terça-feira, 21 de outubro de 2014

A Herança Maldita do PT

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Indicadores Econômicos - nº 7

VOTE COM CONSCIÊNCIA

O ano de 2014 se sobressai quando se trata de indicadores econômicos ruins. Tudo piorou: dos juros à inflação, da balança comercial ao emprego, das contas públicas à política cambial. São informações que afetam diretamente a vida dos brasileiros e precisam ser levadas em conta na hora do voto.

Por Ricardo Setti


7) Arrumar trabalho não é mais tão fácil. Por quê?
Com a inflação no teto da meta, os juros começaram a subir e o emprego, consequentemente, deu sinais de esgotamento. A criação de vagas com carteira assinada em 2014 (até agosto) é a mais baixa desde 2002, início da série histórica disponibilizada pelo Ministério do Trabalho. Dados do Ministério mostram que, em 2014, alguns segmentos já registram mais demissões do que contratações. É o caso do Comércio, que fechou mais de 6.000 vagas nos oito primeiros meses deste ano.



Não à toa, justamente o setor varejista, que foi o que mais cresceu durante o boom econômico dos últimos anos, é a ponta mais sensível à variação no bolso da população. Com a inflação acima do teto da meta (de 6,5% ao ano) e os juros em seu maior patamar desde 2011 (11% ao ano), a renda e o consumo diminuem. Os brasileiros estão também menos confiantes de que terão emprego no ano que vem, como mostra levantamento recente da CNI.

O mercado de trabalho é o principal termômetro da economia. Se os empresários estão confiantes, investem e criam emprego. Mas, diante dos problemas econômicos que se colocam, a confiança do empresário também está no nível mais baixo da história, segundo a CNI.

Amanhãa esta hora, o nº 8.

Vejam quem vota em Dilma!

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Porta Aberta ao Juízo - XXV



Passar por todos os absurdos
 sempre com a altivez da humildade.


[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Arnaldo Jabor - e tenho dito


12 anos de Brasil pelo traço de PELICANO, VI














Indicadores Econômicos - nº 6

VOTE COM CONSCIÊNCIA

O ano de 2014 se sobressai quando se trata de indicadores econômicos ruins. Tudo piorou: dos juros à inflação, da balança comercial ao emprego, das contas públicas à política cambial. São informações que afetam diretamente a vida dos brasileiros e precisam ser levadas em conta na hora do voto.

Por Ricardo Setti

6) Contas públicas estão um desastre. E daí?
O que o governo faz do dinheiro arrecadado com impostos pagos pela população é de grande importância. Pena que os governantes não se preocupam muito em prestar esclarecimentos sobre esses gastos. Por isso muitos brasileiros nem sabem ao certo o que são as contas públicas, que nada mais é do que o fluxo de caixa do governo — ou seja, o dinheiro que recebe em impostos e como esse valor é aplicado para o bem estar da população.

A forma como o governo gasta o dinheiro público é um indicador importantíssimo da saúde financeira do país, sobretudo no caso do Brasil, que tem de pagar mensalmente os juros sobre sua dívida com outros países, investidores, bancos nacionais e estrangeiros, entre outros credores. Para pagar os juros, é preciso economizar mensalmente. Ou seja, gastar menos do que se arrecada. Assim, consegue-se o superávit primário, que é o jargão econômico usado para descrever essa economia.



Quando o governo não cumpre o superávit, tem de aumentar sua dívida para conseguir pagar os juros. É como se o governo recebesse dos brasileiros o valor suficiente para pagar seus compromissos mas, por má gestão, não conseguisse pagar as contas devidas. Assim, ele toma mais empréstimo em nome dos brasileiros para conseguir pagar os juros.

O governo Dilma tem deixado de lado o superávit. Somente em 2011 conseguiu cumpri-lo. Em 2014, o governo precisa economizar 80,7 bilhões de reais para o pagamento de juros. Até agora, a economia não passa de 4 bilhões de reais. O prejuízo de se ter as contas públicas no vermelho é o mesmo que se tem quando um indivíduo entra no cheque especial.

Ao gastar mais do que ganha, o cliente paga juros mais caros e o banco começa a restringir seu acesso a mais crédito. Se sua renda cai, o cliente pode entrar numa bola de neve que, cedo ou tarde, pode fazer com que ele venda bens para saldar suas dívidas. Ele perde credibilidade na praça e corre o risco de ter que diminuir outros gastos com saúde e educação para pagar dívidas.

Amanhãa esta hora, o nº 7.

domingo, 19 de outubro de 2014

Wagner Moura - e tenho dito


Lucília Diniz - e tenho dito


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O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,fhc-ironiza-dilma-em-fortaleza,1568027
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O Custo do BNDES

Direto do site Spotiniks


20 OBRAS QUE O BNDES FINANCIOU EM OUTROS PAÍSES
Como estes existem mais de 3.000 empréstimos concedidos pelo BNDES no período de 2009 a 2014. A seleção dos recebedores destes investimentos, porém, segue incerta.

Não é novidade para ninguém que o Brasil tem um problema grave de infraestrutura. Diante dessa questão, o que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) faz? Financia portos, estradas e ferrovias – não exatamente no Brasil, mas em diversos países ao redor do mundo.




Desde que Guido Mantega deixou a presidência do BNDES, em 2006, e se tornou Ministro da Fazenda, em 2006, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social tornou-se peça chave no modelo de desenvolvimento proposto pelo governo.

Desde então, o total de empréstimos do Tesouro ao BNDES saltou de R$ 9,9 bilhões — 0,4% do PIB — para R$ 414 bilhões — 8,4% do PIB.

Alguns desses empréstimos, aqueles destinados a financiar atividades de empresas brasileiras no exterior, eram considerados secretos pelo banco. Só foram revelados porque o Ministério Público Federal pediu na justiça a liberação dessas informações.




 Em agosto, o juiz Adverci Mendes de Abreu, da 20.ª Vara Federal de Brasília, considerou que a divulgação dos dados de operações com empresas privadas “não viola os princípios que garantem o sigilo fiscal e bancário” dos envolvidos. A partir dessa decisão, o BNDES é obrigado a fornecer dados sobre que o Tribunal de Contas da União, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) solicitarem.

Descobriu-se assim uma lista com mais de 2.000 empréstimos concedidos pelo banco desde 1998 para construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior.

Quem defende o financiamento de empresas brasileiras no exterior argumenta que a prática não é exclusiva do Brasil. Também ocorre na China, Espanha ou Estados Unidos por exemplo. O BNDES alega também que os valores destinados a essa modalidade de financiamento correspondem a cerca de 2% do total de empréstimos, e que os valores são destinados a empresas brasileiras (empreiteiras em sua maioria), e não aos governos estrangeiros.


A seleção dos recebedores destes investimentos, porém, segue incerta: ninguém sabe quais critérios o BNDES usa para escolher os agraciados pelos empréstimos. Boa parte das obras financiadas ocorre em países pouco expressivos para o Brasil em termos de relações comerciais, o que leva a suspeita de caráter político na escolha.

Outra questão polêmica são os juros abaixo do mercado que o banco concede às empresas. Ao subsidiar os empréstimos, o BNDES funciona como um Bolsa Família ao contrário, um motor de desigualdade: tira dos pobres para dar aos ricos.



Ou melhor, capta dinheiro emitindo títulos públicos, com base na taxa Selic (11% ao ano), e empresta a 6%. Isso significa que ele arca com 5% de todo o dinheiro emprestado. Dos R$ 414 bilhões emprestados este ano, R$ 20,7 bilhões são pagos pelo banco. É um valor similar aos R$ 25 bilhões gastos pelo governo no Bolsa Família, que atinge 36 milhões de brasileiros.



I - Porto de Mariel/CUBA


Valor da obra – US$ 957 milhões 
(US$ 682 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

II - Hidrelétrica de San Francisco (Equador)


Valor da obra – US$ 243 milhões

Empresa responsável – Odebrecht



Após a conclusão da obra, o governo equatoriano questionou a empresa brasileira sobre defeitos apresentados pela planta. A Odebrecht foi expulsa do Equador e o presidente equatoriano ameaçou dar calote no BNDES.


III- Hidrelétrica Manduriacu (Equador)


Valor da obra – US$ 124,8 milhões
 (US$ 90 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

Após 3 anos, os dois países ‘reatam relações’, e apesar da ameaça de calote, o Brasil concede novo empréstimo ao Equador.

IV- Hidrelétrica de Chagila (Peru)


Valor da obra – US$ 1,2 bilhões 
(US$ 320 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

V- Metrô Cidade do Panamá (Panamá)


Valor da obra – US$ 1,0 bilhões 
Empresa responsável – Odebrecht

VI- Autopista Madden-Colón (Panamá)


Valor da obra – US$ 152,8 milhões
Empresa responsável – Odebrecht

VII- Aqueduto de Chaco (Argentina)


Valor da obra – US$ 180 milhões do BNDES
Empresa responsável – OAS

VIII- Soterramento do Ferrocarril Sarmiento(Argentina)


Valor da obra – US$ 1,5 bilhão do BNDES
Empresa responsável – Odebrecht

IX- Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas (Venezuela)


Valor da obra – US$ 732 milhões
Empresa responsável – Odebrecht

X- 2ª ponte sobre o Rio Orinoco (Venezuela)



Valor da obra – US$ 1,2 bilhões
(US$ 300 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

XI- Barragem de Muamba Major (Moçambique)


Valor da obra – US$ 460 milhões
(US$ 350 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Andrade Gutierrez

XII- Aeroporto de Nacala (Moçambique)


Valor da obra – US$ 200 milhões
(US$ 125 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht


XIII- BRT da capital Maputo (Moçambique)


Valor da obra – US$ 220 milhões
(US$ 180 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht


XIV - Hidrelétrica de Tumarin (Nicarágua)


Valor da obra – US$ 1,1 bilhões
(US$ 343 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Queiróz Galvão
*A Eletrobrás participa do consórcio que irá gerir a hidroelétrica

XV - Projeto Bacia El Norte - Rurrenabaque-El Chorro (Bolívia)


Valor da obra – US$ 189 milhóes
Empresa responsável – Queiróz Galvão

XVI - Exportação de 27 ônibus (Colômbia)


Valor da obra – US$ 26,8 milhões
Empresa responsável – San Marino

XVII - Exportação de 20 aviões (Argentina)


Valor da obra – US$ 595 milhões
Empresa responsável – Embraer


XVIII - Abastecimento de água de Lima (Peru)
Projeto Bayovar
Valor da obra – não informado
Empresa responsável – Andrade Gutierres

XIX - Renovação da rede de gasodutos de Montevidèu (Uruguai)


Valor da obra – não informado
Empresa responsável – OAS

XX - Via expressa Luanda/Kifangondo


Valor da obra – não informado
Empresa responsável – Queiróz Galvão


Como estes existem mais de 3000 empréstimos concedidos pelo BNDES no período de 2009-2014. 

Conforme mencionado acima, o banco não fornece os valores… Ainda.

O Pilórdia gostaria de saber:

1.Será que se a Polícia Federal fizesse uma Operação Farra no Exterior encontraríamos um Paulo Roberto Costa no BNDES? 

Afinal as empreiteiras beneficiadas são as mesmas do Petrolão! 

2.E quem indicou os diretores dessa instituição?  Quem sabe não seria descoberto alguns percentuais "distributivos"? 


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