segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Marandová.



O pênis vem perdendo a sua força, por conta do enfraquecimento do falo. É a força simbólica do homem moderno, sobre a força física do homem primitivo. No passado, não precisava muito esforço para provocar fortíssimas ejaculações no homem das cavernas. Psquisas americanas provam que aquelas pontas de cristais precipitados nas rochas eram o sêmem das masturbações neolíticas. Quem diria. O punheteiro das cavernas. Ele era feliz e não sabia.

No Brasil, Marandová, ou Mandorová são sinônimos de pinto, que aliás, cada vez mais pusilânime e de cabeça para baixo. A ginecocracia, os politicamente corretos e os mansos, domesticaram um pouco a virilidade do Marando. Solitário e sem cavernas para ser consolado, o Marandová ficou politizado. Não goza mais da pujança vital. Ele até fala. É simbólico. Que saudade do tempo das cavernas. Ao menos se ele não falava, fazia. Hoje, o sujeito (não pode dizer homem) moderno goza com a fala. Que horror. O Bugio pensa diferente. Se ela fala, eu falo.
Texto de
A Voz do Bugio.