segunda-feira, 2 de março de 2015

O artista da caneta esferográfica



A Arte de Shohei Otomo




Shohei Otomo é um artista japones que com paciência e dedicação ilustra linha por linha trabalhos hiper-realistas que misturam personagens de mangás, o cenário da sociedade japonesa (tradicional e moderna) e elementos da cultura pop. 





Violência, vulgaridade e um constante destaque para a juventude estereotipada, rebelde além da influência do movimento punk são outras características marcantes em seu trabalho.






Ele é o filho de Katsuhiro Otomo
que criou e dirigiu o Mangá "Akira".  







Shohei Otomo desenha suas ilustrações impressionantes de mangá usando apenas uma caneta esferográfica!








O Petrolão é do PT

Pelo O Antagonista

O Petrolão é do PT
A manchete da Folha de S. Paulo é um vexame:

"Com manobra do PMDB, CPI investigará apenas eras Lula e Dilma".

A reportagem é pior ainda:

"O PMDB da Câmara dos Deputados articulou uma estratégia nos bastidores com o presidente da CPI da Petrobras para isolar o PT na nova comissão e limitar os trabalhos de investigação aos governos Lula e Dilma (2005-2015), como quer a oposição".

O empenho da Folha de S. Paulo em demonstrar que a CPI está sendo manobrada por uma gentalha mal-intencionada para incriminar apenas o PT e acobertar os crimes cometidos pelo PSDB vai adiante:

"A operação do PMDB visa desidratar os planos do relator da comissão, Luiz Sérgio (PT-RJ), de investigar desvios na estatal desde o período de Fernando Henrique Cardoso... O relator se baseia no depoimento de Pedro Barusco que, em sua delação premiada, afirmou que começou a receber propina entre 1997 e 1998".

Arte de MIGUEL


O Antagonista concorda que o foco da CPI tem de ser o depoimento de Pedro Barusco. Ele deu uma planilha à Lava Jato com detalhes de todos os pagamentos de propina do esquema da Petrobras. O primeiro contrato registrado por ele é o da Keppel Fels, de 15 de dezembro de 2003, para construir a P-52. Naquela ocasião, My Way, ou Renato Duque, embolsou R$ 7,7 milhões. E o PT embolsou outros R$ 7,7 milhões.

A Folha de S. Paulo pode continuar dizendo que PSDB e PT roubaram da mesma maneira. Mas o Petrolão tem dono: ele é só do PT.

O humor de Ariano Suassuna

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As manifestações pelo impeachment


As manifestações pelo impeachment

Este dia 15 de março está para se tornar o de maior número de protestos simultâneos no país contra um presidente. A palavra impeachment, ainda distante do mundo covarde e corporativista de nossos políticos profissionais, já é ouvida e dita com bastante facilidade pelas pessoas comuns que estão sendo afetadas pela série de erros de caráter, visão e administração dos 12 anos de PT. 




É realmente impressionante que mais de mil e cem pessoas de Itabuna/BA, por motivos provavelmente diferentes dos oito mil e novecentos de Jaraguá do Sul, tenham confirmado presença num evento pelo pedido de impeachment. E o que dizer dos quarenta e um mil confirmados em Fortaleza? Seriam fascistas brancos, preconceituosos e separatistas, como costumam pintar os governistas que não aceitam protestos contra o PT?



Os REAÇAS. banda de Curitiba, lança:
O Impeachment de Dilma





Ainda que sem apoio partidário, de sindicatos ou entidades de classe, as manifestações contra o PT e Dilma Rousseff do dia 15 de março não param de ser comentados nos bate papos, nas redes sociais e nos serviços de mensagem instantânea. Algo muito relevante está acontecendo no país e aquilo que costumamos chamar de oposição não está percebendo, o que é ruim apenas para eles.

Clique aqui e veja mais informações

Porta Aberta ao Juízo - LXIII



Mais perecível que a carne é a vida. 
Um sopro na chegada, 
e um susto na partida.

[Gilberto Quadros]
{extraído do livro Porta Aberta ao Juízo}

E a máscara caiu

BRASIL NO EXTERIOR

Por Mario Vargas Llosa.
Publicado no EL PAÍS em JUL2014


Colaboração de Sebastião Cunha

Charges de Roque Sponholz


Mário Vargas Llosa consegue enxergar com clareza cristalina o barro do qual o Brasil (do PT) é feito - os três parágrafos com outra tonalidade de cor referem-se à atuação da Seleção na Copa.

A máscara do gigante (ou A miragem de Lula)
A verdade é que não houve nenhum milagre naqueles anos [do governo Lula], e sim uma miragem que só agora começa a se esvair, como ocorreu com o futebol brasileiro. Uma política populista como a que Lula praticou durante seus governos pôde produzir a ilusão de um progresso social e econômico que nada mais era do que um fugaz fogo de artifício. O endividamento que financiava os custosos programas sociais era, com frequência, uma cortina de fumaça para tráficos delituosos que levaram muitos ministros e altos funcionários daqueles anos (e dos atuais) à prisão e ao banco dos réus.


Fiquei muito envergonhado com a cataclísmica derrota do Brasil frente à Alemanha na semifinal da Copa do Mundo, mas confesso que não me surpreendeu tanto. De um tempo para cá, a famosa seleção Canarinho se parecia cada vez menos com o que havia sido a mítica esquadra brasileira que deslumbrou a minha juventude, e essa impressão se confirmou para mim em suas primeiras apresentações neste campeonato mundial, onde a equipe brasileira ofereceu uma pobre figura, com esforços desesperados para não ser o que foi no passado, mas para jogar um futebol de fria eficiência, à maneira europeia.

Nada funcionava bem; havia algo forçado, artificial e antinatural nesse esforço, que se traduzia em um rendimento sem graça de toda a equipe, incluído o de sua estrela máxima, Neymar. Todos os jogadores pareciam sob rédeas. O velho estilo – o de um Pelé, Sócrates, Garrincha, Tostão, Zico – seduzia porque estimulava o brilho e a criatividade de cada um, e disso resultava que a equipe brasileira, além de fazer gols, brindava um espetáculo soberbo, no qual o futebol transcendia a si mesmo e se transformava em arte: coreografia, dança, circo, balé.

Os críticos esportivos despejaram impropérios contra Luiz Felipe Scolari, o treinador brasileiro, a quem responsabilizaram pela humilhante derrota, por ter imposto à seleção brasileira uma metodologia de jogo de conjunto que traía sua rica tradição e a privava do brilhantismo e iniciativa que antes eram inseparáveis de sua eficácia, transformando seus jogadores em meras peças de uma estratégia, quase em autômatos.

Não houve nenhum milagre nos anos de Lula, e sim uma miragem que agora começa a se dissipar.

Contudo, eu acredito que a culpa de Scolari não é somente sua, mas, talvez, uma manifestação no âmbito esportivo de um fenômeno que, já há algum tempo, representa todo o Brasil: viver uma ficção que é brutalmente desmentida por uma realidade profunda.




Tudo nasce com o governo de Luis Inácio ‘Lula’ da Silva (2003-2010), que, segundo o mito universalmente aceito, deu o impulso decisivo para o desenvolvimento econômico do Brasil, despertando assim esse gigante adormecido e posicionando-o na direção das grandes potências. As formidáveis estatísticas que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística difundia eram aceitas por toda a parte: de 49 milhões os pobres passaram a ser somente 16 milhões nesse período, e a classe média aumentou de 66 para 113 milhões. 

Não é de se estranhar que, com essas credenciais, Dilma Rousseff, companheira e discípula de Lula, ganhasse as eleições com tanta facilidade. Agora que quer se reeleger e a verdade sobre a condição da economia brasileira parece assumir o lugar do mito, muitos a responsabilizam pelo declínio veloz e pedem uma volta ao lulismo, o governo que semeou, com suas políticas mercantilistas e corruptas, as sementes da catástrofe.




A verdade é que não houve nenhum milagre naqueles anos, e sim uma miragem que só agora começa a se esvair, como ocorreu com o futebol brasileiro. Uma política populista como a que Lula praticou durante seus governos pôde produzir a ilusão de um progresso social e econômico que nada mais era do que um fugaz fogo de artifício. O endividamento que financiava os custosos programas sociais era, com frequência, uma cortina de fumaça para tráficos delituosos que levaram muitos ministros e altos funcionários daqueles anos (e dos atuais) à prisão e ao banco dos réus.



As alianças mercantilistas entre Governo e empresas privadas enriqueceram um bom número de funcionários públicos e empresários, mas criaram um sistema tão endiabradamente burocrático que incentivava a corrupção e foi desestimulando o investimento. Por outro lado, o Estado embarcou muitas vezes em operações faraônicas e irresponsáveis, das quais os gastos empreendidos tendo como propósito a Copa do Mundo de futebol são um formidável exemplo.



O governo brasileiro disse que não havia dinheiro público nos 13 bilhões que investiria na Copa do Mundo. Era mentira. O BNDES (Banco Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social) financiou quase todas as empresas que receberam os contratos para obras de infraestrutura e, todas elas, subsidiavam o Partido dos Trabalhadores, atualmente no poder. (Calcula-se que para cada dólar doado tenham obtido entre 15 e 30 em contratos).

As obras da Copa foram um caso flagrante de delírio e irresponsabilidade.



As obras em si constituíam um caso flagrante de delírio messiânico e fantástica irresponsabilidade. Dos 12 estádios preparados, só oito seriam necessários, segundo alertou a própria FIFA, e o planejamento foi tão tosco que a metade das reformas da infraestrutura urbana e de transportes teve de ser cancelada ou só será concluída depois do campeonato. Não é de se estranhar que o protesto popular diante de semelhante esbanjamento, motivado por razões publicitárias e eleitoreiras, levasse milhares e milhares de brasileiros às ruas e mexesse com todo o Brasil.

As cifras que os órgãos internacionais, como o Banco Mundial, dão na atualidade sobre o futuro imediato do país são bastante alarmantes. Para este ano, calcula-se que a economia crescerá apenas 1,5%, uma queda de meio ponto em relação aos dois últimos anos, nos quais somente roçou os 2%. As perspectivas de investimento privado são muito escassas, pela desconfiança que surgiu ante o que se acreditava ser um modelo original e resultou ser nada mais do que uma perigosa aliança de populismo com mercantilismo, e pela teia burocrática e intervencionista que asfixia a atividade empresarial e propaga as práticas mafiosas.



Apesar de um horizonte tão preocupante, o Estado continua crescendo de maneira imoderada – já gasta 40% do produto bruto – e multiplica os impostos ao mesmo tempo que as “correções” do mercado, o que fez com que se espalhasse a insegurança entre empresários e investidores. Apesar disso, segundo as pesquisas, Dilma Rousseff ganhará as próximas eleições de outubro, e continuará governando inspirada nas realizações e logros de Lula.

Se assim é, não só o povo brasileiro estará lavrando a própria ruína, e mais cedo do que tarde descobrirá que o mito sobre o qual está fundado o modelo brasileiro é uma ficção tão pouco séria como a da equipe de futebol que a Alemanha aniquilou. E descobrirá também que é muito mais difícil reconstruir um país do que destruí-lo.



 E que, em todos esses anos, primeiro com Lula e depois com Dilma, viveu uma mentira que seus filhos e seus netos irão pagar, quando tiverem de começar a reedificar a partir das raízes uma sociedade que aquelas políticas afundaram ainda mais no subdesenvolvimento. É verdade que o Brasil tinha sido um gigante que começava a despertar nos anos em que governou Fernando Henrique Cardoso, que pôs suas finanças em ordem, deu firmeza à sua moeda e estabeleceu as bases de uma verdadeira democracia e uma genuína economia de mercado. Mas seus sucessores, em lugar de perseverar e aprofundar aquelas reformas, as foram desnaturalizando e fazendo o país retornar às velhas práticas daninhas.



Não só os brasileiros foram vítimas da miragem fabricada por Lula da Silva, também o restante dos latino-americanos. Por que a política externa do Brasil em todos esses anos tem sido de cumplicidade e apoio descarado à política venezuelana do comandante Chávez e de Nicolás Maduro, e de uma vergonhosa “neutralidade” perante Cuba, negando toda forma de apoio nos organismos internacionais aos corajosos dissidentes que em ambos os países lutam por recuperar a democracia e a liberdade. Ao mesmo tempo, os governos populistas de Evo Morales na Bolívia, do comandante Ortega na Nicarágua e de Correa no Equador – as mais imperfeitas formas de governos representativos em toda a América Latina – tiveram no Brasil seu mais ativo protetor.



Por isso, quanto mais cedo cair a máscara desse suposto gigante no qual Lula transformou o Brasil, melhor para os brasileiros. O mito da seleção Canarinho nos fazia sonhar belos sonhos. Mas no futebol, como na política, é ruim viver sonhando, e sempre é preferível – embora seja doloroso – ater-se à verdade.

domingo, 1 de março de 2015

Cartoons Sacaninhas - X



ANGELI

JEAN




O Batalhão Fantasma

Curiosidades em Guerra


VII - O Batalhão Fantasma
A Arte da Camuflagem - 
Parte III

Camuflagem: 1. Arte de dissimular material de guerra ou tropas de observação inimiga. 2. Disfarce. 3. Dissimulação; fingimento.


Narração de um ex-combatente: 
"Dois franceses de bicicleta aproximaram-se do perímetro", disse o veterano. "Não olharam para mim, olharam por cima do meu ombro. E qual é o pensamento que tiveram ao verem quatro soldados americanos levantando um tanque Sherman estimado em  40 toneladas de peso ?




Ele me olhou e voltou a olhar para a situação em busca de respostas ... E finalmente eu disse: "Os americanos são muito fortes. "

Em 1944, na 2ª guerra mundial foi criada uma  unidade militar de dissimulação tática, composta de 1.100 homens chamada de O Batalhão Fantasma.

Não eram soldados comuns treinados nas artes bélicas, eram principalmente alunos das academias de arte, agências de publicidade e outras pessoas criativas. Eles usaram seu talento para fins táticos.




Sua principal missão  era enganar os alemães depois do desembarque na Normandia com tanques falsos do exército, aviões, quartéis, jipes e canhões infláveis também falsos, emitir sinais de rádio e simular através de alto-falantes de grande porte ruídos produzidos como se uma grande divisão de infantaria estivesse se movimentando.

Estes soldados foram lançados de pára-quedas próximos à linha de frente onde inflavam seus conjuntos e quando o reconhecimento aéreo alemão sobrevoava o local da camuflagem viam uma imagem impressionante. Centenas de tanques, canhões e peças de artilharia dispostos na direção das fortificações alemãs. O objetivo era enganar, iludir,  confundir e incutir o terror entre o inimigo.





Sobre essa unidade veja mais abaixo, um documentário em vídeo (em ingles) de 7:56 min intitulado O Espírito do Exército.




A missão do Batalhão Fantasma ficou em segredo até 1996 e muitos detalhes continuam ocultos.


Fontes dirty.ru / fogonazos

Postado originalmente em 14NOV2010 (14)

A Semana



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Fontes