segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A hora da definição

JLIMA
Jornal Opção/GO

charge online

PT - O militante morreu

Por Josias de Souza

 PT - o militante morreu
A passagem do PT pelo poder federal não matou apenas a pregação ética e o ideal socialista. Morreu também um personagem mítico: o militante petista. Natural, portanto, que a campanha de Dilma Rousseff, como noticiou a Folha, tenha remunerado os cabos eleitorais mencionados como “voluntários” na prestação de contas à Justiça Eleitoral.

O que foi feito do militante tradicional? Uma parte se desiludiu. Outra ala envelheceu, criou barriga, constituiu família e foi brigar pelo leite das crianças. Um terceiro grupo se rendeu às prebendas de um Estado aparelhado. Infiltrado em ministérios, repartições e empresas estatais, prefere entregar 20% do salário ao partido a ter que suar a camisa nas ruas.
Houve tempo em que a militância do PT, em estado de permanente fervura, passava a impressão de estar sempre pronta para invadir o Palácio de Inverno. Agora, sob atmosfera de densa pasmaceira, o petismo é surpreendido por protestos de rua em que a bandeira vermelha é tratada a pontapés.
Para ingressar no clube do poder, o grupo majoritário do PT teve de beijar a cruz, renegando o velho ideário e isolando os grupos mais radicais da legenda. Exatamente como fizera o Partido Socialista francês, em 1991, ao puxar um movimento de atualização ideológica que contagiaria do trabalhismo inglês às esquerdas escandinavas e ibéricas. Muito antes, o Partido Social Democrata alemão renunciara, no congresso de Bad Godesberg, em 1959, aos princípios da economia planificada.
arte de Heringer

No Brasil, o distanciamento entre o PT e seus velhos militantes aumentou na proporção direta da prosperidade monetária da legenda. A algaravia da militância foi substituída pelo tilintar das “doações” milionárias do caixa dois.

Definição de avô

Texto que circula na internet como sendo de uma menina de 8 anos.






Um avô é um homem que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. Os avôs não têm nada para fazer, a não ser estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam nas flores bonitas nem nas lagartas. Nunca dizem: Some daqui!, Vai dormir!, Agora não! Vai pro quarto pensar! Normalmente são gordos, mas mesmo assim conseguem abotoar os nossos sapatos. Sabem sempre o que a gente quer. Só eles sabem como ninguém a comida que a gente quer comer. Os avôs usam óculos e, às vezes, até conseguem tirar os dentes. Os avôs não precisam ir ao cabeleireiro, pois são carecas ou estão sempre com os cabelos arrumadinhos. Quando nos contam histórias nunca pulam partes e não se importam de contar a mesma história várias vezes. Os avôs são as únicas pessoas grandes que sempre têm tempo para nós. Não são tão fracos como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós. Todas as pessoas devem fazer o possível para ter um avô, ainda mais se elas forem daquelas que são obrigadas à assistirem televisão.

domingo, 29 de setembro de 2013

A Semana



SPONHOLZ


RENATO


AMORIM

 AROEIRA


DUKE


FRANK


JORGE BRAGA

 

LUSCAR



MORETTINI


NANI


NEWTON SILVA


PELICANO


ZOP

JOHIL CAMDEAB

ZEDASSILVA


DUKE

SPONHOLZ





Fontes:

http://www.chargeonline.com.br/
https://www.facebook.com/johilcamdeab.abreu
http://www.sponholz.arq.br/


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Cidade de Deus - 10 anos depois / Documentário

Filme de Cavi Borges e Luciano Vidigal mostra paradeiro do elenco do filme de 2002 dirigido por Fernando Meirelles

 

 O documentário Cidade de Deus, Dez Anos Depois, que mostra o que aconteceu com os protagonistas do longa de Fernando Meirelles na última década, vai estrear em sessão de gala no Festival de Cinema do Rio de Janeiro, no dia 1º de outubro. 

 

 


O filme, que deve ser lançado internacionalmente pela 02 Filmes, é dirigido por Cavi Borges e Luciano Vidigal, que fizeram parte da equipe de assistência de direção de Cidade de Deus.
O paradeiro do elenco por trás de personagens icônicos como Dadinho, Bené e Zé Pequeno são revelados no longa-metragem. A maior parte das gravações forem feitas nas residências dos atores do filme de 2002, passando por comunidades cariocas como Vidigal e o bairro Cidade de Deus.
Assista ao trailer:




Transcrito na íntegra  do.uol

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O fim dos planos de saúde individuais?

Por Maria Ines Dolci, em seu blog

Patinho feio
Depois da Amil, que parou de vender planos de saúde para pessoa física em junho último, foi a vez de a Golden Cross desistir deste segmento de mercado. Seus 160 mil clientes passam a ser atendidos pela Unimed Rio.

Isso configura uma tendência fortíssima, porque Sul América, Bradesco e Porto Seguro também desistiram de atender planos individuais.

As empresas alegam dois motivos para o desinteresse por esse tipo de contrato: reajustes fixados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e custos que não se diluem por um grupo maior de vidas, como nos planos coletivos por adesão e empresariais.

Newton Silva
 

Como ficam os brasileiros que não têm emprego formal – e que, portanto, não dispõem deste benefício cada vez mais oferecido pelos empregadores – e que só encontram planos pessoa física com preços elevados? São obrigados a participar de ‘falsos coletivos’, ou seja, de grupos de associações e categorias profissionais às quais não estejam, verdadeiramente, vinculados.

Mais difícil ainda é a situação de aposentados que não têm direito a permanecer nos planos das empresas para as quais trabalharam, porque o empregador bancava 100% do benefício.

Nas grandes cidades, os preços dos planos para os idosos costumam superar R$ 1 mil mensais, o que, na maioria das vezes, consome toda a aposentadoria recebida do INSS.

Eles têm de recorrer, então, ao atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), que não tem prazos máximos para atendimento, como os exigidos dos planos privados. Isso significa, muitas vezes, esperar meses, em determinadas regiões, por um simples exame de sangue ou consulta a especialista.
 


Hoje, em torno de 50 milhões de brasileiros têm planos de saúde. O SUS é responsável exclusivo, portanto, pelo atendimento de 150 milhões de pessoas.

O aumento da longevidade e a redução do número de filhos por família estão modificando a pirâmide etária do Brasil. Estima-se que haverá mais de 30 milhões de idosos em 2020. Que tipo de assistência médica eles receberão?

Governos e operadoras de planos de saúde terão de encontrar uma solução que preserve o atendimento a milhões de brasileiros que não contam com planos de saúde empresariais. Para dificultar isso, não há fórmulas prontas nem simples no mundo, como demonstra o caso dos Estados Unidos, nação mais rica do planeta, no qual ainda não há cobertura pública de saúde para todos os habitantes.
 
 


Mas saúde não é brincadeira. Tente imaginar qualquer cenário de boa qualidade de vida sem acesso rápido a médicos, clínicas, hospitais e laboratórios? Como desfrutar das novas tecnologias da medicina, que avançam para a maior compreensão do funcionamento do cérebro, combate a doenças degenerativas e aumento do percentual de cura de vários tipos de câncer, se ainda se morre, em nosso país, nas intermináveis filas dos hospitais?

Talvez o dilema dos planos de saúde individuais só seja solucionado por uma parceria público-privada, que reúna empresas e governos. Ou com outra forma de estímulos a operadoras que continuem atendendo à pessoa física.

O que não pode ocorrer é o simples desaparecimento desta modalidade de contrato, com perdas irreparáveis para os cidadãos.

Sem contar que o SUS mal dá conta da demanda de hoje, quanto mais de atender mais alguns milhões de pessoas, se estas não tiverem, mesmo, condições de contratar planos particulares individuais e familiares.
 
IOTTI


Para os 160 mil clientes da Golden Cross, que agora têm carteirinha da Unimed Rio, o pior quadro, virar ‘sem-plano’, felizmente não se concretizou. Mas cabe à ANS e ao Ministério da Saúde atenção e debate redobrados, porque a sinalização é preocupante.

Planos individuais, hoje, estão se tornando o ‘patinho feio’ do mercado. Algo tem de ser feito já, com bom senso e discussão qualificada, antes que o problema assuma proporções de crise grave.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Espionagem - o preço da política externa do PT

Por Toinho de Vadú (*)


Espionagem - o preço da política externa do PT 
Todos sabem que o governo brasileiro vem sendo espionado pelos EUA mas se pensarmos bem há razões para isso afinal como diz o ditado popular "quem com porcos se mistura, farelo come".




O Brasil há anos vem pleiteando sem sucesso sua inclusão permanente no Conselho de Segurança da Nações Unidas - EUA, Rússia, China, França e Reino Unido - mas está cada dia mais distante de conseguir esse intento afinal desde que o PT assumiu o comando deste país, em 2002, o Brasil passou a andar de braços dados com o que há de mais impróprio - ética e moralmente - dentre os 193 países membros da ONU, abandonando a política externa implantada com sucesso num passado recente.


Quando Mahmoud Ahmadinejad foi empossado presidente do Irã em 2005 os países democráticos questionaram sobre uma possível fraude eleitoreira e nosso presidente de então, o Luiz Inácio Lulla da Silva, saiu imediatamente em sua defesa afirmando que era choro de torcedor que perdeu o jogo. Quando se estudou sanções contra o programa nuclear iraniano, o Brasil foi o único dos emergentes e das democracias ocidentais a defendê-lo e apoiá-lo.


Não esqueçamos também da política torta de direitos humanos nos casos envolvendo os pugilistas cubanos durante o PAN no Rio em 2007 - abandonaram a delegação e pediram asilo político e foram devolvidos/entregues a Cuba de imediato pela (argh!) Polícia Federal -  e da visita recente da cubana Yoani Sanchéz ao nosso país sendo perseguida por todos os cantos pelos "petistas de carteirinha" como se fôssemos país-satélite ou lacaios dos irmãos Castro.



E o que dizer do comportamento de Lulla em sua visita a Cuba (uma dentre inúmeras) em março de 2010 justamente no dia da morte em consequência de greve de fome do preso político Orlando Zapata ao tentar ridicularizar o fato numa resposta a um jornalista: "Quem mandou fazer greve de fome?! Onde já se viu?!"

Ainda no ano de 2010 homenageou o ditador sírio Bashar Al Assad com a comenda da ORDEM DO CRUZEIRO DO SUL, a mais alta honraria concedida por nosso país. Lembro que se Al Assad hoje está sendo acusado pela ONU pelo genocídio de seu povo por uso de armas químicas, há tempos era considerado quase que um pária, governante do quilate de um Kadhafi, ditador líbio e do norte-coreano Kim Jong-um além dos africanos que governavam seus países com mão de ferro por décadas e eram motivo de admiração por nosso ex-presidente.

 

E as relações de vergonhosa subserviência com que os governos do PT - Lulla e Dilma - colocam os interesses de nosso país junto aos dos países latino-americanos  tais como Venezuela, Bolívia (expropriação dos ativos da Petrobrás)  Argentina (criação unilateral de barreiras comerciais), Equador...

Apoiou uma tentativa de golpe de estado em Honduras e quando o Paraguai baseado em sua Constituição e em votação decidida pelo Senado afastou  o então presidente Lugo, o governo do PT juntamente com o Hugo Chávez decidiu pela suspensão do país vizinho no Mercosul, e fez-se de cego quando Daniel Ortega fraudou eleições na Nicarágua em 2008 e de cego-surdo-mudo quando o próprio Chávez mutilou as instituições democráticas da Venezuela.




 Outro ponto foi a atitude de condenação à Colômbia quando esta se aliou aos EUA contra os narcoguerrilheiros das FARC que tinham o apoio, inclusive logístico, do ditador venezuelano Hugo Chávez que por sua vez havia fechado um acordo com a Rússia para fornecimento de armas, submarinos e aviões de combate.

Recentemente ocorreu a saída de Antonio Patriota do comando do Itamaraty - a única substituição sem prévio aviso na chefia do Ministério de Relações Exteriores desde o início dos governos do PT - expondo a falta de sintonia entre o órgão e a presidente Dilma Rousseff demonstrada na transferência para território brasileiro do asilado político boliviano Roger Pinto pelo diplomata  brasileiro Eduardo Sabóia aliás um das poucas situações aplaudidas pelo povo brasileiro mas condenada de imediato pela presidente.


 

Em todos esses anos o governo petista procurou se mostrar solidário aos países que demonstram seguir outras vias que não a Democrática possivelmente para ostentar uma posição de cunho antiamericanista  mas que sobressai apenas como simplória.

No meu entender os fatos acima descritos são suficientes para explicar o porquê da espionagem americana sobre os assuntos governamentais brasileiros como também demonstrar  a perda de prestígio que o Brasil vem alcançando nesses últimos anos.


(*) Toinho de Vadú é um desassuntado que por falta de assunto resolve escrever, coisa que sabidamente ele não sabe.

domingo, 22 de setembro de 2013

A Semana

SAMUCA
 

SERI

 

SPONHOLZ

 

AROEIRA
 

MARIANO
 

NANI
 

SID

 

ZOPE

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