sexta-feira, 31 de outubro de 2014

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Tecnologia a serviço da segurança

Dica de André Carvalho

Bibliotecas pouco usuais


Surfe, areia, biblioteca… Biblioteca?! Sim, você leu direito. Herman Kompernas construiu uma biblioteca na praia búlgara do resort Bulgarian Black Sea, em Albena, e a abasteceu com mais de 2.500 livros em 10 idiomas. Os hóspedes são convidados a pegar os livros (de graça) e deixar outros ali para que demais pessoas possam ler.




O cobrador de ônibus brasileiro Antônio da Conceição Ferreira, 42 anos, é um exemplo de como um pouco de cooperação e generosidade podem fazer uma grande diferença na vida das pessoas. Há 11 anos, inspirado pelo seu gosto por leitura, ele criou sozinho o projeto “Cultura no Ônibus”, transformando o ônibus no qual trabalha em uma pequena biblioteca.

Atual morador de Brasília, Antônio oferece cerca de 15 títulos em uma prateleira dentro do ônibus todos os dias. O cobrador empresta esses livros aos passageiros da linha. Além de ser uma distração para ajudar a passar o tempo no trabalho, a biblioteca móvel é uma forma de oferecer cultura para as pessoas.


Em 2009, nas montanhas do estado de Trujillo, na Venezuela, a Universidade del Valle Momboy começou um serviço incomum – biblio-mulas, bibliotecas móveis nas costas de mulas que entregam livros a crianças camponesas.


O ativista e artista Raul Lemesoff criou o “Arma de Instrucción Masiva”, uma biblioteca móvel pacífica. Lemesoff fornece materiais de leitura gratuitos para qualquer um que queira conforme passeia por centros urbanos e comunidades rurais da Argentina. 

A biblioteca é construída ao longo de um Ford Falcon 1979, um veículo que era popular com as forças armadas da ditadura militar na época. O que já trouxe opressão militar agora traz a literatura de todos os gêneros em uma coleção constantemente reabastecida através de doações privadas.


Antonio La Cava, um professor italiano aposentado, decidiu que depois de 42 anos de ensino ele poderia fazer ainda mais para espalhar o amor pela leitura entre as crianças. Então, em 2003, ele comprou uma moto usada Ape e a modificou para criar uma biblioteca portátil que abriga 700 livros. Ele viaja com seu chamado “Bibliomotocarro” desde então.

Fonte hypescience

Maior avião do mundo, em 1931

Avião DO-X 1929 sobrevoa a Enseada de Botafogo, no Rio de Janeiro, em 1931.

A estátua do Cristo Redentor ainda estava com andaimes, recebendo os retoques finais para sua inauguração em 12 de outubro daquele ano.



Um hidroavião de 30 toneladas e 12 motores, na Enseada de Botafogo.
O flagrante foi obtido durante a escala no Rio de Janeiro do histórico vôo experimental alemão por 45.000 quilômetros da África e Américas do Sul e do Norte, em 1931.



Fabricado pela Dornier alemã, o protótipo DO-X era o maior avião do mundo e jamais entrou em operação comercial, apesar de ter sido testado pela Lufthansa. Tinha três andares com cabine-dormitório, sala de estar, biblioteca, restaurante e bar. Um navio voador de luxo, com tapetes persas, sofás de couro e porcelana fina.


Na foto acima, o avião parece ter 'apenas' seis hélices porque os motores são duplos, isto é, para cada um que você está vendo na frente da asa, tem outro na parte de trás.






A tripulação era de 14 pessoas e a lotação, de 70 passageiros. Sua velocidade de cruzeiro era de 175 km/h , autonomia de 2.300 km e levava 23 mil litros de combustível. Media 40 metros de comprimento e 10 m de largura.

Como o projeto não teve prosseguimento comercial, este famoso DO-X 1929 foi desativado em 1934 e levado para o Museu da Aviação em Berlin, onde terminou destruído num bombardeio durante a 2ª Guerra Mundial, em 1945.

Desembarque do DOX no Caribe (pintura)


Postado originalmente em 04DEZ2007 (472).



Fotopiada

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Porta Aberta ao Juízo - XXVIII



Sou dos que vão mal, 
dos que vão bem; 
dos que rodam de carroça, 
dos que viajam de trem;
 dos que vivem sozinhos 
e não incomodam ninguém;
 dos que comem pouco, 
dos que andam bem; 
dos que olham pra frente 
e não empurram ninguém.

[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

12 anos de Brasil pelo traço de MIGUEL, I











quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Revendo o Efeito Kopp-Etchells

 
 
O Efeito Kopp-Etchells é o resultado da poeira do deserto batendo nas pás dos helicópteros enquanto eles decolam e pousam a noite, causando um halo brilhante em volta do rotor principal.



Este efeito é o resultado da eletricidade estática criada pela fricção de materiais semelhantes  “batendo” uns contra os outros, em alta velocidade. No caso dos helicópteros a noite, são as pás de titânio/níquel movendo-se através do ar e da poeira.


Também ocorre no solo, mas não é possível ver pois o contato do helicóptero com o solo descarrega a eletricidade estática.

As imagens foram feitas pelo repórter fotográfico Michel Yon, no Afganistão.
 
Fontes mundo gump / michael yon

Postado originalmente em 07.02.2010 (10)

Acontece em Recife/PE...

... e acredito que  nas ruas do Brasil inteiro!

O silêncio é sagrado?

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Uma análise sobre a eleição de 26 de outubro

Por Gaudêncio Torquato 

O Brasil dividido ?
O Brasil saiu das urnas rachado ao meio. O racha, ao contrário do que muitos pensam, não mostra um país separado por regiões - Nordeste contra o Sudeste - mas por votos. É só olhar a aritmética eleitoral. Dilma conseguiu uma montanha de votos no Nordeste - mais de 12 milhões de votos de maioria, ou seja, 71% dos votos. Apenas 29% foram para Aécio.

Arte de Lailson


Minas, o ponto nevrálgico
No país, Aécio perdeu por três pontos. O que aponta para seu Estado, MG, onde Dilma venceu por quase cinco pontos (4,82%), cerca de 550 mil votos. Se Aécio tivesse lá metade dos pontos de vantagem que obteve em SP, venceria. No maior colégio eleitoral (SP), Aécio ganhou de 64,31% a 35,62%, uma diferença de 28,62%. Como se recorda, os tucanos prometiam uma vitória em Minas com uma vantagem de mais de três milhões de votos.

Arte de Frank


Divisão mal feita
Se o país fosse dividido em dois, por regiões, como alguns radicais chegaram a propor nas redes sociais, não seria o Nordeste contra o resto. Ao Nordeste, seriam somados os Estados de Minas e RJ, onde a presidente obteve 58% dos votos válidos contra 42% da votação dada a Aécio.

Dilma, pior em 15 Estados
Em comparação com o 2º turno da eleição presidencial de 2010, quando venceu pela primeira vez, a presidente Dilma Rousseff piorou seu desempenho em 15 Estados e no DF. Nos demais 11 Estados, ela teve votação porcentual superior à registrada há quatro anos. Os maiores avanços ocorreram em SE e no AC, onde a votação da presidenta aumentou 25%. Logo a seguir aparecem RR (24%) e RN (18%). Todos nas regiões Norte e Nordeste. No outro extremo, as maiores quedas proporcionais ocorreram em DF (-28%), SP (-22%), AM (-20%) e SC (-18%).

Arte de Erasmo


Melhor desempenho
Na região Nordeste, maior reduto de Dilma, ela conseguiu melhorar seu desempenho em seis dos nove Estados da região. Além de SE e RN, houve aumento expressivo de sua parcela de votação em AL (16%) e no PI (12%). Onde houve piora, a queda foi pequena : 1% ou menos na BA, no CE e no MA, e 7% em PE, onde ganhou a campanha, para surpresa de muita gente que esperava vitória de Aécio, depois de receber o apoio da família de Eduardo Campos.

Voto material x voto valorativo
O que este consultor enxerga é uma grande divisão na tipologia eleitoral. Enxergo duas grandes modalidades de voto : o voto material, que abriga as coisas concretas - as bolsas, as casas, a luz, as escolas, hospitais - e o voto valorativo, que explica a influencia dos valores - ética, moral, honestidade, dignidade, respeito, combate à corrupção em todas as áreas, etc. Pois bem, o voto material é o voto mais identificado com Dilma e o voto valorativo foi dado em maior profusão a Aécio. Não significa dizer que Dilma não recebeu votos valorativos. Ela os recebeu, mas em menor quantidade que Aécio. A recíproca é verdadeira.

Arte de Sponholz


Regiões dependentes do Estado
Daí a explicação que mostra as regiões mais dependentes do Estado votando maciçamente em Dilma. Em MG, por exemplo, a região Norte do Estado se assemelha ao Nordeste. Já o sul desenvolvido encheu mais as urnas de Aécio. Levantei esta hipótese do voto valorativo x voto material no sábado, meia noite, no Painel da Globo News. Instigado por William Waack que tipo de voto seria majoritário, respondi na lata : o voto material. Foi o que deu.

Diálogo, palavra chave
Ainda bem que a presidente Dilma cravou a palavra correta, em seu primeiro discurso depois de eleita, para definir sua missão nos tempos tensos que virão : diálogo. O Brasil que saiu das urnas, após assistir a mais virulenta campanha desde os idos de 1989, está rachado ao meio. A profunda divisão que se formou no seio de grupos, setores e regiões, poderia, até, ser considerada sinal de avanço político, pelo entendimento de que o escopo democrático se inspira na disputa entre contrários, se chegássemos ao final do pleito com o peito estufado de animação cívica e não com arsenais cheios de ódio e desejo de vingança.

Arte de Fausto


Juntar os cacos
À presidente caberá a missão de juntar os pedaços partidos do corpo político nacional. Vai comandar um país conflagrado, fracionado em duas grandes bandas, separado por gigantesco apartheid, que lhe vai exigir extraordinário esforço para recompor a união da comunidade política, destemperada ao correr da campanha eleitoral pelo molho da discórdia. 

Arte de Frank

 
A agressividade da linguagem usada pelos candidatos deixará feridas abertas por um bom tempo, eis que os eixos centrais da política foram entortados : adversários passaram a ser inimigos ; o combate às ideias cedeu lugar ao embate pessoal ; a carga expressiva da competição eleitoral saiu da régua do respeito para descambar no tiroteio chulo. Não será fácil reconstruir a mesa da comunhão nacional, unir os sonhos da coletividade.

Apagar o 'nós e eles'
A cisão social vem sendo, há tempos, alimentada por recorrente discurso com foco na luta de classes, fenômeno que abandonou as ruas e foi apagado do discurso político desde a queda do Muro de Berlim. Por essas bandas, no entanto, a insistência de um partido e suas principais lideranças em manter vivo o alfabeto da separação - "nós e eles", "elite branca contra os miseráveis", "ricos e pobres", "Nordeste contra Sudeste" - contribuiu sobremaneira para expandir os atritos na esfera social, formando bolsões de animosidade entre grupos partidários, exércitos militantes e entidades com feição política, como centrais sindicais.

Arte de Jorge Braga


Forte classe média
O abecedário separatista não vingou por algumas razões, entre as quais pelo fato de estar defasado no tempo e no espaço - principalmente neste nosso espaço habitado por forte classe média - e ainda porque as fontes primárias da pregação foram envolvidas, de forma direta ou indireta, pela intensa fumaça de escândalos, desde os antigos, como o mensalão, e mais recentes, como o affaire da Petrobras. O discurso acabou perdendo credibilidade ao bater em ouvidos descrentes, fazendo eco apenas em grupos limitados.

Arte de Nicolielio


Pontes de equilíbrio
Ante esse quadro, emerge uma tarefa monumental a ser desempenhada pela presidente reeleita : apaziguar a Nação repartida em raiva e mágoa. O caminho a seguir é longo, exigindo complexa engenharia na construção de pontes - perfis respeitados, críveis, sérios, preparados. Sua missão : aplainar o terreno esburacado e abrir canais de acesso nas áreas política, social e institucional. Urge levantar o pressuposto de que os programas de governo em qualquer esfera temática, para serem bem recebidos pela sociedade, hão de exigir uma comunidade pacificada, harmônica, identificada com grandes causas.

Arte de Miguel

Barreiras
Na frente política, a engenharia de pontes, liderada por renomados articuladores, deverá ter uma dificuldade a mais : enfrentar os obstáculos gerados por um arco partidário mais amplo. Na Câmara, tomarão assento 28 partidos, a maior parcela constituída de siglas médias e pequenas, que certamente desejarão participar da administração. Maior fragmentação partidária vai requerer maior atenção na composição de interesses. O dilema se escancara. No momento em que se clama por instrumentos para tirar a política do poço da decadência moral - esforço que exigirá um mutirão pela reforma política - o novo governo terá de compor com mais partidos sedentos de poder. Um desafio e tanto. Junto aos grandes partidos a tarefa de harmonização também não será fácil.

Arte de Aroeira


Sociedade organizada
Papel importante terão também as entidades de intermediação social, pois o poder político encontrará nelas o contraponto para exigir mudanças. Em suma, aos vitoriosos caberá o exercício de tomar o pulso da comunidade política e evitar verbos palanqueiros que instiguem a animosidade e a formação de ilhas de discriminação no arquipélago social. Aos derrotados, impõe-se o dever democrático de aceitar os resultados e, da mesma forma que os vitoriosos, fechar o dicionário separatista.

Arte de Thiago Lucas


Pátria amada
Nunca foi tão necessário um pacto pela harmonia social, conduzido com bom senso e emoldurado pelo ideário que ampara o conceito de Pátria, assim expresso pelo magistral escritor argentino, José Ingenieros : "os países são expressões geográficas e os Estados são formas de equilíbrio político. Uma Pátria é muito mais que isso : é o sincronismo de espíritos e corações, comunhão de esperanças, homogênea disposição para o sacrifício, aspiração à grandeza". Se o próximo governante estiver imbuído desse sentimento, veremos cenários menos turbulentos. Desse modo, o Brasil poderá virar uma página muito dolorida e substituir o espelho retrovisor pelas luzes do amanhã.

Arte de Zop


Temer, o articulador
O vice-presidente Michel Temer terá papel preponderante na engenharia da articulação política. Presidiu a Câmara Federal por três vezes, líder do PMDB por duas vezes, conhece bem as casas congressuais. Já teve uma primeira conversa com a presidente sobre a articulação política. Será um dos vértices dessa engenharia de pontes com o Congresso e a sociedade. Ademais, o PMDB se fortalece por ter feito o maior número de governadores, sete

O despertador humano



No início do século passado, na Inglaterra, antes de que se popularizarem os despertadores, Mary Smith ganhava a vida despertando os trabalhadores disparando ervilhas secas contra suas janelas.

Estás louca?

De Xico Sá
Transcrito do Solda


A covardia de chamar mulher de louca
Quando acaba a decência e a razão machista encurta, só nos resta, acuados, chamar a mulher de louca. Quantas vez não me peguei nesse jogo sujo, assumo. Quando o menino desatina, a louca é sempre a menina.




Quando estamos à beira do hospício, amarrados com as cordas do agave do velho Erasmo de Roterdam, rumo ao Santa Tereza do Crato, rumo a Itapira ou Barbacena, só nos resta berrar: só pode estar louca essa peste!

Quando somos pegos com a boca na botija e nada justifica o vacilo, só nos resta um indignado, indignadíssimo, você tá louca?

Quando ela realmente está louca de amor e não correspondemos, só nos resta dizer “você confundiu as coisas”, você tá louca.

Quando ela dança com outro e diz que é sem compromisso, até o Chico alerta, no seu belo lirismo: não faça papel de louca, para não haver bate-boca dentro do salão…

Quando ela realmente fica pirada, de tanto ser chamada de maluca, só nos resta, porcos chauvinistas, nos dizermos donos da razão histórica: “Bem que eu falei que você é louca de pedra, bem que eu falei…

Quando ela enche o saco e vai embora, só nos resta chorar as pitangas, ouvindo um Waldick Soriano ou um Leonard Cohen na radiola. No que o garçom tenta nos confortar, com drinque caubói e a conclusão de sempre: “Mulher é tudo louca, amigo, não tem explicação, relaxa”.

Quando…

Quando ela enche, vai com outro e nos enfeita a fronte do artista, quem dera tivéssemos feito ela cantar mais vezes “me deixas louca” -em vez de reclamar da sua bela falta de juízo.

A crise na relação...infantil

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Carta aberta a Aécio Neves



Por Rodrigo Constantino

Caro senador,

Antes de mais nada, gostaria de parabenizá-lo pelos mais de 51 milhões de votos, uma marca expressiva que automaticamente lhe confere o status inegável de líder da oposição. Foram milhões de pessoas que votaram por mudança, e sem golpe baixo, sem interesses mesquinhos ou de curto prazo, sem terrorismo eleitoral, sem chantagem. Somados aos outros tantos milhões de indiferentes (abstenções, brancos e nulos), temos uma quantidade bem maior do que os menos de 40% que efetivamente votaram em Dilma, satisfeitos com a situação medíocre de nosso país.


Você lutou a boa luta, como disse. Soube agir com dignidade mesmo debaixo da mais sórdida chuva de ataques pessoais já vistos na história de nossa democracia. Manteve a calma, o otimismo e o foco nas propostas, apostando sempre na onda da razão. Infelizmente, as forças obscuras do atraso se mostraram mais fortes. As táticas pérfidas do outro lado surtiram efeito. O medo venceu a esperança.

Agora é hora de organizar a oposição e manter a chama da esperança acesa, em todos aqueles que ainda sonham com mudança. Eis o papel que milhões de brasileiros esperam de você: assumir essa liderança efetiva, firme, em defesa de nossas instituições, de nossa própria democracia, de nosso futuro.

Não será nada fácil, pois sabemos como o outro lado joga sujo. Mas o PSDB sai fortalecido no Senado, com um time de peso, que conta com Tasso Jereissati, Alvaro Dias, Antonio Anastasia, Jose Serra, além de Ronaldo Caiado, do DEM. O que esperamos de vocês é vigilância constante, dia e noite, pela preservação de nossos pilares republicanos. Não é hora de falar em união com o PT no governo, e sim em oposição. Ela acordou. Ela vive. Ela está mais organizada. E ela tem um líder.

Espero que saiba manter essa gente toda motivada, pois não podemos achar que essa mobilização deva ocorrer somente de quatro em quatro anos. Não! O PT, no passado, conseguia mobilizar uma massa de simpatizantes, e isso foi crucial para sua atuação na oposição ao governo FHC. Infelizmente, era uma oposição destrutiva, com uma ideologia completamente equivocada.

Hoje, eles estão no poder, já há 12 anos, e agora ganharam mais quatro, se o lamaçal da Petrobras não chegar com provas até o Planalto e levar a um impeachment. E continuam com o pano de fundo totalmente equivocado, mais autoritários do que nunca, dispostos a “fazer o diabo” para se perpetuar no poder. A atuação resoluta da oposição é o obstáculo principal que pode impedir de virarmos uma Argentina ou Venezuela.

Contamos com vocês, especialmente com você, caro Aécio, que pagou um elevado preço pessoal ao combater com coragem figuras que não encontram limite na ética para sua ambição desmedida. Estamos juntos. E estamos todos vigilantes, de olho nos próximos passos do PT no governo.

Cordialmente,

Rodrigo.


12 anos de Brasil pelo traço de CLAYTON