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domingo, 1 de maio de 2016

Vida de cachorro não é fácil não

RedeTV,uol

A iniciativa da organização "World for All" mostra a vida difícil dos cachorros de rua. Com uma câmera GoPro amarrada em um animal, o vídeo mostra o dia de um cão que vive pelas ruas de Mumbai, na Índia.



A "World for All" trabalha com o resgate de animais de rua de Mumbai, e as imagens, apesar de terem sido feitas com um cão 'ator', que não foi machucado durante as filmagens, mostram que toda a preocupação deles é justificada. É possível ver o cão sendo chutado e recebendo um balde d'água na cabeça.

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Uma águia que parece ser petista

A ÁGUIA DO PT!


Tem olho grande,
é agressiva,
sedenta,
desdenha os demais e
não mede as consequências...


... por isso se arrebenta toda!



sábado, 23 de maio de 2015

Cachorro volta a enxergar após cirurgia

Duffy, um Terrier irlandês, que perdeu a visão por causa de diabetes volta a enxergar após cirurgia e faz uma emocionante festa ao reencontrar seus donos.


domingo, 15 de março de 2015

O uso de cães-bomba na 2º Guerra Mundial


Curiosidades em Guerra


IX - Os Cães de Pavlov



O cão é o melhor amigo do homem, isso todos sabemos, mas na 2ª Grande Guerra durante a Operação Barbarrosa que foi o cerco alemão a Stalingrado - em 1941 - os seres humanos nem sempre corresponderam a eles, não só com o abuso e negligência, mas o nosso engenho destrutivo usou de forma grotesca dos pobres animais.








Desde o início do século o cientista russo Ivan Pavlov já estudava o Reflexo Condicionado utilizando cães e ao perceber que só a domesticação não era suficiente contra os alemães pois não enfrentavam apenas soldados mas também os tanques (Panzers, em maioria) que avançavam sobre o território russo, começaram a colocar em prática técnicas nada comuns para se abater esses veículos blindados.



Pavlov e um de seus cães em estudo.


Em seu treinamento, os cães eram alimentados sob um tanque por semanas para associar a aparência do elemento para o fato de que ali encontrariam alimento. Dias antes de liberá-los na batalha eles eram privados de comida e os deixavam ir na frente em linha reta em direção aos tanques inimigos.



Associado ao adestramento, desenvolveu-se um mecanismo de ativação de explosivos. Os  cães tinham, alocadas em suas costas, alavancas de ativação dos explosivos, para que quando eles entrassem debaixo do tanque em busca de carne, a alavanca ativasse a carga de explosivos e neutralizasse o tanque, mandando claro, o pobre cão para a morte.



Esses esquadrões de cães-bomba ficaram conhecidos na história como os Cães de Pavlov.



Às vezes acidentes aconteciam e os cães em vez de correrem em direção aos panzers corriam direto aos tanques russos, isso devido ao seu faro apurado que faziam-nos confundir os combustíveis já que os tanques russos ( T-34, em maioria) utilizavam diesel como combustível, diferente dos alemães, que utilizavam gasolina. 
Mas a busca por alimento sob os tanques era o maior apelo que os cachorros seguiam e ao entrarem entre as esteiras, a alavanca dobrava e explodia tanto o cão quanto o blindado (as cargas de explosivos eram altas, para dar conta de tanques com blindagens fortes).

O exército russo afirma que cerca de 300 tanques alemães foram destruídos dessa forma.





Fontes consultadas História ilustrada e Mistérios.co