Pilórdia - ano III
Texto de André Carvalho(*)
btreina@yahoo.com.br
Ao Mendes Pilordeiro
O que leva um cidadão comum, com reconhecida ojeriza à língua mãe, a sentar-se e escrever um artigo? Há pouco mais de dois anos – que me perdoem os petistas – cansado das coisas e falas governamentais, indignei-me com o “relaxa e goza” da Ministra Marta, e ato contínuo, escrevi meu primeiro texto.
Como pode um cidadão, com reconhecida dificuldade nas lides gramatical e ortográfica, escrever um segundo, terceiro, quarto textos? Que me perdoem os detentores do talento nato ou de estudo profundo da língua pátria, mas o Aurélio foi feito para ser usado!
E como pode um cidadão de pouca paciência como eu, escrever, consultar, corrigir, refazer, parar e retomar um texto qualquer? Que me perdoem os anti americanos de plantão mas Bill Gates e seu sistema operacional, que aceita até o Aurélio em sua memória o que facilita sobremaneira, a vida do escrevinhador, são os responsáveis por isso.
E de que vale um artigo sem o leitor? Aqui começa uma relação estreita com o Pilórdia, que, ao publicar ainda como “Jornalleco” (ver aqui) , o meu quinto alfarrábio, abriu uma janela para minha imodéstia. Quem não gosta de ser lido? Até mesmo quem não escreve, quer ser lido nas entrelinhas de sua existência.
Mesmo não tendo participado das “pilórdias” no Bar e Restaurante Caneco, posto que à época vivia em Brasília, tinha na família Carvalho Mendes grandes amigos. Quis o destino profissional, de Antonio Carlos (eu) e meu, que nos encontrássemos em Belém e posteriormente em Recife, locais em que fuzarqueamos tal qual “pilordeiros”, para em seguida nos reunir em Salvador, na fantástica visgueira com santo nome: Guadalupe. Ali na Pituba.
Não creio que continuaria a rabiscar linhas não fosse a possibilidade de vê-las publicadas, com direito a foto (kkkk), pelo meu grande amigo Mendes em seu maravilhoso blog. Confesso que me preza mais ver um artigo meu aqui, do que na grande imprensa, como ocorre por vezes. Sobre ambos, Mendes e Blog, nosso respeitadíssimo amigo Almada (o também colaborador, Antonio Luis) tudo já disse, aqui mesmo , com propriedade e lisura, como é de seu feitio.
Resta-me dizer ao “Menduca”: Valeu cara. E continuará valendo sempre!!! Começamos próximos, faz dois anos. Completo, com este, 100 artigos, e espero duplicá-los aqui, no Pilórdia. Conto com sua bondade editorial e com a paciência dos seus visitantes leitores.
Um fraterno abraço para todos.
O que leva um cidadão comum, com reconhecida ojeriza à língua mãe, a sentar-se e escrever um artigo? Há pouco mais de dois anos – que me perdoem os petistas – cansado das coisas e falas governamentais, indignei-me com o “relaxa e goza” da Ministra Marta, e ato contínuo, escrevi meu primeiro texto.
Como pode um cidadão, com reconhecida dificuldade nas lides gramatical e ortográfica, escrever um segundo, terceiro, quarto textos? Que me perdoem os detentores do talento nato ou de estudo profundo da língua pátria, mas o Aurélio foi feito para ser usado!
E como pode um cidadão de pouca paciência como eu, escrever, consultar, corrigir, refazer, parar e retomar um texto qualquer? Que me perdoem os anti americanos de plantão mas Bill Gates e seu sistema operacional, que aceita até o Aurélio em sua memória o que facilita sobremaneira, a vida do escrevinhador, são os responsáveis por isso.
E de que vale um artigo sem o leitor? Aqui começa uma relação estreita com o Pilórdia, que, ao publicar ainda como “Jornalleco” (ver aqui) , o meu quinto alfarrábio, abriu uma janela para minha imodéstia. Quem não gosta de ser lido? Até mesmo quem não escreve, quer ser lido nas entrelinhas de sua existência.
Mesmo não tendo participado das “pilórdias” no Bar e Restaurante Caneco, posto que à época vivia em Brasília, tinha na família Carvalho Mendes grandes amigos. Quis o destino profissional, de Antonio Carlos (eu) e meu, que nos encontrássemos em Belém e posteriormente em Recife, locais em que fuzarqueamos tal qual “pilordeiros”, para em seguida nos reunir em Salvador, na fantástica visgueira com santo nome: Guadalupe. Ali na Pituba.
Não creio que continuaria a rabiscar linhas não fosse a possibilidade de vê-las publicadas, com direito a foto (kkkk), pelo meu grande amigo Mendes em seu maravilhoso blog. Confesso que me preza mais ver um artigo meu aqui, do que na grande imprensa, como ocorre por vezes. Sobre ambos, Mendes e Blog, nosso respeitadíssimo amigo Almada (o também colaborador, Antonio Luis) tudo já disse, aqui mesmo , com propriedade e lisura, como é de seu feitio.
Resta-me dizer ao “Menduca”: Valeu cara. E continuará valendo sempre!!! Começamos próximos, faz dois anos. Completo, com este, 100 artigos, e espero duplicá-los aqui, no Pilórdia. Conto com sua bondade editorial e com a paciência dos seus visitantes leitores.
Um fraterno abraço para todos.
(*) André Carvalho não é jornalista, é "apenas" um cidadão que observa as coisas do dia-a-dia. Um free lancer. Ou segundo sua própria definição: um escrevinhador. Seus sempre saborosos textos circulam pela web via e-mails.
*Nota do Editor: Amigo, obrigado pelas palavras e pelas lembranças. Tem razão, nossas andanças - Brasília, Belém, Recife e em muitas outras cidades desse Brazilzão - dariam boas histórias. São bons tempos assim que fazem a vida valer a pena.
E já que voce falou em foto, aproveito a ocasião e solicito uma nova para que com visual novo iniciemos a nova sequência de artigos, a de nº CEM + 1 , programado para esta quinta, com o título Eu, o imbecil ignorante, inspirado nas palavras do nosso "indefecável" (Valeu, Saulo) presiMente Lulla.
