terça-feira, 30 de novembro de 2010

Morte na motovelocidade

O motociclista suíço Pascal Grosjean morreu, nesta sexta-feira, após acidente no autódromo de Dubai, onde acabara de vencer uma competição de motociclismo, a UAE Sportbike Championship Race 1, anunciaram neste sábado os responsáveis pelo circuito.



Pascal Grosjean, 39 anos, fazia a volta de honra após vencer a corrida, e bateu contra outro corredor, Tony Jordan. Os dois homens, gravemente feridos, foram levados ao hospital, onde o piloto suíço morreu horas depois.

Jordan, que havia chegado em terceiro na corrida, está na unidade de cuidados intensivos.

Este foi o segundo acidente fatal do ano neste autódromo, depois que, em abril, o belga Christophe Hissette, 29 anos, morreu quando seu carro se incendiou nas provas classificatórias para a final da competição Gulf Sport Radical Cup, noticiou o jornal The National, dos Emirados Árabes.

kibeloco

Sonhar não é pecado mas...

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Scabini



Sponholz


Fontes FolhaSP acharge / sponholz

Pseudo erudição imbecil, por André Carvalho


Por André Carvalho (*)
Em 07 de novembro de 2010
btreina@yahoo.com.br


Publicado no jornal A Tarde de 18 de novembro de 2010

PSEUDO ERUDIÇÃO IMBECIL
Estou mais para a comédia do que para o drama, característica herdada do ácido desoxirribonucleico de meu avô paterno, Lulu Parola, humorista e poeta, que por mais de cinquenta anos publicou a coluna Cantando e Rindo, primeiro em sua gazeta, o Jornal de Notícias, e depois no jornal A Tarde.

Penso que vim ao mundo sem responsabilidade com minhas ideias, mas imbuído de exercitar a análise para, em seguida, estabelecer o contraditório que tanto me agrada. Nesta toada observo, por vezes às gargalhadas, como muitos dos que pregam a diversidade de opinião se esganam para impor seus pontos de vista. É assim no amor, na relação social, na esfera profissional e, mais do que nunca, na política.

Com o advento da “era” Lula (pelo inusitado, certamente um evento) passei a rabiscar e divulgar algumas considerações no intuito de registrar, para os mais próximos e não para os próximos, os caminhos e descaminhos de tão incomum personagem e sua turma.

Foi um erro, posto que lulistas e assemelhados vêm “estrangulando” esse pobre escriba com a violência que lhes é peculiar. Recebo inúmeras contraposições, algumas em forma de advertência, outras de ameaças e, outras tantas mais pertinentes, taxando-me de imbecil a pretenso erudito. Os “caras”, mais do que estão, são raivosos.

Como pendo mais para o humor do que para o drama, opto por me considerar um imbecil “tirililico”, um “abestado” comum, e não um pretenso erudito shakesperiano, até porque, pretensos eruditos são, em suma, irreparáveis imbecis. Erudição é coisa para poucos, para gente do naipe de Francisco Buarque de Hollanda (Holanda com dois éles ou lês, tipo Collor), por exemplo, que declarou em ato público de apoio à candidatura Dilma, gostar da política externa do atual governo pelo fato de "não falar fino com Washington nem falar grosso com Bolívia e Paraguai".

De uma senhora, que peno para recordar a fisionomia, recebi um artigo de Leonardo Boff – outro erudito – enaltecendo a tropa e os feitos do governo Lula com base na teologia da libertação, de sua própria autoria. Imbecilmente, penso que devemos nos libertar da teologia, a começar por aquela, como já fez o Vaticano desde o Papa João Paulo II.

Agora, erudição sem precedentes e, portanto, incomparável, encontramos no pronunciamento do Presidente Inácio, em Recife, durante visita a um canteiro de obra ferroviária: “Não pense que é fácil fazer as coisas. Você sabe que a inveja é uma doença. Não há nada pior do que o olho gordo de alguém que não conseguiu fazer uma coisa diante de algo que o outro está fazendo”.

Um amigo garante estarmos diante de “errudição” e não erudição. Não se refere somente ao presidente e sua trupe, mas, também, ao grande escritor, dramaturgo, compositor, músico, cantor, paquerador, futebolista e delinquente juvenil citado em parágrafo acima.

Com a vitória de dona Dilma, estaremos livres de dois bordões eruditos: nunca antes na história desse país e herança maldita. Daqui para frente, se utilizados, afundarão a figura do Pai Inácio, o criador. Cá pra nós, bordão erudito é de doer, não? Entretanto, o que não tem sido de doer neste Brasil recente?

Pois é, falar em Chico implica em letra de música. Na que me ocorre agora, musicada por Edu Lobo, parece que Buarque de Hollanda anteviu o fenômeno da violência que abala o país concomitantemente ao bolsa família que elegeu Dilma e popularizou Lula: “O sangue impresso na gazeta / tem mais inspiração / no bucho do analfabeto / letras de macarrão”.

Quer saber o nome da música? A bela e a fera. Sábios dirão que não entendi nada... Paciência.

(*) André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.

As últimas de Johil Camdeab







sábado, 27 de novembro de 2010

Bahia, minha vida!

Por Marcos Carneiro
Transcrito do BBMP

Texto dedicado aos 7 tricolores que, há 3 anos,
literalmente deram a vida por sua paixão

Bahia, minha vida!
É fato, títulos chamam torcida. O contrário então deveria ser óbvio, a falta de títulos faria a torcida minguar, certo? Certo. Certíssimo! Exceto quando a agremiação chama-se Esporte Clube Bahia. O tricolor caiu pra série B, depois pra C, não ganha um título desde 2002, não ganha um baiano desde 2001, não fatura um torneio internacional desde 1997 e um nacional desde 1989. Mas se tem uma coisa que o Bahia ganhou bastante nesse tempo todo foi torcedor. Aos montes.

A torcida do Bahia é tipo um vírus. Ela contagia. Mas é um vírus amoroso, que une os glóbulos vermelhos e brancos do sangue azul que pulsa nas veias de seus torcedores típicos. É um sangue tricolor. Qualquer guri que ainda não tenha time e for a um jogo do Bahia imediatamente será contaminado. Assim nasceu a expressão Bahia doente.


O vírus tem seus efeitos colaterais. Algumas vezes você vai suar frio, os batimentos vão acelerar, você terá ataques de ansiedade, insônia, vai lacrimejar mesmo estando alegre, terá arrepios, vai perder o fôlego, vai ficar rouco e louco. Muito louco. Insano.


Você vai se arrepiar quando ouvir os primeiros acordes do hino mais lindo que alguém um dia compôs. Um cântico que, diferente de tantos outros, não exalta o clube e sim você, torcedor. E, por ser da turma tricolor, você terá milhões de irmãos. E, como todos os irmãos, vocês vão brigar e discutir entre si, para logo depois se abraçarem emocionados, independente de serem irmãos há 28 anos ou há 2 minutos. Está no sangue. Simples assim.

E esse vírus passa de mãe pra filho, de pai pra filha. Isso explica, em parte, a multiplicação desta nação. Independente do período sombrio que exista. E é por isso que certas pessoas falam, sem medo de errar, que nasceram Bahia. E é por causa delas que o Bahia nunca acaba. É eterno. Em 2231, por exemplo, ele fará 300 anos de glórias e a camisa terá mais estrelas do que eu tenho de idade.




Algumas pessoas até podem achar que torcem pra outro clube, mas na verdade elas ainda não puderam experimentar o que é ser Bahia. Todo mundo é Baêa! Ser Bahia é ser feliz, mesmo estando triste. Ser Baêa é um privilégio. Só que é um privilégio tão especial que não é de poucos. É um privilégio de muitos apaixonados, que amam de verdade este clube grandioso. E até dariam a vida por ele, pois sem o Esquadrão a vida não teria mais tanto sentido.

BBMP, Torcida do Baêa e outras alegorias...

A torcida do Bahia será homenageada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) durante o prêmio Craque do Brasileirão 2010, que acontece no dia 6 de dezembro, no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro.



A premiação acontece pelo fato do tricolor baiano ter levado mais de 400 mil torcedores ao estádio de Pitço, ao longo da Série B do Campeonato Brasileiro. Lembrando que a Fonte Nova foi demolida recentemente.


Enquanto isso, o BBMP informa que a  diretoria de nosso co-irmão - o Vicetória - divulgou a agenda para esse fim de semana:

Viaja neste sábado, joga no domingo e volta na segunda!

E pra fechar com chave de ouro, o Bora Bahêêa minha PORRA !! – O blog mais sacaninha da torcida tricolor acabou de ser indicado pelo júri acadêmico do Prêmio TopBlog como um dos 3 melhores blogues de Esporte do Brasil!!

Estão concorrendo com um Blog de Surfe e o famoso Bola nas Costas  que é do GloboEsporte/Sportv e tem programa de televisão e as porra. Dia 18 é a premiação lá em Sampa.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ela = ???

Uma palavrinha sobre Sebastião (sic) Ponte Preta...

Por André Carvalho (*)

Em 16 de novembro de 2010
btreina@yahoo.com.br


CEBOAPÁ
Você deve estar se perguntando o que significa CEBOAPÁ. Explicar não é tão simples, entretanto, aventuro – me a fazer. Nos tempos de chumbo da ditadura militar que governou o Brasil, um cidadão chamado Sérgio Porto escreveu, com o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, deliciosas crônicas satirizando o cotidiano da política e da sociedade. Engenhoso e mordaz, Stanislaw denominou sua fonte inspiradora de FEBEAPÁ (festival de besteira que assola o país). Com este mote foram editados três volumes de monumental sucesso de crítica.

A presidente eleita, com a competência e inteligência que o país acredita haver sido transferidas por Lula citou, num entrevero de campanha, Sebastião (sic) Ponte Preta para intuir que vivemos, agora, uma central de boatos (sic), assolando o país.

Dilma “ruimself” (leia-se ruim por si própria ou ruim pela própria natureza) confundiu Stanislaw com Sebastião, festival com central e besteira com boato. Se vivo estivesse, o humorista teria assunto de sobra para escrever não três volumes temáticos, mas um livro por semana tal a quantidade de besteiras que, pela constância e pela aceitação da claque subjugada, não somente assola como solapa o país, respectivamente.

Está claro que a eleita desconhece maiores detalhes sobre a obra do Stanislaw, que faleceu aos quarenta e cinco anos, deixando muitas publicações cujos títulos, atualíssimos, cito na sequência, agora que você já sabe o que é CEBOAPÁ (central de boatos que assola o país).

Em 1961, o Sebastião da Dilma escreveu Tia Zulmira e Eu que me traz um sorriso ao imaginar a Marilena Chauí – filósofa petista de quatro costados e autora da obra Repressão Sexual – confabulando com a Dilma sobre o tema.

No ano seguinte surge Primo Altamirando e Elas, título que me remete ao José Dirceu, cujo caráter rivaliza com o do personagem, ladeado por figuras tais como Ideli Salvatti, Marta Suplicy, Marisa Letícia e por aquela que dançou no plenário da Câmara Federal, a Ângela Guadagnin, todas petistas e cônscias de suas magníficas belezas, não necessariamente naturais.

Depois, em 1963, veio às prateleiras Rosamundo e os Outros que, de tão atual, me traz um Antônio Palocci distraído, tal qual o personagem principal, a ponto de confundir seu extrato bancário com o de um caseiro nordestino. Nordestino não, que pode soar preconceituoso – brasileiro. Rodeado por Genuíno, Delúbio, Silvinho, João Paulo e companhia, Antônio foi citado na mais alta corte do Brasil, o Supremo Tribunal Federal, mas parece não haver se dado conta, tanto que está por aí, fagueiro.

Seguindo a trajetória de sucessos surge, em 1964, Garoto Linha Dura, manequim perfeito para o Ministro Franklin Martins, o Goebbels dos tempos contemporâneos, que sonha acabar com a imprensa livre e com o capitalismo dito selvagem, seja isso a bobagem que for.

O mais sintomático é que pouco antes de morrer, em 1968, ano que, dizem, política e emocionalmente não terminou, e muito antes das greves dos metalúrgicos no ABC paulista, Stanislaw publicou A Máquina de Fazer Doido. Transportado para os dias de hoje, é ele, não resta a menor dúvida. Sabe quem é ELE, não é mesmo?

Uma canção de Ary Barroso, intitulada “Isto aqui o que é”, bem que poderia ser do Sérgio Porto: isso aqui ô, ô, é um pouquinho de Brasil Iaiá, desse Brasil que canta e é feliz, feliz...

(*) André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.

Gif do dia

Um copo para todos os gostos


O pessoal da Utopik Design Lab estudou todos os tipos de copos que existem para criar o que pode ser chamado de copo multi-funcional. Mais conhecido como “One Glass for Every Drink” (ou “um copo para todas as bebidas”, em português), este produto pode ser utilizado com quatro dos principais tipos de bebida: água, vinho, champagne ou conhaque, modificando apenas o tipo de base. Veja como funciona:













Driscoll Middle School Trick Play

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A prática do BEM como hábito

A PRÁTICA DO BEM COMO HÁBITO
  • Grupo de profissionais autônomos convida a sociedade para o exercício do bem
  • A prática conjunta do bem ganha seu dia: terceiro domingo de cada mês



Apoiar as pessoas para atingir os dois objetivos que a maioria diz desejar: ter um mundo melhor, ser uma pessoa do bem. É esse o desafio abraçado por um grupo de profissionais liberais de forma corajosa e voluntária.

O condutor do grupo, papel que assume apenas para manter o foco de todos, é o engenheiro e neurocoach José Carlos Cunha. Ao longo de sua carreira profissional, José Carlos ocupou cargos executivos, chegando a presidir diversas organizações na área de telecomunicação. Mas, o estudo da neurociência lhe abriu outros caminhos.

A proposta deste movimento, denominado “SOU DO BEM E FAÇO O BEM”, é reunir ao mesmo tempo pessoas comprometidas em realizar uma ação positiva para o bem. A atividade será livre, a favor das pessoas, respeita todas as crenças, contudo, não está amparada em nenhuma religião.

O objetivo é promover gradativamente a inclusão da prática do bem no dia a dia das pessoas “que será alcançado pelo processo de repetição, com o envolvimento direto do participante. Portanto, não haverá qualquer tipo de coleta de doação ou taxa de adesão”, afirma José Carlos.

A primeira edição acontece no dia 21 de novembro, domingo, às 14h (horário de Brasília) / UTC-2 (Brazil daylight saving time). “Para potencializar a reunião simultânea, o horário foi definido com base no Tempo Universal Coordenado – em inglês UTC – Universal Time Coordinated”, explica José Carlos. No Rio de Janeiro, a Lagoa Rodrigo de Freitas foi escolhida como ponto de encontro e o grupo espera que haja outros pontos, em outras cidades do Brasil e do Mundo.

A Neurociência ensina que para se criar um mapa novo em nosso cérebro e promover uma mudança de comportamento, é necessário associar afirmação com ação positiva. Através do processo de repetição, com dia e hora definidos, o cérebro é induzido a definir um novo mapa mental e a incluir a ação no conjunto de hábitos individuais.

Assim, o grupo definiu o terceiro domingo de cada mês, às 14h, como o momento para a prática conjunta pelo bem. “A ação implica em vontade, em atitude, em compromisso.

O símbolo do movimento é o elemento que reforça, concretiza e perpetua a ação. Ele será o elo com o compromisso assumido: ser do bem e fazer o bem”, esclarece José Carlos.

O símbolo do movimento “Sou do bem e faço o bem” será distribuído gratuitamente aos interessados, basta solicitá-lo através do e-mail soudobem@facoobem.com.br.

A recomendação é para que no dia 21 de novembro, às 14h, o participante faça, por 10 minutos, uma ação positiva, como uma prece silenciosa, para o planeta, para seu país, para sua cidade, para quem precisar de ajuda, para si mesmo, para o bem geral.

Segundo José Carlos, “todos somos movidos a resultados. Já há diversas pesquisas que comprovam a força energética do pensamento coletivo. Mas eles se perdem encampados pelo cotidiano estressante e pelo pragmatismo. Por isso, convidamos aos participantes para observarem mudanças efetivas e compartilharem suas experiências”.

A primeira ação que demonstra compromisso com o bem é divulgar a primeira edição do movimento por meio do uso das redes sociais e do poderoso boca-a-boca.

A proposta do grupo não está limitada a uma cidade, estado ou país. Qualquer um em qualquer lugar do mundo que quiser participar está convidado a fazê-lo, afinal fazer o bem não tem fronteiras.

Você é do bem? Então, coloque-o em prática!

Informações à imprensa:
Biá Planejamento e Comunicação
Bia Ribeiro
(61) 3964-0187 / 8149-6259
(61) 7812-4642 - ID 121*2930

Ela = Candice Swanepoel

Gif do dia

E tenho dito!


imagem Fottus

" Todo mundo tem cliente.
 Só traficante e analista de sistemas é que tem usuário"

[ autoria desconhecida ]

Evolução Humana - parte... última

São 15, as partes do corpo humano que não necessitamos. Algumas são realmente incômodas, outras passam despercebidas, mas todas elas coincidem em algo: estão sobrando em nosso corpo. São os Órgãos Vestigiais - sobras evolutivas, marcas do passado.

Para esperança dos criacionistas (sou um evolucionista), no século XIX afirmava-se que no corpo humano havia aproximadamente 180 órgãos vestigiais, e ainda em 1971, a Encyclopaedia Britannica reivindicou mais de 100 órgãos que restavam como vestígio no ser humano, ou seja, nada é definitivo, pois a ciência pode vir a fazer novas descobertas.


XXIX - Dedos do pé (menos o dedão)



O humano utiliza o dedão do pé para equilibrar-se. Nossos primos mais curtos de idéias - os primatas, usam os dedos dos pés para escalar árvores. Nós preferimos escadas e cipós (vide Tarzan).

Os demais dedos só servem para fazer sofrer: quando se choca contra a quina de algum mesa, ou adquire uma infecção chamada pé-de-atleta, ou os sapatos estão apertados, etc.

Ao contrário dos dedos das mãos que tiveram o reconhecimento ao serem batizados cientificamente (polegar, indicador, médio, anelar e mínimo) e a glória do batismo popular (mindinho, seu vizinho, pai de todos, fura bolos e mata piolho), os dedos dos pés não tiveram esta deferência, a não ser o dedão, denominado Hálux.

Fonte Esta besteirada toda é de minha lavra mesmo...