Mostrando postagens com marcador Bolsa de Valores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bolsa de Valores. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Bolsa perde US$ 1 trilhão em valor de mercado

Fonte O Financista

Bolsa perde US$ 1 trilhão em valor de mercado durante governo Dilma
Somadas, todas as empresas brasileiras de capital aberto valem menos que a Apple

O mau humor do mercado em relação à presidente Dilma Rousseff ganhou mais um número: US$ 1 trilhão. Isso é quanto as 300 empresas brasileiras listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) se desvalorizaram, durante seu governo, segundo a consultoria Economática. A petista assumiu o primeiro mandato em 1º de janeiro de 2011. Poucos meses depois, em abril, a bolsa chegou ao seu maior nível, com as companhias totalizando US$ 1,531 trilhão.



Desde então, apesar de alguns soluços, a Bovespa entrou em queda livre. Na última sexta-feira (18), em meio à expectativa de que o país perderia seu segundo selo de bom pagador (o chamado grau de investimento), a bolsa fechou com forte queda de 2,65%. Com isso, o valor total das companhias caiu para apenas US$ 515 bilhões.

Para se ter uma ideia do que isso representa, as 300 companhias da bolsa brasileira não valem, juntas, a Apple, a badalada empresa fundada por Steve Jobs e criadora de aparelhos como o iPhone e o iPad. Hoje, seu valor de mercado é de US$ 656 bilhões. De acordo com a Economática, o preço da bolsa brasileira é o mais baixo desde dezembro de 2005, quando valia US$ 447 bilhões.



De acordo com a Economática, parte dessa desvalorização brasileira deve-se à disparada do dólar. Nos 54 meses analisados pela consultoria, a moeda americana subiu 134%. Isso cria outro embaraço: a bolsa brasileira está muito próxima de ficar menor que a do México. Com 121 companhias listadas, a bolsa mexicana vale US$ 497 bilhões. Ou seja: o Brasil está apenas 3,4% acima.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Notinhas aqui e ali

O que anda dizendo O Antagonista

A quebra do sigilo telefônico de Bob Marques, o "homem da mala" de José Dirceu, pode ser constrangedora para ministros de Estado, dirigentes de estatais e bancos públicos. Bob era quem despachava os "pedidos" do ex-ministro, visto pela Lava Jato como o maior lobista desta república das bananas. Bob ligava diretamente para os telefones funcionais dessas autoridades e as convidada para um café no escritório de Dirceu.



Como sempre, o governo gasta e quem paga a conta não vive em Brasília. A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) apresenta nesta quarta-feira (12) o relatório sobre a medida provisória que eleva os impostos sobre instituições financeiras e empresas de bebida. 

Apoiada pelo Ministério da Fazenda, a proposta faz parte do ajuste fiscal que Dilma e companhia tentam implementar, após anos de gastança. As ações dos bancos e da Ambev sentiram o baque e estão em queda na Bovespa. Já dos 39 ministérios para manter aliados infiéis, quem se lembra, no Palácio do Planalto?

by whatsApp - Dilma em foco



Serviço de Proteção ao Crédito: 56% dos brasileiros estão revendo os gastos planejados para 2015; 53% dos brasileiros passaram a evitar compras parceladas, pilar do comércio do país.

A economia fundada no consumo desmoronou. E agora não há dinheiro para erguer uma economia fundada na produção.


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

EUA abrem investigação sobre a Petrobras

BRASIL NO EXTERIOR


Deu no Terra

Autoridades norte-americanas apuram envolvimento de funcionários no pagamento de propinas
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação e a Comissão de Valores Imobiliários, que regula o mercado de capitais americano, busca a abertura de um inquérito contra a Petrobras para apurar se seus funcionários, intermediários ou prestadores de serviço violaram uma lei anticorrupção americana, que torna ilegais os pagamentos efetuados a funcionários de governos estrangeiros, partidos políticos estrangeiros, candidatos a cargos políticos estrangeiros em troca de vantagens comerciais ou econômicas (bem como a obtenção ou manutenção de negócios). A informação é do jornal Financial Times, que salientou que a estatal tem as ADRs (American Depositary Receipt), recibos de ações de empresas de fora dos Estados Unidos negociados na Bolsa de Nova York, listadas na cidade americana.

Arte de Sponholz

A publicação lembrou que pesam sobre a Petrobras suspeitas de superfaturamento e evasão de divisas e da existência de um cartel formado pelas principais empreiteiras brasileiras que operam em obras da estatal diante do pagamento de propina e da formação de contratos superfaturados, dos quais se beneficiavam políticos da base aliada ao governo e altos executivos da estatal. Parte das denúncias foi feita pelo ex-diretor da empresa, Paulo Roberto Costa, investigado pela Operação Lava Jato.

De acordo com a publicação, o surgimento das investigações norte-americanas podem elevar o perfil internacional do escândalo e resultar em implicações para as demonstrações financeiras da Petrobras.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

A performance da seleção afetará as eleições presidenciais?

BRASIL NO EXTERIOR
O que o mercado espera das eleições
Uma derrota da seleção pentacampeã de futebol no campeonato seria um golpe para a campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff - afirmou Luiz Carvalho, sócio- gerente da Tree Capital LLC sediada em Nova York, o que reforçaria as possibilidades de um novo governo que fosse mais amigável com os investidores depois do pior desempenho econômico de todas as administrações desde 1992.

Quando as pesquisas começaram a mostrar que Dilma está perdendo popularidade antes das eleições de outubro, as ações brasileiras registraram os melhores retornos do mundo em termos de dólares desde meados de março.


Torcedor no estádio do Maracanã; quem não quer a reeleição da Dilma terá que torcer contra a seleção na Copa do Mundo? (Bloomberg)

"Se tivermos um desempenho ruim na Copa do mundo, haverá maiores chances de ter um novo presidente", disse em entrevista ontem. "Tudo o que é ruim para a Dilma é bom para o mercado".

O fato de Carvalho, um torcedor que se lembra de como se sentiu quando tinha 8 anos e o Brasil venceu a Copa de 1970, estar disposto a considerar os benefícios de uma derrota no campeonato mostra o desespero dos investidores por uma nova liderança. O apoio a Dilma está caindo depois de 44 meses de uma inflação acima da meta, além dos protestos realizados no ano passado por brasileiros contrariados pelo fato de o governo estar gastando US$ 11 bilhões para sediar o campeonato de futebol em um país onde 7,2 milhões de pessoas ainda vivem com US$ 1,25 ou menos por dia.

A queda de Dilma nas pesquisas alimentou ganhos de até 40 por cento em empresas estatais como a Centrais Elétricas Brasileiras SA, com base na perspectiva de que uma nova administração seja menos intervencionista, de acordo com Luis Gustavo Pereira, 26, estrategista da corretora Guide Investimentos.

"A Copa do Mundo e as eleições são dois eventos que estão movimentando o mercado", disse ele por telefone de São Paulo. "Se o Brasil perder, isso pode provocar um impacto positivo nas ações. Mas torcer contra a seleção é pedir demais".

"Um cenário sem Dilma é muito melhor para o mercado", disse Carvalho da Tree Capital. "Mas é impossível torcer contra a seleção".