domingo, 26 de abril de 2015

O cigarro que simbolizou a derrota na Segunda Guerra

Curiosidades em Guerra


XV - Cigarros STAMBUL

Nos últimos dias da guerra, em abril de 1945, com a cidade de Berlim em vias de ser cercada pelos exércitos soviéticos, todos os berlinenses que fumavam viram-se obrigados a consumir os cigarros da última remessa que chegara à cidade, de uma única marca pouco conhecida e de ressonância exótica e balcânica, STAMBUL, produzidos em caixas com 24 maços por uma tabaqueira de Dresden. 



Os cigarros deixavam no ar um cheiro semelhante à madeira carbonizada que não se distinguia particularmente do cheiro do resto da cidade, devidos os incêndios provocados pelos consecutivos bombardeios aéreos das forças aéreas inglesas e americanas.

O tradicional espírito dos berlinenses não tardou a dar mostras de si, com uma criativa explicação do significado da marca STAMBUL: STalin Armee Marschiert Berlin Unter denLinden – que numa tradução livre seria algo como os exércitos de Stalin marcharam sobre Berlim até Unter den Linden (sendo esta última, que literalmente significa sob as Tílias, a designação da avenida central de Berlim (wiki), que tem num dos seus extremos o conhecido Portão de Brandeburgo).

O maço, contém um selo da 
receita federal da era nazista.


Proféticas e fatais palavras: dentro de dias os soviéticos chegaram mesmo. Tres meses após, em julho, e já depois da rendição alemã, a Unter den Linden e os arredores tinham o aspecto que a fotografia abaixo mostra.


Aqui no Brasil foram vendidos sob o nome ISTAMBUL na década de 1950.


Fontes

A Semana


SID



AMARILDO



BRUM


HEITOR

 
LUTE

NEWTON SILVA




PATER

 



SID


SID


SINOVALDO



SPONHOLZ


SPONHOLZ



CLAYTON


DALCIO


DUKE


DUKE


DUKE


MIGUEL



NANI




Fontes

sábado, 25 de abril de 2015

Empreiteiro preso envolve o presiMente Lulla


Por  Augusto Nunes, em sua página

Garimpagem de Urbano Vinhas

Empreiteiro preso envolve o presiMente Lulla
Neste sábado, os leitores de VEJA saberão que o empreiteiro Leo Pinheiro, transferido da presidência da OAS para uma cadeia em Curitiba, fez revelações suficientes para tirar de vez o sono de Lula e estender por prazo indeterminado o sumiço do palanque ambulante. Como ainda não assinou um acordo de delação premiada, o empresário encarcerado talvez até se desminta em outro depoimento, para socorrer o chefe e amigo. É uma opção de alto risco: essa demonstração de fidelidade lhe custará alguns anos de prisão em regime fechado.



Seja qual for o caminho escolhido, o que Pinheiro já disse (e detalhou em copiosas anotações manuscritas) basta para incorporar ao elenco do Petrolão o protagonista que faltava. No mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório, as relações promíscuas entre o manda-chuva da OAS e o reizinho do Brasil serão escancaradas nas oito páginas da reportagem de capa. Entre tantas histórias muito mal contadas, a dupla esbanja afinação especialmente em três, valorizadas pela participação de coadjuvantes que valorizam qualquer peça político-policial.



Num episódio, o ex-presidente induz Pinheiro a presenteá-lo com a reforma do sítio que, embora Lula o chame de seu, pertence oficialmente a um sócio do filho Lulinha. Noutro, um emissário do pedinte vocacional incumbe o empreiteiro de arranjar serviço e dinheiro para o marido de Rosemary Noronha, a ex-segunda-dama que ameaçava vingar-se do abandono com a abertura de uma assustadora caixa-preta. Mais além, o comandante da OAS cuida de desmatar o atalho que levou Lula a virar dono de um triplex no Guarujá.



A participação do ex-presidente no naufrágio da Petrobras ainda não entrou na mira da Polícia Federal. O inventor do Brasil Maravilha está a um passo do pântano sem que tenha começado a devassa das catacumbas malcheirosas que ocultam a farra das refinarias inúteis e a montagem da diretoria infestada de ineptos e corruptos, fora o resto. Pode estar aí a explicação para o estranho vídeo em que celebra as vantagens de um bom preparo físico. Vai precisar disso quando tiver de sair em desabalada carreira.

video



Casa do Caminho - Seminário em Salvador, 26 de abril.

Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, 
porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. 
Basta a cada dia o seu mal."

(Mateus, 6:34)

Esse é o tema do Seminário musicado de Nahon Castro que acontecerá no próximo dia 26/04, na Casa do Caminho/ Pronto-atendimento Espírita. 




Não perca a oportunidade de compartilhar, aprender, refletir com a alegria de Nahon e a banda Porto da Alegria, AO VIVO, sobre as preocupações com o futuro e muito mais... 

Como será o amanhã?
 Responda quem puder... 

Venha ouvir algumas respostas!!
 Venha passar um domingo diferente!!


Horário: das 9 às 12 horas
Data: domingo, 26/04/2015

Quem está convidado:
 todos os seus amigos, família, vizinhos e quem mais quiser...
 Temos certeza que será um dia muito especial!

Após o seminário, será servido um almoço para lá de gostoso, feito com carinho, no valor de 12,00 por pessoa.

Lembre-se: 
A Casa do Caminho é um esforço de muitos! 
Compareça! Participe!

Ronaldo Caiado comenta o Programa Mais Médicos

video

quinta-feira, 23 de abril de 2015

D bar em bar

Por Aldir Blanc.
Copiado do Bar do Tulípio


Crônica


Ajuste fiscal
Baiano, nosso ministro sem pasta pra sacanagem, deu o alerta:
- Frozô vai aparecer com material novo no pedaço.

Frozô, grande vascaíno e boêmio, cultivava o curioso hábito de exibir mulheres monumentais no buteco onde biritávamos, talvez pelo prazer sádico de nos deixar com água na boca. 



No mesmo buteco, fazia ponto um inimigo mortal do Frozô, o CQ (Come Quieto). Jamais entenderemos porque as mulheres dão pra certos caras! 

CQ, tocava violão e cantava sambas com bastante sutileza, mas era baixinho, feio e sonso. Quando uma das mulheres do Frozô pedia "Toca alguma coisa pra gente", CQ era todo modéstia:
- Mais tarde... mais tarde... aqui só tem cobra criada...

Frozô também odiava o fato de CQ ter vários Palitos de Ouro, não se sabe se ganhos honestamente em campeonatos de purrinha (palitinho) ou mandados fazer de vigarice.



E um dia, Frozô apareceu com uma criatura da gente se atirar aos pés dela pra beijar as sandálias douradas. O inusitado é que CQ, escroto como já dissemos, não a olhou uma única vez. Na hora de ir pra outro programa, Frozô contornou a mesa e tacou a mão no focinho do CQ com tanta força que o cara ficou desacordado. 

Diante da revolta geral, Frozô, com a tetéia recostada em seu amplo colo, justificou o corretivo:
- Pato muito quieto em lagoa tá a fim do c** da gansa.

Pintor cego cria explosões de cores

Especial PinturArte



XL - A Arte de John Bramblitt


John Bramblitt é um pintor americano que perdeu completamente a visão aos 30 anos, em 2001, motivado por anos de seguidas crises epilépticas.


Sua carreira de pintor teve início apenas após este fato. 

"Todas as esperanças e os sonhos que eu tinha para a minha vida. Todos os planos que eu fazia depois que me formei na escola foram embora. Eu não fiquei apenas deprimido, mas de luto. A vida que eu tinha, juntamente com o futuro que eu estava planejando, foram mortos e enterrados", disse ele. "Eu me senti como se não tivesse potencial. Que, basicamente, eu era um zero à esquerda!"



Foi então que, no ponto mais baixo de sua existência, John resolveu trazer as cores de volta em sua vida. Um ano depois que ficou totalmente cego, ele tentou aprender a desenhar usando uma espécie de tinta de tecido que forma bordas elevadas. E, embora ele diga que seu primeiro desenho de sucesso ficou deformado e desajeitado, o fato de que pudesse conectar linhas e curvas para formar uma imagem deixou-o com uma esperança tão brilhante quanto um raio de sol que brilha em um mundo escuro.





Desde então, o artista criou uma série de dinâmicas pinturas vivas deslumbrantes que explodem em cores e texturas. Depois que ele forma uma imagem em sua mente, ele usa a tinta para produzir contornos que podem ser sentidos com os dedos. Ele também descobriu que os diversos tons de tintas a óleo proporcionam diferentes sensações em suas mãos. O branco, por exemplo, é espesso como pasta de dente, enquanto o preto é corredio. Sabendo disso, ele faz a mistura necessária para os sombreamentos de seu trabalho artístico. Os tubos de tinta com descrição em braile também ajudam John a identificar as cores individuais.

 



Por mais de uma década, o inspirado artista recebeu várias homenagens e foi objeto de muita atenção na mídia por suas belíssimas pinturas.

- "De certa forma, eu estou feliz por ter ficado cego", disse John. - "Isto faz mais sentido quando você para de pensar sobre a adversidade como um obstáculo, e começa a vê-la como uma experiência, como algo que você pode aprender e crescer."



Fontes Mdig / bramblitt

CHE revisitado

Um cão de guarda baiano

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O morto falando do vivo

Por Luiz Berto, no JBF

O morto falando do vivo
Hoje eu li duas notícias sobre dois sujeitos. Embora diferentes um do outro, são ambos frutos do mesmo pinico pulitical banânico. Nos dias de hoje, um deles já não é mais vivo. E o outro, é vivo demais. Vivíssimo.

A primeira notícia, que fala sobre um deles, é esta:

1) Não são poucos os que alegam que Marice Correa de Lima, cunhada (presa) de João Vaccari Neto não é exatamente parente do ex-tesoureiro do PT. Apoiam-se num antigo slogan usado na política brasileira: Cunhado não é parente. A autoria é de Leonel Brizola que não pode se candidatar a presidente porque era cunhado de João Goulart. Aí, os correligionários de Brizola batiam na mesma tecla: Cunhado não é parente, Brizola para presidente.
Arte de SANTO

A segunda notícia, que fala sobre o outro, é esta:

2) O ex-presidente Lula tem confessado aos mais chegados, nas conversas do instituto em São Paulo, que nunca imaginara que pudesse ser alvo de redes sociais e de partidos, em tão pouco tempo. Seus assessores também admitem que aquela história de que “nada pega nele” e que “ele possui uma blindagem de teflon”, já dá efetivos sinais de que vem enfraquecendo – e até medidos por pesquisas internas do partido.

Arte de CÍCERO


Brizola e Lula. Um já morto e outro cheio de vivacidade e de sabedoria. Aquele tipo de sabedoria que, quando é muita, vira bicho e come o dono.

Um enterrado no seu túmulo, e o outro enterrado no seu instituto, mudo, cagado, calado, apavorado. Fugindo dos repórteres, dos palanques e das ruas que nem o diabo foge da cruz.

Aí eu me lembrei que, em passado recente, o morto disse que o vivo faria qualquer coisa pra ser prisidente da república. Até mesmo “pisar no pescoço da própria mãe”. O futuro comprovaria que o morto estava certo, certíssimo, e coberto de razão. Pisou até no pescoço do próprio partido.

Os dois se conheciam muito bem. E como se conheciam…

No vídeo abaixo, tá uma prova de como se conheciam mutuamente.

Vejam que o morto, profético e adivinhatório, faz um painel do futuro e se refere ao vivíssimo como “este cidadão”:


TCU tenta impedir a rapinagem

Direto de O ANTAGONISTA

O Ministério Público de Contas junto ao TCU ingressará hoje com outra representação. Agora, para evitar que Caixa e Banco do Brasil emprestem 3,7 bilhões de dólares à Sete Brasil, a lavanderia de dinheiro do PT disfarçada de empresa fabricante de sondas para o pré-sal.

O ministro relator será Raimundo Carreiro.

Arte de THOMATE


Já há uma representação no TCU para impedir que o BNDES empreste mais dinheiro público à lavanderia petista. Coube ao ministro Weder Oliveira ser o relator.

O TCU é, neste momento, o grande campo de batalha entre o Brasil e a organização criminosa.