segunda-feira, 31 de maio de 2010

Jimi Hendrix By Michael Winslow

Michael Winslow, mais conhecido como Homem de 10.000 Efeitos Sonoros pelos efeitos sonoros que ele consegue fazer só com a boca e por sua performance no filme Loucademia de Polícia onde faz o som de uma sirene, faz este incrível tributo à Jimi Hendrix em seu show!



XXXV - Mosaico de Pixels



Especial ESCULTURArte

XXXVI - Mosaico com Pixels

A Arte de Ari Krupnik


Ari Krupnik é um programador de softwares no Vale do Silício, na Callifórnia, Estados Unidos, que tem como hobby um passatempo que leva muito a sério.



Segundo suas palavras: "A arte que apresento nesta página é a minha maneira de dar uma forma tangível a essa experiência abstrata" - ele usa uma variedade de materiais, como invólucros de queimados/balas, M&Ms, e em especial - os dados.




O primeiro mosaico do material, "Knee Deep", Ari Krupnik criou em 2004 como um presente para sua namorada. Baseia-se na fotografia da menina, que ele fez na praia.


Depois vieram os retratos do escritor George Orwell e do revolucionário Che Guevara.



O autor não esconde o fato de que no início dos trabalhos sobre a imagem seguinte, ele pede a ajuda de um programa de computador que simula diferentes opções de mosaico. Bem, se é a programação - seu ponto forte, então porque não aproveitar isso ao criar obras de arte?




No processo Ari Krupnik condicionalmente divide a imagem em várias peças e monta-as separadamente, e só então conecta as peças acabadas em um mosaico único. O autor teve que sofrer em busca de um adesivo adequado, mas chegou à conclusão que é melhor para o seu propósito o poliuretano.

Cada um dos mosaicos de "Knee Deep" e o retrato de George Orwell consiste no uso de 1.925 dominós feitos de ossos. Che Guevara é muito menor - "apenas" 400 itens, mas não usa cola de ligação: apenas peças de dominós deitados sobre a mesa.


Do genial Millor

Millôr sobre a internet 

“De frente pro mundo, de costas pro em volta.”




Ela = Cameron Diaz

Cameron Diaz, Estados Unlidos

Abençoados por Deus - VI


video

00:12 seg

Da série... Pergunta que eu respondo!

02:03 min de uma entrevista super maluca!

Violino, uma obra de arte!

Violino - um dos melhores no mundo dos instrumentos musicais. E, neste caso, um dos mais caros.

Por exemplo, dois violinos exclusivos feito para a violinista Linzy Stoppard - branco e preto. Cada um deles custa cerca de um milhão de libras britânicas.


A arte deve custar dinheiro. Depois de alguns dias atrás, ela tornou-se proprietárioa de dois dos mais caros do mundo dos violinos modernos, situando-se em um milhão de libras.



Claro, o som destes violinos não são diferentes daquelas de opções mais baratas. Mas cada um deles está repleto de cinqüenta mil cristais Swarovski.

São obras de arte, não apenas violinos.





Os dois violinos estão em exposição protegidos por vidros a prova de balas em uma loja em Londres, na inglaterra.
 
kulturologia

domingo, 30 de maio de 2010

As eleições vêm aí...

http://www.acharge.com.br/index.htm

Ela "Special"


Jean Merilyn Simmons
Jean Simmons, Inglaterra

As eleições vêm aí...


Simon Taylor

Da série ... o cara é uma anta!


video
00:37 seg

Enviado por Gilvan Quadros

Truques de gatos!

Para quem pensa que só cães fazem truques!



2:01 seg

Reinod´Almofada

Alfabeto, uma criação da natureza!

mattus

A Semana

Seri

Zope


Tiago Recchia


Santo


Paixão


Jorge Braga


Benett


Sinovaldo


Sinfrônio


Marco Aurelio


Claudio


Alaúde


Rico




acharge
http://serinarede. blog.uol.com.br

 /

sábado, 29 de maio de 2010

Olhos que Falam!

As eleições vêm aí...

Bandeja para Vinhos

E aí, hoje é sábado e pretende receber amigos em casa? Mas está com medo de carregar uma bandeja cheia de taças? Então que tal essa bandeja da Generate Design  que te poupa da tensão ao prender as taças pela haste e o vinho em uma cavidade especial?.

Dica da bebericando

Ela = Pania Rose

 Pania Rose, Austrália,
e dio

Levanta-te!



Reino da Almofada

Devaneios

As eleições vêm aí...

Bruno / a charge

Brasil-sil-sil!



web e e-mails

F1 faz 1ª vítima do ano!

Deixa o carro aí e vai para casa, menino!

Atual campeão mundial de F-1, Jenson Button, 30, é o mais novo piloto solteiro do grid. De acordo com a imprensa inglesa, o piloto terminou há uma semana seu namoro de um ano e meio com a japonesa Jessica Michibata.

O motivo foi a "incompatibilidade de agendas" e a logística complicada do relacionamento.


Filha de pai argentino e mãe japonesa, Jessica, 25, trabalha como modelo em Tóquio, onde nasceu e vive. Já Button mora em Mônaco, mas com o calendário inchado da F-1 neste ano, o piloto da McLaren mal tem tido tempo de ficar em casa.



Ao lado da irmã Angelica, Jessica serve de porta-voz da marca de lingerie japonesa Peach John e virou figura constante nos paddocks da F-1 desde o ano passado, quando o namorado ganhou o título em Interlagos --naquela ocasião, porém, Button pediu que ela não fosse a São Paulo para que ele se focasse apenas na disputa do Mundial.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Premio Profissionais do Ano 2006/Cannes - Nacional

em trinta e um segundinhos


Aumente o som
Dica do coolbox

O "caminho" do dinheiro, em tempos de Copa!

Do Diario Catarinense

Ex-secretário de Cultura, Esporte e Turismo, deputado Gilmar Knaesel é candidato à reeleição, mas não descarta a possibilidade de abandonar a política, retornando para as suas funções de fiscal de tributos na Secretaria da Fazenda. Está aborrecido com a falta de reconhecimento ao que fez na secretaria, e enumera o WCT, Ironman, Desafio das Estrelas, novo kartódromo, sem falar no apoio às festas de outubro, Carnaval, e aos prêmios de turismo que o Estado vem conquistando com frequência.


E abre o jogo: a filha do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que foi uma das coordenadoras da escolha das cidades brasileiras para a Copa de 2014, teria pedido ao governo do Estado (de Santa Catarina)  R$ 4 milhões para uma empresa fazer o projeto de Floripa na Copa.

Knaesel levou o caso ao governador, que proibiu o pagamento.

Li no blog do juca

O calvário da tradutora ...

Por Augusto Nunes, em seu direto ao ponto

O calvário da tradutora do Discurso sobre o Nada
Se só Celso Arnaldo consegue decifrar o dilmês, traduzir para o inglês o que diz Dilma Rousseff é mais complicado que marcar, sozinho, o ataque inteiro do Santos. Se soubesse disso, a angolana escalada para a missão impossível teria pedido demissão antes da chegada a Nova York da sucessora que Lula inventou. Acompanhe o calvário da tradutora do Discurso sobre o Nada, resumido por Celso Arnaldo:



Eu cantei a bola. O tradutor de Dilma em Nova York seria levado à loucura ao perceber, já nas primeiras palavras, que a simultaneidade da tradução é uma impossibilidade humana na compreensão e na versão da fala de Dilma para qualquer idioma.

Dito e feito. Leio na Folha que a coletiva de imprensa no New York Palace teve problemas de tradução. O problema é Dilma — mas, em respeito à convidada, culparam o mensageiro.



A primeira parte de sua entrevista foi traduzida por um homem. Os tradutores simultâneos, não sei se todos sabem, têm normas rígidas de trabalho – não podem atuar mais do que duas horas seguidas, porque é uma das três mais estressantes atividades do mundo, dizem os especialistas.

No caso de discurso ou entrevista de Dilma, o tempo máximo de trabalho contínuo deve ser reduzido ao prazo de meia hora, estourando – findo o qual, o coitado é levado ao pronto-socorro mais próximo, com estafa galopante, olhos em midríase, pulso acelerado, delírios trêmulos, um quadro, enfim, de overdose.

Efetivamente, esse primeiro tradutor pediu para sair depois de meia hora. Saiu cambaleando e precisou de ajuda para não desabar, sendo levado ao serviço médico da casa.


Entra em cena uma mulher, a angolana Marísia Lauré, que fala 12 línguas e domina inglês e português como Shakespeare e Camões. Ninguém melhor do que uma mulher para entender a alma e a fala de Dilma, certo? Errado.

Já nas primeiras frases, Marísia entrou em pane. Quando Dilma, discorrendo sobre o Banco Central, mencionou a expressão “autonomia operacional”, a tradutora, já em transe, esqueceu o “operacional”. Dilma percebeu, parou e, numa língua que remotamente lembrava o inglês, corrigiu: “Opereichional autônomi”.

E veio à tona a repressora Dilma: “Eu peço para você traduzir literalmente, porque é complicado”.





Sim, é complicado. Dilma é mais complicada ainda. Ela passou a falar sobre privatizações e as empresas que devem permanecer públicas, como Petrobras, Eletrobras, bancos públicos. A tradutora esperou que a convidada concluísse a frase para traduzir. Ao final, Dilma conferiu com a platéia: “Não faltou da Petrobras?”. Não, não tinha faltado.

Na frase seguinte, Dilma ouviu o início da tradução e, achando que havia mais um erro, interrompeu Marísia. “No, no,no. Yes, yes, yes”, emendou, ao se dar conta de que a frase traduzida estava correta, arrancando risos da plateia atônita. E emendou:

Eu prefiro que você copie e faça porque se não eu vou quebrar meu raciocínio todo, tá bom?”





Tava mais ou menos bom, porque a esta altura Marísia estava quase desmaiando com o raciocínio quebrado de Dilma. Preferiria estar traduzindo, sob chibatadas, o ditador King Jong-il em coreano – idioma que ela não domina.

Na pergunta seguinte, a angolana trocou “redução da dívida” por “redução de impostos”. Dilma a interrompeu novamente.



“Copia, minha santa, eu vou falar”.

Nesse momento, a organização trouxe de volta o tradutor anterior – que, segundo testemunhas, entrou no palco empurrado. Chegaram a ver o brilho de uma lâmina em suas costas – mas a informação ainda carece de confirmação.

E a coisa foi indo, aos trancos e barrancos, como qualquer fala de Dilma, traduzida para qualquer idioma, mas sobretudo no original, em português.



Ao final da coletiva, Maurísia e Dilma se abraçaram. A tradutora, ainda com o olhar perdido, esgazeado, pediu desculpas e atribuiu o engano ao excesso de trabalho – de fato, cinco minutos traduzindo Dilma equivalem aos seis anos que Champollion gastou decifrando a Pedra da Rosetta.

Você trabalha muito bem”, disse Dilma, comprovando, mais uma vez, que mentir é sua melhor tradução.


Apenas uma dúvida: como verter “minha santa” para o português? My Saint, por acaso?

A arte do chargista ...

... Paixão


imagem tirada do Migalhas

As eleições vêm aí...

Rico / a charge

Ela = Bar Refaeli

Bar Refaeli, Israel

O som de uma corneta de plástico!

01:11 seg


VideoArte de Rua: Tributo a Ayrton Senna. por ...

 XOU !


... Mestre Robson Miguel.

"Tema da Vitória" num violão elétrico!


video

Aumente o som

02:28 seg

Quadrinhos por aí...

http://gilmaronline.zip.net/

As eleições vêm aí...

Charges por aí...

http://xinelao.blogspot.com/

Se vira nos 30!

pegando um sol

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