quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Um motorhome de R$ 6,8 milhões





Se tem algo que Dubai parece de fato se orgulhar é de sua “ostentação automotiva”. Como se não bastasse ter uma frota policial reforçada por máquinas da Ferrari, Lamborghini e Bugatti, o país dos Emirados Árabes agora tem também o motorhome mais caro do mundo. De acordo com a imprensa estrangeira, o EleMMente Palazzo  foi vendido por cerca de US$ 3 milhões, o equivalente a pouco mais de R$ 6,8 milhões, sem impostos.


vídeo sobre frota policial
Mas claro que não se trata de um simples trailer. 



O modelo é praticamente uma mansão sobre rodas. Fabricado por uma empresa austríaca, o motorhome esbanja 14 metros de comprimento. O espaço, dividido em dois andares, abriga uma luxuosa sala de estar, cozinha e até uma de suíte presidencial com banheiro próprio e direito a até chão aquecido.



Achou pouco? Pois o veículo ainda conta com um terraço no teto e até uma espécie de bar lounge. Para o motorista, há um cockpit não menos requintado, com uma cama para descanso. Na estrada, o motorhome é capaz de alcançar velocidade máxima de 150 km/h, segundo a marca.:



Fonte: Bufalos

Uso e abuso da máquina pública

Por Ronaldo Caiado.
Publicado na Folha em 04AGO2014

Uso e abuso da máquina pública
O instituto da reeleição no Brasil ainda é recente na vida política do nosso país, mas já nos leva a refletir sobre sua conveniência ou não para a nossa recém-consolidada democracia.

Neste ano, depois de quatro eleições presidenciais e aos governos estaduais sob a égide da reeleição, ainda vemos um rol de abusos de alguns governadores e da presidente da República ao atropelarem a frágil legislação eleitoral e administrativa para combatê-los.

Gilson


Nesta semana, sete ministros de Estado, usando carros oficiais e no horário de expediente, acompanharam a candidata-presidente na sabatina da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Constrangimento? Nenhum.

Usaram e abusaram sem vergonha da máquina pública, na função de ministros, para dar o seu apoio à petista que tenta se reeleger para continuar ocupando o mais graduado cargo da República. Péssimo exemplo!

Nani


Infelizmente, não é o primeiro caso nem será o último.

O uso de carros oficiais é rotineiro e não tem a relevância econômica de alguns outros episódios que assistimos, como por exemplo o caso da federalização da companhia de energia de Goiás, a Celg, que poderá ser efetivada no final do mandato presidencial e estadual de duas autoridades públicas que buscam a reeleição.

No apagar dos seus mandatos, a presidente Dilma Rousseff e o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), tentam acertar a compra e a venda da Celg por R$ 400 milhões, apesar de um estudo da Universidade Federal de Goiás, de 2011, que estimava o valor da empresa na ordem de R$ 6,5 bilhões.

Claudio


Além do disparate de preços e avaliações, o abuso se caracteriza aqui pela audácia em se alienar um patrimônio do povo goiano faltando cinco meses para terminar o mandato do governante. Em 2010, ano eleitoral, Marconi Perillo divulgou uma carta como vice-presidente do Senado criticando exatamente o governo anterior por negociar a Celg.

Por que os dois representantes da União e do Estado não se entenderam ao longo de três anos e meio? Por que realizar esse negócio às vésperas das eleições? Para reforçar o caixa de um governo estadual que, por ineficiência administrativa, vem pedindo empréstimos a outros poderes locais, aliás negados?

Bruno


É um completo uso e abuso da máquina pública, como se a Celg fosse um bem patrimonial deles e não do povo goiano. Pedirei explicações ao Ministério de Minas e Energia sobre a condução dos entendimentos, o seu desfecho neste momento eleitoral e vou recorrer à Justiça se essa federalização realmente ocorrer, sempre em defesa do Estado de Goiás.

Esses casos exemplificam o motivo de eu defender o fim da reeleição no Executivo, que evitaria o uso da máquina pública e o governante teria como única opção manter o foco em seu mandato.

Desenhos hiperrealistas - Pedro Campos

 XXXIV - Pedro Campos
óleo sobre tela





Parecem, à primeira vista, fotografias, mas não são: são pinturas de óleo sobre tela. O seu enorme talento permitiu-lhe trabalhar no restauro de pintura e outras formas de arte por toda a Espanha, e valeu-lhe também um lugar como ilustrador em diversas agências de publicidade de renome internacional.




Para mais, veja o que o OBVIOUS mostra sobre ele

Porta aberta ao juízo - X



No jazigo das minhas esperanças, vou colher um mal-me-quer. Vou dizer aos curiosos, vou falar aos bonançosos, vou mostrar aos mentirosos, fazer ver aos temerosos, esse mundo o que ele é.  Em cada pétala que eu puxar, vou falar da sorte, vou dizer da morte,  apontar o rumo norte e a tudo escancarar.

[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Uma análise psiquiátrica de Lulla

O médico psiquiatra, Dr Marcelo Caixeta nos traz

Uma análise psiquiátrica da atual condição mental de Lula
Com mais de 50% de intenções de voto, muitos se perguntam por que Lula não concorre à Presidência? Do ponto de vista médico, há possíveis sinais de alguma encefalopatia hipertensiva - o paciente teve “desmaios” hipertensivos há alguns meses, sobrepeso, descontrole dietético ( hiper-dis-lipidemia ), mostra crescente irritabilidade, episódios de boca-rota e boca-suja, instabilidade e inquietação, tem inequívoca aterosclerose pós-tabágica, indícios de aumento da ansiedade. Além disto, depressão e apatia são comuns sinais de comprometimento cerebrovascular subcortical, por acometimento leucoencefalopático do centro oval. Etilismo sub-clínico pode vir a piorar isto tudo aí acima. 



A mente de Lula vive também grandes conflitos psicológico-familiares. Vejamos: Lula valoriza o caráter de sua mãe, que nordestina retirante, cuidou sozinha de muitos filhos; enquanto o pai de Lula, “homem sem escrúpulos afetivos”, mulherengo, abandonou a família e foi correr atrás de outros rabos-de-saia). A mãe, segundo Lula, era um exemplo e uma influência virtuosa, pregando sempre a honestidade, justiça, retidão de caráter. A mãe de Lula, mulher, pobre, sozinha, trabalhadora, nordestina, analfabeta, representa o nicho de “marginalidade”, “minorias oprimidas”, que ele optou por “defender”. O “esquerdismo” é, além de coitadista, feminino - não é difícil entender. E esta política, hoje em dia, nestes tempos de anti-autoridade, é a política vencedora, não só no Brasil, mas no mundo todo. O pai de Lula já representa toda a “maldade” do “homem capitalista”, opressivo, “patrão”, frio, distante, egoísta, auto-provedor (“nunca se preocupou em colocar uma rapadura dentro de casa”), materialista, “violento”, antiassistencialista (“nos deixou passando fome”). A “luta de Lula” é uma analogia da "vingança de sua mãe contra seu pai". Quando entrou na “selva” da luta política, é claro, Lula foi-se transformando cada vez mais no que era o pai dele, inclusive com amantes. No entanto, ele sempre tinha uma “justificativa materna” na cabeça que aplacava sua consciência: “não é que estou virando um “tubarão capitalista frio” (como meu pai), é que tenho de lutar com tubarões, como um tubarão, tudo para melhorar a vida deste povo sofrido (a “vida desta minha mãe sofrida”)”. Com o tempo, no entanto, a consciência foi pesando e ele foi vendo, com certo horror, que, de fato, sem subterfúgios, estava mesmo é se afastando da mãe e se aproximando cada vez mais do que o pai fora. 



Não bastassem esses motivos médicos, psicológicos, para sua desistência, há também motivos psicossociais: há o medo de perder as eleições, e com isto o enorme capital narcísico que amealhou como um “grande presidente do Brasil”. A mãe, como toda boa mãe, aliás, insuflou-lhe um molde de moralidade (que ele conspurcou, como vimos), mas também uma dose de narcisismo: “você não deve ser como os demais”, “você é queridinho da mamãe”. Este narcisismo faz com que Lula tenha medo de entrar na “canoa furada” em que ele e o PT colocaram o Brasil. 



O modelo petista esgotou-se: 

a) falta de composição com a Sociedade Civil. A sociedade civil, hoje, quer, mais que nunca, participar dos processos decisórios-governamentais, e o PT totalitarista-estatizante vai no sentido contrário a isto. O PT não só não acredita na Sociedade Civil , ele é contra ela, nomeia-a de “elite”.

b) O modelo estatizante, que paralisa o país, enferruja a máquina administrativa. Os 12 anos do poder encastelaram o comunismo estatizante no poder, paralisando a máquina. 

c) o modelo assistencialista esgotou-se por vários motivos:
c.1 - a sociedade já vislumbrou que o PT suga seu trabalho para angariar votos (bolsas, cotas, benesses, casas, tablets, móveis, etc)

c.2. a sociedade já não suporta mais aumentos de impostos. 

c.3. altos índices de inadimplência. 



d) o que é pior para o PT e Lula: os assistidos agora , ingratos, se insuflam contra eles: querem mais. 

e) Querem mais e o governo não tem como lhes dar, pois não criou empregos, não ensinou-lhes que é o trabalho que gera riqueza, desacostumou-os a trabalhar, açulou-os para só pedir e reivindicar, não melhorou o nível educacional, não melhorou a produtividade, vem acabando com a indústria, vem acabando pouco-a-pouca com o espírito da Iniciativa Privada.

f) então, o PT/Lula estão com insatisfeitos dos dois lados : dos assistidos (os coitadinhos) e dos assistentes (os tubarões). 

g) por conta de sua política comunista, ou seja, anti-iniciativa-privada, a economia vem estagnando-se, ninguém quer investir, ninguém quer empreender. 

O único ambiente de segurança é para o funcionário publico. A massa crítica que poderia mudar o país só pensa em fazer concurso e virar funcionário público, o país perde a juventude empreendedora. Neste ambiente inseguro, os mais equilibrados querem virar funcionário público e só vão se lançar no empreendimento os picaretas e os aventureiros e isto não constrói um país. Lula, como gênio político que é, já vislumbrou este beco sem saída em que se meteu e, nestas circunstâncias, que perca a Dilma mesmo.

Imagens da 1ª Guerra, em cores.

Especial Magos da Fotografia

XXXIX - Jules Gervais-Courtellemont
Hans Hildenbrand

Embora a fotografia colorida exista desde  1879, ele não se tornou popular até muitas décadas depois. A esmagadora maioria das fotos tiradas durante a Primeira Guerra Mundial eram preto e branco, dando ao conflito uma estética crua que domina a nossa memória visual da guerra.





Enquanto os europeus massacraram uns aos outros com eficiência sem precedentes nos campos de Flandres, eles foram recebidos com sol e paisagens exuberantes e deixavam para trás crateras provocadas por granadas explosivas.


As fotos francesas





Essas fotos foram tiradas pelo fotógrafo Jules Gervais-Courtellemont, que acompanhou as tropas francesas e os civis franceses na região de Rheims e Soissons, em 1917.


Crianças francesas brincando em meio aos escombros da cidade Rheims, 1917

Membros da Cruz Vermelha francesa, Cidade de Rheims, 1917


Soldados franceses observam a "Terra de Ninguém", 
vigiando para que nenhum movimento inimigo passe despercebido. 
Floresta de Hirtzbach, 1917 

As fotos alemãs


Todas as fotos aqui foram tiradas pelo fotógrafo Hans Hildenbrand. Ele acompanhou as tropas alemãs na Região de Champagnede Junho de 1915 até Janeiro de 1916.


Oficiais alemãs discutindo próximas ações de combate.

 Região de Champagne,1915-1916.

O Inverno de 1916-1917 na região da Alsácia


Equipe de metralhadora pesada alemã. Região de Champagne, 1916.

Uma das coisas mais impressionantes sobre a obra de Hildenbrand é como livremente grava cenas de destruição. Durante a Segunda Guerra Mundial, ambos os lados se tornou muito mais exigente sobre que tipos de cenas que deixaria que os fotógrafos documentassem. Durante a Primeira Guerra Mundial, imagens de igrejas destruídas foram temas persistentes.


Verão 1916. 
Cerca de 350 mil soldados de ambos os lados morreram em Verdun, 
ao longo desse ano.


Embora Gervais-Courtellemont e Hildenbrand tenham capturado imagens para lados opostos da guerra, ambos acabaram trabalhando para uma publicação norte-americana depois. Tornaram-se importantes fotógrafos da National Geographic.

Para mais fotos clique aqui

Dilma entrevistada pela UOL

O difícil é entender!

video

O coisa ruim existe?

Por Antonio de Oliveira

O demônio existe? Pelo sim pelo não, apelativos não lhe faltam: anhangá, anhanguera, anjo mal, anticristo, arrenegado, azucrim, beiçudo, bicho preto, bode preto, bruto, bruxo do inferno, bute, cafuçu, cafute, caneco, canheta, canhim, canhoto, cão miúdo, capa verde, capeta, capete, capirocho, capiroto, careca, carocho, cifé, coisa, coisa à toa, coisa má, coisa ruim, coxo, cramulhão, cujo, debo, decho, demo, diá, diabo, diabro, diacho, diale, dialho, diangas, dianho, 


dragão, dubá, espírito imundo, espírito maligno, excomungado, exu, feio, fute, futrico, gato preto, gênio da mentira, gênio das trevas, gênio do mal, grão-tinhoso, manfarrico, maldito, mal-encarado, malvado, mofento, mofino, moleque, moleque do surrão, morcegão, nem-sei-que-diga, pé cascudo, pé de cabra, pé de gancho, pé de pato, pé de peia, pemba, pé preto, pero botelho, príncipe das trevas, príncipe deste mundo, príncipe dos demônios, que-diga, rabão, rabudo, rapaz, romãozinho, sapucaio, sarnento, satã, satanás, serpente maligna, sujo, temba, tendeiro, tentação, tentador, tição, tinhoso, tisnado, tristonho, tunes. 

Sim, mas para o jagunço Riobaldo: “O diabo não há! É o que eu digo, se for… Existe é homem humano – travessia”.

Rei do QE, Quociente de Esperteza, sim, e patrono de tantos políticos. Para os antigos hebreus: Asmodeu, Azazel, Belial, Mastema, Semihazad. Diabo, aquele que separa. Que introduz a discórdia entre o homem e Deus. Em grego: dia-ballein; ao invés de syn-ballein, que une. Para os muçulmanos, Elbis. Na Escócia, “Old Man”. David Jones, para os antigos caçadores de baleia de língua inglesa. Macaco de Deus, na Idade Média, por imitar Deus que nem um macaco e enganar os incautos.



Baal Zebub, um deus filisteu de Acaron, virou Belzebu, senhor das esterqueiras, senhor das moscas. Mefistófeles, personagem do Fausto, de Goethe. Mefisto, Lúcifer. Credo, credo em cruz, cruz-credo, cruzes! Sai pra lá, pé de pato, mangalô três veis.

Fonte: duniverso



O professor Antônio de Oliveira, é Mestre em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália. Licenciado em Letras e em Estudos Sociais pela Universidade de Itaúna; em Pedagogia e em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras de São João del Rei. Estágio Pedagógico na França. Contato: antonioliveira2011@live.com


12 anos de Brasil pelo traço de SINOVALDO





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