segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Macaco Simão está certo!

Zé Simão está certo mesmo: O Brasil é realmente o país da piada pronta! Sabem da última?



Deputado Tiririca é indicado para a Comissão de Educação e Cultura da Câmara, que será instalada nesta semana.

Sinalização de trânsito em país do 1º mundo é assim...

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Enviado pelo especialista em engenharia de tráfego, Otoniel Neto.

Tempos modernos

Rico

Fotomontagens de Johil Camdeab



Nova e sensacional SAIA multiflex!

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Enviado por Carlos Michelli.

Ela = Erin Heatherton

Arte com sombras - I

Propaganda da Volkswagen


Este post foi postado originalmente em 05.08.2007

domingo, 27 de fevereiro de 2011

E o Oscar vai para...

Por André Carvalho (*)
em 23 de fevereiro de 2011
btreina@yahoo.com.br



O OSCAR VAI PARA...
O que eles fizeram foi uma maldade! Desde pequenininho ouço dizer que os americanos do norte não são confiáveis. Brizola, João Goulart, Francisco Julião, Lamarca, Marighella, Fidel Castro e Chico Buarque sempre alertaram, cada qual a seu tempo, porém, de maneira semelhante, sobre a forma de agir desse povo que habita território considerável no hemisfério norte ocidental.

Demorou quase cinquenta anos para que seu amigo aqui percebesse, num episódio incontestável, a verdade acima. Lembram-se do Barack Obama, de frente para o mundo, cognominando nosso ex-presidente de o “Cara”? O máximo, não foi? Pois bem: todos nós, além dos cubanos, iranianos, bolivianos e sudaneses, acreditamos na sinceridade daquele homem e de suas belas palavras, tanto que passamos, brasileiros de todos os naipes, a pensar e agir sob efeito do “yes, we can” “baraquiano”.

Nessa onda de poder, grandeza e otimismo sugerida pelos “yanques”, uma comissão de nove membros escolhidos pelo Ministério da Cultura indicou, por unanimidade, “Lula o filho do Brasil” como nosso representante na disputa de melhor filme de língua estrangeira na edição de 2011 do “Oscar”. Segundo os entendidos do Planalto Central uma barbada para o melhor homem “tema” do mundo – nada mais que o escolhido do presidente americano.

Nacionalista como poucos, pensei logo na festa da vitória: fogos de artifício no padrão do réveillon de Copacabana, bandeiras vermelhas desfraldadas como jamais se viu, internautas fanáticos postando mensagens de congratulações em mal traçadas linhas, imprensa a postos para registrar o grande momento, bonés do MST, da CUT, do PT e da UNE bordando os ares e um país em alegria inconteste.

No discurso, mais longo do que o permitido – ora bolas! – o agraciado faria, entre risos e desaforos, referência ao basquetebolista aposentado Oscar, como se uma coisa tivesse correlação com a outra. Faria também, para manter a liturgia futebolística dos seus anos de presidência, referência a outro Oscar, aquele zagueiro da seleção brasileira de futebol nas copas do mundo de 1978 e 1982 que, apesar de craque, não alcançou os píncaros da glória como outros felizardos por aí.

Fui mais longe: imaginei que em seu retorno, durante o taxiamento do airbus multi-presidencial, no aeroporto de Brasília, o filho do Brasil, a exemplo de Romário na conquista da copa do mundo em 1994, colocaria irresponsavelmente a cabeça e o tronco fora da escotilha do avião, levantando numa das mãos a bandeira nacional, e noutra, a famosa estatueta dourada. Claro que tudo isso num feriado nacional ou, na pior das hipóteses, ponto facultativo nas esferas federal, estadual e municipal.

Tudo que imaginei e desejei, ocorreria nos dias vinte e sete e vinte e oito de fevereiro próximo, uma semaninha antes do carnaval, durante e logo após a festa de entrega do Oscar, onde, esperava a nação brasileira, o grande líder e pai de todos, em lugar de o diretor da película, recebesse das mãos de uma belíssima mulher, quem sabe Marcela Temer, um prêmio que ainda lhe falta.

Tudo isso ocorreria se...

Tristeza maior, acabo de saber que os americanos do norte, malsãos, invejosos e traiçoeiros, depois de meses de paparicação ao Inácio seguido de outros tantos de silêncio, rejeitaram “Lula o filho do Brasil” levando por água abaixo a esperança de mais uma vitória do “grande líder”. Ao invés do filho indicaram ao prêmio um documentário, rodado no Brasil, cujo tema é o lixo. Será que faz sentido?

Mesmo não sendo cinéfilo ou lulista fiquei abatido com tal desfecho. Um feriado a menos! Maldade com o Lula e seus unânimes, não é mesmo?


(*) André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.

Ela = Cristina Del Basso


E Deus criou a mulher

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Vontade de ferro...

Crônica
Vontade de ferro...

Por Toinho de Vadú.

Já bebi muito. Quer dizer, muito não, proporcional aos meus 51 anos. Claro que não bebi em todos esses 51 anos pois a última gota tomei no carnaval de 2008, quando tinha 48.

Aliás, essa tal última gota é maneira de dizer pois na época, meu amigo irmão Bisama e eu, passávamos o carnaval na ilha de Itaparica e “trabalhávamos” com lata, quer dizer, garrafa não era permitido, pois ocupava espaço no congelador daquela que não era assim uma Brastemp...

E afirmo, sem medo de errar: quando o carnaval acabou, a fila de latinhas de cervejas (vazias) era maior que a tão falada linha do metrô, que Janjão - o prefeito chorão que Salvador elegeu - prometeu e não entregou.

E digo mais: quem não viu, perdeu, pois foi uma coisa bonita de se ver, o sorriso de dente a dente ( ela só tinha dois) que a velhinha catadora de latinha deu, quando bateu o olho na quantidade do produto à sua disposição.

Imagine que ela ainda queria nos pagar quando estava era nos fazendo um favor ao recolher aquela prova, eliminando assim o flagrante de qualquer excesso que possamos ter cometido!

Aliás, nesse esporte o baiano é bom, pratica sem esforço, esse e aquele outro, fazer xixi na rua. Sempre acho impressionante a facilidade - e a desfaçatez – com que nós, baianos, arranjamos um cantinho para “se aliviar”. E não são só os homens, não, as mulheres também!

Mas estamos desculpados, ou pelo menos justificados, pois o costume foi introduzido na Bahia por um certo fidalgo português, lá pelos idos do século dezesseis, segundo documento que tenho em meu poder, um poema psicografado pelo decente e fidedigno baiano Gregório de Mattos e Guerra, também conhecido pelo singelo apelido de Boca do Inferno. Quem tiver interesse em conhecer esse curioso e esclarecedor poema se manifeste que faço chegar às mãos.

Mas voltando à carne seca, ou melhor, à água que passarinho não bebe - nem eu - como afirmo no tempo verbal da primeira expressão desse texto. Já disse que parei de beber aos 48. E comecei aos 18, antes não deu porque meus pais marcavam em cima. Então, só bebi durante 30 anos. Pensando bem, 30 anos são 30 anos! É melhor descartar o e encaixar um...esquece, só descarta o . Então fica assim: bebi durante 30 anos! Bem mais solene!

Pois bem, após aquele inesquecível carnaval resolvi parar de beber. Por seis meses. Não me lembro se estava ou não sob efeito de ressaca física ou moral mas alguma coisa subiu-me ao peito - não, não foi enjôo, não - virei-me para Bisama e o desafiei para uma aposta: um engradado de cerveja, como conseguiria.

Quando ele ouviu a proposta, deu uma risada de desdém, me encarou e disse: vai ser a grade mais fácil que já bebi. Só que ele perdeu!

Então, dos seis meses resolvi esticar por mais tempo e lá se vão mais de três anos. Ou seja, perder a aposta ele perdeu, mesmo não tendo morrido no prejú, como dizemos aqui na boa terra, quer dizer, não tendo pago a aposta. Enquanto isso, ganhei, mas não levei, pois não pude cobrar a aposta.

Resumindo; ele perdeu, ganhou e perdeu de novo. Não entenderam? Explico.

Perdeu a aposta porque passei os seis meses sem beber. Por outro lado, também ganhou, já que não teve que abrir o bolso para pagar a aposta. Mas no fim ele realmente perdeu, pois seu parceiro etílico – no caso eu – deixou de sê-lo (arreda, Jânio!). E disso ele se queixa até hoje, choramingando pelos cantos, saudoso da boa companhia.

Eu às vezes sinto dó da dor do amigo, sento-me à mesa do bar com ele, peço uma Kronenbier ou Bavária sem álcool (bem gelada, é a melhorzinha) e faço de conta que bebo e ele faz de conta que bebemos juntos. Por vezes dá até vontade de chorar, principalmente quando nosso time perde, coisa rara de acontecer.

Bem, vontade de ferro, esse é o título dessa crônica. Mas por qual razão?

Cheguei em casa hoje à noite, cansado da labuta (palavra bonita, permite boa rima) pois estava mal - ou bem - acostumado com a boa vida de não fazer nada a não ser cuidar de um blog, mas isso não cansa, dizem.

Exausto da semana de trabalho, acho até que mereceria o troféu de Funcionário do Mês mesmo não tendo ainda completado um mês no batente, quando abro a porta, tiro os sapatos, abro a geladeira e vejo duas Heineken revestidas com aquela camada branquinha de duas semanas na gaveta do quase freezer, e aí...


Fiz um suco de laranja!


(*) Toinho de Vadú é um desassuntado que por falta de assunto resolve escrever, coisa que sabidamente ele não sabe.

Ela = Sofia Vergara


edeuscriouamulher

Curiosidades Matemáticas - XIV

Você pode escrever o valor de 10 algarismos,
repetindo cinco vezes o número 2:


2 + 2 - 2 - 2 / 2 = 1

2 + 2 + 2 - 2 - 2 = 2

2 + 2 -2 + 2 / 2 = 3

2 x 2 x 2 - 2 - 2 = 4

2 + 2 + 2 - 2 / 2 = 5

2 + 2 + 2 + 2 - 2 = 6

22 ÷ 2 - 2 - 2 = 7

2 x 2 x 2 + 2 - 2 = 8

2 x 2 x 2 + 2 / 2 = 9

2 - 2 / 2 - 2 / 2 = 0








Momento sublime do esporte

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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Há cem anos, as mulheres já mostravam tudo...


Otoniel Costa, colaborador contumaz e viajante do túnel do tempo, nos envia a prova que as mulheres, nas praias, já "provocavam" os homens há mais de 100 anos.


















E apenas 100 anos depois...

Tempos modernos

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O marlim e a plataforma de petróleo.

Recebi este e-mail do nosso colaborador Gilvan Quadros, especialista em nos trazer vídeos curiosos e interessantes.

Trata-se de um impressionante relato sobre um peixe-espada, também conhecido como marlim, de aproximadamente 250 kg que fica preso a uma das estruturas de uma das plataformas de petròleo na costa brasileira.


Foto meramente ilustrativa.

Essa estrutura, a principal de todo o conjunto pois é a responsável pelas válvulas de abertura e fechamento de um poço de petróleo que na gíria chamam de “árvore de Natal” (imensa e caríssima) e que normalmente fica estacionada a dezenas de metros de profundidade e naquele momento estava a caminho de "sua morada", mostrava uma acentuada instabilidade.

Os tecnicos - da Petrobrás - responsáveis pelo deslocamento do equipamento Interromperam o processo de descida e redirecionaram um submarino–robô para observar por vídeo, o que estava acontecendo.

Ao perceberem a situação desesperadora do peixe-espada trataram de, com o uso de um braço mecânico do submarino-robô, tentar libertá-lo. E conseguiram com que ele se desvencilhasse da inesperada armadilha, aparentemente sem provocar  nenhum ferimento nesse espetáculo da natureza.

Vejam o vídeo abaixo:


video

Olhos que falam!

Ela = ???

Foto de Dimitre Caceaune

E no Paraíso...

Sabe o que é isto?


Não? Então clique aqui