domingo, 30 de novembro de 2014

Quem é Sergio Moro?

Por Juan Arias.
Publicado em 26NOV2014 no Jornal El País - versão eletrônica

O juiz que sacode o Brasil
No topo do caso Petrobras, que investiga o possível desvio organizado de mais de 9 bilhões de reais e está abalando as estruturas institucionais do Brasil, está um juiz federal de 42 anos: Sergio Moro, considerado um dos maiores especialistas em lavagem de dinheiro do país (senão o maior). No último dia 14, ao assinar uma ordem de prisão contra 21 dos membros mais ricos e poderosos do establishment empresarial, ele se tornou também uma das personalidades mais respeitadas e comentadas do país.



Pouco se sabe sobre a vida privada de Sergio Moro que, apesar da sua juventude, é um dos três candidatos a ocupar o lugar deixado por Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (a máxima autoridade judicial do país) este ano. Casado e com dois filhos, apaixonado por ciclismo, Moro nasceu na cidade paranaense de Maringá, onde estudou direito antes de completar a sua formação na Universidade de Harvard (EUA). 

Doutor em Direito, juiz desde 1996 e também professor universitário, Moro se especializou em crimes financeiros e cursou um mestrado prático no caso Banestado, um processo judicial desenvolvido entre 2003 e 2007, que levou à condenação de 97 pessoas pelo envio ilegais de divisas ao exterior de vários bancos brasileirosUm dos condenados foi outro cidadão paranaense chamado Alberto Youssef, doleiro de profissão, transformado hoje um elo crucial no caso da Petrobras. 

Joaquim Barbosa e Sergio Moro

Nas ruas de Curitiba, onde o escritório de Moro centraliza as investigações da Operação Lava Jato, o magistrado já é uma figura popular. “Ele é um juiz com impulso, não se detém diante de nada”, afirma o diretor de uma importante emissora local que tenta dissimular seu entusiasmo. Outros jornalistas intervêm para elogiar seu “sentido de justiça”.

A crescente reputação de Moro intimida até os advogados de defesa dos 13 empresários ainda presos. “Ele tem muito respaldo na Justiça Federal”, reconhece Pedro Henrique Xavier, advogado da importante construtora Galvão Engenharia SA. Na delegacia da Polícia Federal onde dividem a cela e prestam depoimentos os milionários detidos, os letrados reclamam diariamente porque seus clientes ainda não abandonaram a cadeia. No entanto, seus pedidos de habeas corpus (contra prisões arbitrárias) são sistematicamente negados por outros magistrados. “Ele é um juiz metódico e com muita iniciativa”, admite outro advogado durante um recesso.



Existe unanimidade de que o caso Banestado foi o passo final na formação de um juiz “justiceiro”, na opinião de uma fonte policial, que também alcançou alguma reputação acadêmica: seu livro Crimes de Lavagem de Dinheiro (2011) é uma referência nacional na área. Moro colaborou inclusive com a juíza Rosa Weber na fase final do caso mensalão, na época o maior caso de corrupção da história moderna do Brasil. Por tudo isso, a Assembleia Legislativa do estado do Paraná prepara-se para conceder o título de Cidadão Ilustre ao juiz.

A crescente reputação de Moro intimida até os advogados de defesa dos empresários ainda presos. 

Adjetivos coletados em várias conversas informais com agentes, advogados e estudantes de Curitiba permitem ver um perfil de juiz teimoso, reservado, técnico, frio (embora educado), extremamente competente, razoavelmente distante dos olhares da imprensa e sem medo de enfrentar figurões. 

Apesar das críticas feitas pelos advogados dos empresários, atua com cautela: na semana passada, quando a Polícia Federal relacionou José Carlos Cosenzo, atual diretor de Abastecimento da Petrobras, com a corrupção, Moro exigiu provas. Horas mais tarde, a pedido do juiz, a polícia enviou uma nota oficial admitindo o “erro” da menção de Cosenzo, que foi amplamente distribuído pela Petrobras.



O expediente Lava Jato cresce à medida que mais acusados (nove, por enquanto) são adicionados ao esquema das delações premiadas, o que espalha o pânico entre empreiteiros, políticos, diretores da Petrobras e até mesmo banqueiros. 

O trabalho de Moro, de qualquer maneira, tem uma data de validade: o indiciamento provável de políticos (como reconhece abertamente um fiscal relacionado com o caso). 

É um segredo bem conhecido que a Polícia Federal está tentando atrasar a imputação de políticos (com foro privilegiado), pois implicaria a imediata transferência do caso para o Supremo Tribunal Federal  localizado em Brasília. “Moro vai seguir o rastro do dinheiro, não importa quem atingir”, insiste outro promotor que prefere o anonimato. “O resto não depende mais dele.”



Esta manobra levou a muitas críticas mais ou menos explícitas de opinólogos e advogados. Os ataques somam-se às censuras feitas por funcionários do PT durante a recente campanha eleitoral por supostos vazamentos com interesses eleitorais. O advogado Alberto Zacharias Toron da construtora UTC argumenta que Moro incorre em uma forma de “extorsão de confissões e delações [...] Quem colabora é liberado. Quem não cooperar tem a prisão preventiva decretada”. Os escritórios de advocacia mais exclusivos do Brasil estão esperando que o juiz cometa um erro grave o suficiente para impedir ou alterar uma causa “que recai sobre a forma de atuação das elites brasileiras”, observa o analista Adriano Pires: “O sistemático de superfaturamento e subornos”.

Em seu já famoso mandado de prisão do último dia 14, o juiz se referia às declarações da presidenta, Dilma Rousseff, e seu adversário do PSDB-MG,o senador Aécio Neves, que durante a disputa eleitoral defenderam a continuidade da investigação. 

Moro escreveu: 

As chamadas provenientes de duas das principais autoridades políticas do país, localizadas em campos políticos opostos, confirmam a necessidade de resposta institucional imediata para interromper o ciclo delitivo descoberto pelas investigações criminais, tornando inevitável o remédio amargo, isto é, a prisão preventiva.” 

Para muitos um herói, para outros um “justiceiro” incômodo, ninguém dúvida já que o juiz Moro poderia mudar para sempre o futuro do Brasil a partir de um escritório em Curitiba.

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A melhor promoção da Black Friday!


Bebeu? Escolha como ir para casa


SE BEBER, NÃO DIRIJA!
SE DIRIGIR, NÃO BEBA!

enviado por e-maigl

Pinico e urinol, uma dupla afinada

Transcrito na íntegra (eufemismo para copiado descaradamente) do sempre ótimo BESTA FUBANA

O ex-primeiro-ministro português José Sócrates, detido na sexta-feira (21) em meio a uma investigação por fraude fiscal e corrupção, teve a prisão preventiva decretada nesta segunda (24), após um longo interrogatório, anunciou a Justiça portuguesa.

Sócrates, de 57 anos, é acusado de “fraude fiscal, corrupção e lavagem de dinheiro”, revela a decisão do juiz de instrução lida à imprensa.

* * *
Como José Sócrates é socialista, os crimes pelos quais ele foi enjaulado são compatíveis com sua corrente pulítico-ideológica: lavagem de dinheiro, fraude fiscal e, sobretudo, corrupção.

No além mar, as coisas correm à semelhança de como correm cá em Banânia.

Comunico aos bem informados leitores do JBF que o guabiru lusitano José Sócrates é autor de um livro intitulado “A Confiança no Mundo“, publicado pela editora Verbo.

Diz a imprensa portuguesa que o livro entrou na lista dos mais vendidos porque o autor comprou 10 mil exemplares da própria obra, na semana do lançamento, pagando em dinheiro vivo. Quem fizer uma rápida pesquisa no Wikipédia vai encontrar várias notas sobre o fato na imprensa lusitana.

Vou transcrever uma delas:

Depois de no fim de semana o semanário SOL ter dado conta de que o livro de José Sócrates teria vendido cerca de 20 mil exemplares, a maior parte comprada pelo próprio ex-primeiro-ministro, o Observador dá conta de que até ao momento foram vendidas 16.539 cópias.

Um detalhe interessante é que o livro é prefaciado por uma grande amigo do autor, comparsa do bando pulítico-ideológico, um ex-prisidente de Banânia.

Que aparece em destaque na capa da obra com o nome de “Lula da Silva“.
Vejam:
cnm
Uma dúvida martela minha cabeça: quem foi, dentre os assessores do Instituto Lula, aquele que escreveu o prefácio que Barba assinou?
Enviei uma mensagem eletrônica ao Instituto fazendo uma consulta. Mas até agora não mereci ainda a gentileza de uma resposta.
Quem souber, por favor, informe aqui pra gente.
lfs
Lula e Zé Sócrates, dois estadistas da comunidade lusófona, um ainda solto e o outro já devidamente enjaulado, no dia do lançamento da obra do atual prisioneiro, em outubro de 2013

Os roedores do Brasil

Por Ruth de Aquino
Publicada em 21NOV na Revista Época

Todos são vítimas nesse Brasil
O petrolão daria um filme de suspense e ação. Só que não. Em qualquer roteiro blockbuster que se preze, há vilões e vítimas das vilanias. No Brasil, só há vítimas. Políticos, estatais, executivos, empreiteiras, diretores, governadores, prefeitos, presidente. São todos vítimas de um “esquema”. Afirmam só fazer “o que todo mundo sempre fez”, porque, caso contrário, o país poderia parar. Irrigam com propinas bilionárias o vale-tudo do Congresso e as obras públicas. É a cultura brasileira, estúpido.

 
Arte de Mandrade


Vamos comprar essa desculpa, sem pedir uma comissão por fora? Lula, na Presidência, banalizava o mensalão. Como você e Zé Dirceu bem sabem, o mensalão nunca existiu. A compra de votos nada mais era que a prática herdada de governos anteriores, para fazer funcionar a engrenagem política entre “os 300 picaretas (sic) do Congresso”, citação do ex-Lula, metamorfose ambulante. E estamos conversados. Punhos cerrados para cima, hasta la victoria siempre. Porque a História tem a péssima mania de ser reescrita por quem está no poder.

Nesse poço sem fundo da Petrobras, revelado pela Operação Lava Jato e pelo juiz Sergio Moro, as novas vítimas são as empreiteiras e seus executivos de capuz. Não se faz obra pública no Brasil sem “composição ilícita com um político”, diz o advogado Mario Oliveira Filho, que defende o lobista Fernando Soares, mais conhecido como Fernando Baiano, o boa-praça apontado como “operador” do PMDB. Sem propina, afirma Oliveira, não se coloca nem paralelepípedo na rua.

Arte de Ivan Cabral


Deve ser verdade. Mas o esquemão não exime os executivos das empreiteiras, não os transforma em meras vítimas da ganância de políticos. O esquemão também não transforma partidos, gerentes ou presidentes de estatais em meros atores de extorsão ou marionetes das empreiteiras. São todos vilões e cúmplices de um clube VIP, que envolve doleiros, operadores, lobistas, executivos, políticos.

Mais de 4 mil pessoas, relacionadas com 4.300 empresas ligadas à rede de produção da Petrobras, são acusadas de movimentar, de maneira suspeita, R$ 23,7 bilhões, entre 2011 e 2014. A denúncia é do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). É um escândalo vasto, pesado, impossível de acompanhar. O cidadão comum fica assustado com o desfile diário de nomes desconhecidos e valores estratosféricos. O fator surpresa foi a delação premiada. Ninguém quer ir sozinho para a cadeia. A esperança é que as denúncias cheguem logo ao Congresso, como presente de Natal.

By Facebook


Se existe uma vítima clara, é você, contribuinte. Você, que não sabia de nada e não seria chamado para figurante nesse filme de vilões que posam de vítimas. Você está em boa companhia. Também não sabiam de nada a presidente Dilma Rousseff e sua indicada para o mais alto posto da Petrobras, Graça Foster. Dilma e Graça também são vítimas da má-fé dos diretores e políticos. Embora se orgulhem de seus dotes em gestão, Dilma e Graça não poderiam desconfiar de nada, mesmo após saber que a refinaria em Pernambuco multiplicara seus custos de R$ 4 bilhões para R$ 18 bilhões.

A cada vez que a imprensa denunciava “aditivos suspeitos” e superfaturamentos, a reação do governo era automática. Culpava-se o mensageiro pela “campanha negativa”. Como ousar atacar o desempenho da Petrobras e de estatais que servem ao povo? Só podia ser coisa de quem detesta os pobres e as obras públicas. Esse pessoal com complexo de vira-lata. Ninguém no Planalto mandou apurar nada. Ao contrário, Dilma elogiava protagonistas do atual escândalo pelos relevantes serviços prestados ao país.

Arte de Sponholz


Hoje, Dilma tenta se colocar como a justiceira do Brasil. Há quem acredite. Os militantes apaixonados voltam a Dom Pedro para justificar o petrolão e desculpá-la. Quando o PT assumiu, o que havia de bom foi apagado e renegado. Nunca antes na história do país a economia fora tão bem conduzida. Agora, o PT culpa o passado como origem de todos os malfeitos.

Uma coisa é admitir que sempre houve corrupção, em todos os partidos e governos. Outra é colocar o PT acima do esquemão, como avalista do Juízo Final. Não foram quatro nem oito anos de PT no poder. Foram 12. Isso explica a passividade atual de Dilma. Ou, talvez, cautela. Concordo com a declaração dela: “O país sairá mais forte”. Quem sairá mais fraco?

Arte de Alpino


A dúvida agora é o destino dos milhões ou bilhões de reais confiscados do povo nas tenebrosas transações. Voltarão aos “cofres públicos”. Quer dizer o que exatamente? Voltarão para a Petrobras? Para Graça Foster? Para o Planalto? Os cofres públicos foram arrombados. A investigação nos dirá quem tem hoje autoridade moral e lisura ética para administrar as chaves desses cofres.

Porta Aberta ao Juízo - XXXVI



Se Deus houvesse de apurar os crimes praticados em Seu nome, "quantos aventurados" destituídos de suas prerrogativas?

[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Letra viva

Baú do Pilórdia 


Esse texto foi aqui publicado há exatos 6 anos

por André Carvalho
btreina@yahoo.com.br

Letra viva
Existem coisas que precisam ser experimentadas até a última gota, esgotadas em seus quatro cantos e entendidas do começo ao fim para que façam algum sentido. Assim, tal qual ofício de órgão público, solicito encarecidamente seus préstimos em concluir a leitura deste alfarrábio.

Ela é a sétima na ordem das letras e desperta curiosidade estética por conta de suas curvas sinuosas, quer seja em minúscula ou maiúscula. Mesmo quando configurada de maneira mais dura, com quatro ângulos retos internos e outros quatro ângulos externos, cada um deles com 270 graus, ainda assim, ela se sobressai frente às suas colegas de linha, de sílaba e de palavra.

Segundo o falecido forrozeiro Luiz Gonzaga e seu parceiro Zé Dantas, cujo óbito não tenho conhecimento, no sul é “”, mas no norte chama-se “guê”, o que prova certo mundanismo, quem sabe associado às tais curvas.

Alfa, beta e gama há muito sumiram do linguajar moderno. Reinaram o X, Y e Z incógnitos nas equações matemáticas. Por esta época o G serviu apenas para designar a constante universal da gravitação enunciada na famosa lei de Newton. Por algum tempo, na segunda metade do século passado o “” é que reinou soberano por conta do 06 de junho de 1944 – o famoso dia “D” – que mudou a história da segunda guerra e do mundo contemporâneo. A partir de então, a qualquer evento mais importante, dizia-se ser aquele o dia “D”.

Agora comanda o “G”. Ele começa se prestando a denominar aquele ponto que inúmeras mulheres acreditam não possuir e infinitos homens, não confessam, mas têm dificuldade em localizar. O “G” também entrou pesado no futebol: antes tínhamos campeão e vice, e lá embaixo, na rabeira da tabela, o lanterna ou, desonra maior, o lanterninha. Agora não. Temos o G4 na ponta de cima da tabela e o G4 na faixa do rebaixamento. Criaram até um G8 para designar aqueles que se classificam para uma outra competição.

Na política o “G” desbancou a ONU, a OEA o FMI e muitas outras letrinhas e se estabeleceu, inicialmente como sete, para em seguida, virar oito, com a inclusão da Rússia pós-comunista salvo engano. Ocorre que no mundo globalizado (olha o gesinho aí de novo) precisamos de um G vinte, capaz de abrigar ricos e emergentes, única chance do mundo conferir e aplicar as sempre sábias e oportunas receitas universais do Lula.

Para o Partido dos Trabalhadores, que sempre ridicularizou essas coisas, deve ser constrangedor ver seu líder maior, tido e havido como o rei dos emergentes. Emergente cheira e beira a “zelites”, daí minha preocupação com a perda de identidade dos petistas. Sugiro que o PT crie em sua estrutura a diretoria de psicanálise e um ambulatório de psiquiatria. Se abrir aos simpatizantes, imagino que faltarão divãs e camisas de força.

Para abrilhantar minhas idéias não abro mão da oportunidade de inserir nestas linhas a Bündchen iniciada com o G de Gisele, símbolo da beleza e da forma “ema” de andar.

Entrementes, “em verdade vos digo”, meu maior interesse neste artigo é provar ao mundo (olha a prepotência) que a falta de assunto é a mãe da besteira. Creio que isso eu consegui, não obstante sua legítima irritação, amigo leitor, caso haja atendido o proposto no primeiro parágrafo e lido tanta bobagem junta.

Com seu perdão, teses são teses, muito mais que hipóteses. Como você percebe, aqui também continua a mais absoluta falta de assunto.


- postado originalmente em 27NOV2008 (82) - 

Aqui na Bahia, Bolsa Família paga motel

video

A gastança no STF

Direto do blog de  Fernando Rodrigues


Supremo vai gastar R$ 18 mil alugando apoio de pratos em 2015
O Supremo Tribunal Federal realizará hoje, 5ª feira (27.nov.2014) pregão para alugar móveis e itens de decoração para eventos que serão oferecidos pela Corte em 2015. Na lista, estão 1.000 “sousplat” – apoio para pratos de refeição, confeccionados em metal, espelho ou bambu– pelo valor máximo de R$ 18.330.

Arte de Sponholz


O cerimonial do Supremo também pretende gastar até R$ 23,5 mil com flores nobres e naturais e R$ 123.168 com o aluguel de cadeiras e bancos. Outros R$ 32.827 serão destinados ao aluguel de mesas, sofás, puffs e poltronas para os convidados.

O edital inclui o aluguel de 640 metros quadrados de tapete vermelho, por onde caminham as autoridades ao chegar e sair das cerimônias. O carpete, modalidade passadeira, deve ter no máximo 40 metros de comprimento por 2 metros de largura. Será usado até 4 vezes no ano, por dois dias em cada evento. O gasto estimado é de R$ 7.616.

Arte de Fernando Cabral


Eis outros itens que o STF pretende comprar ou alugar em 2015: guardanapos em linho por R$ 6 mil, vasos decorativos com preço máximo de R$ 3.350 e tapetes estilo persa ao valor de R$ 1.700.

No total, o Supremo pretende gastar até R$ 224 mil com o aluguel dos móveis e itens de decoração. A estimativa é que 12 eventos sejam realizados durante o ano, como seminários e coquetéis, ao custo médio de R$ 18 mil cada um, sem o serviço de buffet.

12 anos de Brasil pelo traço de AROEIRA, III














Parecem teias, mas são rendas!




Rede e renda são resultados altamente qualificados da natureza e do homem. E, no entanto esses dois itens imediatamente vêm à mente quando se familiariza com o trabalho de  Shane Waltener - um artista londrino.  Ele tece e coloca-os em casa ou ao ar livre, como uma teia de aranha.



Sua área de interesses é extremamente diversificada: tecelagem e escultura, artesanato, cestas feitas de açúcar e horticultura.

Mas os projetos relacionados à confecção de malhas, é  especial, afinal não é todo dia que você encontra um homem que saiba tricotar.

Mas Shane Waltener , embora  tenha estudado costura e processos têxteis, em Bruxelas no La Cambre Institute, raramente cria suas instalações sozinho: muitas vezes, ele pede a ajuda de mestres reconhecidos na posse de uma técnica de confecção de malhas.




Esse post foi publicado originalmente em 23.05.2010 (12)