domingo, 31 de agosto de 2014

A invenção do Nylon

Postado originalmente em 14MAR2010

Pilordianos, meu pai - o véio Vadú (como o chamávamos carinhosamente) -  sempre dizia:

"Se o jegue tem 7 manhas (pois todo nordestino sabe que o jegue é bicho manhoso),  mulher tem manha de 7 jegues, então pergunto:

Qual é a primeira coisa que você pensaria que as senhoras estão fazendo nessa foto tirada em 1942?



Certamente a maioria responderia que este é um grupo de mulheres numa sala passando cera para depilação...

Mas não, não é.

Em 1938, os laboratórios da empresa DuPont produziram uma fibra sintética forte e elástica para, pensavam, substituir a seda.

A nova fibra era o nylon e a invenção revolucionou o mercado.


Em maio de 1940, meias de nylon foram lançadas no mercado americano com um sucesso sem precedentes: em apenas quatro dias, vendeu mais de 4.000.000 de pares.

Mas as mulheres americanas dificilmente poderiam apreciá-los porque no ano seguinte os Estados Unidos ingressaram na II Guerra Mundial, e o governo destinou toda a produção de nylon para uso militar: fabricação de pára-quedas, cordas, tendas ... etc

As meias de nylon tornaram-se praticamente inacessíveis 'a mulher americana comum (no mercado negro valia 10 vezes o seu valor original).


A sagacidade e faceirice do sexo feminino saíram-se com uma solução original para o problema: já que elas não podiam adquirir meias, passaram a usar o recurso da maquiagem para pintar as suas pernas fazendo parecer que as estavam usando.



Simples, porém engenhoso!


la aldea

Verdades do Sensacionalista


Programa de Governo de Marina será feito a lápis
 para possibilitar mudanças - veja aqui



Economistas debatem se "recessão técnica
é o mesmo que "meio grávida" - veja aqui

Facebook já é o anticoncepcional mais eficaz 
barrando pílula e calcinha bege - veja aqui




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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

+1! Filmes apresenta... o vendedor de telemarketing

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Noblat: Lulla e Dilma, a Censura e a Prepotência

Por Ricardo Noblat
Publicado em O GLOBO em 04AGO2014

Retratos do autoritarismo
O que tem a ver o caso da analista do banco Santander demitida na semana passada por exercer direito o seu ofício com o caso do correspondente do "The New York Times" ameaçado de expulsão do Brasil em maio de 2004? Os dois aconteceram no começo e no que poderá ser o fim do período de 12 anos de governos do PT. Foram protagonizados por Lula. E são casos exemplares da prepotência dele e de sua turma.

NANI



DE VOLTA AO FUTURO... Na época, pensei: o cara pirou. Só pode ser. Ou está de porre. Compreensível que tenha se sentido ofendido pela reportagem do "The New York Times" sobre seu gosto por bebidas alcoólicas. Mas daí a determinar a expulsão do país de Larry Rother, correspondente do jornal mais importante do mundo? Sinto muito, era um flagrante exagero. Uma escandalosa arbitrariedade.

FOI ISSO O que Lula ouviu dos poucos assessores com coragem para confrontá-lo. Um deles, durante reunião no Palácio do Planalto, sacara de um exemplar da Constituição e apontara o artigo que garantia ao jornalista o direito de permanecer no Brasil. Então Lula cometeu a frase que postei em meu blog às 15h16m do dia 12 de maio de 2004, poucas horas depois de ela ter sido pronunciada.


ANGELI


ELE DISSE: "Fod.... a Constituição". Foi mais ou menos isso que você leu. Um ministro que ouvira a frase reproduziu- a para um assessor. E o assessor, que trabalhara comigo durante vários anos, me telefonou contando. Esperei durante o resto do dia o desmentido que não veio. Ainda espero. Prevaleceu a opinião sensata de Márcio Thomaz Bastos, ministro da Justiça, que desaconselhou a expulsão por ser ilegal.

IMPEDIDO DE consumar sua vontade, Lula tentou tirar proveito político do episódio se comportando como vítima. A Presidência da República fora atacada por um irresponsável jornalista estrangeiro. Mas, generoso e obediente à lei, o presidente desculpara o malfeitor, depois que ele divulgou uma nota dizendo que não tivera a intenção de ofendê-lo. Quanto ao jornal... Recusou-se a desmentir o que publicara.




A CORAGEM QUE sobrou à direção do jornal faltou à direção do Santander. Em discurso para sindicalistas em São Paulo, Lula cobrou do banco a demissão imediata da analista, autora do boletim enviado para clientes de alta renda relacionando a queda de Dilma nas pesquisas de intenção de voto com a eventual melhoria do câmbio e valorização de ações de grandes companhias. E a cabeça da analista foi oferecida a Lula.

UM ATO DE subserviência. Que nem de longe parece ter envergonhado Emílio Botín, presidente mundial do Santander, amigo de Lula e admirador declarado de Dilma. "O que aconteceu é proibido, pois não se pode fazer manifestações que interfiram na decisão de voto", cobrou Rui Falcão, presidente do PT. Botín aquiesceu: "O boletim não representa a posição do banco". E se o boletim tivesse afirmado o contrário? 

NANI


SE TIVESSE dito que a Bolsa de Valores subiria com o crescimento de Dilma nas pesquisas? Lula pediria a demissão do seu autor? Falcão recriminaria o banco por favorecer o voto em Dilma? Lula e o PT aproveitaram a ocasião para fazer Dilma de coitadinha! De maltratada pelos poderosos. Perseguida como o fora durante a Copa do Mundo por uma elite preconceituosa que não respeita nem mesmo uma mulher.

ANGELI


ESSE TIPO DE jogada falsamente esperta, que aposta na ignorância coletiva, se repetirá à exaustão até que o país conheça em outubro seu futuro presidente. Fiquem atentos para desmoralizá-la de saída.

Baleias Jubartes nas praias de Salvador

Praia do Buracão
Rio Vermelho - Salvador - Bahia - Brasil

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Autoria de vídeo de Déa Rebouçasno Facebook

Aviões: onde beleza não é fundamental...

Postado originalmente em 22AGO2008















*Pesquei no MDig , de novo no MDig e mais uma vez no MDig

12 anos de Brasil pelo traço de DUKE, IV





quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Um motorhome de R$ 6,8 milhões





Se tem algo que Dubai parece de fato se orgulhar é de sua “ostentação automotiva”. Como se não bastasse ter uma frota policial reforçada por máquinas da Ferrari, Lamborghini e Bugatti, o país dos Emirados Árabes agora tem também o motorhome mais caro do mundo. De acordo com a imprensa estrangeira, o EleMMente Palazzo  foi vendido por cerca de US$ 3 milhões, o equivalente a pouco mais de R$ 6,8 milhões, sem impostos.


vídeo sobre frota policial
Mas claro que não se trata de um simples trailer. 



O modelo é praticamente uma mansão sobre rodas. Fabricado por uma empresa austríaca, o motorhome esbanja 14 metros de comprimento. O espaço, dividido em dois andares, abriga uma luxuosa sala de estar, cozinha e até uma de suíte presidencial com banheiro próprio e direito a até chão aquecido.



Achou pouco? Pois o veículo ainda conta com um terraço no teto e até uma espécie de bar lounge. Para o motorista, há um cockpit não menos requintado, com uma cama para descanso. Na estrada, o motorhome é capaz de alcançar velocidade máxima de 150 km/h, segundo a marca.:



Fonte: Bufalos

Dilma e o Brasil real

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Uso e abuso da máquina pública

Por Ronaldo Caiado.
Publicado na Folha em 04AGO2014

Uso e abuso da máquina pública
O instituto da reeleição no Brasil ainda é recente na vida política do nosso país, mas já nos leva a refletir sobre sua conveniência ou não para a nossa recém-consolidada democracia.

Neste ano, depois de quatro eleições presidenciais e aos governos estaduais sob a égide da reeleição, ainda vemos um rol de abusos de alguns governadores e da presidente da República ao atropelarem a frágil legislação eleitoral e administrativa para combatê-los.

Gilson


Nesta semana, sete ministros de Estado, usando carros oficiais e no horário de expediente, acompanharam a candidata-presidente na sabatina da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Constrangimento? Nenhum.

Usaram e abusaram sem vergonha da máquina pública, na função de ministros, para dar o seu apoio à petista que tenta se reeleger para continuar ocupando o mais graduado cargo da República. Péssimo exemplo!

Nani


Infelizmente, não é o primeiro caso nem será o último.

O uso de carros oficiais é rotineiro e não tem a relevância econômica de alguns outros episódios que assistimos, como por exemplo o caso da federalização da companhia de energia de Goiás, a Celg, que poderá ser efetivada no final do mandato presidencial e estadual de duas autoridades públicas que buscam a reeleição.

No apagar dos seus mandatos, a presidente Dilma Rousseff e o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), tentam acertar a compra e a venda da Celg por R$ 400 milhões, apesar de um estudo da Universidade Federal de Goiás, de 2011, que estimava o valor da empresa na ordem de R$ 6,5 bilhões.

Claudio


Além do disparate de preços e avaliações, o abuso se caracteriza aqui pela audácia em se alienar um patrimônio do povo goiano faltando cinco meses para terminar o mandato do governante. Em 2010, ano eleitoral, Marconi Perillo divulgou uma carta como vice-presidente do Senado criticando exatamente o governo anterior por negociar a Celg.

Por que os dois representantes da União e do Estado não se entenderam ao longo de três anos e meio? Por que realizar esse negócio às vésperas das eleições? Para reforçar o caixa de um governo estadual que, por ineficiência administrativa, vem pedindo empréstimos a outros poderes locais, aliás negados?

Bruno


É um completo uso e abuso da máquina pública, como se a Celg fosse um bem patrimonial deles e não do povo goiano. Pedirei explicações ao Ministério de Minas e Energia sobre a condução dos entendimentos, o seu desfecho neste momento eleitoral e vou recorrer à Justiça se essa federalização realmente ocorrer, sempre em defesa do Estado de Goiás.

Esses casos exemplificam o motivo de eu defender o fim da reeleição no Executivo, que evitaria o uso da máquina pública e o governante teria como única opção manter o foco em seu mandato.