segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Hors d'oeuvres com elegância.


A forma em turbilhão permite que voce possa colocar diversos alimentos juntos e ao mesmo tempo em separado. O círculo central é completamente fechado, o que permite a colocação de molhos ou patês. Além de ter um belo design.
Imported by LikeCool

Tirinha do Dia > LF Veríssimo

via TintaChina


Evolução da medicina



Tô com dor de ouvido...

2000 a.c. - Aqui, coma essas raízes.
1000 d.c. - Raízes são pagãs, reze.
1850 d.C. - Rezas são superstição, beba essa poção.
1940 d.C. - Essa poção é óleo de cobra, tome essa pílula.
1985 d.C. - Essa pílula é inócua, tome esse antibiótico.
2008 d.C. - Antibiótico é artificial, coma essa raiz.
do Gente sem Saúde

Este preço vale a pena?











Imagens imported by FreshPics

Paraguai se destacou em Pequim

Imagens e Texto importados do Blog dos Enviados, direto de Pequim.



Já na cerimônia de Abertura dos Jogos, a câmera da transmissão oficial focalizou bastante a porta-bandeira quando a delegação paraguaia entrou no estádio Olímpico. Depois voltou a ela na confraternização final dos atletas.
Na seletiva do lançamento de dardo, foi a vez dos fotógrafos das agências internacionais se encantarem com as formas de Leryn Franco (como na foto colorida acima).
Mas a atleta de 26 anos e em sua segunda Olimpíada está acostumada aos flashes. Afinal, além dos ensaios sensuais, ela já concorreu ao concurso de miss Paraguai e já disputou o Miss Bikini Universe até.
Tanto na passarela como na pista atlética não levou o título. Em Pequim, viu de longe o pódio (foi 51ª), mas teve seus segundos de fama.
*E continua tendo...

domingo, 24 de agosto de 2008

A publicidade na China olímpica.

Direto de Pequim,
Agora está explicado porque as jogadoras de vôlei da China estavam tão empolgadas com o bronze olímpico (atrás de EUA e Brasil), depois de serem ouro em Atenas-2004.
Feng Kun, Yang Hao, Liu Yanan, Li Shan e Wang Lina, titulares do selecionado anfitrião, protagonizam atualmente propaganda da cerveja Yanjing e...deram retorno para seus patrocinadores com o pódio.
Outros atletas do país, como os gigante Yao Ming, que é garoto-propaganda da concorrente Tsingtao, também não duvidam em anunciar bebidas com álcool, na febre que vive o mercado publicitário na China.
Até Liu Xiang, atleta dos 110 m com barreiras que, machucado, não entrou na disputa, empresta sua imagem para a fábrica de cigarro Baisha. Sem limites.

A Semana.

Amarildo

Lute
Dalcio


Simanca

Tiago Recchia
Ykenga

Marco Jacobsen
Néo Correia
Novaes


Renato


Simon Taylor



Bessinha


Lute




Amarildo



Andrade


Duke



Flávio





JBosco


Fontes Solda, Josias, Noblat, ChargeOnLine, Drops e outros

sábado, 23 de agosto de 2008

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Instante Olímpico.

Foto: Chang W. Lee / N Y Times
pescado no FatosemCharges

Ufa, não somos os últimos!

Sandra Paulsen, casada, mãe de dois filhos, é baiana de Itabuna. Fez mestrado em Economia na UnB. Morou em Santiago do Chile nos anos 90. Vive há quase uma década em Estocolmo, onde concluiu doutorado em Economia Ambiental. Este artigo foi retirado do BlogdoNoblat
Olimpíadas: acumulando frustrações
Das doze medalhas de ouro esperadas, até agora, a Suécia ainda não ganhou nenhuma em Pequim, no que vem sendo chamada de “a pior performance sueca numa olimpíada desde 1904”, quando, aliás, o país nem participou.
Agora, a situação não é nada boa e o pior de tudo é que os suecos estão em último lugar na comparação com os demais países escandinavos (Dinamarca, Noruega e Finlândia). Tudo isso, é claro, motiva gozações na vizinha Dinamarca, onde os jornais citam, sem dó, o que um jornalista sueco escreveu em seu blog sobre os jogos: “Se querem ouvir o hino nacional sueco, então procurem no YouTube”.
Primeiro, foi a queda de Susanna Kallur, logo no início da corrida na semifinal dos 100 metros com barreiras. A atleta, que jamais havia caído antes numa prova, saiu da pista em lágrimas.
Depois, foi o maiô de Therese Alshammar, cujo zíper quebrou e não quis subir, justo antes da semifinal dos 50 metros nado livre, acabando com o sonho sueco da medalha de ouro na natação.
Ara Abrahamian, grande esperança para a medalha de ouro na luta livre, protagonizou um escândalo quando, eliminado da final, venceu a luta pelo bronze e depois jogou a medalha no chão, em protesto pelas decisões dos juízes.
As meninas do futebol lutaram bravamente, mas perderam frente à Alemanha.
Na classe Star, na vela, até quarta-feira passada os suecos esperavam que Fredrik Lööf e Anders Ekström fossem os vencedores, já que se encontravam numa posição de grande vantagem frente aos demais competidores. Na quinta, os velejadores suecos chegaram a se jogar na água após a prova, comemorando o que pensavam ser a medalha de prata. Só que havia um erro no painel: chegaram em décimo, e não em nono lugar, como indicado. O protesto formal não foi nem aceito e, no final, os frustrados suecos ficaram mesmo é com o bronze, atrás dos britânicos e dos brasileiros Robert Scheidt e Bruno Prada.
Por fim, Stefan Holm traria para casa o ouro no salto em altura. Acabou ficando com o quarto lugar, sem medalha, provocando manchetes como a do jornal City Stockholm: “Aqui morreram os jogos olímpicos”.
Os maus resultados vão-se acumulando e a frustração aumentando a cada dia. As esperanças, para evitar o que os suecos consideram um fiasco total, estão, agora, depositadas no salto em distância de Carolina Klüft, de quem se espera a marca dos sete metros (Nota do pilórdia: Na prova em que a Maurren Maggi conseguiu a medalha de ouro, a sueca não alcançou o pódio).
Outras possíveis medalhas poderiam vir do ciclismo, da canoagem, do tênis de mesa e do tae kwon do, mas esses são, todos, esportes que não contam muito para os suecos em geral.
Só uma vez na história das participações suecas em olimpíadas, em Seul 1988, o país ficou sem medalhas de ouro. Mas naquele ano, os suecos pelo menos voltaram para casa com um total de onze medalhas, entre prata e bronze. A conclusão é que o número oito, o número da sorte na China, definitivamente não traz sorte à Suécia.
Nota do Pilórdia: Até este momento a Suécia conquistou 5 medalhas , sendo 4 de prata (duas no ciclismo , uma no hipismo e uma no tênis) e 1 de bronze na vela.

Tirinha do Dia: LF Veríssimo

via http://terramagazine.terra.com.br/
Texto de Dante Mendonça.
Publicado no Tribuna do Paraná em 18.08
Retirado do CartunistaSolda foto sem crédito
Não estamos em guerra e não sofremos nenhum terremoto, mas, afora os crimes e tragédias do cotidiano, há muito tempo não víamos tantas lágrimas derramadas neste país. Pranto maior só na Copa do Mundo de 50 e na morte de Aírton Senna.
O chororô começou na cerimônia de abertura das Olimpíadas, em Pequim: choraram Fátima Bernardes e Wiliam Bonner, Sandra Annenberg borrou a maquiagem, a repórter Sônia Bridi debulhou-se em lágrimas e Galvão Bueno exibiu para todo o Brasil suas lágrimas de crocodilo. Se bem que, quando se ouve Galvão Bueno berrar seu amor pela pátria, com os seus vagidos emocionados, sabemos que ele está sendo pago para isso, e muito bem pago.
Com exceção dos sentimentais bem remunerados, todo brasileiro é sentimental. Adora um chorinho. No bar, então, qual lacrimoso ainda não pediu um chorinho no uísque pro garçom e, na música, não resistimos a um chorinho do Pixinguinha.
No entanto, na semana passada batemos todos os nossos recordes olímpicos de choradeira. Na vitória, sorrimos com lágrimas nos olhos. Na derrota, vertemos lágrimas de solidariedade. Começou com algumas modestas lágrimas de bronze, graças aos nossos judocas. Em seguida, o bravo César Cielo carpiu o ouro de que tanto precisávamos. E choramos todos. Principalmente o nosso peixinho campeão, que mostrou ao mundo, ainda na água, que brasileiro chora até com o minuto de silêncio pela morte da mãe do juiz.
Nós brasileiros, somos emocionalmente desequilibrados. O que dá pra rir dá pra chorar. Quando devíamos rir de nós mesmos e dos nossos dirigentes esportivos, não resistimos às lágrimas de Daiane dos Santos, Jade Barbosa e, de modo especial, com a queda de Diego Hypólito. E choramos todos nós. Amanheceu, saímos às ruas e fomos sentar na calçada para “chorar lágrimas de esguicho” (dizia Nelson Rodrigues). Assim como os nossos meninos da ginástica, somos a pátria descalça - e não de chuteiras.
Agora só nos resta receber Diego Hypólito com muita festa e, para não fugirmos à nossa índole, consolá-lo cantando: “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”.
Meninos, a vida continua. E vamos em frente que ainda não perdemos tudo: em fevereiro tem carnaval, e quem não chora não mama!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Cabine "safa" a cara de biriteiros.

Texto e imagens retirados do CartunistaSolda


Ela tem opções que simulam barulho de trânsito, aviões, tiros e até gemidos. Foi criada para "salvar" clientes que não querem revelar que estão em um bar.
Tarde da noite. Preocupada, a mulher liga para saber o paradeiro do marido. Ele atende o telefone e, ao fundo, barulho de carros, buzina, avião, tiroteio e até gemidos. Na verdade, o homem está em um bar, mas corre para a cabine cornofônica, onde pode falar "tranqüilamente" e acionar os ruídos para disfarçar e tentar enganar a esposa ou namorada.
A cabine, também usada pelas clientes, foi montada em um estabelecimento nos Jardins, área nobre de São Paulo, e vem atraindo curiosos. A idéia foi do proprietário do Boteco Brasil, Leopoldo Buosanti Neto, de 40 anos.

"Eu via o pessoal saindo desesperado até a rua para atender o celular porque não queria que a mulher descobrisse que ele estava em um bar", explicou. O empresário jura que a invenção tem feito sucesso até mesmo entre as mulheres. A opção que mais usam é do (barulho) trânsito. "

Para chamar a atenção, a cabine cornofônica é vermelha, lembra as de telefone usadas na Inglaterra e fica logo na entrada do bar, inaugurado em 1964. Se escolher a opção "chute o balde", gemidos intensos de mulher poderiam ser ouvidos.

Instante Olímpico


O Porquê dos Nomes > Ceará / Fortaleza

Especial O Porquê dos Nomes
Ceará:
O nome Ceará, ao pé da letra significa "canta a jandaia".
É nome composto de cemo - cantar forte, clamar,
e ara - pequena arara ou periquito .

Capital - Fortaleza

A origem da Cidade de Fortaleza data do séc. XVII com a construção do Forte São Sebastião, na foz do Rio Ceará, bem na entrada da Barra do Ceará.


Esta fortificação foi destruída pelos índios e tomada pelos holandeses que a reconstruíram dando-lhe o nome de Forte Schoonenborch.
Em 1654, o Forte é reconquistado pelos portugueses e denominado Fortaleza de Nossa Senhora da Assumpção, de onde se origina o nome da Cidade.

fontes


wikipedia

Quadrinho de Gilmar

(clique na imagem para ampliar)