domingo, 21 de setembro de 2014

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Há quem não veja o que o PT fez com a Petrobrás.

Por Maria Helena RR de Souza
Publicado em 16SET2014

Já passou, Chico
Não vou discutir o Chico Buarque beijando as mãos de Dilma Rousseff. O que é do gosto regala a vida, não é?

Espantoso é o texto assinado por ele e pelo Luis Fernando. Isso me chocou e muito. A Petrobras foi espoliada, vilipendiada, estuprada pelos governos Lula/Dilma e esses dois homens que Deus aquinhoou com talento e inteligência, de glorioso DNA, declaram sua admiração pelo governo PT! É assustador!

Arte de Sponholz


O título do manifesto – pelo estilo, até dá para desconfiar da autoria – é ‘A PRIMAVERA DOS DIREITOS DE TODOS: GANHAR PARA AVANÇAR’, e ali podemos ler: “Abandonar esse caminho para retomar fórmulas econômicas que protegem os privilegiados de sempre seria um enorme retrocesso. O brasileiro já pagou um preço demasiado para beneficiar os especuladores e os gananciosos. Não se pode admitir voltar atrás e eliminar os programas sociais, tirar do Estado sua responsabilidade básica e fundamental."

Lula, em surto preocupante, com os olhos esbugalhados e a expressão de quem não sabe bem onde está, diz que os economistas de Marina deviam ser proibidos de falar!

Dilma, sempre a mocinha que estudou em colégio de freiras, como ela gosta de se apresentar ultimamente, palanqueia em BH: — “Acho que, (para) ser presidente, a gente tem que aguentar a barra — disse Dilma, que completou: — Não sou contra as pessoas chorarem, não. Chorar é intrínseco ao ser humano, é o que nos distingue. Mas eu acho que o mais característico nosso, graças a Deus, é que o homem é um bicho que ri, ri até de si mesmo”.



Pois é, dona Dilma. Sete são as coisas que nos separam dos outros animais: falar; rir; pensar; ter problemas mentais; apaixonar-se; crer em Deus; e chorar.

Essa última característica merece uma explicação: todos os animais choram, mas somente os humanos vertem lágrimas de emoção. Há quem diga que elefantes e chimpanzés choram, mas é complicado afirmar se são lágrimas fruto de emoção ou não. Já com os crocodilos estão todos os cientistas convictos de que eles não choram e que é do tempo dos gregos a lenda segundo a qual os crocodilos fingiam chorar para atrair suas presas.

São muitos os crocodilos em nossa vida política. Há os que apelam até para suas mães terem nascido, coitadas, analfabetas; há os que se gabam de ter resistido à tortura física. Mas esquecem de dizer por que foram presos e maltratados por um Estado abjeto.

Arte de Sponholz

Do riso: há os que só sabem rir da desgraça alheia e aí riem a bandeiras despregadas.

Do falar e do pensar: há os que têm um pensamento tão atabalhoado, que não sabem completar uma frase, nem desenvolver um pensamento.

Da paixão: essa é a mais incrível das características humanas. Não tem explicação, e quando tem, é porque não era paixão.

Crer em Deus: essa é a mais gloriosa de todas as características, a meu ver, pois ela nos consola de uma dor, nos dá esperança de um futuro melhor, nos ajuda a vencer as tentações e maus pensamentos e nos leva a cumprir as Leis de Deus, aquelas que verdadeiramente nos distinguem dos animais.

Isso li em um livro escolar sobre biologia. Mas acrescento outra coisa que é exclusiva do homem: mentir.



Mentir, com que gana e volúpia os políticos mentem. Nisso eles são muito humanos. Reparem: ninguém indicou Paulo Roberto Costa para a fatídica diretoria de Abastecimento da Petrobras. Não foi o Lula, nem a Dilma, nem o Gabrielli, nem a Foster. Vai ver o homem tomou criptonita e baixou naquela cadeira da ex-maior empresa brasileira de todos os tempos, hoje a sombra do que foi.

Mas acho que sei quem o nomeou.

Dona Dilma, num palanque em Belém, disse quatro vezes ‘Viva o Açaí!’. Como já foi a Pernambuco inúmeras vezes e nunca disse ‘Viva a Cana de Açúcar!’ e no Rio Grande do Sul nunca disse ‘Viva o Butiá!’, concluo que essa laudação ao açaí era um código para bendizer a escuridão que nomeou Paulo Roberto Costa, o bom Paulinho, amigo dos petistas, para a generosa diretoria de Abastecimento, a que forrou muitos partidos…

Dilma: "Eu tenho muitos negros no 2º escalão"

Fonte Implicante

Mesmo em se tratando de Dilma, campeã de momentos lamentáveis, certamente o vídeo a seguir bate alguns recordes. Em primeiro lugar, ao desnudar a falácia de Dilma – e do PT – quanto à defesa de cotas e demais políticas inclusivas, já que, no governo, NÃO HÁ UM ÚNICO NEGRO NO PRIMEIRO ESCALÃO.
Agora, a caminho de um segundo turno provavelmente contra uma mulher negra, Dilma tenta novamente tirar a pauta da cartola e… Bom, comete isso:

12 anos de Brasil pelo traço de IQUE





http://www.ique.com.br/portfolio/






quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Entrevista de Marco Antonio Villa a Joice Hasselmann

Lembrem-se:

Caso Dilma seja reeleita terá o direito de nomear mais 4 juízes do STF no próximo quadriênio, aí o PT controlará 10.

video

O risco de Lula se perder a eleição

Por Aloisio de Toledo Cesar
Publicado no ESTADÃO em 16SET2014

Charges de Roque Sponholz

O risco de Lula se perder a eleição
É muito provável que o ex-presidente Lula esteja vivendo o mais tormentoso período de sua vida política, porque pela primeira vez, desde que assumiu a Presidência da República, 12 anos atrás, percebe que o plano de perpetuação no poder existente nas raízes de seu partido ameaça ir por água abaixo.



Realmente, nunca Lula e o seu partido viveram antes incerteza igual à que se instalou no quadro político brasileiro com a morte do candidato Eduardo Campos e o consequente crescimento de Marina Silva. As coisas sempre transcorreram suaves para o Partido dos Trabalhadores desde que ganhou a primeira eleição que o levou ao Palácio do Planalto.

Houve um momento de risco, quando Lula disputava o segundo mandato, e se deu mal, muito mal, num debate pela televisão com outros candidatos. Naquela ocasião, amaldiçoou ele os assessores, em quem pôs a culpa, e permaneceu em estado de insegurança, mas não tão acentuada como a dos dias presentes.



Agora, é curioso perceber que a sua sucessora, a quem ele atribuía enorme competência, vem mostrando um despreparo de assustar, pois desde que assumiu o cargo atua de forma tão desastrosa que coloca o País no plano inclinado, ladeira abaixo. No exterior, principalmente, percebe-se que o Brasil encolhe de tamanho e perde credibilidade, sobretudo em face de dever muito mais do que dispõe nas reservas e de viver inflação alta com baixíssimo crescimento econômico.

É possível admitir que Lula realmente acreditasse na competência de Dilma Rousseff, mas agora, vendo suas atrapalhadas, talvez esteja arrependido da escolha feita quatro anos atrás. O pior é que não pode deixar transparecer isso, sob pena de fortalecer ainda mais os dois candidatos concorrentes.



Vê-se obrigado, enfim, a jogar todas as suas fichas em Dilma, porque essa é a única forma de salvar a própria pele. Ele sabe que eventual derrota dela poderá significar o ocaso da carreira política de ambos, bem como o encolhimento do Partido dos Trabalhadores e do sonho de perpetuação no poder, cujo objetivo final sempre pareceu ser fazer do Brasil uma enorme Cuba.

Não há exagero quando se afirma que o propósito dos petistas sempre foi realmente nos impor uma República popular e sindical governada pelo partido. Na visão petista, quem tem de mandar é o partido, e não "a elite branca e reacionária". Como parte principal do programa está a necessidade de disciplinar a imprensa, ou seja, torná-la dócil e obediente como a imprensa cubana.



Em Cuba há mais de 20 jornais de maior importância, porém em nenhum deles se lê notícia alguma sobre descontentamento dos seus habitantes. Tudo naquela ilha está uma maravilha e o que não está bom é culpa dos Estados Unidos. Lá foi totalmente sufocada a "elite branca e reacionária", aquela que no linguajar petista não aceita a participação do povo na missão de governar. Quem manda é o partido - e por isso mesmo a ilha, tão bonita, ficou pobre e sem nenhuma perspectiva de desenvolvimento.

A elite incômoda, segundo os adeptos de Lula, precisará se submeter a necessárias modificações nas leis que regulamentam o exercício das atividades de comunicações no País. Sim, seria necessário fazer que obedeçam ao poder central e passem a divulgar o que interessa ao partido que está no poder, como ocorre em Cuba.



A pressão por tais mudanças transcorria nessa direção - inclusive com o estímulo de exemplos de sufocação de jornais na Venezuela, na Argentina e no Equador - até que a própria imprensa brasileira, a "elite branca e reacionária", passou a denunciar e a ridicularizar o plano.

Num país onde a imprensa é livre as forças totalitárias não conseguirão jamais manter-se no poder. Isso porque as injustiças e os desmandos, quando perpetrados, são denunciados para o grande público, o que provoca revolta e faz ampliar os ressentimentos contra os governantes.



Exemplo claro disso está na circunstância de o Partido dos Trabalhadores haver transformado a Petrobrás, a maior empresa do Brasil e uma das maiores do mundo, num cabidão de empregos e de negócios sujos. Ali, atividades que deveriam ser exercidas unicamente por pessoas comprovadamente habilitadas acabaram delegadas a apaniguados políticos, com voo livre para atos de corrupção e de enriquecimento pessoal.

Isso teve começo quando Lula era presidente da República, mas Dilma Rousseff estava lá e agora procura figurar como inocente ou desinformada, circunstância que faz lembrar o milenar princípio jurídico, insculpido em nosso Código Penal, de que existe crime tanto por ação como por omissão.



Algumas pessoas conseguem escapar da penalidade por omissão, como o próprio Lula no caso do mensalão, em que autorizou pelo consentimento tácito o avanço no dinheiro público para seduzir os congressistas e fazê-los aprovar as leis de interesse do programa político petista de perpetuação no poder.

Dilma também está escapando, mas tão somente quanto ao aspecto penal. Do ponto de vista político e eleitoral tornou-se evidente que os exemplos de corrupção na Petrobrás a atingem em cheio, sobretudo agora, quando é candidata de si mesmo e tem de contar com as próprias pernas. Na eleição anterior Dilma era tão somente a figura feminina de Lula e ganhou a eleição sem fazer nenhum esforço.



No momento presente o quadro é outro e para sair vitoriosa a candidata à reeleição precisa demonstrar melhor preparo do que seus dois principais concorrentes - e isso não está nada fácil, pois o que a atrapalha é o seu próprio despreparo. Não há como esconder que a sua gestão na Presidência da República está afundando o Brasil. Nós hoje somos muito menores e menos importantes do que dez anos atrás.

O Banco Central e o Bicho-papão

Por Alexandre Schwartsman
Publicado no jornal A  TARDE em 17SET2014

A autonomia do BC e o Homem do saco

É preciso um debate adulto sobre o tema: objetivo do BC é definido pelo Executivo, que é quem escolhe os dirigentes

Mesmo com muita gente boa já escrevendo sobre a autonomia do BC, não posso ficar sem me manifestar. Principalmente porque, mesmo para os padrões nada elevados como os que caracterizam as campanhas eleitorais em geral, a atitude da propaganda situacionista tem sido de uma infantilidade atroz. Só falta afirmar que a autonomia implicará a legalização do "homem do saco": o BC mesmo cuidaria de raptar as crianças para servi-las a banqueiros em banquetes macabros.

Arte de Miguel


A presidente participa ativamente da criancice ao afirmar que "o BC não é o quarto poder", reiterando que tal medida tiraria comida do prato dos brasileiros (e possivelmente traria também o bicho-papão) apenas quatro anos após ter criticado seu então oponente por afirmação semelhante, mas até aí eu jamais a acusei de coerência.

Cabe, em primeiro lugar, eliminar fontes comuns de mal-entendidos, que só servem a quem teme um debate adulto sobre o tema. Autonomia do BC não implica que este se converta num quarto poder, ou mesmo na Santa Sé.




A começar porque todas as propostas colocadas em discussão definem, a zero de jogo, que o objetivo do BC, por exemplo, a meta para a inflação, continuaria a ser prerrogativa do Executivo, como hoje o é, por meio do Conselho Monetário Nacional, cujos membros são todos escolhidos pelo presidente da República, justamente aquele que não se elege sem o apoio da maioria absoluta dos votantes.

Obviamente a presidente pode determinar ao BC que busque uma meta mais elevada de inflação, mas terá também que explicar à população o motivo pelo qual fez esta escolha. Aliás, deveria ter a coragem de explicar hoje sua opção por permitir que o Banco Central persiga --como se depreende de suas próprias afirmações-- uma meta de 6,5%, mas me desvio...

É também bom deixar claro que não seriam os banqueiros, os maçons ou os illuminati os responsáveis pela indicação dos dirigentes do BC, mas sim o presidente, passando, aliás, pelo crivo do Senado Federal, como ocorre hoje em dia.

Arte de Dálcio



Por fim, isto também não significa falta de transparência ou responsabilidade, pois, da mesma forma que acontece atualmente, o BC teria que prestar contas periódicas (por exemplo, duas vezes por ano) ao Congresso Nacional, seja ao Senado, seja à Câmara.

A diferença no caso seria que, ao contrário da situação atual, o indicado ao BC teria um mandato fixo, não coincidente com o do presidente. Ao longo deste mandato o dirigente só poderia ser demitido em situações previstas em lei, e não pela simples vontade do governante de plantão.

Este arranjo básico, com algumas variantes, é o que vigora em países de escassa tradição democrática, como os EUA, o Reino Unido (enquanto ainda é Unido), o Canadá, a Austrália, a Nova Zelândia, o Japão e outros tantos pobres e instáveis. Já bancos centrais subordinados ao Executivo são privilégio de países do naipe da Rússia, da China, da Argentina, da Venezuela, do Zimbábue e de outros titãs da democracia mundial.




Isso não ocorreu por acaso, mas sim porque naqueles países se percebeu que um banco central livre das pressões políticas de curto prazo costuma obter resultados melhores em termos de inflação mais baixa, sem prejudicar em prazo mais longo o ritmo de crescimento ou a taxa de desemprego.

Já bancos centrais subordinados aos objetivos políticos do governo tipicamente geram inflação mais elevada, que, por vezes, pode inclusive reduzir a taxa de crescimento, normalmente devido às distorções geradas por formas desastradas de tentar evitar a manifestação do fenômeno inflacionário, como controles de preços. Há aqui um paralelo evidente ou seria apenas minha paranoia fora de controle?



De qualquer forma, o tema merece um debate informado e adulto, longe de estereótipos e slogans, praticamente o oposto do que se observa na campanha, em particular no que se refere ao campo situacionista. Se não melhorarem seu comportamento, serei obrigado a chamar o homem do saco...

Porta Aberta ao Juízo - XVI



Uns recolhem milhões de dólares,
 cinicamente; 
outros disputam centavos, arduamente.  
É o mundo ao acaso, indiferente. 
Indiferente à saúde, à riqueza, 
à doença, à pobreza,
 eternamente.


[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Aumenta a migração de SP para o Nordeste

Segundo informações do Departamento de Imigração cerca de 200 ônibus já deixaram São Paulo com destino as cidades do Nordeste unindo-se aos milhares paulistanos possuidores de automóveis. 


Os paulistas estão migrando para o Nordeste em busca de água, é o que aponta o estudo levantado pelo departamento.



"Parece piada, mas não é, as coisas se inverteram, tem água no nordeste, mas falta em São Paulo, quem tem parentes ou conhece pessoas no nordeste está migrando", disse o estatístico Aderbal. 



Em nota, o Governo de São Paulo disse ter ciência da migração dos paulistas para o nordeste, mas que não há razões para preocupação, muito pelo contrário, a saída dos paulistas trará benefícios como a redução da superpopulação de São Paulo. 

Com uma bela ajuda do G17

Fica calado Paulo Rouberto!

José Neumanne


XÔ CORRUPÇÃO!

Transcrito do sempre ótimo Besta Fubana

Charges de Roque Sponholz

Ratos têm mesmo de ir para a cadeia

Quem organizou essa merda?

A frase, dita por Lula, muito irritado com o naufrágio do comício na Cinelândia, no Rio, na defesa da exploração da camada do pré-sal e da Petrobras.

E acabou atingindo Rui Falcão, presidente nacional do PT e Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, licenciado do cargo, encarregados de reunir sindicatos, militância do partido, organizações sociais e estudantis e que conseguiram arrebanhar pouco mais de 600 pessoas.No geral, foram levadas em ônibus fretados e com direito a R$ 100 de ajuda de custo.




A fúria nacionalista de Lula foi apenas uma tentativa de fogo de encontro para encobrir os escândalos da Petrobras, que ameaçam crescer mais com a delação premiada de Paulo Roberto Costa.

É por isso que eu fico completamente emputiferado e sempre desconfio de tudo que é publicado na grande mídia reacionária. Esta porra deste tal de PIG – Partido da Imprensa Golpista, num tem vergonha mesmo.



Me dei ao trabalho de examinar várias fotos do evento acontecido na última segunda-feira no Rio de Janeiro, além de consultar uns 13 observadores fubânicos que estiveram presentes ao monumental acontecimento. E gastei um tempo enorme contando a quantidade de pessoas que apareciam em cada foto. Na foto que tinha menos gente, apareceram 37 cabeças. A que tinha mais, eu contei 613 cabeças.

De modo que esta informação de que o grande “ato apartidário” tinha “pouco mais de 600 pessoas” é uma deslavada mentira. 613 é um número bem maior do que 600.

E ainda tem um detalhe que merece ser destacado: funcionários da Petrobras, concursados e sem cargos comissionados, foram impedidos, pelos chefes da empresa, de jogar das janelas do prédio uma chuva de papel. E o que continham estes papéis? Imagens de algemas encimadas pela frase “Pega ladrão“. Esta proibição empanou demais o brilho do impressivo ajuntamento vermêio. Uma tremenda duma sacanagem dos chefes petralheiros. Quer dizer, dos chefes petroleiros.



Durante o histórico comício, Lula fez um vigoroso discurso, um pronunciamento brilhante que, entre outras enérgicas e patrióticas afirmações, continha esta que eu destaco agora pra vocês:

“Se houve erros, tem que investigar. 
Se for culpado, tem que ir para a cadeia”.

Concordem comigo: num tá linda está frase? Precisa um cabra ser muito macho, muito honesto, muito ético, muito honrado e muito peitudo pra dizer isto em público.

Aliás, a propósito de Rui Falcão, maldosamente citado na notícia aí de cima, vejam ele na foto abaixo, atrás de Lula, chegando ao local do comício, estampando um sorriso tão belo quanto sua careca:


Vocês podem olhar e conferir: a multidão é tão grande e compacta que os dois mal conseguem andar no meio do povo, constituído tanto pela militância voluntária quanto pelos cartazistas profissionais – que eram a grande maioria -, que receberam a merecida gratificação de 100 reais por cabeça. Só nesta foto aí em cima eu contei pra mais de 13 militantes ao redor deles.

Francamente, eu fico revoltado com esta injusta e caluniosa campanha midiática contra Lula e contra o partido do qual ele é proprietário.

Fecho a postagem repetindo a frase do maior istadista que eztepaiz já teve, desde o seu descobrimento: 

“Se for culpado, tem que ir para a cadeia”

Estes ratos (todos com cara de tucano) que depenaram a Petrobras e roeram o sagrado pano da nossa bandeira devem mesmo ir pra cadeia.


Campanha XÔ CORRUPÇÃO - 2002
Criação de Duda Mendonça



Bolsonaro em 2012: de ACM a Lulinha...de Haddad a Malafaia


12 anos de brasil pelo traço de DUKE, V