheford B. Hayes, o 19o. presidente americano. Na foto de 1o. de outubro de 2015, Barack Obama conversa com dois assessores enquanto sentado em cima da mesa do Salão Oval.


Férias de Natal. No dia 22 de dezembro, Obama subiu a trilha da cratera Koko Head, no Havaí, que fica a 365 metros acima do nível do mar.



26 de junho de 2015, data histórica. A Suprema Corte americana legaliza o casamento gay em todos os estados americanos. E a Casa Branca ganha as cores da bandeira do movimento dos direitos do LBGT.



Em 4 de dezembro, Obama fez um selfie com os dois filhos (idades 11 e 4) de um funcionário que se desligava do staff da Casa Branca.



A primeira dama, em 12 de maio, mostra seus melhores movimentos de boxe durante gravação da campanha dela #GimmeFive para tornar os americanos mais saudáveis.



Foto de 8 de junho, durante a reunião do G7, em Krün, Alemanha, virou sensação nas redes sociais, com direito a muitos memes pela semelhança da pose da chanceler alemã Angela Merkel (em conversa com um Obama, que parece bastante à vontade) com cena do filme “A Noviça Rebelde”, com Julie Andrews.



Músico da Orquestra Buena Vista Social Club descansa no Salão Verde, em 15 de outubro, antes de uma recepcão para celebrar os 25 anos de uma iniciativa para a causa hispânica criada pela Casa Branca.




Instalado em seu Fiat, o papa Francisco acena para o presidente e a primeira dama, depois de rápido encontro, em 22 de setembro, na pista do aeroporto em Washington, onde o líder religioso recebeu as boas vindas do primeiro casal americano.



Fofurama. Raros presidentes americanos apareceram assim tão à vontade, deitado no chão, como Obama, em 30 de outubro, brincando com a bebê Ella, filha de Ben Rhodes, conselheiro de segurança nacional de sua gestão.

Para mais fotografias, ver AQUI

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

A divisão do Brasil e as eleições

Por David Coimbra

Crônicas



A divisão do Brasil e as eleições
Uma eleição para a presidência da República não deveria despertar tantas paixões. Desperta porque o Brasil está torto administrativa e filosoficamente.

O resultado da eleição demonstra isso. A divisão do Brasil em dois demonstra isso. Essa divisão não é ruim. Nem boa. É natural. É impossível que um país desse tamanho não tenha profundas diferenças entre suas regiões.

Um seringueiro do Acre tem necessidades e pleitos diferentes de um pequeno agricultor da Serra gaúcha. O sertão de Minas é diferente do litoral catarinense.

Isso não quer dizer que um seja melhor do que outro. Nem quer dizer que o país deveria ser dividido em vários países. Quer dizer, apenas, que as diferenças precisam ser respeitadas. O Brasil não respeita as diferenças das suas diversas populações. Donde, a justa revolta de quem se vê suplantado no voto por uma pequena maioria.

As manifestações preconceituosas contra os nordestinos, os xingamentos, os insultos, tudo aquilo é bobagem. É irrelevante. Eu, aqui, quando escrevo algo com que você concorda, você me chama de gênio. Quando escrevo algo do que você discorda, você me chama de imbecil. Não posso me enfatuar quando sou chamado de gênio, nem me deprimir quando sou chamado de imbecil. Tenho de compreender que as pessoa se aferram às suas opiniões e que as defendem de todas as formas, mesmo formas que, volta e meia, não são as mais sensatas. Tenho de compreender que, neste mundo de redes sociais, todos estão expostos à sua própria tolice. Antes, só os jornalistas escancaravam sua própria tolice. Agora, ser tolo está ao alcance de todos.

Um Brasil que realmente fosse uma federação atenuaria muitos desses conflitos. O país deveria dar autonomia e liberdade para estados e municípios resolverem seus próprios problemas.

Vou dar argumentos técnicos, não políticos: os municípios arrecadam impostos, mandam dinheiro para o governo central, que devolve parte para os municípios, sobretudo em forma de programas, que é a maneira como se administra o Brasil. Não tem lógica. É burocrático, ineficiente e facilita a corrupção. Nesse caminho de ida a Brasília e retorno para o município, muito dinheiro se esvai.

Você sabe quantos programas para municípios existem no governo federal? 229. Duzentos e vinte e nove.

Entre esses, programas como o “Arca de Letras”, “Cultura Afro-Brasileira”, “Artesanato Brasileiro”, “Feira do Peixe”, “Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil”, “Brasil Quilombola” e até um com designação muitíssimo apropriada, “Olho Vivo no Dinheiro”.

Olho vivo no dinheiro, de fato. Todos esses programas necessitam de quem os administre, mais seus assessores, secretárias, sedes, carros, material de escritório etc. São estruturas dispendiosas e muito suscetíveis à corrupção.

Então, o Brasil funciona assim: um prefeito identifica que, na sua cidade, é preciso asfaltar determinada rua. Ele vai a Brasília, ou manda um deputado aliado ir a Brasília para pedir recursos. Esses recursos, se aprovados, são enviados através de um desses programas. Só que, não raro, para que os recursos sejam liberados, o deputado se compromete a apoiar determinada demanda do governo no Congresso.

Está criada a espiral da corrupção.

Agora vou contar como funciona num país em que a federação existe de fato, em que cada estado e município tem autonomia e independência, sem que se descaracterize a união: os Estados Unidos, país tão grande e complexo quanto o Brasil.

Vamos pegar duas áreas fundamentais para o cidadão: educação e segurança pública.

Nos Estados Unidos, a educação e a segurança são municipais. A polícia de cada cidade conhece os bairros, os moradores e os seus problemas. Os moradores da cidade também conhecem os policiais, e sabem como trabalham.

Na educação, os, digamos, primeiro e segundo graus são públicos e gratuitos. As escolas públicas são ótimas, até melhores do que as privadas. Já as universidades são todas pagas, inclusive as públicas. Mas os pais não pagam as faculdades dos filhos: os filhos pagam depois de formados e só depois de já estarem empregados, com uma espécie de crédito educativo que se estende por boa parte da vida, como uma prestação de casa própria. Só que todos, ricos ou pobres, chegam às universidades com condições iguais, porque a educação básica e fundamental é excelente.

A escola do meu filho é totalmente gratuita, inclusive o material, os cadernos, lápis de cor, canetas. Pela refeição, pagamos 3 dólares por dia. Se não tivéssemos condições de pagar isso, mandaríamos uma carta para a escola e a alimentação seria gratuita. Os alunos também têm direito a assistência médica gratuita, até os 18 anos.

Outro dia, nos chamaram para falar da reforma da escola. Era uma reunião com todos os pais. Foi apresentado o orçamento já aprovado para a reforma: 98 milhões de dólares, cerca de 250 milhões de reais, bancados pelo imposto municipal.

Esse dinheiro não foi para Washington para voltar como um programa. Foi arrecadado pelo município, investido no município e será fiscalizado pela sociedade civil, pelo cidadão, pelos pais que viram para onde vai o dinheiro, como será gasto e quando.

Os programas do governo federal brasileiro parecem lindos e bem intencionados, mas são apenas instrumentos de poder do reizinho de Brasília, são mecanismos burocráticos, que aumentam os gastos públicos e facilitam a corrupção, para não dizer que a estimulam.

 O programa tem de ser eventual, para resolver problemas de escassez ou pobreza que, aí sim, requerem intervenção federal e distribuição de imposto. A União não tem de deixar de arrecadas: tem de arrecadar menos.

Todo esse sistema é terrível para o país, mas é muito caro ao governo central, porque dá poder, dá instrumentos de barganha política, de distribuição de cargos e favores. Isso é fruto do paternalismo criado lá na ditadura Vargas, que se estende filosoficamente (e administrativamente, e materialmente) até hoje no Brasil.

O Brasil não precisa de salvadores da pátria, os pobres não precisam de heróis ou de defensores, nem de um governo benevolente. Não, não, quando alguém disser que é defensor dos pobres, fuja dele. É um demagogo que só fará mal ao país. O cidadão brasileiro precisa, sim, de um Estado que proteja os mais fracos e permita que todos tenham as mesmas chances. Precisa que a independência, a iniciativa pessoal e a criatividade sejam incentivadas. Precisa de bom senso.

Extraído do livro A Graça de falar do PT & Outras histórias

domingo, 15 de novembro de 2015

Corrida maluca, mas só para corajosos

Competição de Figure 8 é um emocionante 
convite ao desastre...

No trânsito, o cruzamento de carros é uma das coisas mais chatas possíveis. Então imagine colocar um cruzamento bem no meio de uma corrida. "Que saco", você deve estar pensando. Sugiro que você assista ao vídeo abaixo para mudar de ideia. As imagens foram gravadas durante uma prova de Figure 8, que nada mais é do que uma corrida onde a pista tem forma de "8" e os competidores são obrigados a cruzar os caminhos uns dos outros a cada volta. Se a coisa já não parece maluca o bastante, a prova teve duração de três horas. Três horas!

A corrida (ou roleta russa) foi realizada em Indianapolis, nos EUA, de 10 a 12 de setembro e marcou a 39ª edição do Campeonato Mundial de Figure 8. Ou seja, esta competição acontece há pelo menos 38 anos. Este tipo de corrida começou nos anos 40, mas naquela época as pessoas não eram loucas e o cruzamento entre os carros era evitado por um pequeno viaduto. A Indianapolis Speedrome, que aparece no vídeo, foi a primeira pista a ser modificada para ficar mais emocionante e é a mais antiga em atividade no mundo.

Assista abaixo o vídeo de quase quatro minutos com o início da prova e tente não segurar a respiração.


quem será que venceu a corrida?

Link

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Joaquim Barbosa: o Brasil será humilhado...

O Brasil e os brasileiros vão passar por uma verdadeira humilhação assim que começarem os primeiros julgamentos, pela Justiça dos Estados Unidos, de envolvidos nos esquemas de corrupção na Petrobrás e da Fifa. A declaração foi dada nesta quarta-feira, 11, pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, no 10º Siac - Seminário Internacional da Acrefi, que acontece em São Paulo.


Barbosa lamentou o fato de o Brasil ser signatário da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) num acordo para evitar corrupção entre empresas e, segundo ele, o governo brasileiro ainda titubear nestas práticas. 

"A tolerância à corrupção pode causar danos aos investidores. A falta de ética pode ser deletéria na formação de preços, encarecendo-os, desde o mais simples aos supérfluos", disse.

Quanto ao Brasil, disse Barbosa, há uma preocupação generalizada com a confusão que se faz no País entre o público e o privado. Para ele, a chave para a solução são mais mecanismos de controle e transparência.


domingo, 18 de outubro de 2015

A estória do frango que viveu 18 meses sem cabeça

Fontes BBC Brasil / Terra  G1 /  Revista Galileu e outros menos votados

Por Chris Stokel-Walker para a BBC 



A história do frango Mike, que viveu mais de 1 ano sem cabeça
Há 70 anos, um fazendeiro decapitou um frango no Colorado, Estados Unidos, mas uma coisa curiosa aconteceu: a ave 'se recusou' a morrer. Mike, como ficou conhecido o fatídico frango, sobreviveu por 18 meses e se tornou famoso. Mas como ele viveu sem a cabeça por tanto tempo?



Em 10 de setembro de 1945, Lloyd Olsen e sua esposa Clara estavam matando frangos na fazenda da família em Fruita, no Estado de Colorado.

"Eles chegaram ao fim do dia e um frango ainda estava vivo e andando para lá e para cá", conta o bisneto do casal, Troy Waters, que também é um fazendeiro em Fruita. O frango saiu correndo e não parou mais.

"Virou parte da história esquisita da nossa família", conta Christa Waters, a esposa de Troy.


Troy Waters suspeita que seu bisavô tentou

 várias vezes repetir o feito com outros frangos.

Waters ouviu a história quando era pequeno, após seu bisavô ter ido morar na casa de sua família. Ele já não podia mais sair da cama e, como o quarto dele era logo ao lado do de Waters, o menino ouvia muitas histórias do velhinho antes de dormir.

"Ele levou os restos do frango para vender no mercado de carne", conta o bisneto.

"Pegou o frango decapitado – e, naquela época, ainda usava uma carroça como meio de transporte – levou-o na bagagem e começou a apostar com as pessoas que tinha um frango sem cabeça valendo uma cerveja ou alguma outra coisa."

A família Olsen


A conversa se espalhou pela cidade sobre o "milagroso frango sem cabeça". O jornal local enviou um repórter para entrevistar Olsen e duas semanas depois, um produtor de um espetáculo chamado Hope Wade viajou quase 500km de Salt Lake City para encontrar o 'dono do frango sem cabeça'. Ele tinha uma proposta simples: levar o frango para o espetáculo – e eles ganhariam um dinheiro com isso.

"Naquela época, década de 1940, eles tinham uma pequena fazenda e passavam dificuldades. Isso os motivou a aceitar a proposta", explica Waters.

Primeiro, eles visitaram Salt Lake City e a Universidade de Utah, onde o frango foi submetido a uma bateria de testes. Existem relatos de que cientistas da universidade removeram por meio de cirurgia as cabeças de vários outros frangos para verem se algum deles iria sobreviver.

Foi aí que a revista Life Magazine descobriu a história de Mike, "o milagroso frango sem cabeça", como chamou Hope Wade no espetáculo. Dali em diante, Lloyd, Clara e Mike rodaram os Estados Unidos.



Foram para Califórnia e Arizona, e Hope Wade levou Mike ao sudeste dos Estados Unidos, quando os Olsen tiveram de voltar para a fazenda para recolher a colheita.

As viagens de Mike foram documentadas cuidadosamente por Clara em um caderno que Waters tem até hoje.

Depois das primeiras viagens, a família levou Mike a Phoenix, no Arizona, onde acabou de vez a sorte do frango, na primavera de 1947.

"Foi ali que ele morreu, em Phoenix", disse Waters.

Eles costumavam alimentar Mike com comida líquida e água diretamente pelo esófago. Outra função vital com a qual eles o ajudavam era limpar o muco de sua garganta. Eles o alimentavam com um conta-gotas e limpavam sua garganta com uma seringa.

Na noite em que ele morreu, a família despertou com um ruído do animal, que parecia estar engasgado. Quando buscaram a seringa, eles se deram conta de que a haviam esquecido na feira e, antes que pudessem encontrar outra alternativa, Mike acabou morrendo sufocado.

Como ele viveu por tanto tempo

O que mais surpreende Tom Smulders, um especialista em frangos do Centro de Estudos sobre Comportamento e Evolução, da Universidade de Newcastle, é que Mike não tenha sangrado até a morte quando foi decapitado.

O fato de ele ter sobrevivido por muito tempo sem cabeça, para ele é mais fácil de explicar.

Para um ser humano, perder a cabeça significa perder quase todo o cérebro. Para um frango, é diferente. A maior parte do cérebro está concentrada na parte traseira do crânio, atrás dos olhos, segundo ele.

Relatos indicam que o ataque a Mike para matá-lo levou bico, rosto, olhos e uma orelha. Mas Smulders estima que cerca de 80% de sua massa cerebral – e quase tudo o que controla o corpo do frango, incluindo o ritmo do coração, a respiração, a fome e a digestão – permaneceu intacta.

Por que os que tentaram matar Mike não conseguiram é algo ainda difícil de explicar. Parece que o corte, no caso de Mike, foi feito no lugar certo e um coágulo de sangue se formou no tempo certo para evitar que ele morresse com o sangramento.


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Operação Lava-Jato: um sucesso notável

BRASIL NO EXTERIOR

Por Marcelo Nino, para a FOLHA SP em 25AGO


Operação Lava-Jato: um sucesso notável
Aos brasileiros que não veem nada de positivo na realidade atual do país, o economista americano Robert Klitgaard dá um alento: há motivo de sobra para se orgulhar.

Considerado um dos maiores especialistas no estudo da corrupção, ele diz que a operação Lava Jato aplicou o tratamento de choque necessário para enfrentar o problema, ao fisgar "peixes graúdos" da política e do empresariado. "É um sucesso notável", elogia.



Agora, afirma, é preciso aproveitar o momento para reformar o sistema. Conhecido por criar uma fórmula que descreve a corrupção como resultado de monopólio econômico e decisório aliado a déficit de transparência, ele diz que ela se aplica à perfeição ao escândalo na Petrobras. 

 C=M+D-T,
 que descreve a corrupção como resultado de monopólio econômico e decisório aliado a pouca transparência. 



Folha - Qual a raiz da corrupção?
Robert Klitgaard - Costumo dizer a meus alunos que a ganância é como a gravidade. Pode-se direcioná-la, não mudá-la. Mas é possível mudar sistemas, como o de licitações que funcionou tão mal no caso da Petrobras, para assegurar que as metas de competitividade e preços sejam atingidas. Corrupção não é crime passional, é um crime econômico. O fator moral importa, mas se os riscos são muito baixos há mais tentação de praticá-la.

Não cabe ao governo dar lição de moral, mas estabelecer estruturas para que os incentivos, as recompensas e as punições estejam alinhados de forma que o resultado seja satisfatório. As pessoas gostam de achar que o problema são pessoas terríveis, malignas e amorais. Ou então generalizam e dizem coisas como "o Brasil inteiro é corrupto". Em vez de pensar em pessoas, prefiro focar nas estruturas e nos incentivos que levam à corrupção.

Para ler a entrevista completa, 
clique AQUI

terça-feira, 28 de julho de 2015

Caso Esmeralda da Bahia

Fonte: Elio Gaspari

Justiça eficaz
O Judiciário funciona e é rápido nos Estados Unidos. Por iniciativa do Departamento de Justiça americano, um tribunal federal bloqueou a propriedade da “Esmeralda da Bahia” até que o Judiciário brasileiro confirme que ela foi extraída, exportada e transportada ilegalmente para os Estados Unidos.

A esmeralda de 380 quilos 
descoberta na Bahia em 2001 


Trata-se da maior pedra com formação de esmeraldas já encontrada no mundo. Um dos seus nove cilindros tem cerca de um metro de altura. Vale milhões de dólares como peça de museu.

Sua história é a narrativa de um Estado que funciona e de outro, gigante pela própria natureza, que dorme eternamente em berço esplêndido. A pedra foi extraída em 2001 num garimpo ilegal da Bahia. Em 2005, foi exportada para os Estados Unidos como se fosse material asfáltico. Em 2011, o gigante adormecido foi avisado pelo governo americano de que essa pedra aparecera por lá numa briga de comerciantes que se diziam seus donos.



Três anos depois, o governo brasileiro resolveu disputar a propriedade da pedra e contratou o advogado americano John Nadolenco. A fatura foi liquidada em questão de meses. Enquanto a Justiça da Califórnia decidia qual dono americano poderia ficar com a pedra, ele pediu a um tribunal de Washington que mantivesse a posse da esmeralda na custódia da polícia de Los Angeles, até que pudesse ser devolvida ao Brasil. Ganhou.

A “Esmeralda da Bahia” só voltará ao Brasil quando terminar o processo que a Viúva move contra os brasileiros que a extraíram e mutretaram sua exportação fraudulenta. Ele só foi iniciado em 2014 e tramita na Justiça Federal de Campinas.