MOVIMENTO Dilma NÃO !!
Candidata a Presidência processa o Brasil!
Duvida?
Se quiser confirmar, clique nesse link http://portal.mj.gov.br/anistia/data/Pages/ e coloque o número do processo 2002.01.13016 e o nome Dilma Vana Rousseff.
Vejam o que diz o respeitado site Contas Abertas
Já se passaram exatos 46 anos desde que o ex-presidente João Goulart foi deposto pelas Forças Armadas e o regime militar foi instaurado no Brasil – em 31 de março de 1964. Hoje, embora a ditadura permaneça apenas na memória dos perseguidos políticos, o custo do golpe insiste em acompanhar o governo brasileiro.
Para se retratar pelos prejuízos causados ao perseguidos, a União já desembolsou, desde 2003, pelo menos R$ 2,8 bilhões com o pagamento de pensões e indenizações aos anistiados políticos. Só no 1º trimestre de 2010 foram gastos R$ 77,7 milhões, um sexto do que foi gasto no ano passado – R$ 465 milhões.
Dentre muitos processos aprovados pela Comissão de Anistia, estão os de algumas personalidades. É o caso, por exemplo, dos jornalistas Franklin Martins – ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República –, Carlos Heitor Cony, Ziraldo Alves Pinto e Sérgio Jaguaribe, o Jaguar.
Ainda aguardam a apreciação da Comissão de Anistia os processos de outros celebres, como é o caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (leia na íntegra, aqui).
Quanto será que a candidata quer receber do BOLSA-GUERRILHA? Clique nos links disponíveis e verão que o processo 2002.01.13016, de Dilma Vana Rousseff encontra-se na mesa de e para a apreciação do atual presidente, Lulla da Silva.
Aliás, está lá desde o início deste ano. Por que será? Será que temem a opinião pública?
Afinal quem está processando a União É quem quer governá-la, estranho não?
E não se esqueçam, quando a União paga ela o faz com recursos seus, dos impostos pagos por você, ELEITOR.
Como disse Millor Fernandes, também perseguido político mas que teve a hombridade de recusar receber a Bolsa-Guerrilha ou Bolsa-Ditadura, falando dos que pleitearam e receberam:
"Não era ideologia, era investimento".

