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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Aconteceu... em Brasilia

Estorinhas políticas


De volta para o futuro
Em 29 de setembro de 1992, quando o pedido de impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello foi lido no Plenário da Câmara, deputados da oposição passaram a pressionar o presidente da Casa, Ibsen Pinheiro, a acelerar a análise do processo.

Em entrevista ao “Jornal Nacional”, da Rede Globo, José Genoino, líder do PT na Casa, disse:

–As oposições querem encurtar o prazo, para o bem do país, da economia e para evitar esse esgarçamento.

– Todos querem uma solução tão breve quanto possível para a matéria. É o que vou tentar, espero que com o apoio de toda a Casa –afirmou o presidente da Câmara.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Nus em Brasília



Um fotógrafo de Brasília, indignado, fez um protesto silencioso, simbólico e provocativo contra os espaços culturais da capital do Brasil, que estão fechados para reformas que nunca terminam, ou que sequer foram iniciadas, por falta de dinheiro.



Para chamar a atenção, Sérgio Costa Vincent colocou modelos nus na porta do Teatro Nacional, do Espaço Cultural Renato Russo, da Biblioteca Demonstrativa de Brasília, entre outros, e fez um trabalho que está dando o que falar.



"Indignado com as portas fechadas desses vários locais destinados à arte, cultura e ao lazer em Brasília, resolvi, à minha maneira, protestar contra o descaso e o abandono, fotografando", contou Sérgio Costa.



O artista, que costuma usar em seus trabalhos a nudez humana, procurou pessoas igualmente incomodadas com os espaços fechados e fez um convite pelas redes sociais para que participassem do protesto.

Depois de expor a proposta do projeto, esquematizamos a realização das sessões fotográficas. Assim nasceu o projeto Abandonados, que em agosto - mês da Fotografia - estará em exposição no Café Savana, em Brasília.



O artista fotográfico Sérgio Costa Vincent tem 10 anos de profissão e foi finalista por 2 anos seguidos no Le Plus Grand Concours Photo du Monde, da revista francesa Photo. 

Ele integra a galeria de fotografia fineart da Photo francesa. Também ministra oficinas que abordam o nu e o sensual feminino e masculino.



"A diferença é que em meus trabalhos fotográficos, especialmente os autorais, sempre faço uso da nudez como expressão artística. A nudez que neste caso representa a fragilidade e a indignação da sociedade", explica. 


Serviço
Facebook: www.facebook.com/sergio.costavincent  
Instagram: @sergio.costavincent
www.flickr.com/photos/scostavincent

domingo, 3 de maio de 2015

Grafite reflexivo, a arte de Pedro Sangeon

ARTE URBANA





Há alguns anos Gurulino vem atuando nas páginas do caderno de anotações do artista Pedro Sangeon, que trabalha com intervenção urbana desde 2002. Após alguns anos na Europa, onde estudou meditação e yoga, ele fez com que Gurulino se tornasse um ‘mensageiro’, através do graffiti pelas paredes de Brasília.




Com um ar naturalmente zen, Gurulino é acompanhado de frases reflexivas e um tanto quanto poéticas, como “mais amor sem favor”, “coração em paz, boas escolhas” e muitas outras, que mostram um pouco desse universo silencioso e de auto conhecimento através da meditação diária, praticada pelo autor dos desenhos, claro. Ele pratica o chamado “humor contemplativo e espirituoso”.





Palavras de Pedro Sangeon: 
“No lugar de aprender a ser um acumulador de imagens, aprendi a esvaziar-me de imagens. No lugar de criar poéticas, silenciar, e a partir desse lugar silencioso, criar”.







Não dá para negar que o simpático guruzinho tem algo de diferente, ainda mais ao passar mensagens de calmaria no meio às cidades por onde passa, tão barulhentas, poluídas, cheias de caos e pichações carregadas de revolta – não menos importantes, claro.






Fonte Hypeness




segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Funcionários públicos federais ODEIAM Dilma

Por Stephen Kanitz
Publicado em seu blog em 06OUT2014

Dilma teve somente 23% dos votos em Brasília
Funcionários públicos federais ODEIAM Dilma.

Seu jeito de destratar e insultar pessoas é mais do que conhecido.

Foi o pior resultado de todos os Estados.

Arte de Sponholz


Ela é uma péssima gestora, ao contrário que dizem todos estes comentaristas que nada entendem de gestão.

Um bom gestor sabe gerenciar seres humanos.

Esta é a qualidade de um bom gestor.

Todos vocês jornalistas acham que gestoras gerenciam coisas, como juros, câmbio, PAC , orçamentos.

NÃO.

Pessoas fazem isto.

E agora temos prova que a Dilma é e continuará a ser uma péssima gestora de pessoas, que são seus próprios colaboradores.

Não há a menor chance deste país crescer com um líder odiado pelos seus subordinados.

Algo para se pensar.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Bolsa-Claque no Congresso

Mais um flagrante do modus operandis do Brasil corruPTo.
 
Publicado no Correio Brasiliense em 01MAI2014.
Transcrito do blog de Fernando Rodrigues
 Jornal flagra “manifestantes” recebendo até R$ 50 alguns minutos depois da aprovação de lei sobre caminhoneiros
Um grupo de 30 pessoas foi flagrado recebendo dinheiro depois de ocupar as galerias da Câmara para aplaudir deputados que eram a favor da ampliação da jornada de trabalho para caminhoneiros, na noite da última terça-feira (29.abr.2014).
 
A cena do pagamento em “notas de R$ 50 e de R$ 20 para a claque” foi documentada em vídeos e fotos pelo repórter André Shalders, do jornal “Correio Braziliense”, que publicou o assunto em sua manchete principal.
 
Eis a imagem da primeira página do jornal:
 
 
 
A reportagem informa o seguinte:
“Na noite da última terça-feira, às 22h, logo após o fim da sessão que aprovou mudanças na chamada lei dos caminhoneiros, um grupo de 30 pessoas foi flagrado pelo Correio recebendo dinheiro nos corredores do 10° andar do Anexo IV da Câmara dos Deputados. Minutos antes, parte daqueles mesmos personagens ocupou as galerias da Casa para aplaudir cada um dos parlamentares que apoiou o texto sobre a ampliação da jornada de trabalho para os motoristas. A cena do pagamento foi documentada em vídeos e fotos pela equipe do jornal, que acabou hostilizada por servidores com crachás da Câmara, responsáveis pela distribuição de notas de R$ 50 e de R$ 20 para a claque”.
“O repasse do dinheiro começou na chapelaria do Congresso, de onde o grupo se dirigiu ao gabinete do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), de número 920, no 9º andar do Anexo IV da Câmara. Marquezelli presidiu a comissão especial que analisou o projeto na Casa. Ele também foi o escolhido para fazer a defesa da proposta antes da votação no plenário, momento em que foi bastante aplaudido pela claque, conforme registro em vídeo disponível no portal da Câmara. Várias das pessoas vistas na galeria da Casa chegaram a entrar no gabinete de Marquezelli, que estava aberto”.
Eis o vídeo do “Correio Braziliense”, que foi postado na web:



segunda-feira, 11 de junho de 2012

O mutismo, décadas atrás

Por André Carvalho (*)
btreina@yahoo.com.br
Em 31 de maio de 2012.



O MUTISMO, DÉCADAS ATRÁS
O mutismo de um senhor, conhecido no meio policial por Carlinhos Cachoeira, durante depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que o investiga por crimes de diversos matizes é um direito assegurado aos cidadãos brasileiros. Sua resultante, todavia, parece um espetáculo circense, mais especificamente o instante em que o picadeiro se enche de palhaços. Tanto quanto no circo, penso que na comissão, os atores seguem um script entrelaçado aos demais partícipes do espetáculo. Não consigo identificar, ainda, cada um desses companheiros na comissão: do dono do circo aos palhaços, passando por ilusionistas e trapezistas.
 
O silêncio de Carlinhos Cachoeira me trouxe à lembrança uma história inusitada ocorrida em Brasília, na metade final da década de 1970. Humberto Carlos Sobral, um bom amigo, figura conhecida e querida, conselheiro e técnico de voleibol do Iate Clube; destemido nas bravatas, dócil na índole, honesto por convicção e agradável no convívio, teve seu apartamento roubado nas coisas valiosas que lá existiam: relógios, jóias de Dona Rosa, sua esposa, e uma máquina fotográfica de última geração e máxima qualidade.
 
Interessante é que não havia sinais de arrombamento nas portas e janelas. Feita a ocorrência policial Sobral deu por perdido aquele patrimônio, adquirido, diga-se de passagem, honestamente. Acontece que o registro de outros tantos roubos semelhantes despertou a atenção da polícia e, poucos meses depois, o ladrão foi preso. Era chaveiro por ofício, daí não arrombar nada e, para surpresa geral, mudo!
 
Como suas mímicas e sons não elucidavam os tantos roubos que praticou, nem o destino dos produtos roubados, a polícia resolveu fazer uma busca em sua casa, na cidade satélite de Sobradinho. Acompanhado por agentes e investigadores, lá se foi o ‘mudinho’, cada hora mais enrolado nos sons e gestos. Chegando ao destino, uma de suas filhinhas, aí na faixa dos cinco seis anos, perguntou surpresa: “papai, por que você não está falando?”.
 
Um soco bem localizado mudou o rumo da história e o larápio voltou a falar, fluentemente, dando parte do “serviço”. Acontece que no local, na residência do indivíduo, os investigadores encontraram uma pequeníssima quantidade de objetos, se comparado aos inúmeros registros de roubo. De volta à delegacia resolveram convocar os prejudicados para uma acareação e para a identificação das peças resgatadas. Quando percebeu que suas vítimas questionavam a falta de muitos objetos e muitas jóias, e que o clima começava a ficar tenso, o meliante pronunciou a seguinte pérola: “calma, calma, pessoal. Ninguém perdeu nada, está tudo na Caixa Econômica Federal”.
 
Verdade, meus amigos! Seu comparsa, um motorista de táxi, arrecadava o produto do roubo e o penhorava nas agências da Caixa. Um ato “lícito” e corriqueiro que “lavava” o produto do roubo.
 
Após minha saída de Brasília perdi o contato com Sobral e não sei dizer se o banco estatal foi intimado a devolver, aos verdadeiros proprietários, as jóias que guardava em seus cofres. O que sei é que a bela máquina fotográfica foi vendida, certamente por preço aviltante, a quem, jamais saberemos.
 
Não custa acreditar que, se o “mudinho” que roubou parte considerável do patrimônio do meu querido amigo Sobral tivesse por advogado um ex-ministro da justiça, além de não levar safanão algum, continuaria calado até os dias de hoje curtindo sua filhinha e os demais prazeres da vida, caso o produto do roubo não fosse utilizado “in totum” no pagamento de sua defesa.
 
Circensemente, o inverso é verdadeiro: se, na propalada CPMI, um agente do Estado pudesse desferir uns catiripapos em cada “mudinho” que por lá aparecesse, mesmo quando defendido pela bagatela de quinze milhões de reais por um ex-ministro da justiça, talvez a sociedade brasileira soubesse de um “Delta” a mais no curso da sua história.
Nossa justiça, via de regra, é cega, mesmo com os mudos!!
 
(*) André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.
 
 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Onça flagrada no estacionamento do STJ



Na cidade das hienas e dos urubus eis que surge uma onça, quiçá justiceira, desfilando entre as "matas" candangas.

Será que lavará nossa alma livrando-nos dos animais nocivos 'a cidadania que ali habitam?

Vídeo you tube

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Agaciel Maia eleito

Por Lauro Jardim

Entre as más notícias de hoje, está a eleição do notório Agaciel Maia, o ex-diretor-geral do Senado, que em 2009 esteve no centro de mais um grande escândalo brasiliense.

Agaciel conseguiu convencer 14 073 eleitores de Brasília de que poderá prestar bons serviços como deputado distrital no DF. Se a Câmara repetir o desempenho da última legislatura, Agaciel se sentirá em casa no local.

Para quem não se lembra, não custa refrescar a memória com uma das façanhas de Agaciel. Ele ocultou da Justiça a mansão onde mora, no valor de 5 milhões de reais.

Aliás, foi um bom domingo para a famíla: seu irmão, João, foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Norte. Fez a campanha mais cara do estado.

Mas Genoíno foi defenestrado.